História Aquela que protege os oito. - Capítulo 1


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Categorias Os Legados de Lorien
Personagens Adam, Ella (Número Dez), Hector, Henri Smith, John Smith (Número Quatro), Marina (Número Sete), Número Cinco, Número Nove, Número Seis, Personagens Originais, Setrákus Ra
Tags Garde, Lorien, Número Um
Exibições 4
Palavras 3.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - A sobrevivência dos Números


POV Um

Acordei com Hilde desesperada tentando me acordar, gritando para que os mogs tinham nos encontrado. Levei um segundo pra processar isso. Eu era a número um, não tinha o feitiço me protegendo. Respirei fundo e levantei, pegando minha arca. Nós íamos fugir pelos fundos, torcendo que eles não estivessem por lá ainda. Hilde pegou uma arma e desceu na frente, não sem antes dizer as palavras que me marcaram no passado e me marcam até hoje:

-Você é quem protege os oito- ela disse me olhando nos olhos- não morra, lute, fuja, mesmo que seja sem mim- do nada seus olhos se encheram de lágrimas- você é a filha que eu nunca tive, eu só queria ter tido mais tempo com você- e ela desceu.

Eu já estava chorando abertamente quando sussurrei:

-E você é a mãe que eu sempre precisei- e desci.

A parte da frente da casa estava cheia de mogs. A dos fundos também. Nós estávamos cercadas. Hilde estava numa janela atirando nos mogs dos fundos. Ali tinha menos do que na frente, mas ainda eram muito. Do nada ela parou de atirar e me olhou nos olhos mais uma vez hoje.

-Tome cuidado- e antes que eu pudesse falar alguma coisa, ela saiu na direção dos mogs. Por um momento fiquei aturdida com o modo e a facilidade com que ela lutava. Mas isso acabou. Eu vi como ela foi atingida por uma arma mog. Foi como se todos os sentimentos que eu estava sentindo naquele momento explodissem dentro de mim. Raiva, medo, solidão, luto e vários outros. Senti o chão tremer enquanto caminhava até seu corpo. Ela virou a cabeça para mim e disse, me olhando com orgulho:

-Fuja, eu te amo- e morreu.

E eu fiz isso. Direcionei meu novo legado para os mogs e usei telecinese para atirar tijolos, moveis e outras coisas. Eu percebi que mais estavam chegando e usei a telecinese pra pegar a arma de Hilde e sai atirando. Depois de horas correndo no mato, finalmente parei de correr, e tudo explodiu em mim. Mas isso não me deu um novo legado que nem antes. Me deu lágrimas. Eu chorei muito depois disso. Chorei até não ter mais lágrimas e jurei para mim mesma que ia matar cada mog que aparecesse na minha frente. Eles iam se arrepender disso. Eles iam pagar. Eles iam sentir a minha fúria. A fúria da número um. A fúria daquela que protege os oito. A minha fúria.

-Eu também te amo Hilde. E eu vou te vingar.

3 anos depois.

Pov Um

Já se passaram três anos desde que Hilde se foi. Três anos desde o dia em que eu quase morri.

Desde aquele dia eu treinei duro. Hoje eu acho que eu iria ter conseguido salvar a Hilde. Eu estou muito boa no combate corpo-a-corpo e também desenvolvi outros legados. Além de causar terremotos e de telecinese eu sou capaz de manipular o elemento terra, de voar e de projetar campos de força. Eu tenho quase certeza de que meu legado master ainda não apareceu, porque o ultimo legado que apareceu foi o de campos de força, e não é bem um legado de ataque. Mas voltando eu estou com 17 anos hoje em dia e estou muito tentada a reunir os outros, mas eu sei que eles são muito jovens para isso. Hilde sempre me disse que eu sou uns 4 anos mais velha que a número sete, que é a segunda mais velha. Eu estou planejando esperar mais uns 3 ou 4 anos para reunir os outros.

Neste momento eu estou em Londres, sentada num ônibus, quando entram 3 homens pálidos, altos e de cabelo preto longo, que eu reconheci instantaneamente. Magadorianos. Como eles me acharam? Eu me escondi tão bem. Eu sempre apaguei qualquer vestígio de que eu estive em algum lugar. Eu sempre criei uma nova identidade quando mudei de lugar. Respirei fundo e virei a cabeça, fingindo que estava dormindo. Mas mesmo que o lugar ao meu lado estivesse vazio eles passaram direto. E se sentaram ao lado de um homem ruivo que estava no fundo e assim que eu olhei para ele o reconheci. Conrad, o cêpan da número dois. Se ele estava aqui, isso significa que ela estava aqui também. Eles não vieram atrás de mim. Eles estavam atrás dela.

