História Area 39 - Capítulo 4


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Lo


-Na minha frente. - diz o Leo, chegando na clareira, com o drone despedaçado numa mão e a si arma noutra. -Estás sozinha?

-Estou desde que cheguei. - responde ela começando a andar na frente do Leo em direção á "Área 39". -Matt, não te esqueças da minha mochila.

-Como é que ela sabe o teu nome? - pergunta o Leo, pego na mochila dela e ponho-a às costas, indo em seguida para a beira do Leo.

-Ela mandou-me mensagem no Facebook, sabe sobe a "Área 39".

-Como assim?

-Não sei, o teu superior é o Rick? Não é?

-É, porquê?

-Liga-lhe e diz-lhe que vamos levar uma prisioneira.

O Leo tira o telemóvel do bolso e liga ao Rick.

-Estou Rick... O Matthew e eu vamos levar-te uma prisioneira... Foi ideia dele... Não grites comigo... Até já.

-Podemos leva-la?

-Podes, mas vais ouvir nas orelhas.

Assim que chegamos, na estrada da "Área 39" a porta abre-se e entramos.

-É preciso alguma ajuda? - pergunta o mesmo agente de antes.

-Não, volte ao trabalho, temos tudo sobre controlo. - diz o Leo e andamos rapidamente para os elevadores.

Assim que entramos vamos para o andar do gabinete do Rick, ele está lá.

-Quem é esta? -pergunta ele, enquanto ela se senta numa das cadeiras e eu e o Lê ficamos em pé.

-Lo, foi ela que vêm passando os setores até aqui.

-Com o é que sabes o nome dela?

-Eu disse ao Matt pelo mensseger do Facebook, antes de vocês apagarem as mensagens. - responde a Lo por mim.

-Matthew. - corrigo, não gosto que me chamem Matt. -Ela sabe onde estamos.

-"Área 39", um mau sítio para férias. - diz ela fazendo-me sorrir, é verdade, o pior sítio de sempre. 

-Como é que sabes? - pergunta o Rick.

-O meu mestre, na China, era um ex-agente, Chang trabalhou aqui e foi dispensado por ter cancro e pediu para poder viver o resto dos dias em paz.

-É verdade? - pergunta o Leo, tentando perceber a situação.

-É, era um amigo meu chegado.

-Ele mando-me vir para aqui e mostrar uma coisa ao Rick, só a ele é não a dar a ninguém.  - diz a Lo.

-E o que é? - pergunta o Rick.

-Está na minha mochila. - diz a Lo, estendo os braços para tirá-la.

-Dá-lha, se tentares alguma coisa, morres. - ameaça o Rick.

Entrego a mochila á Lo, ela abre a mochila e mexe lá dentro com uma mão e a outra levantada, ela pega em alguma coisa e mostra-nos.

-Dá-mo. - diz imediatamente o Rick, esticando a mão por cima da secretária.

A Lo está a segurar um tubo com uma gosma vermelha.

-Não. - diz a Lo, num tom firme. - Isto é do meu mestre, ele disse para te mostrar para me deixares ficar aqui, durante uns tempos.

-Não vai acontecer. - diz o Rick e relaxa na cadeira. 

-Eu não devia fazer isto, mas... - A Lo, abre o tubo na parte de cima e pousa na secretaria do Rick, pega numa garrafa de água dele, levanta-se vai a uma planta e despeja a água lá, depois volta a sentar-se, tira um bocado de gosma vermelha com a garrafa, depois fecha a garrafa e o tubo, e entrega a garrafa ao Rick.

-Para que é isso? - pergunta o Rick.

-Testem com o do Matt.

-Eu tenho uma coisa daquelas? - pergunto a Lo.

-Tens, mas acho que é de uma cor diferente, ainda sou noob, neste tipo de coisas.

-É verdade? - pergunto ao Rick.

-Matt, Leo, podem sair. - diz o Rick.

O Leo, sai provavelmente vai levar o drone, á engenharia, mas eu não, desta vez ele não pode tirar um jogo da gaveta.

-Podes sair. - volta a dizer o Rick.

-Não. - digo firme.

-Saí! - ordena o Rick, levantando um pouco a voz dele.

-Não. - volto a dizer no mesmo tom de antes. -Só quando me explicares porque é que eu tenho um daqueles.

