História Aquilo que os olhos não vêem. - Capítulo 16


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 30
Palavras 1.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Voltei meus amores, desta vez não demorei tanto assim pra postar.
Bom, imagem de início: Alan e Adam, respectivamente.
Nossos gêmeos gatos e maravilhosos, talvez, alguns de vocês já conheçam esses dois.
Boa leitura e obrigada por tudo meus amores <3

Capítulo 16 - Uma nova vida.


Fanfic / Fanfiction Aquilo que os olhos não vêem. - Capítulo 16 - Uma nova vida.

Pov Elena Campbell

Caminhávamos em silêncio, Marina estava nos guiando de volta para casa, já que a praça que estávamos ficava pertinho e ela já sabia aquele caminho de cór, fiquei nervosa por estar apoiada no braço de Miguel, ele havia se oferecido para nos acompanhar até em casa.

- Chegamos. – Marina disse animada assim que paramos de andar.

- Obrigada por me deixar em casa. – sussurrei para Miguel.

- Eu que agradeço pela companhia. – Miguel respondeu simpático.

- Não quer entrar? – perguntei animada.

- Eeeer... E-eu acho melhor não. – Miguel respondeu gaguejando. – a sua casa é enorme. – ele mudou de assunto.

- Enorme e vazia. – completei suspirando.

- Porque diz isso? – Miguel indagou sem entender.

- Problemas com o Batman. – Marina respondeu rapidamente.

- Batman? – Miguel perguntou confuso.

- É assim que ela chama o meu pai. – soltei um riso abafado.

- É uma forma estranha de chamar um pai. – Miguel riu.

- Oh me desculpe. – bati a mão na cabeça. – é que eu acabei soltando uma mentirinha pra você, na verdade, Marina não é minha irmã.

- Não mesmo, eu sou filha da empregada que trabalha na casa dela, Elena que gosta de soltar mentiras. – Marina disse naturalmente.

- Ei, eu não menti tá legal? Você é sim minha irmã, de coração. – falei sorrindo.

- Ata certo, até eu tenho uns vinte irmãos de coração. – Miguel falou rindo brevemente.

- Bom, acho que devo entrar. – falei sorrindo. – boa noite e mais uma vez, obrigada. – disse simpática.

- E mais uma vez, obrigada você. – Miguel disse brincalhão.

Segurei a mão de Marina e caminhamos lentamente até a porta de casa, não sem antes, eu soltar um grito alto para Miguel.

- Quando podemos nos ver de novo Miguel? – perguntei gritando.

- Sempre poderá me encontrar, na pracinha de sempre. – ele gritou de volta me fazendo sorrir com aquilo.

É, com certeza visitarei a pracinha mais vezes.

Pov Alyssa Colin

O som auto incomodava os meus tímpanos, mas, fingi não me importar, estava rolando uma festinha particular na minha casa, digamos que minha mãe iria passar o final de semana fora, parece que a casa de prostituição que ela trabalhava tinha um “servicinho extra” fora da cidade nesse fim de semana, enfim, eu já estava acostumada com aquilo.

- E aí? Nada dele? – perguntei para Amanda que estava encostada no balcão da cozinha tomando uma bebida qualquer.

- Não, Pedro realmente resolveu se afastar de nós. – Amanda respondeu com uma cara estúpida de cachorra abandonada.

- Sei lá, vai ver que ele tem companhias melhores. – falei cruzando os braços e sorrindo maliciosamente.

- O que está querendo dizer com “companhias melhores”. – Amanda indagou fazendo aspas com as mãos.

- Nunca passou pela sua cabeça que ele possa estar apaixonado por outra pessoa? – perguntei a envenenando.

- Sabe de alguma coisa que eu não sei? – Amanda indagou parecendo aquelas maníacas obsessivas.

- Longe de mim, estou apenas levantando uma hipótese. – falei dando de ombros, adorava plantar desconfiança nas pessoas.

