História Are You (Un)Happy? - Imagine Jungkook - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Cho Seung Yeon, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Drama, Imagine, Jungkook, Luizinho, Romance
Exibições 440
Palavras 2.918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTE
VINTE
COMENTÁRIOS
COMO ASSIM

Meu Deus do céu, vocês quase me mataram do coração! EU NEM SEI O QUE DIZER!

Eu ainda não li todos, mas vocês podem ter certeza que serão respondidos com muito amor! Aliás, desculpem pela demora do capítulo, ontem eu passei o dia todo fora e só pude terminá-lo hoje.

Aproveitem!

Capítulo 23 - Love is Not Over


[S/N On]

Fiquei paralisada, completamente estática no chão. Era como se meu corpo não respondesse a nenhum comando meu, eu estava desligada.

— Luizy... — Minha voz falhou.

— Mas tudo bem. — Luizinho deu de ombros, ainda com aquele sorriso que me partia o coração. — Eu... Sempre soube que você não gostaria de mim, não da mesma forma que eu gosto de você. Eu aprendi a conviver com isso. Tudo bem.

— Você.. Você tem certeza que não está confundindo tudo? — Perguntei, ainda meio assustada. — Quer dizer, somos amigos há tanto tempo, e...

— Não, eu não estou confundindo. Quem me dera estar me confundindo. — Ele suspirou. — Quando... Quando nós éramos jovens, pensei que tinha muito tempo com você e não soube como valorizá-lo. Mais tarde, com cada um de nós buscando coisas diferentes, com a minha volta para a Coréia, eu lentamente pensei a começar a te esquecer. Mas sem você eu ficava inquieto. Quando nos reencontramos, eu... — Luizy sorriu. — Eu pensei que estava sonhando... Eu juro que pensei bem sobre isso, refleti, pesquisei, refleti de novo... Não é confusão. É outra coisa.

Eu estava atordoada. Luizy e eu havíamos crescido como irmãos, eu nunca imaginaria que ele sentia algo daquele tipo por mim. E eu tinha medo; gostava de mais de Luizinho para deixá-lo magoado, mesmo sem querer.

— Está assustada, não está? — Ele riu baixo. Era incrível como ele tinha a capacidade de me ler. — Eu imaginei que ficaria.

— O que? Não, eu... — Respirei fundo. — Eu só preciso pensar sobre isso.

Um silêncio constrangedor pairou no ar, o que me fez ficar desconfortável. Olhar Luizy nos olhos não era uma opção; eu já não conseguia mais. Ele suspirou.

— Agora não conseguimos mais ficar num quarto sozinhos. — Luizy parecia decepcionado. — Como chegamos à esse ponto?

— Mesmo quando brigávamos quando éramos crianças... Nós sempre pedíamos desculpas e admitíamos nossos erros imediatamente. — Comentei, com o olhar baixo. Luizinho assentiu. — Você é meu melhor amigo, Luizy. Não quero perder você por causa disso.

Ele sorriu.

— Você não me perderia. Você não consegue viver sem mim.

— Ok, não se ache tanto. — Ri baixo.

— O que? É a verdade, admita! — Luizy deu um leve soco no meu braço, me fazendo rir. Lógico que devolvi o soco com um pouquinho mais de força.

Aquilo havia feito o clima tenso se dissolver no ar, nós agora pudemos nos encarar em silêncio. Luizy passou os olhos sobre mim algumas vezes antes de tocar levemente os meus dedos com os dele.

— Isso não vai dar certo, não é? — Ele suspirou, e então deu aquele sorriso que quebrava meu coração. Senti meus olhos marejarem. — Eu lamento ter te colocado nessa situação.

Acariciei o rosto dele, chegando até a cicatriz na maçã do rosto. O olho de Luizy continuava um pouco arroxeado, mas dessa vez estava desinchado e devidamente tratado. Aquela cicatriz fez as lágrimas que eu estava prendendo caírem devagar; e logo eu estava chorando copiosamente, sem coragem de olhar para Luizy. Ele havia levado um soco por minha causa. Jungkook o odiava por minha causa. Mas mesmo assim, ele continuava ao meu lado. Sorrindo. Neguei com a cabeça.

