História Are you ashamed for me? - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Luke Evans
Personagens Luke Evans
Tags Luke Evans
Visualizações 21
Palavras 1.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Muito obrigada pelos favoritos e comentários...no começo vai ser bem calminha a história, mas prometo que vai melhorar!!! Xoxooo <3

Capítulo 2 - He is dying


Cecily olhava para o corpo semi nu e desacordado na cama, ela estava acostumada a fazer curativos e realizar ‘primeiros socorros’, mas as pessoas as quais tratava normalmente estavam vestidas. Seu rosto esquentou e Amélia viu nas bochechas vermelhas da garota o constrangimento.

- Não temos tempo para timidez agora Cecily.

- Não seria melhor trazer um dos garotos? Eu posso ensiná-lo e...

- Ande logo com isso.

Cecily respirou fundo e colocou na mente que aquele era seu pai, e não o corpo do Conde Evans. Colocou em uma espécie de travessa um pouco de água morna e fez uma mistura com alguns ingredientes preparando uma espécie de elixir. Ela se abaixou e começou a passar nas feridas que ele tinha no braço e hesitou ao ver uma na região da costela uma bem maior e mais profunda, mas um barulho feito por Amélia a fez passar cuidar daquele local.

Quando havia acabado de cuidar das feridas o médico, finalmente, chegou e tanto ela quanto Amélia foram colocadas para fora do quarto, permanecendo ali em silencio durante um longo tempo, até o médico sair lá.

- Então? Como o Conde está? – Amélia perguntou aflita enquanto Cecily revirava os olhos.

 - Bem, precisa repousar um pouco, de alguns remédios, mas vai se recuperar. Acho que o corpo dele já se acostumou com esse tipo de ferimento. – o médico gordinho abriu um sorriso simpático e voltou-se para Cecily. – E você, minha jovem, fez um ótimo trabalho com aqueles curativos. Parabéns! A senhorita daria uma ótima enfermeira.

- Obrigada. – Cecily abaixou o rosto, fazia isso normalmente para que ninguém visse a cicatriz.

- Ótimo, por isso o senhor Vincent vai te passar todos os cuidados que o Conde deverá ter. – Amélia disse e a garota se espantou. – Pode informa-la o que deve ser feito? – ele perguntou para o médico que confirmou com a cabeça.

O médico, então, passou todos os cuidados e remédios que o Conde deveria ter, Cecily anotou-os em alguns papéis que sempre levava no bolso do avental e, sob a instrução de Amélia, voltou para o quarto aonde ficaria sentada até que o Conde acordasse tomando os devidos cuidados com a saúde dele.

Ao entrar no aposento Cecily confirmou o que todos sempre especularam, o local era grande e cheio de móveis, além de uma banheira em um lugar mais reservado e inúmeros livros em cima de uma cômoda, o que atiçou a curiosidade dela que, sem permissão, correu até o local e pegou um deles para si a fim de passar o tempo enquanto o Conde permanecia desacordado.

Vez ou outra, após um respirar mais forte do Conde, Cecily desviava os olhos do livro e o encarava, apesar das feridas que ela havia limpado, ele era muito bonito, mas talvez fosse apenas um homem diferente dos quais ela estava acostumada, quase nunca saía então não havia muito com o que comparar.

- Eu poderia matar você agora mesmo, mas ficaria muito óbvio. – ela disse a si mesma, lembrando tudo aquilo que ele causara na vida dela e de sua família, a destruição da vila, da casa em que ela morava, a morte do pai e a terrível marca que carregava no rosto e a lembrava, todos os dias, do que havia acontecido. – Mas seria suspeito demais... – ela segurou a lágrima que se formara embaixo dos olhos.

Cecily permaneceu no quarto com o homem moribundo alternando entre leitura e limpeza dos ferimentos até Amelia lhe chagar, quase a noite, para que ela tomasse uma sopa e descansasse, pois teria de voltar ao quarto do conde na parte da noite para continuar com a ‘vigilia’.

- Então, como ele é? – Magdalena, meio espevitada, perguntou enquanto acompanhava a irmã ao quarto do Conde.

- Ele está praticamente morto, não tenho como dizer “como ele é”. – disse irritada.

- Hum... – Magdalena mordeu o lábio inferior. - ...você está bem tendo ele ali na sua frente?

- O que você quer dizer?

- Você sabe, pelo que houve com o papai, seu rosto...

- Nem tudo nessa vida gira em torno de um rosto bonito Magdalena. – ela parou em frente a porta do Conde. – Agora vá, eu tenho uma longa noite pela frente.

- Ta, tá...

Magdalena saiu quase saltitando, se não fosse pelo vestido, enquanto Cecily entrou no quarto que tinha o cheiro forte dos remédios e curativos que estavam no Conde. Ela deu uma boa olhada nele que permanecia dormindo e foi rapidamente para a cadeira terminar o livro.

- Pelo menos ele tem livros bons. – ela disse alto abrindo na página em que tinha deixada marcada.

- Quem é você? – a voz fez ela levantar os olhos do livro e olhar para a cama. – Responda garota, quem é você?

- Conde... – ela levantou rapidamente, deixando o livro cair no chão e colocando-o na cadeira. - ...eu estava cuidando do... – ela abaixou a cabeça. - ...acho melhor chamar alguém.

Cecily saiu correndo entre os corredores do castelo, até encontrar Amelia no quarto, sacudiu a mulher dando a noticia e a mesma se levantou e elas saíram correndo em direção ao quarto, mas antes passaram na cozinha e Amelia deu um papel para um rapaz que, assim como elas, também saiu correndo. Amélia mandou então Cecily ir para o próprio quarto, pois a noite tendia a ser longa e não precisavam mais dos cuidados dela.

Quando entrou no aposentou que dividia com a irmã, a mesma encontrava-se deitada já, mas despertou rapidamente quando Cecily sentou na cama.

- O que houve?

- O Conde acordou. – Cecily, derrotada, deitou na cama com a mesma roupa.

- E o que ele disse?

- Perguntou quem eu era.

- E você disse “sou a garota que você queimou e por isso estou aqui, para me vingar!” ? – Magdalena fez uma voz grossa e engraçada que arrancou um sorriso da irmã.

- Claro que não, eu sai correndo atrás da Amélia.

- Que sem graça.

- Sem graça? – ela bufou. – Nada disso é sem graça, porque eu meio que enfrentei nosso Conde outro dia.

- Como se ele chegou ontem, nós nunca o tínhamos visto.

- Ele veio me pedir água, eu não sabia que era ele e acabei falando mais do que devia. – ela encarou a irmã. – Provavelmente vão me mandar para outro lugar.

- Eu vou com você Cecily...

- Vamos ver amanhã está bem? – ela fechou os olhos. – Precisamos descansar agora.


Notas Finais


Ps: Se quiserem coloco a 'cara' da Magdalena e a da Cecily...xoxo<333


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