Eu me lembro dela. Cabelo vermelho escuro, olhos verdes, tímida e inteligente. Lembro que ela ficava muito com o três, o quatro, a seis, a sete, o oito e o nove. Eu me sentia uma estranha, mesmo que eles sempre tentassem me incluir e incluir o cinco. Eu as vezes me juntava a eles pra brincar, eu ainda me sentia uma estranha. Eu era muito mais velha que eles. E cinco, bem, era uma criança estranha. Muito quieto, nunca brincava com ninguém, mesmo tendo a idade deles.

Mas ok, os mogs vieram atrás da Dois e estavam do lado do cêpan dela. Ok. Respirei fundo e peguei minha adaga. Eu sempre andava com a arca lórica na bolsa ou na mochila. Usei telecinese para sentir os movimentos deles. Hilde me ensinou isso pouco antes de irmos para a Malásia. Pouco antes de eu me envolver com Wade e de quase ser presa. Lágrimas me vieram aos olhos quando me lembrei de que ela morreu brigada comigo. Ela deu a vida por mim mesmo tendo brigado comigo.

Me recompus e notei que os mogs estavam pegando armas. Me preparei pra pular e quando o primeiro tentou atacar Conrad eu fiz um pequeno tremor. Ele se desequilibrou e eu vi minha chance. Pulei no corredor e atirei minha adaga em um dos mogs. Conrad e os outros dois me olharam surpresos, mas não dei atenção. Puxei minha adaga de volta enquanto jogava outro mog longe com telecinese. O último pegou a arma e fez algo que eu nunca ia imaginar. Atirou no Conrad, que estava num canto, me olhando admirado. O mog ia atirar em mim, mas eu o explodi com telecinese. Me aproximei de Conrad já pegando a pedra de cura, mas ele me parou.

-Eles sabem onde dois está. Não perca tempo comigo- tossiu um pouco de sangue- ela é mais importante. Só diga a ela que eu à amo como a filha que eu nunca tive- tossiu muito sangue agora- o endereço está na minha mochila- e morreu.

Peguei sua mochila e verifiquei até achar um papelzinho com o endereço do prédio no início da rua do meu hotel. Sem tempo pra pensar na coincidência, eu verifiquei o ônibus. O motorista aparentemente fugiu quando eu comecei os tremores.

Peguei na minha arca uma pedra que me deixava invisível e saí voando até o prédio. Chegando lá entrei ainda invisível no prédio e vi que o porteiro estava com a mão no telefone, mas estava com a cabeça em um ângulo estranho e tinha sangue na roupa dele. Sem tempo para ver se ele estava vivo ou coisa do gênero subi as escadas rapidamente e entrei no apartamento. Ouvi tiros sendo disparados e um grito de desespero. Corri na direção do grito. Entrei em um quarto simples com uma cama, um armário e uma escrivaninha, mas não liguei para a decoração. Encolhida num canto estava uma pequena menina ruiva de olhos verdes atirando desesperadamente na direção de 4 mogs.

Três dos mogs eram claramente nascidos de IVA e o outro era obviamente um nascido naturalmente. Um dos nascidos de IVA decidiu atirar na dois, mas o tiro nunca chegou nela, pois eu projetei um campo de força em volta dela. Os mog ficaram confusos e eu aproveitei. Peguei dois com telecinese e os joguei pela janela. Os outros dois ficaram confusos e eu taquei a adaga neles, direcionando para o mais próximo da Dois. O último se desesperou e começou a atirar na dois, mas eu mantive o campo de força em volta dela. E com a adaga me aproximei dele e o matei.

Dois estava encolhida em um canto, parecendo assustada e olhando para as mãos, provavelmente achando que ela tinha desenvolvido um legado. Fiquei visível de novo e ela olhou para mim com medo.

-Quem é você- ela perguntou mirando a arma em mim- cadê o Conrad?

-Calma, eu sou do seu time- eu tranquilizei ela- eu sou a número um e o Conrad-  como eu falava pra ela que o cêpan dela tinha morrido? Respirei fundo e disse- está morto.

Ela me olhou, ainda com a arma apontada pra mim e eu tive uma ideia de como faze-la confiar em mim.

-Olha- tirei a bota, mostrando a minha cicatriz, a cicatriz que me marca como número um.

Ela visivelmente relaxou depois de eu mostrar a cicatriz.

- Como ele morreu? – ela me perguntou em voz baixa, enquanto lágrimas caiam de seus olhos.

-Três mogs o encurralaram num ônibus. Eu estava nesse ônibus e consegui matar dois, mas o terceiro se aproveitou que eu estava ocupada matando outro mog e atirou nele. Eu tentei cura-lo com a pedra de cura, mas ele me disse que você era mais importante. Ele me pediu pra avisar que ele te ama como a filha que ele nunca teve.

