História Arcanjo Preso - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Littlem34

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjo, Arcanjo, Híbrido, Hibridos, Masoquismo, Masoquista, Príncipe Sádico, Rei Tirano, Reino, Romance, Sádico, Sadismo, Sadomasoquismo, Sexo, Universo Alternativo
Exibições 45
Palavras 982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello little girls!!! ❤❤❤❤❤💋💋💋💋💋

Capítulo 2 - O começo de tudo


Fanfic / Fanfiction Arcanjo Preso - Capítulo 2 - O começo de tudo

9 anos depois 

Acordei assustada e trêmula mais vez aquele pesadelo veio me assombrar, era sempre a mesma cena, eu entrava feliz e sorrindo dentro de casa vendo meus dançarem enquanto cozinhavam o jantar, nós sentavamos na mesa e então derepente uma espada atravessava o peito do meu pai e decepava a cabeça de minha mãe, logo depois surgia do meio das sombras e sangue o assassino deles O Rei que me abraçava e sussurava em meu ouvido "é tudo sua culpa" logo eu sentia sua espada atravessando meu peito tirando todo meu ar, o sangue escorrendo do meu ferimento por minhas roupas e boca, a última coisa que eu sempre vejo é a sua risada sádica ecoando pela minha cabeça. Lágrimas grossas rolavam pelas minhas bochechas, as molhando e deixando vermelhas, tentei inutilmente secar minhas lágrimas que insistiam em descer, respirei fundo diversas vezes até me acalmar, levantei da cama e abri o armário, pegando um vestido vinho e sapatilhas beges, prendi meu cabelo em  um coque desarrumado e fui direto para o banheiro fazer minhas higienes e esconder os meus olhos inchados pelo choro, me olhei no espelho e pensei "quem poderia imaginar que ja tenho 18 anos... Será que eles estariam orfulhosos de mim?"

             Flashback-on

Estava exausta, meus pés doiam, minha vista falhava, estava com fome, frio, e estava chovendo, e sentia uma queimação horrível nas costas, não sabia o que era, então de repente parou me dando uma sensação ótima de alívio.

Olhei ao redor e percebi que estava em um lugar diferente, era mais ilumimado, as casas eram incríveis e ai percebi: corri tanto que acabei saindo da periferia. Senti um cheiro incrível, que vinha de uma casa perto, relutei bastante em bater na porta ou não, acho que fiquei ao que parecia uma eternidade parada na porta no dilema entre bater ou não  bater. Acabou que uma senhora de cabelos brancos e chifres ovinos e olhos de ovelha, abriu a porta dando de cara comigo.

- Oh mocinha! O que está fazendo aqui nessa chuva? - ela parecia ser gentil,antes que eu pudesse dizer alguma coisa ela me arrastou para dentro da casa, e me enfiou em baixo de diversas toalhas e cobertores.

Depois de me dar uma xícara de chá, ela me perguntou o que estava fazendo na chuva, acabei que contei uma história diferente a ela, fiquei 2 dias em sua casa, até que um sobrinho dela chegou e me levou ao orfanato, lá havia crianças de várias "espécies" por assim dizer, e dentre elas tinha Paul Willian híbrido de lobisomem que no começo me zoava, mas acabamos virando amigos, e a Luanny, a garota unicórnio que desde o começo me defendeu das zoações dos outros (inclusive do Paul, no inicio). A senhora que cuida de  nós é meio humana e meio vaca, e acabei me apegando muito a ela, a usando como substituta da minha figura materna, desde o primeiro dia, ela fez papel de avó, tanto que contei toda a história da minha vida pra ela o que lhe rendeu lenços, lágrimas e ódio terrível pelo rei, depois disso ela começou a me tratar como a neta dela e eu passei a chama-la de vó.

Após algum tempo descobri que a queimação eram meus poderes se manifestando na forma de uma marca em formato de um par de asas negras, sobre meus poderes descobri que eu os realmente tinha (mesmo que agora nunca poderei compatilhar eles com meus pais), porém não sabia usar, conseguia levantar algumas coisas mas nada além disso.

          Flashback-off

Ninguem me adotou por não quererem uma sem poderes ou uma garota que não save utilizar eles, que dá no mesmo que um descontrolada e tambem não adotaram Paul, porque ele é meio... explosivo, nesse meio tempo nossa amizade evoluiu para um namoro e  agora ajudamos a avó a cuidar das crianças em vez de bagunçar com elas pela casa (não que eu não faça mais isso, nunca abandonaria meu espírito infantil e divertido). 

Sobre meus poderes, estou mais forte agora, tenho parte dos poderes que meu pai tinha, mas ainda não sou forte como ele era, e não tenho suas belas asas negras.

Desci, dei um beijo em minha vó, e fui acordar as crianças, eram 12 no total. Entrei no quarto com uma colher de pau na mão esquerda e uma panela  na direita, então comecei a batucar bem alto.

-Acordem que o dia já raio cambada!!! - falei enquanto batucava e ouvia reclamações dos menores por estar "cedo demais".

Rapidamente todos estavam no banheiro fizendo suas higienes e logo desceram para tomar café.

-Tia Scaar - Disse Effie com a voz mais melosa o possível - eu posso colocar mel no pão..?

- Pode sim - dei o pote de mel para ela enquanto seus olhos brilhavam.

Effie era uma menininha adorável e fofa meio urso, que havia se apegado muito a mim e ao mel também. 

Ouvimos a porta se abri, e Paul entra, com algumas sacolas.

- Brinquedos novos!!! -ele disse entregando as sacolas para as crianças, estava tudo em paz, até que a briga pelos brinquedos começou. 

- Eu também quero esse!

- Mais esse é meu!

- Me dá!

Acredite essa pequena e simplória discussão causou um pandemônio no refeitório do orfanato, eram crianças correndo para todos os lados e gritando. Nem eu e nem Paul conseguíamos parar a briga.

-PAREM COM ESSA BRIGA AGORA- Gritou a avó entrando no refeitório, o grito saiu com uma mistura de mugido o que assustou as crianças e me fez arrepiar até os pelos da nuca.

Algumas horas depois

Estava com Paul quando ouvimos trotes de cavalo (que me assustam até hoje), mas pensei que não era nada.

-COMUNICADO DO REI - Gritaram com os auto falantes. -TODOS OS SERES ATÉ OS 30 ANOS, SERVIRAO COMO MERCADORIA DE LEILÃO, OS QUE SE OPUSEREM, SERÃO EXECUTADOS.

Continua...

 


Notas Finais


Vish(。・ω・。)

- Renata
- Littlem34


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