História Aquilo que nos une - Capítulo 2


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Exibições 22
Palavras 2.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Primeiro capitulo oficial j´s estou muito feliz e bastante agradecida pelas duas pessoas que favoritaram beijos.

Capítulo 2 - - O Elo


Fanfic / Fanfiction Aquilo que nos une - Capítulo 2 - - O Elo

Niklaus observava a que ponto havia chegado.

Em suas mãos residiam dois anéis simples, prateados com nomes escritos dentro. Nomes que ardiam na pele de Klaus sempre que pronunciados.

O barulho das águas do grande riacho era abafado pelos sons estridentes entre os choques de duas espadas, Niklaus e Elijah treinavam todas as tardes sem exceção fazendo as meninas revirarem os olhos de tanto tédio.

Todos da aldeia acompanhavam o sofrimento do jovem Mikaelson, proporcionado pelo próprio pai. Mikael. Que insistia em renega-lo como filho.

- Não achas que já está bom de treinos por hoje? – Rebekah questionou a seus irmãos de braços cruzados. – Não me olhe assim Elijah, Angel e eu estamos cansadas e daqui a pouco papai chega se ele nos pegar pela mata de novo todos sofreremos as consequências.

- Você quis dizer eu sofrerei a consequência irmã.

- Niklaus...

- Não Angel. Já estou farto dele me maltratar, o que eu fiz? Eu não sou bom ao bastante? Só porque não sou como Elijah? não o ajudo tão bem quanto Fim? Ele gosta mais de Kol que não faz nada, do que de mim. – disse o loiro com os olhos lacrimejados jogando sua espada de aço fortemente sobre as folhas secas da floresta.

Angel correu para abraça-lo, sussurrou palavras de conforto em seu ouvido, limpou suas lagrimas com a ponta de seus pequenos dedos e vos deu um sincero sorriso.

Angelina Dellatore era determinada, convincente uma incógnita para Niklaus. Seus olhos demonstravam sempre calma e verdade. E foi isso que o fez se apaixonar.

- Já estou indo. – disse após ouvir batidas insistentes em sua porta. – O que quer Elijah?

- Irmão sei que não gosta de ser interrompido, mas receio que o assunto seja de seu interesse.

O loiro analisou minunciosamente todas as feições do moreno e por fim aceitou que o mesmo não estava para brincadeiras, então decidiu segui-lo na direção das escadas.

Ainda parado no ultimo degrau Niklaus observava com cara de tédio toda aquela gente concentrada em sua sala.

- Ora Ora, a que devo a honra dos dois Salvatores e sua pequena Gilbert em minha sala de estar? – despejou as palavras rapidamente como se fossem sujas e indignas de saírem de sua boca. Então mas ao fundo da sala ele percebe a presença de outras duas criaturas.

Sabrine e Natasha.

Duas bruxas miseráveis e muito ambiciosas a quem ele teve o desprazer de conhecer e perseguir por alguns séculos atrás.

- Bom saber que seus modos ainda continuam os mesmos Niklaus. – Fala a bruxa Natasha com as mãos acentuadas em sua cintura. Não mudara nada os mesmos olhos cor de amêndoa, lábios carnudos, pele sempre bem cuidada e roupas um pouco audaciosas. Uma escrava da beleza, assim como a maioria das mulheres do século XXI.

Niklaus já se divertira uma vez com ela.

- E você continua uma assanhada. – Conclui a mais jovem Mikaelson chamando a atenção de todos da sala com o seu pronunciamento acompanhado de um sorrisinho irônico e sua famosa feição de desdém.

Rebekah Mikaelson era o tipo de garota que aprendeu a se esconder dentro de sua máscara.  Por fora uma garota Fútil e mimada aos olhos de todos, que só se importava com ela mesma. Por dentro uma garotinha assustada que ainda tem medo de tempestades e que defende com unhas e dentes sua torta família.

Sempre e para sempre. Era esse seu lema.

A bruxa a olhou com fogo pelos olhos e teria revidado se não fosse pela sua companheira que a parou com um leve puxão pelo antebraço.

- Viemos falar sobre negócios...

- Não espere que eu as convide para se sentar e tomar um cafezinho enquanto conversamos. Vá direto ao ponto. – pronunciou o Híbrido impaciente não era um bom dia para brincadeiras, então serviu-se com um pouco de Bourbon.

- Viemos aqui para falar sobre a menina Angelina Viela Dellatore.

Aquele definitivamente não era um bom dia.

Então tudo aconteceu muito rápido, num segundo o Híbrido já pressionava o pescoço da bruxa contra a parede, suas íris estavam num tom de um amarelo berrante e suas presas estavam a minuto de fazerem um estrago em seu pescoço.

- Nunca toque no nome dela. – gritou ele soltando um urro de puro ódio enquanto socava a parede. Era típico de Klaus dar chilique, todos sabiam disso.

Mas aquilo não era só um chilique. Poucos sabiam disso.

- Por mais que não queira acreditar posso trazer sua bruxa de volta. – cuspiu a ruiva enquanto massageava o pescoço do aperto das mãos do Híbrido.