— Nós já sangramos e choramos juntos nas nossas brincadeiras de criança, e suamos juntos no futebol. — Ergui o olhar dele para mim. — Mas nós nunca lamentamos nada.

Ele deu uma risada triste, me fazendo sorrir também.

— Honestamente, passamos todos os dias juntos, pequenos conflitos surgiram, e... Alguns mal-entendidos. — Continuei. — Mas sempre que eu falho, você me conforta como família. Me dando a motivação para continuar. Nunca recuando.

— Eu sou seu irmãozão. — Ele disse, enxugando minhas lágrimas. — É pra isso que eu sirvo. Já são dez anos, afinal.

— É... Já são dez anos. — Dei um sorriso triste, tentando ao máximo parar de chorar. Luizy então me puxou para um abraço apertado, o qual eu não objetei. Adorava me sentir segura nos braços dele, como se Luizy fosse um cavaleiro e eu fosse a donzela em perigo.

Ouvimos um pigarrear vindo da cozinha, e Sungjoo, Yixuan, Wenhan e Yibo nos encaravam com uma sobrancelha arqueada e um sorriso travesso. Luizy só apertou mais o abraço e fez uma voz de bebê.

— Essa pequenininha está carente!

— Ei! Foi você quem me abraçou, me solta! — Ri baixo, batendo levemente no peito dele. Como ele não recuou, comecei a fazer cócegas na barriga dele, e logo aquela risada exagerada e contagiante ressoou pela casa. — Há!

— Você vai ficar conosco, S/N? — Yixuan deu um sorriso gentil. Neguei com a cabeça.

— Não, eu acho que vou pra casa agora. Luizy e eu já conversamos o que deveríamos conversar e isso é ótimo. — Olhei para Luizinho e segurei a mão dele. Ele sorriu. — Mas eu venho visitar vocês assim que puder!

— Venha logo, sentimos sua falta. — Wenhan e Yibo fizeram um coração só e sorriram. Fiquei surpresa por Wenhan falar algo. Ele parecia muito o Yoongi no quesito ficar quieto.

— É, volta logo, morena. — Luizinho beijou minha bochecha e apertou minha mão. Sorri.

— Pode ter certeza que eu vou voltar.

[…]

 

Um mês havia se passado. Luizy e eu não estávamos nos falando com muita frequência desde a nossa conversa daquele dia. Eu sabia que ele ainda se sentia levemente envergonhado, eu também me sentia, mas eu estava com saudades do meu brasileirinho.

As gravações do dorama também haviam começado, e Sun-Hee e eu não podíamos estar mais animadas. Ele se chamava Sound of Silence, que falava sobre mulheres oprimidas na sociedade moderna, já que a Coréia do Sul era um país bem problemático sobre isso. Na verdade, até fiquei surpresa sobre fazerem um dorama desse tipo, já que é considerado uma coisa "comum".

Como estávamos em dezembro, toda a cidade já estava começando a sé preparar no clima de natal. Mas Sun-Hee estava animada com outro evento. E eu percebi isso quando a convidei para dormir na minha casa um dia.

23:59 - 00:00

— É MEU ANIVERSÁRIO! — Ela havia colocado o despertador para nos acordar naquele exato momento. Por que? Bem... Sun-Hee era do tipo de pessoa que amava seu aniversário. A-ma-va.

07:59 - 08:00

— CONTINUA SENDO MEU ANIVERSÁRIO! — Bom, era certo que ela nunca perdia o seu bom humor, o que me fez sorrir mesmo sendo acordada na marra. Nós tomamos café juntas, ainda de pijamas, e ficamos assistindo programas de TV no sofá com um cobertor. Foi ótimo, pois Seul estava nevando naquela época do ano, e o cobertor estava quentinho.

— Você vai fazer algo pra comemorar? — Perguntei, percebendo que ela faltava pular de alegria em cima do sofá. Ela sorriu e assentiu.

— Hoje à noite vai ser especial. Jantar formal, só nós nove, presentes, e o Yoongi-oppa foi buscar meu bolo favorito de chantilly com morango, baunilha e amendoim. Yey! — Ela bateu palmas. Ri junto com ela, mas logo parei.

— Espera... "Nove"?

