História Aqueles 6 - Capítulo 69


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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Personagens Originais, Ravi
Tags Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, Ravi, Starlight, Vixx
Exibições 65
Palavras 2.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIEEEEEEEEE!

Desculpa pela demora, tava com preguiça de atualizar! Isso mesmo. Enfim... tá acabando. Vou tentar responder os comentários até domingo, mas até lá talvez já tenha acabado.

É isso aí, beijos! ❤

Amo vocês.

[NÃO REVISEI, DEVE TÁ TUDO ERRADO]

Capítulo 69 - Careless.


~Jyo off

~Ken on

Dirigi o mais rápido que pude e logo cheguei no residencial onde fica a casa do Hongbin. Tive dificuldades com o carro pelo simples fato dele não ser meu, e sim do N hyung.

Pode parecer estranho todos nós termos carros, mas é que assim não ficamos dependendo de ninguém. O único problema é que eu não sei onde caralhos está o meu carro e como não podia perder tempo peguei o do N hyung mesmo.

Parei o carro na recepção e levantei o vidro para poder falar com a moça.

- Boa noite, meu nome é Jaehwan e eu preciso falar com o Hongbin, o proprietário da casa... - olhei rapidamente o número da casa no celular - 65.

- Boa noite, senhor Jaehwan. Espere só um minuto para que eu possa avisar ao proprietário que você...

- Não! -A interrompi antes que ela pegasse o telefone. Se o Hongbin souber que estou aqui pode dar muita merda! - Sabe o quê é? É que sou um dos hyungs dele e estamos planejando uma festa de aniversário surpresa para ele. Por isso ele não pode saber que estou aqui.

- Entendo... e sinto muito, mas não posso deixá-lo entrar sem a permissão.

- Compreendo, tudo bem! Você só está fazendo seu trabalho. Será que você pode ao menos me informar se ele está aqui mesmo? -Perguntei como quem não queria nada e a moça sorriu.

- Isso eu posso fazer.

A moça começou a olhar os registros no computador e eu não conseguia parar de balançar os pés de tão nervoso que estava.

- Aqui diz que ele deu entrada às 6:30, saiu às 7:45 e voltou há 15 minutos.

Bingo! Ele está aqui.

- Ele veio acompanhado, moça?

- Sim, de uma menina, se me lembro.

- Vou ver o que faremos! Muito obrigado pela ajuda, querida.

- De nada, senhor. -A moça respondeu e pude ver suas bochechas coradas.

Faz tempo desde a última vez que que deixei uma menina corada... mas eu não posso pensar nisso agora.

Dei ré com o carro e quando cheguei na esquina, parei. Peguei o celular, liguei para o N hyung e esperei (muito).

MAS QUE MERDA, O N HYUNG TEM CELULAR PRA QUÊ? Que demora!

~Ligação on.

- Yeoboseyo! E então, Ken?

- 1, estou com seu carro, 2... achei. Ele está na casa dele, com a Jyo.

- Ligue para a polícia! Eu e Ravi estamos à caminho. Vamos conseguir, Ken.

- Vamos sim! Até mais, hyung.

- Até.

~Ligação off.

Não esperei nem 1 segundo, logo disquei o número da polícia.

- Yeoboseyo! Polícia de Seul, como podemos ajudar?

- Boa noite, eu gostaria de fazer uma denúncia.

- Diga.

- Meu nome é Lee Jaehwan e quero denunciar Lee Hongbin por sequestro, prisão domiciliar, agressão e tentativa de assassinato. Ele sequestrou quatro pessoas contando comigo, agrediu duas, tentou matar uma e nesse exato momento está mantendo minha dongsaeng presa em sua casa. Eu estou próximo à casa dele mas não pude entrar por esta estar localizada em um residencial.

- Não entre. Pelo o que disse o sujeito é perigoso! Nos informe sua localização para que possamos enviar as viaturas. Enviaremos também uma ambulância por precaução.

- Ótimo, muito obrigado e eu estou na rua...

~Ken off

~Leo on

- minutos antes -

Meu rosto parece estar em chamas e meu corpo inteiro dói... só que não posso desistir agora!

Reuni uma força que sinceramente não sei de onde veio e me obriguei a levantar. Andei mancando até o lado de fora da escola e vi o pequeno grupo isolado em um canto, eram os amigos da Jyo. Cada passo que eu dava sentia uma dor similar a facadas em meu peito, mas eu não posso desistir!