Ela chorava muito, mas eu tive que interromper quando ouvi sirenes de polícia se aproximando.

-Dois...

-Maggie- ela me corrigiu.

-Depois falamos disso- eu disse, tentando usar o tom que a Hilde usava comigo quando ela tinha pressa e não queria ser desobedecida- a polícia tá chegando, nós temos que ir. O que você quer levar além da arca? Roupas a gente compra mais tarde.

-A minha câmera, minhas fotos e meus livros- ela respondeu, ainda com voz chorosa.

Peguei o que ela pediu, coloquei na mochila e peguei sua mão.

-Nós vamos voar agora ok? Segure bem forte na minha mão.

E no momento em que a polícia invadia o apartamento eu nos deixei invisíveis e saí voando até meu hotel.

Mais 3 anos se passam.

POV Maggie/Dois

Hoje fazem 3 anos que Conrad morreu. 3 anos que eu e Um fugimos pelo mundo. Assim que chegamos no hotel dela, ela começou a arrumar as malas dela e a imprimir uma identidade falsa pra mim. Depois de pensar um pouco nós decidimos que era arriscado demais tentarmos viajar de avião. Então nós decidimos ir de barco até a França e pegar um avião até o Brasil.

 Hoje ela tem 20 anos e eu 15, e nós fazemos sempre o mesmo papel, duas irmãs órfãs, que gostam de viajar. Mas só o papel que fazemos é o mesmo, porque a cada cidade é um nome diferente.

Eu estava bem melhor em combate corpo-a-corpo e também já tinha desenvolvido três legados: geração e manipulação de fogo, telepatia e também posso gerar erupções vulcânicas (nem pergunte como descobri isso, a história envolve uma garota de 14 anos histérica, uns 10 mogs confusos e uma viagem ao Havaí).

Mas voltando pra história, eu estava ansiosa, pois Um leu na internet sobre um menino uma estranha cicatriz no tornozelo. Pelo que Um viu esse menino vive em uma aldeia perto da capital do Quênia. Pela foto que ela viu, o menino tem pele escura, e de acordo com Um, o número três é o único garde que veio que tem pele escura.

Chegando no Quênia, nós fomos voando mesmo até a aldeia onde o suposto número três mora. Na entrada da aldeia tinha uma quadra de basquete onde jogavam uns 12 garotos de uns 14 anos. Minha atenção foi imediatamente atraída para um garoto mais alto que os outros. Ele tinha pele escura, mas alguns tons mais clara que a do resto dos habitantes, os olhos escuros tinham um brilho amigável e relaxado, bem diferente do que eu esperava de um fugitivo interespacial. Meias altas, que cobriam do tornozelo até o joelho, entregavam quem ele é, pois estava muito calor.

Fui me aproximar dele quando vi duas pessoas cochichando enquanto apontavam para três. Eram dois homens altos, pálidos, de cabelo preto e olhos muito negros, sem pupila nem nada. Cutuquei Um e apontei discretamente para eles. Ela arregalou os olhos.

-Usa telepatia pra saber o que eles estão falando- ela me pediu, parecendo preocupada. Assenti e me concentrei neles.

-Eles estão falando algo sobre como eles vão encurralar o Três e mata-lo- comecei a resumir a conversa dos mog- ele trouxeram um pekén ou algo assim e se o pekén não matar o Três, tem mogs cercando toda a área e tem uma nave no céu também. E... – As palavras se perderam na minha boca.

-O que Maggie- ela me perguntou preocupada- me diz o que eles pensaram de tão ruim.

-Eles... –respirei fundo- aparentemente o pai deles é um importante general em magdore e- respirei fundo de novo- foi o pai deles que atirou em Hilde e eles estavam lá. Sem falar que o maior era o mog nascido naturalmente que estava quando você me salvou- eu disse tudo em um único fôlego.

Ele me olhou atordoada por um minuto, até que seus olhos se encheram de fúria. Ela respirou fundo e seus olhos adquiriram um brilho vingativo.

-Então essa noite nós iremos cumprimenta-los, afinal é falta de educação se encontrar com conhecidos sem falar com eles- ela disse com um brilho vingativo no olhar.

-Não é melhor nós falarmos com ele agora?

-Maggie, os mogs estão de olho nele. Eles podem começar uma baita confusão se nos virem com ele, afinal os dois já me viram e um também já te viu, eles podem nos  reconhecer.

-Ok -  eu disse sabendo que ela estava certa.

A noite nós nos aproximamos da casa deles quando ouvimos um berro, seguido de barulho de parede quebrando e um rugido ensurdecedor. Só tinha um problema. O berro e o barulho da parede vinham da frente e o rugido... de trás.

