História Are you ashamed for me? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Luke Evans
Personagens Luke Evans
Tags Luke Evans
Visualizações 25
Palavras 833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É a primeira vez que escrevo algo assim então, paciencia...espero que gostem <3

Capítulo 1 - I never saw you


5 anos depois.

- Ande com isso Cecily! – a menina, com agora 16 anos, estava agitada na cadeira aguardando a irmã fazer o penteado.

- Fique quieta Magdalena. – ela riu da agitação da irmã. – Ou isso vai ficar esquisito. – ela olhou bem o penteado.

- Ok. – Magdalena se ajeitou na cadeira.

A irmã havia crescido e se tornado uma das mulheres mais lindas, e cobiçadas do condado inteiro, e essa noite estava se preparando para o primeiro baile na vila que iria.

- Então, como estou? – dois segundos após Cecily ter terminado o cabelo, Magdalena levantou em um pulo.

- Linda. – Cecily comentou meio babona.

- Maravilhosa! – a tia, que era praticamente uma mãe para as duas bateu uma palma. – Agora anda, ou chegaremos atrasadas.

- Boa sorte! – Cecily abraçou a irmã e deu um beijinho na bochecha dela.

- Você não vem mesmo?

- Você sabe que eu não gosto muito dessas comemorações. Vá e divirta-se por nós duas.

- Irei! Vou te contar tudo e quem sabe te arrumo um marido também.

Magdalena saiu saltitante do quarto enquanto acenava e desapareceu ao virar o corredor, Cecily era todo sorrisos para irmã mais nova.

- Você deveria ir Cecily, é uma ocasião especial.

- Não gosto muito de público. – ela se sentou na cama.

- Você precisa conhecer alguém Cecily... – a senhora se aproximou e sentou ao lado dela. - ...sua irmã logo arruma um marido, e eu não sei quanto tempo vou durar. Você vai viver sozinha e para sempre nesse castelo horroroso?

- Não é tão horrível assim esse lugar. Aprendi a gostar. Ainda mais se o dono daqui não aparecer, ai teremos um problema.

- Cecily, você é uma garota inteligente, gentil....

-...e horrível. – as lágrimas formaram-se embaixo dos olhos dela. – Ninguém jamais vai se apaixonar por alguém com uma aparência dessa tia. – ela mordeu os lábios.

- Não é verdade, minha querida.

- É sim, sabemos disso. – ela respirou fundo.

- Cecily... – ela acariciou o rosto da menina.

- Ande logo tia, ou a senhora vai se atrasar e quando chegar na carruagem encontrará uma Magdalena totalmente descabelada. – ela riu e a tia também.

- Fique com Deus minha querida.

A tia saiu e, em seguida, Cecily fechou a porta e abriu o livro que estivera lendo. Essa era a vantagem de morar naquele enorme castelo que nunca, nesses 5 anos, recebera a visita de seu dono, uma biblioteca inteira somente para ela.

No meio da noite Cecily se levantou da sua cama e foi até a cozinha pegar um pouco de água, aquele lugar poderia dar medo em muitas pessoas, mas não nela que adorava aquele silencio e escuridão.

- Boa noite senhorita, poderia... – ela levou um susto quando viu uma figura bem mais alta que ela cair na cadeira e ofegar. - ...me dar um pouco de água?

- Minha nossa... – rapidamente ela pegou o copo em que estava bebendo e estendeu até ele, por conta da escuridão, não conseguia ver muito bem o rosto. - ...aqui está.

- Obrigado. – ele bebeu de uma vez.

- O senhor está bem?

- Cansado apenas. – ela notou que ele tinha um sotaque diferente, percebendo que não era dali.

- Tem certeza? Parece muito mais que cansado, quer que eu chame alguém?

- Já disse que estou bem. – ele foi meio ríspido e ela recuou.

- Me desculpe. É que o Conde pode se rum tanto ríspido caso um de seus hospedes são seja tratado corretamente.

- O que te faz pensar que sou um hóspede, mocinha?

- Nunca o vi por aqui, senhor. Teria reconhecido por conta do seu sotaque.

- Acho que seu senhorio não iria gostar nada de ter uma das empregadas dele vagando por ai no meio da noite reparando nos hospedes.

- Se ele aparecesse com certeza acharia estranho, mas visto que ele queimou uma vila inteira do próprio condado, não sei se ele acharia tão estranho assim.

- Como é?

- Nada, falei demais. O senhor precisa de mim para algo mais?

- Não, pode se retirar.

- Com licença, boa noite senhor.

Cecily saiu correndo de volta ao quarto, ela tinha a pequena mania de falar demais, e isso podia lhe causar grandes problemas.

--

- Cecily, acorda! – uma mulher alguns anos mais velha que sua tia a sacodiu.

- Amelia? – ela arregalou os olhos e se levantou. – O que você está fazendo aqui?

- É uma emergência. Preciso de você lá em cima o mais rápido possível. Se troque e suba para o quarto principal.

Amelia saiu do quarto e Cecily, rapidamente, colocou um vestido azul sem graça, meio surrado, ajeitou o cabelo em um penteado rápido e saiu correndo para o quarto do andar de cima, aonde encontrou a mulher meio aflita.

- O que aconteceu Amélia?

- O Conde está aqui. – ela segurou nas mãos de Cecily. – E eu sei dos seus problemas com ele, mas preciso dos seus conhecimentos até o médico chegar. O Conde está ferido gravemente.



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