- Não. Brinque. Com. isso.  – falou encarando o nada, seu peito se apertava conforme a bruxa falava.

- há algum tempo venho procurando saber mais sobre a magia que permitiam bruxas conjurarem feitiços poderosos sem ajuda de seus ancestrais, mas não era qualquer tipo de magia.  Era magia elementar. Apenas a bruxa destinada tinha o poder de abrir seu grimório... O Gardblook.

Todos a observavam falar enquanto caminhava decidida pela sala principal, Klaus já estava impaciente ele sabia muito bem a quem Angel havia confinado o seu livro de feitiços, ele sabia muito bem onde estava. Já que o mesmo havia sido encarregado de protegê-lo e mantê-lo longe de olhares curiosos.

- Não sou muito fã de lendas...

- Deixe-a terminar Irmão. – insiste Elijah contrariando o mais novo que não gostava nada, nada do rumo que a conversa levava.

- Algumas bruxas acreditam que ele deva ser apenas uma lenda e que foi criado por uma bruxa poderosa a mais de mil anos atrás. Ariana Dellatore, filha única de uma família camponesa que foi abençoada com dons sobrenaturais pela própria natureza. O que poucos sabem é que Ariana naquela noite esperava uma filha, de seu marido Leonard Viela que descendia de uma linhagem pura de lobisomens. A menina herdou então o poder da mãe e o sangue do pai. Angelina Viela Dellatore é a bruxa mais poderosa de todo o mundo sobrenatural, possui a guarda do Gardblook que só pode ser aberto e lido por um sangue real, ou seja, por apenas ela mesma.

- Incrível... Mas ainda não sei exatamente o que tudo isso tem haver com a minha família e muito menos com esses ai. – disse Niklaus sarcástico referindo-se aos Salvatore e a Gilbert.

- Todos sabem que sua mãe transformou Angelina em uma vampira original, por a mesma ser sua noiva. Não banque o cínico Klaus. Angelina é o seu tesouro e finalmente sabemos como a trazer de volta. Uma bruxa, Vampira Híbrida original quem diria um ser mais poderoso que o famoso Hibrido Niklaus.

- ANGEL ESTÁ MORTA SUA VADIA, NÃO VÊ QUE SUAS ATITUDES ESTUPIDAS ESTÁ PREJUDICANDO A MINHA FAMILIA. – gritou Rebekah visivelmente abalada. O corpo de sua melhor amiga havia sido apunhalado bem no meio de seu coração com uma das primeiras estacas de carvalho branco feitas por Mikael. Era para ter sido Klaus a morrer naquela noite, mas Angel não quis assim.  A loira viu o quanto toda a sua família ficou abalada, até mesmo Kol que vivia implicando com a loira sentiu sua perda.

- Estou aqui dizendo de bom grado que posso trazê-la de volta Mikaelson. Não sou obrigada a aturar suas infantilidades. – gritou a bruxa enfurecida.

- Se for mesmo verdade, o que você quer em troca? Não sabemos nem se esse livro existe. - disse Elijah tentando converter a situação ao seu favor.

- Só pelo fato de á trazemos de volta será uma vitória. Ela é valiosa, e para nós bruxa será ótimo tela nos ajudando. E queremos apenas que seu irmão pare de nos perseguir.  Então temos um acordo?

- Só para avisar Love eu dito as regras desse acordo.  E                 a primeira coisa de qual precisam saber é que eu odeio traições. E até agora não entendo o porquê da cópia e seus cães de guarda ainda estarem em minha sala.

- Também fizemos um acordo com elas Klaus. Precisam do sangue de Elena para a realização do feitiço... – disse Stefan tentado se manter a frente da situação.

- Há claro, Que dia melhor que hoje para perdoar não é mesmo? – disse sarcástico. – Adivinhei o que iriam pedir não? Se for isso que querem terá tem a minha palavra de que deixarei de perseguirem vocês e demonstrarei minha misericórdia.

- Quero que você nos deixe em paz Klaus. Não só nós, mas todos os meus amigos. – firme falou Elena.

Klaus estreitou os olhos para a garota, dentre todos aqueles seres arrogantes havia Caroline, ele gostava da loira desde o dia em que ela o dispensou naquele bar. Ela era forte, decidida e às vezes um pouco arrogante fazendo-o de certa forma lembrar-se de sua pequena Angel em um de seus acessos de fúria.

Se havia uma oportunidade de trazê-la de volta, ele traria. Nem que corações e cabeças tivessem que serem arrancados por ai.

***

- Então alguém me explica o porquê desse acordo mesmo ter que ser criado no meio do mato?  E o porquê dessas ratazanas estarem aqui? – especula a mais jovem dos Mikaelson aborrecida, Kol só ria da situação se mantendo atento para qualquer deslize que acontecesse ele nunca perderia uma oportunidade para arrancar a cabeça de Elena a jovem que tentara o matar mais de uma vez.

E ele não é o mais fácil de perdoar.