-Não sabias? - pergunta a Lo, perplexa.

-Não, podes explicar-me? - peço depois.

-Posso, conto-te tudo o que sei. Mas só depois do Rick ligar para este número. - diz a Lo, tirando um papel amarrotado com um número escrito á mão e entrega-o ao Rick.

-Liga, se não ligo eu. - digo.

Ele tira o seu telemóvel do bolso e começa a marcar o número que está no papel.

-Põe+86, é a indicação da China.

O Rick assim faz, liga e põe em voz alta, deixando o telemóvel sobre a mesa.

-Estou? - soa uma voz rouca, doente, mas firme.

-Oi, pai, sou eu a Lo, chegei ao meu destino. - diz ela intusiasmada.

-Ainda bem. - diz ele, deixando trespassar um tom de alegria. -O Rick?

-Está em voz alta, está o Rick e o Matt. - diz a Lo.

-Já contaste tudo ao Matthew? - pergunta o ex-agente, pelo menos é o que que acho,e finalmente alguém que me chama pelo nome.

-Vou contar depois de falares com o Rick, ele não me quer deixar ficar aqui.

-Mostra-lhe a gosma.

-Já mostrei.

-Rick, estás a ouvir-me?

-Estou. - diz o Rick, a primeira palavra que diz desde que me mandou sair.

-Dá á Lo, um quarto e deixa-a ao cuidados do Matt.

-Porque é que haveria de fazer isso? - pergunta ele.

-Não podes fazer um favor ao teu velho amigo, ao teu camarada? - pergunta ele.

O Rick, nada diz, deixando claro a sua posição.

-Bem, se não me fazes um favor. - diz o ex-agente com uma voz triste, quem é que não ficaria triste, depois de saber que o seu camarada não lhe faz um simples favor. -Sabes o que ela é.

O Rick ia dizer alguma coisa, mas o Chang interrompe-o, e diz:

-Lo, vai com o Matthew e fica aí até novas ordens, isto é uma ordem direta do teu metre. - diz ele, num tom firme, nem ligando para o Rick. -Matthew, leva a Lo para um quarto á tua beira, se não houver, leva-a para o teu quarto. - ordena ele, mas agora num tom mais amigável.

-Adeus Rick, pensei que terias um pouco mais de respeito por mim. - diz ele, desligando o telemóvel.

A Lo põe a pasta dela ás costas e saímos do gabinete do Rick, acho que é a decisão certa, levamos tudo o que trouxemos, menos a garrafa.

-Já são hora a de almoçar? - pergunta a Lo.

-São 11:30, a cantina só abre as 12:30, o que achas de irmos ao meu quarto pousar as tuas coisas.

-Pode ser. - diz ela. -Podes dar-me a minha katana agora?

-Ainda não confio em 100% em ti, mas eventualmente vou dar-ta.

Entramos no elevador e marcamos o andar onde temos os corredores para as outras alas. 
-É o andar que têm os corredores para o dormitório. - diz num tom frio.

-É, como é que sabes?

-O Chang, mostrou-me plantas. - volta a dizer no mesmo tom frio.

O elevador fecha a porta e estou sozinho com ela, estou com medo, não sei o que aquele tom frio.

Passados alguns segundos estamos ambos sem dizer ou fazer nada. A Lo tira algo da manga e encosta-me na parede do elevador, e põe aquilo na minha garganta.

-Dá-me uma boa razão para não te matar, Matt. - diz ela no mesmo tom frio.

O rifle caiu, porque não têm uma fita para o pendurar ao ombro, tenho que corrigir isso se sair daqui vivo.

-Tenho a tua katana. - digo. -E não me chames Matt, é Mathew.

A cara dela adota uma expressão um pouco estranha e depois começa a rir como uma perdida.

-O que é que se acabou de passar?

-Eu tinha esta Kunai, na manga e lembrei-me de a usar para te pregar um susto, toma. - diz ela, dando-ma, eu pego nela, e no meu rifle. -Eu era incapaz de te matar, eu quero ser tua amiga.

-Porquê?  

-Não são assuntos para discutir agora. - diz ela e algumas pessoas entram, como é que ela pode saber que estavam quase a entrar? É por causa daquela gosma? Eu tenho uma?