Eu e um nos olhamos e nos viramos. Atrás de nós tinha um mostro gigante. Antes que nós pudéssemos fazer algo, o mostro nos atacou. Um projetou um campo de força em volta da gente e jogou uma xitharis pra mim.

-Ela tá carregada com meu poder de voar, vá salvar o três, rápido- ela me gritou e eu hesitei- VAI- ela berrou e fez um terremoto.

Dessa vez nem hesitei e saí voando. Eu já tinha feito isso antes e sempre foi muito divertido e fácil. Comecei a voar em direção ao penhasco e vi três pulando do penhasco. O segui penhasco abaixo sem hesitar.

Chegando lá embaixo, vi um mog enorme com a mão no pescoço de três, se preparando para apunhala-lo com uma espada. Nem hesitei. Usei telecinese para desarmar o mog. Ele ficou confuso e eu vi minha chance. Usei telecinese para soltar três e afastar o mog, que eu achava que era o general, pai dos dois outros mogs.

Ele estava confuso, mas quando me viu, sorriu sádico.

-Ora, ora, ora, número dois, o que veio fazer aqui no Quênia? - ele me perguntou malicioso.

-Comprar batatas- eu disse com secura, mantando minha telecinese alerta pra qualquer movimento.

-E veio sozinha, como isso é bom- ele disse, com a mesma malícia.

-Quem disse que ela está sozinha- disse uma voz conhecida.

Um vinha descendo o penhasco usando seu legado de voo para flutuar suavemente. Seus olhos azuis brilhavam como duas pedras preciosas. O cabelo loiro flutuava suavemente acima da cabeça dela.

-Se não é a número um, devo dizer que naquele dia, quando matei aquela cêpan patética você me surpreendeu. Suponho que também tenha sido você quem salvou a número dois naquele dia em Londres. Devo dizer que não fiquei nem um pouco feliz quando descobri que você tinha jogado meu filho mais novo pela janela. Ele quase morreu- o general fez bico, mas logo o bico sumiu e um sorriso malicioso surgiu no rosto dele.

-É e hoje eu é que vou te matar- disse Um e então energia lórica surgiu de suas mãos e eu sorri. Isso deve ser suficiente pra matar até mesmo o pekén, imagina esse mog.

Um atirou, mas a energia parou no caminho para o mog, pois um escudo enorme foi colocado na frente. Um grunhiu.

Com o escudo na mão estava um dos mogs que eu vi mais cedo. Do lado dele, o outro, um pouco menor que ele, se preparava pra atacar.

-Podemos saber o motivo de você querer matar nosso pai - pergunta o maior nos olhando, até que seus olhos param em mim e ele sorri sádico- se não é a pequena assassina, como tem passado?

-Bem, e pelo que me lembro, foi você quem tentou me matar primeiro- eu rosno pra ele, lembrando do olhar dele naquele dia, três anos atrás.

“Três, você tem algum legado” eu pergunto telepaticamente para ele.

“Eu sou mais ágil que um garde normalmente é, e tenho uma telecinese bem fraca ainda” ele me responde eu quase grunhi. Isso não é muito útil.

Usei telepatia pra analisar as habilidades dos três mogs e decido.

“Um, você cuida do chefão, eu cuido do que salvou o chefão e três, você cuida do menor” eu mandei as instruções telepaticamente “quando eu falar já”

-Então, prontos pra morr... –o menor ia dizendo mais eu o interrompi.

-JÁ- berrei e ataquei meu alvo com uma bola de fogo, que ele se esquivou por pouco.

Pelo canto do olho eu vi Um e Três atacarem seus alvos. Um usou a energia lórica e por pouco não acertou o general. Três desarmou o mog menor com telecinese e o atacou com chutes e socos em uma velocidade incrível.

Usei telecinese para fixar meu inimigo e entrei na mente dele de novo, só que para procurar informações sobre o resto da garde. Descobri que a número sete estava na Espanha, mas os mogs não sabiam onde e que o nove, a seis e o oito estão sem cêpan.

Saí da mente dele e quando ia arrancar a cabeça dele ouvi várias armas sendo disparadas. Eu olhei para e o vi sorrindo como se o natal tivesse chegado mais cedo.

-Isso não acabou- eu rosnei pra ele- Um, Três vamos embora, tem mais chegando.

Um hesitou antes de assentir e jogar um último disco de energia lórica no general, puxar a mim e a três com telecinese e me perguntar:

-Ainda tá com a xitharis aí?

-Tô- eu respondi pegando a pedra.

-Eu levo o três e você voa. Vamos, rápido- e saiu voando, não sem antes fazer um pequeno tremor no chão.

-Tchau, na próxima eu mato vocês- eu rosnei para eles e joguei uma pequena onda de fogo neles, antes de sair voando.


Notas Finais


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