As 4 meninas choravam enquanto o Asriel e o Jonghyun tentavam acalmar todas ao mesmo tempo. Os outros dois amigos da Jyo não estavam alí, e pela comoção e pelas viaturas e ambulâncias logo deduzi que o pior já havia acontecido.

- Taekwoon! Você sabe aonde está a Jyo? -Maya, a melhor amiga da Jyo, perguntou desesperada assim que me viu. Todos os outros voltaram as atenções para mim enquanto eu me aproximava mais.

- Vocês... realmente são amigos da Jyo? -Perguntei e todos me olharam confusos, assentindo em seguida.

- Claro que somos! Que papo é esse, Taekwoon? Onde ela está? -Angel perguntou enquanto limpava as lágrimas.

- Eu preciso da ajuda de vocês! Ela corre perigo e temos que ajudá-la.

Eu tenho que ajudá-la. Depois de um tempo finalmente consegui entender o que agravou a cisma do Hongbin com a Jyo.
  Fui eu, é o fato dela amar a mim e não a ele. Hongbin deve sentir que ao "tê-la" está sendo melhor que eu, sendo superior. O que é uma grande palhaçada, infantilidade e loucura.

- agora -

Qual é a probabilidade da amiga da Jyo morar no mesmo residencial no qual ela está sendo presa? Uma em um milhão, não é?

Pelo visto milagres acontecem.

- Se ele mora na casa 65 significa que mora perto da minha casa. Na mesma rua. -Angel explicava enquanto Asriel dirigia o carro o mais rápido que podia. Estávamos a menos de 5 minutos do lugar, 5 minutos da salvação da Jyo.

Fiquei quieto o caminho inteiro. Só havíamos nós 3 no carro e eu ficava contando os segundos até que finalmente chegamos.

Paramos na recepção e a Angel falou com a menina que estava trabalhando lá. Logo já estávamos entrando no residencial e procurando a rua dela.

- Agora... vira à esquerda. -Ela mandou e o garoto obedeceu, virando à esquerda e logo sendo obrigado a parar. -Aqui é minha casa, a dele deve ser no final da rua. Vou ligar para a polícia e vocês vão lá mas pelo amor de Deus... não façam nenhuma idiotice! É a Jyo que está em risco.

- Sabemos disso, Angelina! Que droga!

- Escuta aqui, seu merda... não ache que está no direito de ficar putinho porque você não está! Não é ficar me respondendo que vai resolver a situação, o que vai resolver é você dar a partida na porra do seu carro e ir lá na merda da casa do Hongbin. -A menina respondeu abaixada na altura da janela do carro, num tom baixo e calmo que até me fez sentir medo. O garoto nem disse nada, apenas deu a partida no carro.

Começamos a andar quase parando pela rua e eu só via os números das casas aumentando. 45, 47, 50, 54... até chegar em frente ao número 65.

- PARA! -Gritei alto e o rapaz pisou no freio desesperado, fazendo um barulho enorme. Uau! Entrada triunfal, mais discretos impossível.

Saí do carro como uma fera, estava disposto a acabar logo com essa palhaçada quando o Asriel agarrou meu braço, me impedindo de continuar meu caminho.

- O quê está fazendo? Vai entrar assim mesmo? Desarmado, desprotegido?

- Assunto de família! Quebro a cara dele em dois tempos, não preciso de arma nem de proteção, preciso que você solte a droga do meu braço pra eu poder ir lá.

- Vocês estão atacados hoje, puta merda! Você vai lá, aí ele acaba contigo e vai adiantar de quê? Você quer salvar a Jonghyo, não quer?

Apenas o encarei mais sério ainda, não estava com tempo para ficar desperdiçando por aí.

- Solta. meu. braço.

- Beleza, vai, eu só tentei te avisar.

Ignorei as palavras do garoto que realmente estava tentando me fazer desistir de entrar lá assim e pulei o pequeno muro ignorando toda a dor que sentia em meu corpo. Andei até a porta e tentei abri-la, como já imaginava, trancada! Não consegui pensar em nada melhor, não havia tempo para procurar a chave em baixo do tapete... então comecei a me atirar na porta até ela abrir. Depois de umas 3 tentativas consegui entrar.

A casa estava completamente escura e silenciosa. Mas eu sei que eles estão aqui!