— Ah... É, bem, eu tive que convidar o Bangtan também. Todos nós andamos bastante juntos desde que eu comecei a namorar com Yoongi e eu não podia os deixar de fora. — Sun-Hee tentou se explicar. Suspirei, balançando a cabeça negativamente. — E você é minha melhor amiga, eu queria que você fosse nos meus 21 anos.

— Unnie... Eu já disse que não quero ter mais nada a ver com o Bangtan, já disse isso.

— Ai, eu sei, eu sei! — Ela mordeu o lábio inferior. — Só... Por favor. Eu sei que a situação entre você e o Jungkook não está nada boa, mas faça isso por mim. Além do mais, os meninos amam você! Você nem precisa falar com o Jungkook, não precisa nem ao menos olhar pra ele! Eu só quero que você venha. Por favor, por favor, por favor!

Respirei fundo. Droga.

— Tudo bem. Mas eu vou chegar mais cedo do que todos, só pra não correr o risco. Assim nós comemoramos juntas e ninguém me... "atrapalha".

Sun-Hee soltou um gritinho e me abraçou, animada.

— Obrigada, minha dongsaeng! — Nós duas rimos juntas. Logo depois, não demorou muito até Sun-Hee arrumar suas coisas e ir embora, para ajeitar algumas coisas da sua festinha de aniversário. Como ela disse que seria um jantar formal, fiquei sem saber o que usar; experimentei um vestido rosa rendado que eu amava, mas ficava muito criancinha pra ocasião. Tentei um preto longo, com uma abertura que deixava uma das minhas pernas à mostra, mas parecia muito chique. Foi então que achei um vestido branco que ia até um pouco abaixo dos meus joelhos, com silhuetas de rosas como um detalhe que o deixava formal o suficiente. Sorri. Essa cena havia me lembrado de Cachinhos Dourados. Foi só escolher um salto branco que ficou show, apesar de eu não saber direito usar salto. Mas não foi um problema; aprendi rapidinho.

Como havia dito, fui o mais cedo que pude. Como a festa aconteceria às 20:30h, cheguei às 19:00h, quase uma hora mais cedo, certa de que mais ninguém estaria ali.

Há. Doce ilusão.

Para meu azar, meu querido ex-namorado teve a mesma ideia. E meu coração quase saltou pela boca quando vi Jungkook sentado na sala de Sun-Hee, com as pernas cruzadas e os dedos entrelaçados uns nos outros. Quando ele me viu, seus olhos quase saltaram das órbitas.

— Fala sério... — Nós dissemos ao mesmo tempo. Pigarreei.

— O-... O que ele tá fazendo aqui?! — Fingi indignação.

— O que ELA tá fazendo aqui?! — Já Jungkook parecia realmente indignado. Mordi o lábio inferior.

— A-Ah, S/N, que bom que você veio! — Sun-Hee riu de nervoso, vindo até mim de braços abertos. O vestido dela era lindo; um degrade branco e preto com pétalas negras coladas na saia do vestido. Me senti um lixo perto dela. — Na verdade... Os dois vieram. É. Quase ao mesmo tempo. Olha... A coincidência, não?

Fiquei encarando Jungkook por um certo tempo; ele parecia desconfortável, mas não desviou o olhar. Para mim, ele estava diferente; seus ombros largos caídos, seu sorriso não existia mais. Embaixo dos olhos, bolsas, olheiras, que o deixavam com a aparência cansada. E mais; ele estava sério. Muito sério, mais do que eu já vi em toda a minha vida.

— Oi, Jungkook. — Disse, baixo, sem nenhuma segurança. Eu queria sorrir, mas foi como se meus músculos faciais não respondessem.

Jungkook apenas passou por mim, abrindo espaço com o ombro, e foi direto para a cozinha, e ali ficou. Aquilo só me fez me sentir mal.

Eu ainda estava absorta nos meus pensamentos quando Danger começou a tocar, e quando percebi era o celular de Sun-Hee. Ela atendeu-o rapidamente e fez uma careta ao ouvir quem quer que fosse falar.

— Ah, droga... — Ela disse, entredentes. — Ok, venham aqui vocês dois.

Jungkook, mesmo relutante e com cara de poucos amigos, obedeceu.