São demasiadas perguntas, a única que me pode responder está a dois palmos de mim e não me pode falar por causa de outras pessoas.

Alguns andares depois os agentes saem, e deixam-nos sozinhos.

-Podes dizer-me agora? - peço.

-Não. - diz ela.

Estava preste a perguntar porquê, quando as portas do elevador abrem e entram dois agentes.

Como é que ela pode saber?

Vamos até ao último andar da ala Principal e vamos logo para o corredor, deixando os dois agentes sozinhos, enquanto percorremos os corredores, vários agentes passam por nós, na mesma direção ou na contrária, e eventualmente ultrapassamos alguns agentes mais lentos. Voltamos a entrar no elevador, mas desta vez para irmos para o meu quarto.

Assim que chegamos lá, guardo a minha arma e a katana dela e a kunai, no guarda-fatos e a Lo, deita-se na minha cama.

-Podes explicar-me tudo? - peço, sentando-me na cadeira da secretária.

-O que queres que eu te explique?

-Porque é que queres ser minha amiga?

-Porque és alguém como eu.

-Define "eu".

-Diferente das outras pessoas, melhor que as outras pessoas. É ou não é?

-É. Podes falar agora daquela gosma, se é assim que se chama.

-É assim que eu chamo, ainda ninguém sabe o que aquilo é, os seus componentes, e tu tens um igual.

-Como é que sabes?

-As pessoas diferentes, como nós costumam ter gosma, se alguém a guardou.

-Quem é que guardou a tua?

-O meu pai, é o Chang.

-Ele é teu pai?

-Adotivo.

-Quando é que te adotou?

-Quando tinha 9 anos, a gosma apareceu entre os 10 e os 11.

-E quem guardou a minha?

-Onde estavas á 6 anos atrás?

-Num torneio de CS:GO, em Long Beach.

-Quando tinhas 10?

-Sim, e do que te lembras a seguir?

-Estar aqui.

-Exatamente, o que é aconteceu á 6 anos atrás?

-O Surgimento. - digo, quando os Zanders nos apresentaram o resto da galáxia. -Nós somos...

-Não sabemos.

-Sabemos, terceira pessoa do plural?

-Eu, e o meu pai e mais algumas pessoas.

-Foi a Área?

-É a coisa mais provável.

-E porque é que não me contaram?

-Da mesma maneora que eliminaram p meu perdil,,abtes de eu chegar aquo, podem ter medo daqyilo que és, o que é pouco provável ou estão á espera que fiques mais velho para te contarem, exiate várias hipóteses. - diz a Lo

Então, a minha vida é uma mentira.

-Não podes contar isto a ninguém. - pede a Lo.

-Porquê?

-Tudo a seu tempo, eu confiei em ti, agora confia em mim. - pede a Lo.

-Parece-me justo, mas a minha paciência é limitada.

-Vou ter isso em conta. - diz ela.

-Se não precisas de mais nada, acho que podemos ir almoçar.

-Mais uma coisa, guarda-me isto. - diz ela entregando-me a mochila dela.

-Com todo o gosto. - digo, pego nela e abro o cofre, que está no meu guarda-fatos, todos os agentes têm um, para guardarem as coisas de missão, ponho lá a katana, a kunai e o meu rifle e a pasta dela.

-Porque é que tens um cofre?

-Para os agentes guardarem coisas de missão.

-É, não quero saber. - diz ela, rindo-se em seguida, e não consigo conter-me e rio com ela. -Podemos ir almoçar agora?

-Podemos. - saímos do meu quarto e vamos para a cantina, quando entramos lá, pegamos em alguma comida e sentamo-nos na mesma mesa de sempre, e começamos a comer.

-O que é que se faz de tarde aqui? - pergunta ela.

-A um sábado, a maioria das pessoas faz o que quiser, sala de tiro, correr, alguns tiram o fim-de-semana, para irem para casa, costumo passar a tarde a jogar ou a disparar.

-E o simulador?

-Como é que sabes do simulador.

-O meu pai contou-me.

-É uma zona restrita, só se pode ir lá com autorização.

-E o que acontece, se formos sem autorização?

-Se só fores lá sem autorização, um sermão, se fores lá e fores apanhada a utilizá-lo sem autorização, ficas de casto a limpar os gabinetes de agentes mais velhos.

