História Aquele Olhar - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Diego Ribas da Cunha, Everton Cardoso da Silva, Paolo Guerrero
Visualizações 71
Palavras 631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 3 - As entradas


- Bella, chegou uma caixa pra você hoje, minha filha. Deixei em cima da sua cama. 

 

Eu pisquei e repisquei várias vezes por segundo, tentando processar a informação de que aquilo realmente estava acontecendo. - Obrigada, tio. - eu beijei sua bochecha rapidinho e corri pro quarto, quase tremendo com a ansiedade de descobrir o que eu tinha recebido. 

 

Ou melhor, o que ele tinha me mandado. 

 

Antes desse dia, eu não imaginava ser possível surtar mais do que quando DIEGO RIBAS COMENTOU A MINHA FOTO NO INSTAGRAM - eu ainda estava gritando isso pra qualquer ser humano com um par de ouvidos; até pra minha mãe, e olha que eu nunca conto nada pra ela - mas estava descobrindo novas maneiras de enlouquecer quando recebi uma mensagem no privado perguntando qual era o meu endereço. 

 

"É uma surpresa", ele respondeu. "Mas tudo bem se você não quiser"

 

Se houvesse um jeito menos sexual de dizer que eu queria qualquer coisa que viesse dele, eu teria dito.

 

Rasguei a caixa de qualquer jeito, percebendo a caligrafia masculina e rude no lado do destinatário, o que me deixou duvidando se ele tinha se dado ao trabalho de enviar o pacote ele mesmo. 

 

"Você usou essa camisa?" 

 

Foi a primeira coisa que eu pensei em dizer. Como começar uma conversa quando alguém como Diego tinha resolvido me mandar uma camisa sua autografada sem nem mesmo eu ter pedido?

 

"Uau. E eu pensando que você fosse me agradecer..."

 

"E eu vou! Tem noção de quanto dinheiro eu posso fazer se leiloar na internet?" Diego visualizou, mas uns bons segundos passaram sem resposta, e eu comecei a me preocupar se ele tinha ficado chateado. "Tô brincando, calma kkkk"

 

"Aliás, muito obrigada. Eu tô apaixonada por essa camisa" - e por você, mas não tem necessidade de dizer isso.

 

Logo em seguida, ele mandou risadas. "Isso quer dizer que você vai vir?"

 

"Ir aonde?" Senti meu rosto franzir com a confusão. 

 

"Ao jogo, ue"

 

"Que jogo?"

 

Uns segundos depois, ele mandou uma pergunta. "Você não viu as entradas?"

 

Entradas? 

 

Corri pela caixa, vasculhando no meio daquele monte de embrulhos até encontrar um retângulo de papel colorido. Levou um tempo até tudo fazer sentido pra mim: convites pro jogo entre Flamengo e Botafogo, dez dias depois. 

 

"Eu não tinha visto" disse, depois de um tempo. "Meu Deus, Diego..."

 

Só levou um segundo pra receber a resposta. "Então você não vem?"

 

"Não tenho como saber ainda... quer dizer, eu tenho faculdade, tenho quem vai poder ir comigo... mas muito obrigada, de qualquer maneira. Você tá sendo maravilhoso comigo. Eu não sei nem por onde começar a te agradecer"

 

"Imagina" ele me mandou um sorriso tímido, me lembrando imensamente de quando assisti seu rosto corar. Meu coração se apertou um poquinho, implorando pra vê-lo de novo. "Você pode me agradecer vindo apoiar a gente no sábado"

 

Suspirei. Quando ele se referiu a todo mundo, foi como um balde de água fria na minha cabeça: é claro que ele só estava sendo legal. O que eu pensei...

 

"Prometo que vou fazer o que eu puder."

 

Diego visualizou minha mensagem e não disse mais nada. Aquele par de ingressos vinha com um alerta vermelho de perigo, mas eu queria mais do que nunca ignorar os avisos. Ele era casado e essa provavelmente era a coisa errada a se fazer - ao menos com as intenções que eu tinha - ainda assim, eu só saberia se fosse lá. 

 

Não, eu não ia fugir. 

 

Minha agenda de contatos rapidamente me mostrou o número da minha amiga, e a única pessoa que poderia me ajudar agora. Eu ia abrir o jogo com ela.

 

No terceiro toque, uma voz feminina me atendeu. "Alô?"

 

"Nick? Eu preciso da sua ajuda. Você quer ir no Maracanã comigo?"

 



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