— Ouçam. — Sun-Hee continuou. — Yoongi-oppa está ocupado e não vai poder buscar o bolo agora, então eu vou precisar ir.

Jungkook e eu engolimos a seco e nos entreolhamos. Ele fez uma careta e desviou o olhar.

— Só... Tentem não se matar enquanto eu estiver fora. Vocês podiam, ahn... Ajeitar os salgadinhos.

E a porta se fechou. E lá estávamos nós novamente; Sozinhos. 

 

[Jungkook On]

E eu que pensava que chegando cedo melhoraria o meu lado. Quem me dera.

Eu realmente não tinha sorte. Se eu tentasse me enforcar, a corda quebraria só por que não tenho sorte.

S/N e eu estávamos completamente em silêncio, sem dizer uma palavra e nem olharmos nos olhos um do outro, e aquilo me deixava desconfortável. Estar perto dela me deixava desconfortável.

— Jungkook, me dê os amendoins. — Ela pediu, o que fez meu coração parar. Estava quase passando os amendoins pra ela, quando parei.

— Você é alérgica a amendoim. — Não entendia nada daquilo. Ela estava apenas tentando puxar uma conversa comigo? S/N pigarreou. Revirei os olhos. Fala sério que ela realmente tentou puxar uma conversa comigo. — Infantil.

Agora foi a vez dela de revirar os olhos. Sorri, orgulhoso por tê-la irritado.

— E você é o adultão, né? — Ela bufou.

— Bom, digamos que sou mais maduro do que você.

— Querido, beber cerveja e visitar clubes de strip não significa ser adulto. Espero que saiba disso. — S/N ergueu a sobrancelha, o que me fez perder a paciência.

— Primeiro, as coisas que eu faço ou deixo de fazer não te dizem respeito, ok? Você é a última pessoa que merece ficar falando da minha vida. — Disse, fazendo-a parar de falar subitamente. Aos poucos, a cada palavra, eu me aproximava dela mais e mais sem nem perceber. — Segundo, já que vamos falar de quem é o mais maduro aqui, brincar com os sentimentos dos outros já faz a rainha da infantilidade.

— Você... — Novamente, S/N não conseguiu terminar a frase e ficou me encarando com ódio. Não. Não era ódio. Decepção?

— Além do mais, as garotas dos clubes de strip me parecem bem menos vadias do que você. Nem quero imaginar com quem você teve que deitar pra participar desse dorama. — Aquilo saiu sem pensar, nem eu queria realmente falar aquilo. De repente, senti um ardor na minha bochecha e algo se chocar contra o meu rosto; S/N havia me dado um tapa.

— Cala a boca! — Os olhos dela estavam marejados, o que, mesmo que eu odeie admitir, fez meu coração doer lá no fundo. Antes mesmo que ela pudesse me dar outro tapa, a segurei pelos pulsos. Ficamos nos encarando por alguns segundos até S/N se inclinar para frente, e nós iniciarmos um beijo lento e desesperado. Mesmo sabendo que aquilo era totalmente o contrário do que eu pretendia e do que eu dizia aos outros, eu não recuei. Pelo contrário, continuei o beijo intensamente.

A levantei no ar, colocando-a em cima da bancada. Como ela era mais baixa do que eu, ficou melhor para beijá-la. Minhas mãos ficaram tentadas em abrir o zíper do vestido dela ali mesmo, mas então, passada a emoção, lembrei de que S/N havia acabado comigo por quase cinco meses. O que eu estava fazendo? Eu não podia ter uma recaída dessas.

A empurrei antes mesmo do beijo acabar, caindo um pouco para trás devido ao impulso. S/N parecia tão confusa e surpresa quanto eu; acho que nem ela sabia o que estava fazendo.

— Você... — Comecei, ofegante. — Sua... O que você estava pensando?!

— O que? Eu?! Isso precisa de dois pra acontecer, sabia? — Fiquei impressionado com o quanto ela podia ser cínica. Bufei.

— Você é incorrigível mesmo. — Disse, entredentes. — Eu tenho nojo de você.

S/N ficou parada, me fitando com os olhos marejados. Tive a leve impressão dela estar prendendo o choro, mas espantei esse pensamento assim que ouvimos a porta abrir e a voz de Sun-Hee noona.

