História Aqueles 6 - Capítulo 68


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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Personagens Originais, Ravi
Tags Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, Ravi, Starlight, Vixx
Exibições 74
Palavras 2.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello! Hoje vou responder os comentários ^-^

Espero que vocês estejam gostando! TÁ ACABANDO

Capítulo 68 - Eu vou te achar.


Fanfic / Fanfiction Aqueles 6 - Capítulo 68 - Eu vou te achar.

~Jyo off

~N on

Estávamos virando a esquina da escola quando escutei o alvoroço. Meu braço doía pra cacete mas eu não podia me dar o luxo de parar de correr agora. Eu tenho que ajudar meus dongsaengs!

Em frente à escola haviam muitas, muitas pessoas mesmo. A maioria fantasiadas então deduzi que o pior já havia acontecido... Hongbin já estava no baile, e já tinha feito algo.

Haviam ambulâncias, carros de polícia e 3 paramédicos estavam abaixados no chão, ajudando um rapaz que estava caído no chão. No meio da rua.

Além dos jovens do baile, as casas em volta estavam vazias, porque seus donos estavam todos na rua, tentando entender o que estava acontecendo.

- É o Hongin. -Ravi disse baixinho e eu e Ken o olhamos.

- Quem?

- O amigo meu e da Jyo!

Na hora ficamos de boca aberta enquanto Ravi ia correndo até o menino caído para tentar falar com ele.

- Fique aqui com ele, eu vou entrar lá na escola. -Avisei ao Ken, que apenas agarrou meu braço.

- Você tem certeza disso, hyung? Não é melhor falarmos com a polícia?

- Não! Vamos deixar as coisas entre família. Vamos resolver isso e vai ficar tudo bem.

- ELE TOMOU UM TIRO! -Ravi gritou ao parar do nosso lado. -E foi do Hongbin, tenho certeza.

Sussurrou essa última parte, então o afastei um pouco das pessoas para que pudéssemos conversar.

- Como você pode ter certeza? -Ken perguntou.

- Os paramédicos não me deixaram falar muito com ele, mas ele sussurrou "Jyo" e "ajuda" pra mim. Isso só pode significar que ele tentou ajudá-la a fugir do Hongbin e tomou um tiro no processo. O quê significa que Hongbin levou a Jyo.

Demorei uns segundos até digerir o que Ravi tinha falado. Quando finalmente consegui, saí correndo em direção à escola, passando pelos enormes portões e olhando pelo salão.

Não havia mais ninguém lá.

- HYUNG! -Ken gritou enquanto ele e Ravi corriam atrás de mim.

- Não tem ninguém aqui...

Sussurrei derrotado. Eu não quero entregar os pontos, não quero desistir!

Corri até a porta no canto do salão e logo vi o sangue no chão e na parede. Algo aconteceu aqui!

Ravi e Ken me seguiam então voltei a correr até chegarmos no pátio da escola. Assim que parei, ambos pararam também e começamos a gritar pelo Hyuk, Leo e Jyo. Eu ainda tenho uma tola esperança de que eles estão aqui.

- HYUK! JYO! TEM ALGUÉM AQUI?... LEO!

Gritei desesperado. Eles têm que estar aqui senão não tenho idéia de onde poderão estar.

- LEO HYUNG?

- HYUK!

Ken e Ravi tentavam muito, mas eu já estava perdendo as esperanças, até que...

- Hyungs?... HYUNGS! AQUI NA BIBLIOTECA, ESTAMOS AQUI!

Escutei Hyuk gritar e nunca fiquei tão aliviado na vida. Nós 3 saímos correndo em direção à biblioteca e quando chegamos vi uma cena horrivel.

Leo estava deitado no chão e Hyuk  ajoelhado ao seu lado, cuidando dos ferimentos que ele tinha no rosto e nos punhos. A fantasia do Leo estava completamente encharcada de sangue e o mesmo parecia desacordado.

Me ajoelhei perto deles e Ravi e Ken fizeram o mesmo.

- O quê aconteceu, Hyuk? Onde está a Jyo? -Perguntei e ele respirou fundo antes de me responder.

- Acho que o Hongbin hyung a levou. Ele me bateu até eu apagar e encontrei o Leo hyung todo espancado no corredor.

Então aquele sangue era do Leo... e Hongbin levou a Jyo!

Droga! Droga! Droga!

- Para onde você acha que ele a levou? -Ken perguntou e só ouvimos o Leo tentando falar.

- Ca... sa. Ca... sa.

- Hyung, não...