- Relaxa irmãzinha, voltamos o tempo da idade das trevas por que não anda descalço como antes? Você não quer sujar seus manolos prediletos Bekinha.

- Kol. Não a provoque. – protestou o nobre Elijah se oferecendo para carregar a mochila de sua irmã.

- O que é melhor para se fazer em um sábado a tarde? Criar um elo maldito com os monstrinhos Mikaelson. Simplesmente divino.  – ironiza Damon.

- Alguém controle ele. – disse Caroline revirando os olhos- Ninguém merece ter que ouvir reclamações de pessoas ignorantes no meio do mato.

- Isso por acaso foi uma indireta? – pergunta Rebekah se escorando em uma arvore, sua expressão era assustadora.

- Entenda como quiser Barbie. - resmunga Caroline continuando a andar.

- Olha aqui sua...

- PAREM AS DUAS. JÁ CHEGA. – grita Natasha fazendo todos pararem de caminhar, as bruxas que seguiam na frente guiando os demais pelo percurso não aguentavam mais. Ter todos juntos era um caos.  – Será que não podem ficar calados por um só minuto? Aqui é um lugar sagrado... Tem restos de ancestrais por todo o solo que pisam tentem se mostrar os adultos que aparentam ser.

Após mais alguns longos minutos sem trocarem farpas chegaram ao local, Era uma casa no meio do nada Sabrine explicou que pelo fato de ser noite de lua cheia eles deveriam se apresar antes que ela estivesse em seu ápice.

Todos se acomodaram no estranho casebre, logo símbolos estranhos foram desenhados no chão, um circulo de fogo deu início a sessão.

Eram no total preciso onze almas. Um híbrido, Uma bruxa, sete vampiros, um humano e um caçador. Sendo klaus, Elijah, Kol, Rebekah, Elena, Caroline, Damon, Stefan, Matt, Katherine, Bonnie e jheremy  os escolhidos. Todos conectados a uma só alma, que serviria como o papel de equilíbrio para a natureza. O elo era o que ligaria todos eles.

- Então quando isso acabar não poderão fazer nada além de trocar farpas uns com os outros, serão como a partir de hoje como uma família. Quem tentar matar ou machucar qualquer membro do elo irá morrer, queimará lentamente de dentro por fora. Estão entendidos?

- Se essa é a única condição de que teremos que manter para seremos livres aceitamos. – disse Elena se impondo diante da situação.

- Ótimo. Mikaelson preciso que me de o seu sangue. – disse a bruxa lhe estendendo a mão, Klaus ainda meio absorto em seus pensamentos estendeu relutante, mas aparentemente decidido.

O sangue de todos já estavam sendo misturados em uma pequena tigela, as bruxas murmuravam palavras desconexas e seus olhos viravam por alguns momentos. O barulho do vento era o único que se faziam presente deixando o ar rarefeito e ainda mais sombrio.

A noite já havia caído lá fora e as chamas de dentro da casa ainda permaneciam altas iluminando o local, por um instante Elena se perguntou o porquê do fogo não queimar o casebre. 

Natasha e Sabrine se dividiram e as chamas foram baixando pouco a pouco conforme passavam dizendo nomes associados um a um presente no ritual.

Amare, Coniunctio, Charisma, Sui fidúcia, Remissio, Audácia, Fortitudo, Iustitia, arbitrium, intellectus, sinceritate, fidelis, Vitae.  – a bruxa puxou o ar com força. - Cada símbolo foi distribuído que os ancestrais nos permitam reviver um sangue puro. Que neste elo se faça presente o amor e a união, que todos tenham o carisma e a autoconfiança de que precisam. Que saibam perdoar, mas ainda sim manter a audácia e o senso de justiça. Que mantenham a força, a determinação, a compreensão, a sinceridade e a lealdade lado a lado. E que acima de tudo preservem a vida.

Terminado o discurso todos caíram inertes do chão.

- Acha que deu certo? 

- Tem que dar.

 

Do outro lado.

- Eles estão tentando lhe trazer de volta meu amor.

- Eu sei mamãe, isso que me preocupa. A magia tem sempre altos preços a se pagar. – suspirou a jovem dos longos cabelos louros enquanto andavam por um jardim florido imenso. – Tenho medo de que algo der errado... Não quero que sofram ainda mais do que foram destinados a ser.

- Angelina, você ainda não percebeu minha menina? Tudo na vida tem um propósito, mesmo do outro lado ainda acompanhaste a vida de Niklaus e seus irmãos. Sofreu junto com cada um deles, por isso conseguiste essa nova chance. Vá e lembre-se de que a felicidades está nas mínimas coisas.

Abraçaram-se com carinho enquanto no meio das flores a jovem era sugada para dentro da luz branca.

 

Ainda em Mystic Falls

 - Ela já está entre nós.  Eu posso sentir. - disse a Bruxa Natasha sorrindo olhando para todos ainda desmaiados no chão. – O que devemos fazer agora?

- Aguardaremos, ela vai chegar. E Quando ela vir teremos uma conversa.


Notas Finais


tan tan tan tan.... e ai o que me dizem continuo?


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