História Archer - Capítulo 13


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Categorias Arrow
Personagens Felicity Smoak, John Diggle, Laurel Lance, Malcolm Merlyn, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Quentin Lance, Roy Harper (Arsenal)
Tags Arrow, Chloe Moretz, Felicity, Oliver Queen
Exibições 39
Palavras 1.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal, tudo bem com vocês?

Bom primeiro tenho que pedir desculpas, por que não atualizei essa semana, e por que eu estou na semana de provas e tenho que estudar muito, só consegui fazer o capitulo e postar hoje por que não teve aula, então, de novo me desculpem .

Capítulo 13 - O que ela deixou... Não para mim


- Emma você está bem ?- Diggle pergunta novamente

Olho para Tony, que estava sendo imobilizado por Roy , sinto vontade de chutar esse idiota, meu coração estava acelerado, e o medo estava sendo coberto pelo alívio, nem queria pensar no que aconteceria comigo se não fosse por Roy.

Roy Harper, minha paixão de infância, qual seria o tamanho dessa coincidência?Maior do que a confusão que estava na minha cabeça talvez maior do que a capacidade da minha mente, a não reagir a nada naquele momento, eu fiquei a confusão toda só assistindo, Diggle havia perguntando se eu estava bem, mas  não o respondi, mas isso também não importava,por que ele ficou concentrado em outra coisa.

Como tudo terminou? Polícia, só no momento em que se ouviu a sirene quase toda a vizinhança inteira sai para fora, vendo Tony ser arrastado pelos policiais enquanto me xingava de vários nomes, na qual não prestei atenção. A única vez em que eu abri a boca, foi para falar o que aconteceu com os policiais, depois disso fiquei no meu canto vendo Roy ser parabenizado pelos que estavam ali.

Fixei me olhar no nada, não Sabia por que estava assim estática, muda, sem nenhuma reação, talvez fosse a única maneira que meu cérebro automaticamente  encontrou, para tentar Colocar meus pensamentos em ordem se isso, funcionou? Não. Ou então esse fosse um jeito de reagir a tudo o que aconteceu em menos de uma semana, como eu queria minha mãe naquele momento,para me acalmar, para me fazer companhia, eu me sentia  sozinha, estava tão a ouvir a voz dela agora parecia que tudo estava em silencio mesmo com tanto barulho, uma parte de mim, faltava, e acho nunca vai ser completa.

- acho que isso é seu

Aquela voz, poucas vezes ela se dirigiu a mim, na verdade, quase nunca, senti minhas mãos começarem a suar quando meus olhar, se encontrou com os olhos claros de Roy, que me estendia, a caixa da madeira que achei nas coisas da minha mãe, no meio daquela confusão toda nem havia dado falta dela.

- Obrigado - murmuro pegando a caixa

Ele continua me encarando em silencio, já eu desvio o olhar sentindo o meu rosto esquentar, mas minhas sensações em relação a Roy passaram quando vejo Tony me encarando mortalmente, sinto medo, não sei do que esse menino é capaz, se ele já  tentou fazer isso comigo, imagina agora, eu o botei na cadeia e ele concerteza, vai dar um jeito de sair, fugir, que seja e a primeira coisa que Tony ira fazer será vir atrás de mim, por que na cabeça doente dele ninguém o desafia. 

- fica tranquila, aquele tal de Tony não vai te incomodar por um bom tempo - Roy diz me tirando dos meus pensamentos 

- se depender de mim, ele ficara na cadeia pelo resto da vida - diz outra voz atrás de mim

Me virei rapidamente, já sabendo quem era o dono da voz, Oliver estava vermelho, parecia furioso e ao mesmo tempo preocupado, ele se aproxima de mim, até achei que ele iria brigar comigo por que vim aos Glades sem ele saber, mas tudo o que ele falou é que já voltava, alguém chamou Roy, e eu fiquei lá parada de novo, até Diggle aparecer.

- Emma,acho melhor nós irmos - ele diz e antes que eu pudesse falar algo ele continua - o senhor Queen terá que ficar para conversar com os policias e depois irá resolver uns assuntos, ele falou que conversará com você mais tarde, vamos?