- Sim! Fale sim! -interrompi Hyuk - De que casa você está falando?

- Casa... dele.

- "Casa dele"? Que casa? -Ravi perguntou confuso.

Foi então que me lembrei de algo que aconteceu no ano passado. Handeul queria dar de presente de 19 anos uma casa para o Hongbin. Eu e o Leo fomos com ele para ajudá-lo na escolha.

O Hongbin sempre disse que queria morar sozinho. Então escolhemos uma casa ótima para ele. Tinha uma quadra de basquete para que ele pudesse jogar à vontade, 2 quartos, sala, cozinha, banheiro, área de lazer... era uma ótima casa, só que fica numa espécie de residencial. O terreno é isolado, mas é difícil passar pela portaria.

Handeul só ia entregar a casa ao Hongbin no ano que vem, mas não aguentou esperar. Ele resolveu não se mudar para lá, ia esperar terminar a escola.

Se ele realmente estiver lá com a Jyo, vamos ter problemas.

- Precisamos descobrir onde ele está, salvar a Jyo. -Ravi disse e eu assenti nervoso.

- Acho melhor nos separarmos! Ele pode estar lá mas pode estar na nossa casa, na do Leo hyung ou na casa do Handeul que agora é da Jyo. -Ken disse e eu assenti novamente.

- Vocês vieram de carro? -Perguntei à Hyuk que assentiu.

- Viemos. No carro do Leo hyung. Meu carro está na casa dele.

- Ótimo. -Respondi e levei as mãos ao bolso da fantasia do Leo, pegando as chaves do carro dele. De repente ele agarrou meu braço e tentou levantar-se.

- Eu vou...

- Você vai ficar aqui! - mandei - E agradeça por ficar aqui e não em um hospital. Amamos a Jyo tanto quanto você, Taekwoon. Você é noivo dela, mas não precisa ser o super-herói o tempo inteiro. Vamos salvá-la, e você fica aqui sem morrer.

- Hakyeon...

- "Hakyeon" uma ova. Vai ficar aqui! Hyuk, vamos juntos até a casa do Leo, lá vamos nos separar! Eu e Ravi ficamos com o carro do Leo e você e o Ken vão no seu carro.

- Perfeito! Vamos. Vamos salvá-la, hyung. É uma promessa. -Hyuk prometeu antes de se levantar.

- Já trazemos sua noiva, senhor. -Ken disse e nos levantamos. Os meninos começaram a sair apressados e quando sobramos apenas eu e Leo, me abaixei ao lado dele e pousei uma das mãos em seu braço.

- Vou lutar até o final para salvar a Jyo, Leo. Só quero pedir que... se algo acontecer comigo, por favor... cuide dos meninos - pedi com lágrimas nos olhos - tenho certeza que você vai se sair melhor que eu e... eu só tenho orgulho de você. Eu te amo e obrigado por tudo. Estou contando com você.

- Hyung... por favor...

- Tenho que ir. Nos vemos em breve, poker face. -Me atrevi a zoá-lo, depois dei uma risadinha e saí correndo atrás dos meninos.

Não sei se esse plano vai funcionar, ou se ao menos vamos achá-la, mas vamos tentar. Vamos dar nosso jeito! Eu vou te encontrar, Jyo!

Assim que saí da escola vi o carro do Leo parado na calçada, apenas uma única porta aberta me esperando. Entrei correndo, fechei a porta e logo Ken começou a dirigir.

Depois de uns 15 minutos chegamos à casa dele. O caminho foi completamente silencioso, ninguém se atrevia a dizer nada. Estamos todos abalados e desestruturados com tudo o que está acontecendo. Há pouco tempo atrás éramos uma família feliz, agora Hongbin quer acabar conosco, pelo visto.

Assim que chegamos Hyuk e Ken saíram do carro e eu fui para o banco do motorista.

- Aqui ele não está! Vamos à antiga casa do Handeul, vocês procurem na nossa. Se o encontrarem, não entrem, mandem mensagem para nós. Se ele não estiver lá vamos à casa dele. Se a casa estiver vazia, vamos buscar o Leo na escola e nos encontramos na delegacia, ok?

- Ok, hyung! Vamos, Hyuk. -Ken saiu o puxando em direção ao carro e eu comecei a dirigir rapidamente, desesperado para achar logo a Jyo.

~N off

~Hyuk on

- Vamos em casa, aí eu busco meu carro e posso ir logo à casa do Hongbin, não vamos perder tempo. -Ken hyung disse e eu assenti.