— Galerão, cheguei!

S/N imediatamente levantou-se da bancada e foi até a mais velha, abraçando-a. Ouvi-a murmurar um feliz aniversário antes de se virar e sair do apartamento de cabeça baixa. A noona olhou para mim com os olhos semicerrados.

— Vocês brigaram, não foi?

Apenas suspirei, deixando claro que não queria falar sobre o assunto.

[…]

 

Não demorou muito até todos os membros chegarem aos poucos. Yoongi-hyung foi um dos últimos a chegar pois estava no escritório trabalhando na sua mixtape, que sairia no próximo ano, mas ninguém sabia ainda. Ele planejava uma surpresa.

— Estou tão feliz que vocês estejam aqui! Meus melhores amigos de todo o mundo! Bem... Quase todos. — Sun-Hee noona fez um bico. Eu sabia que ela se referia a S/N.

— Eu sei o que você deve estar pensando. — Yoongi-hyung começou. — Você deve estar pensando que eu não te comprei um presente.

— Na verdade não...

— ENTRETANTO — Yoongi-hyung interrompeu Sun-Hee noona, que riu. —, eu te comprei um presente sim. Eu sou um namorado maravilhoso que fez a melhor surpresa da sua vida!

— Oh, meu Deus. Como eu estou surpresa. — Sun-Hee noona e seu sarcasmo. Yoongi-hyung a fitou de olhos semicerrados, mas logo estendeu uma caixinha.

— Sem mais enrolações, te comprei uma câmera nova. — Ele sorriu. — Com um pequeno bônus. Tirei algumas fotos minhas antes de embalar o presente. Coloquei um laço nele.

— Mas... — Sun-Hee noona retirou a câmera da caixinha e a girou. — Não tinha nenhum laço aqui.

— “Ele” errado. — Yoongi-hyung fez uma expressão travessa, junto com Sun-Hee noona. Eu e os outros não queríamos nem imaginar que “ele” era esse.

— Bom, eu sei que é meu aniversário, mas eu também tenho um presente pra você. — Sun-Hee se levantou e pegou um pequeno embrulho na cozinha. E então, entregou à Yoongi-hyung.

— O que é isso?

— Abre. — Ela sorriu, ansiosa. Yoongi-hyung abriu o presente devagar, revelando uma pelúcia de Kumamon, o urso que Yoongi-hyung adorava. Ele começou a gritar histericamente e a sair dando pulinhos pelo apartamento, fazendo Sun-Hee noona rir e todos nós ficarmos surpresos.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! KUMAMON! KUMAMON! — Yoongi-hyung abraçou a pelúcia. — ELE É TÃO FOFO! TÃO FOFO!

— Mas... Por que você deu um presente pra ele sendo que é seu aniversário? — Namjoon-hyung perguntou, confuso, mas rindo.

— Eu estava indo buscar o bolo quando vi esse bonequinho na loja. Como eu sabia que o Yoongi-oppa gostava muito dele, resolvi fazer uma surpresa. — Sun-Hee noona explicou.

— Kumamon-mon-mon! Kumamon! — Yoongi-hyung cantava a música tema de Kumamon com sua voz desafinada, o que só nos fazia rir mais. — Obrigado, Sun-Hee! Você é a melhor!

— Eu sei. — Sun-Hee deu uma piscadela para ele. A partir dali Kumamon começou a ser carregado no pescoço de Yoongi-hyung.

O resto do aniversário continuou normalmente. No final, Yoongi-hyung foi para a cozinha, limpando a mesa, e ficou por alguns momentos abraçando Sun-Hee noona por trás, que lavava a louça. Aquela cena me fez lembrar o beijo com S/N. Eu havia gostado, aquilo era fato, eu sentia saudades dos lábios dela mais do que tudo. Mas... Ela havia me machucado. Eu estava confuso, e ainda pior... Sem saber o que fazer. 


Notas Finais


Eu tô viciada na música do Kumamon. <3
Aliás, eu imagino o vestido da personagem principal bem assim: https://sc01.alicdn.com/kf/HTB1KKzkMpXXXXc7XVXXq6xXFXXXs/2016-latest-collection-lady-formal-dress-flower.jpg

Saranghae!


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