- sim - falo baixo e é sigo Diggle até o carro,  fico feliz, por não ter alguém para me fazer mais perguntas, mas confesso que fico curiosa em relação ao que ele queria falar comigo

Diggle abre a porta para mim e eu entro me afundando no banco, logo o carro começa a andar, fico observando o céu nublado de Starling, mesmo que indiretamente o associo a minha vida nesse momento, cinza, escuro,  com as nuvens grossa carregadas de chuva, tampando qualquer indício de felicidade, prestes a explodir.

Explodir, essa era a palavra certa, tinha algo dentro de mim, algo intenso que crescia a cada minuto, a cada momento em que penso na minha mãe, cada momento em que ouso sorrir, uma parte disso era culpa, a outra que era mais forte, eu não fazia idéia de que sentimento era esse, só sei que ele está me corroendo por dentro, era como se a qualquer minuto  eu fosse fazer uma loucura.

Isso é o que se acontece dentro de você quando se perde pessoas com quem se importa?. Isso é a sensação, da qual fugi a vida inteira?, não estava falando só dá minha mãe, Jorge e Eliza estavam desaparecidos, e podem estar mortos, Manu está desamparada eu descobri tanta coisa num período só,coisas que são demais para minha cabeça e a cada dia tudo parece piorar e só fazem três dias desde que acordei como vou suportar isso?

Suspiro baixinho pensando no quanto terei que ficar forte, externamente.

                        ***

A primeira coisa que fiz quando cheguei no meu quarto foi me jogar na minha cama,depois disso, fiquei deitada encarando aquela caixa que havia trazido  comigo.

Imaginei, milhares de coisas,que estariam dentro dela, uma arma, folhas,mais segredos da minha mãe, relações com a organização criminosa que ela fazia parte, mas eu só mataria minha curiosidade, se a abrisse. Pego o papel no meu bolso e o analiso, não havia números romanos, mas sim números normais e letras.

            D, 5, T, 6,6,8,N

Parece tudo tão distinto, mas pense Emma, claro que sua mãe não colocaria, a senha decodificada  num lugar onde qualquer pessoa acharia, isso nem é um código a ser desvendado, tudo o que você precisa fazer é relacionar, isso relacionar e a palavra certa.

D -II ,5- V,T- III,6- IV,6-IV,8- VII,

N- IX

O clique, seguido da caixa se abrindo me surpreendeu, na primeira tentativa, quem conseguiria isso, só a pessoa que havia colocado colocado a senha, estava tudo tão fácil, mas por que? Se minha mãe, havia a guardado num lugar protegido, dizendo- se assim, todavia a senha, estava num lugar de fácil acesso, fácil de decifrar... A menos que ela tenha criado tudo isso, penso, na parte do fundo falso que estava aparecendo, eu já mexi tantas vezes naquele guarda roupa e nunca tinha visto aquilo, nem tinha percebido, por que há algum tempo não estava lá, claro, mamãe fez aquele fundo a poucos dias, por isso foi tão fácil tirar o fundo falso... Mas quem ela queria que achasse essa caixa?

Olho para a mesma, uma folha de sufite cobria tudo a pego e a abro, reconhecendo imediatamente a letra da minha mãe dizendo.

" Gregg espero que seja você que tenha achado, aqui está tudo o que precisa, o prendive está com ela, ache- a antes que eles a achem"

Meus pensamentos correram no dia em que minha mãe foi morta, lembro - me que antes de sair de casa ela me entrega um pendrive, e eu havia guardado no meu bolso.

Mamãe estava se referindo a mim? Sim ela estava, ela me deu aquilo e pediu para que eu concertace seus erros, e eu o coloquei no bolso sem mesmo perguntar o que era e agora não fazia idéia de onde esse pendrive estava.

Me assusto com batidas na porta, vou até a mesma e abro me recuperando do susto, dou de cara com Maria sorrindo sempre simpática.

- Emma o almaço já está pronto venha!

Não estava com fome,queria ficar ali e terminar de mexer naquela caixa, mas por educação não rejeitei.

- tudo bem, já estou descendo, obrigado - ela acenti e se vira para ir embora- Maria- a chamo

- sim?- Maria se vira e aproxima novamente

- a minha roupa que com ela para o hospital, esta aqui? - ela responde que sim, menos a blusa, por que estava ensanguentada- por acaso você achou um pendrive um


Notas Finais


Espero que tenham gostado

Bjs Panda_Mikaelson


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