Comecei a andar por todos os cômodos atrás deles até chegar em um dos quartos, este ao qual sua porta estava escancarada. Entrei e não havia ninguém naquele comodo com paredes de um vermelho vibrante e uma enorme cama estilo vitoriano bem no meio deste. Os lençois estavam mexidos e haviam umas roupas jogadas pelo chão. Respirei fundo tentando evitar os pensamentos horríveis que rondavam minha cabeça e fui em direção ao próximo cômodo, o segundo quarto.

A porta deste estava fechada, então calmamente girei a maçaneta e a empurrei, dando de cara com o quarto mais escuro e estranho da casa. Eu não consegui enxergar direito, por isso abri a porta de vez e pude ver a Jyo encolhida no fundo do quarto, com um pano prendendo sua boca e algemas em seus pulsos mantendo-a presa à parede.

- Jyo! -Eu disse aliviado por tê-la encontrado e entrei no quarto. Foi então que ela começou a gritar e chorar e eu não entendi o porquê.

~Leo off

~N on

- minutos antes -

- ... Ligue para a polícia! Eu e Ravi estamos à caminho. Vamos conseguir, Ken. -Eu disse empolgado no celular enquanto Ravi dava meia volta com o carro.

- Vamos sim! Até mais, hyung.

- Até.

Encerrei a chamada e Ravi me olhou esperançoso.

- Hongbin está na casa dele, com a Jyo. Achamos!

- Você sabe que foi essa a parte mais fácil, não é, hyung?

- Sei. -Respondi pesaroso e respirei fundo. Céus, que situação! Como as coisas progrediram até chegar nesse nível?

Isso só está acontecendo porque fui negligente em relação à recuperação do Hongbin. Eu devia ter notado que algo estava errado, eu deveria ter notado! Estava tão preocupado com a merda do meu próprio umbigo que não notei o que estava acontecendo em baixo do meu nariz.

Disse ao Ravi o endereço da casa e enquanto ele dirigia fiquei observando a paisagem se movendo pela janela do carro. Eu estava muito tentando me distrair quando meu celular começou a tocar, era um número desconhecido, mas mesmo assim atendi.

~Ligação on

- Yeoboseyo?

- Annyeonghaseyo! Aqui é do hospital de Seul, o senhor é Cha Hakyeon? -Uma voz masculina perguntou.

- ... Sou. -Respondi estranhando aquilo. Por quê o hospital está me ligando?

- Han Sanghyuk sofreu um acidente de carro e achamos um documento seu na carteira dele, por isso te ligamos. São parentes?

- Ele é meu dongsaeng! O quê aconteceu? -Perguntei tentando manter o resto da minha calma. Como assim o Hyuk sofreu um acidente de carro sendo que há poucos minutos falei com ele e o mesmo estava bem?

- Ainda não se sabe o motivo do acidente, mas ele bateu contra um muro. Acabamos de levá-lo para a tomografia. Ele está instável e encontra-se desacordado no momento.

Foi então que eu não aguentei, as lágrimas começaram a descer pelo meu rosto. Eu comecei a chorar como uma criança e Ravi não sabia se dirigia, perguntava o quê estava acontecendo ou tentava me consolar.

- Chego aí em alguns minutos, obrigado.

- De nada, senhor. Qualquer mudança no quadro dele eu te ligo.

- De novo, obrigado.

Encerrei a ligação e encostei a cabeça na janela do carro, deixando as lágrimas correrem de vez. Ravi apenas encostou o carro no acostamento e colocou a mão sobre meu ombro, tentando de algum modo me confortar.

- O Hyuk... sofreu um acidente. -Disse com dificuldade por causa dos soluços. Ravi arregalou os olhos e se ajeitou no banco.

Ele parecia não estar acreditando.

- Você sabe que eu amo tanto a Jyo quanto o Hyuk, mas não posso escolher entre eles... não isso. O quê eu faço, Ravi?

- O Ken hyung já está lá, eu me encontro com ele e você vai ver o Hyuk.

- Quando a Jyo estiver à salvo, busque o Leo e o leve ao hospital também, ok? E qualquer coisa me ligue.

Mandei preocupado e saí do carro.

- Hey, aonde você está indo? Fica com o carro.

- Eu vou à pé, estou mais perto do hospital do que você da casa do Hongbin. Fui.

Disse e saí correndo pela escuridão das ruas, procurando o caminho mais fácil e rápido até o hospital.



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