- Só sei de uma coisa Alyssa, ninguém pode se aproximar do que é meu. – Amanda disse furiosa.

- Quem manda você não ter competência para agarrar um cara? – perguntei irônica a irritando ainda mais.

Amanda saiu pisando duro em direção a sala, gargalhei alto ao vê-la se distanciar, acabei subindo para o meu quarto, mas, me arrependi internamente assim que dei de cara com uma cena nada agradável.

- Alyssa? – Dexter indagou surpreso e a loira que estava com ele parou imediatamente de chupa-lo. – E-eu posso explicar.

Os dois estavam nus sobre a minha cama, enquanto faziam... ah você sabe, eu realmente deveria sentir mais, porém, a única coisa que eu conseguia sentir era raiva por ter que lavar a colcha da cama no dia seguinte, sim, essa era a minha única raiva.

Revirei os olhos e sorri maliciosa para os dois, já que a minha colcha já estava naquele situação, então, eu teria ao menos o direito de me divertir um pouquinho, a loira me encarou surpresa assim que comecei a tirar minhas roupas.

- Não precisam se explicar, apenas deixem que eu participe da festinha. – falei subindo na cama e engatinhando até o peitoral de Dexter.

Os dois riram maliciosas assim que me aproximei, seria uma noite longa, e realmente me questionava se me sentia feliz por estar ali, ou se apenas sentia um mero prazer.

Pov Alan Lacerda

Estávamos prestes a decolar, alguns passageiros ainda sentavam em suas poltronas, enquanto eu encarava a janela daquela avião, uma nova etapa da minha vida começaria, e eu estava animado para aquilo.

- Mãe, já falou para o tio Carlos que vamos ficar na casa dele? – Adam perguntou meio receoso, ele tem esse medinho do nosso tio desde criança, o que era meio engraçado.

- Claro que sim, será uma surpresa para Elena, ela anda meio solitária ultimamente, ainda mais depois do que aconteceu. – Anne, nossa mãe, falou meio triste.

Elena era nossa prima, prima de consideração, Adam e eu somos irmãos gêmeos, nossa verdadeira mãe morreu em nosso parto, e bom, nosso pai teve que cuidar de nós sozinhos, felizmente, Anne apareceu na vida dele e tudo mudou, ela cuida de nós desde que tínhamos apenas um ano de idade, e eu a considero minha verdadeira mãe.

Anne é irmã de Cecília, a mãe de Elena que faleceu, a nossa querida tia que faz falta, muita falta, enfim, atualmente minha família está enfrentando problemas financeiros e tivemos que ir embora da Alemanha e voltar ao nosso país de origem, o Brasil, tio Carlos ofereceu sua casa para nos instalarmos enquanto meu pai não arranja um emprego fixo para ele.

- Me sinto inseguro em relação a voltar para o Brasil. – Adam confessou deitando a cabeça em meu ombro.

- Já eu me sinto animado, muito animado. – falei sorrindo.

- Claro né? Vai reencontrar o amor da sua vida, a sua querida Elena. – Adam riu fazendo coraçõezinhos com as mãos.

- Sabe que o que está falando é uma coisa ilógica. – falei gargalhando alto quando ele me olhou assustado.

- Ilógica? Desde quando fala essas coisas? – Adam perguntou rindo.

- Que foi? Só você pode ser o irmão inteligente? – perguntei indignado.

- Claro, há uma regra entre nós dois: eu sou o nerd alérgico a tudo, pessimista e medroso, e você é o desengonçado, otimista e burro. – Adam disse como se fosse a coisa mais natural do mundo.

O que eu mais queria era chegar logo no Brasil e pode descansar, e enfim, dar de cara com a minha nova vida, que eu não sei porque mais eu estava com uma boa intuição, ou talvez, seja apenas o meu otimismo cego falando mais alto.


Notas Finais


Elena e Miguel <3
Alyssa realmente ultrapassou todos os limites.
Enfim, a chegada desses dois vai trazer muitas confusões para essa história.


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