História Aquela garota diferente - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 280
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom, como eu me empolguei com a história, escrevi direto as duas...
Akakakakaka
Espero que gostem

Capítulo 2 - Capítulo 2


Sem os pais ela não recebia dinheiro, logo não comia, então ela apenas arranjou um emprego que sustentasse sua pequena fome e seus banhos.

Com aquele prêmio que ela havia se dado, descobriu que poderia matar e torturar qualquer um. Depois de matar seus pais, foi para cima dos colegas depois de alguns dias fazendo uma lista de quem matar.

Ruth não acreditava em Deus ou no Satan, ela apenas acreditava que vivemos em um inferno, e que ele é diferente para cada um de nós.

"Espera... Eu tô matando quem me faz mal, e tirando-os desse inferno, dando um descanso eterno a eles. Se eu matar quem eu gosto, os livrarei do seu inferno" pensou Ruth, foi assim q ela decidiu matar pessoas que ela gostava secretamente.

Era uma sexta-feira, Ruth tinha todo seu plano formado. Então foi para a escola, chamava seus amados para um canto, onde não via ninguém ao seu alcance, total de 6 mortes. Para ela era uma coisa boa, já que vivemos no inferno.

Outra coisa sobre a Ruth é que toda vez em que ela matava alguém tinha que fugir cada vez mais da polícia. Ela também fazia um corte no seu pulso e no de suas vítimas, arrancava seus dentes e dedos(isso depois de estarem mortos).

Todas as vítimas eram torturadas, mesmo sendo pessoas amadas, era legal para Ruth fazer joguinhos com sangue.

As torturas consistiam em; estuprar, escrever com sangue no peito, quebrar pelo menos uma costela, arrancar suas unhas e ameaçar seus parentes. 

Ruth não sentia pena, apenas orgulho, o que fazia com que os assassinatos continuassem.

A polícia mal caminhava com o caso que eles chamaram de "Esquizofrênica assassina", e ela já consegui mais número de mortes.




Notas Finais


Alguma hora eu continuo.


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