Ele começou a dirigir e minhas mãos tremiam de nervoso. Eu me obrigava a respirar e minha cabeça doía. Quando as coisas chegaram a esse ponto? Quando nós vamos ser felizes de verdade?

- Você está bem, Hyuggi? -Ken hyung perguntou me chamando pelo meu apelido preferido e eu assenti, não queria preocupá-lo. -Você está quieto demais, isso não é normal.

- Não é hora para ficar se comportando com uma criança. -Respondi e acabei soando grosso, não era essa a minha intenção, foi sem querer.

Depois disso o carro foi tomado por um silêncio esquisito. N hyung mandou o endereço do residencial onde fica a casa do Hongbin hyung por mensagem e logo chegamos à nossa casa. O hyung estacionou do lado de fora e demos uma boa olhada. Não parecia ter ninguém, não havia uma única luz acesa, nenhuma janela ou porta aberta... nada.

- Ele não está aqui, então vou à casa dele.

- Tenha cuidado, Ken hyung.

- Sempre tenho. -Ele respondeu e eu dei uma risada.

Ele foi para seu carro e eu pensei no que fazer. Como o Ken hyung já vai à casa do Hongbin hyung, posso buscar o Leo hyung na escola e levá-lo ao hospital para saber se está tudo bem com ele.

É isso que vou fazer!

Comecei a dirigir de volta para a escola com a cabeça na lua. Eu ainda quero entender porquê isso tudo está acontecendo, porquê o Hongbin hyung está fazendo isso conosco...

Eu já estava dirigindo há uns minutos quando comecei a sentir falta de ar. Meus pulmões se recusavam a respirar e comecei a suar. Meu coração batia rápido como um tambor e minhas mãos tremiam assim como o resto do meu corpo. De repente, desliguei. Foi como se eu tivesse ficado offline por alguns segundos.

Quando recobrei a consciência, o carro estava indo ao encontro de um muro. Tudo que fiz foi levar a mão ao rosto numa tentava inútil e instintiva de me proteger.

Eu tinha tido uma crise de pânico. E isso me fez sofrer um acidente. Assim que o carro bateu contra o muro, fiquei offline novamente.

~Hyuk off

~Jyo on

- Podíamos morar no Canadá! É um lugar bom pra se viver e seria ótimo para criar nossos filhos. -Hongbin dizia e eu apenas assentia. Eu estava sentada com ele na cama, e estávamos de mãos dadas.

Hongbin acariciava minha mão com o polegar e eu ficava encarando inexpressiva as paredes vermelhas. Eu não conseguia nem fingir que estava gostando daquilo.

- Amor... porque você está assim? -Ele perguntou e eu respirei fundo.

Tenho que aceitar... aceitar que vou ficar o resto da vida com o Hongbin, e que não posso odiá-lo. Ele é uma pessoa que está doente... eu não posso odiá-lo.

- Nada, querido... venha. -Chamei e o puxei para que deitasse em meu colo, e quando ele o fez comecei a emaranhar meus dedos em seus cabelos.

- É tão diferente estar assim com você... longe deles. Ter você só pra mim é tão bom. -Ele disse enquanto alisava minha perna com a mão. Hongbin voltou a beijá-la e eu mordi o lábio inferior.

- Hongbin...

Minha voz saiu como um suspiro.

- Eu... preciso de você... Jyo. -Ele disse com a voz cortada pela falta de ar, fez eu me deitar na cama e começou a subir os beijos pelo meu corpo, passando pela barriga, pescoço e bochecha até chegar aos lábios.

Hongbin invadiu minha boca, dando início a um beijo tão agressivo que me fez dar um gritinho assustado.

- Não precisa mais ter medo - ele disse após separar nossos lábios depois do meu gritinho - nunca mais vou te machucar, Jyo. Vou te tratar como uma verdadeira rainha.

Eu não tenho como escapar disso. Eu tenho que fazer por "livre e espontânea" vontade, ou ele vai me obrigar!

- Hongbin... eu não quero. -Disse. Eu estava muito tentando! Vai que ele me ouvia?

Porém tudo que recebi foi uma gargalhada irônica.

- Pare com o charme, Jyo! Eu sei que lá no fundo você é tão problemática quanto eu... lá no fundo, você quer sim. -Ele respondeu e começou a roçar os dentes em meu pescoço, fazendo minha pela se arrepiar enquanto com as mãos descia as alças da minha camisola.

Hongbin começou a beijar meu ombro cheio de cicatrizes da nossa última "aventura" enquanto eu só conseguia manter os olhos fechados. Eu não queria nem ver.



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