-Como é que sabes? - pergunta ela, comendo como uma louca.

-Já fui apanhado. - admito.

-O que estavas lá a fazer? - pergunta, entre garfadas.

-Concerto do Eminem.

-Jura. - diz ela desatando a rir, até se engasgar, e depois eu é que rio.

-Alguns agentes foram de guardas, eu queria ir, não me deixaram, tinha uma maneira de ir até lá sem sair daqui, aproveitei.

A Lo, não diz mais nada, apenas se focou em comer como uma selvagem.

-Parece que não comes á dias. - comento.

Ela para, olha fixamente para mim e só depois é que dia alguma coisa.

-Desde que entrei na fronteira do Alaska com o Canadá, só como uns biscoitos e bebi água. - diz ela, seriamente, sem retirar o olhar dos meus olhos, até parar e voltar a comer como uma louca.

Como de uma maneira mais calma, e mais civilizada, até que ambos acabamos quase ao mesmo tempo, a verdade, ela acabou a muito tempo e esperou por mim, até eu acabar, sem dizer nada.

-Queres mais? - pergunto, quase como se advinhasse os pensamentos dela.

-Por favor. - diz ela e entrega-me o prato dela.

Levanto-me, e vou até ao senhor que trata da comida e entrego-lhe o prato.

-Pode encher o prato outra vez? - peço.

-Estás com fome. - comenta, enquanto enche oo prato pela segunda vez.

-É para a minha amiga. - digo, pego no prato e retiro-me, de volta para a minha mesa.

-Obrigada. - diz ela.

Assim que ponho o prato no tabuleiro ela começa a comer, mas desta vez mais devagar, mais civilizadamente.

-Ei, Matthew. - chama o Leo, atrás de mim.

-O que se passa? - pergunto.

-Vim despedir-me, daqui a umas horas tenho que ir. - diz ele.

-Parece que não te posso dar um headshot dá próxima vez que formos jogar. - digo, na brincadeira, levanto-me dou-lhe um abraço.

-Acho que te enganaste, vais tentar dar-me um headshot. - diz ele rindo um pouco. -Lo, até á próxima.

-Tchau. - diz ela, de forma pacífica. -Descupa pelo empurrão.

-Sem problema. - diz o Leo. -O que é que comes ao pequeno-almoço? Aquele encontro, fogo...

Rimos, gostava tanto de que a Lo, tivesse aqui desde, bem... desde que eu estou aqui.

-Fica atento, posso conseguir jogar um competitivo e estás tramado. - diz ele. -Até depois.

-Tchau. - digo, ele estende a mão á Lo, e está aceita e comprimentam-se, e depois saí a correr.

-Porque é que ele deixou este bilhete? - pergunta a Lo, estendendo um papel dobrado, que o Leo, deixou na mão dela.

-Deixa ler. - pego nele.

Matthew. 
Sei que sempre olhaste para mim como um pai, e apesar de nunca-me teres dito nada, senti que devia dizê-lo. 
Os superiores daqui, descobriram sobre a Lo, e querem mandá-la de volta, ela só vai se for contigo, e eu percebo, porque ela é igual a ti.
Desde que te puseram á minha guarda, que tento deixar-te feliz, sei que sabes que sempre evito falar sobre as tuas origens, mas não é para isso que este bilhete, vai servir, mas sim como uma despedida, um adeus, ou um aviso. 
Mandaram guardas irem buscar-te a ti e á Lo, precisam de sair de onde estiveres imediatamente, vai, ter com o L, ao convés, tiramos tudo do teu quarto, têm lá uma miúda de roupa, usas-a se fores lá, não tiranos o que estava no cofre, não sei se é importante, se for, vai buscar e vai até ao convés o mais depressa possível.

Adeus, ou até breve.

O teu falso pai

-R

-Temos que ir. - digo levantando-me o mais depressa possível, pego nos tabuleiros, meu e da Lo, e ponho no respetivo lugar e saímos da cantina, literalmente a correr, de volta para o meu quarto.

Assim que entro o meu quarto está limpo, não têm nada, só os móveis, e depois têm um casaco, uma camisola, umas botas e umas calças, em cima da cama.

-O teu quarto não estava mais desarrumado antes de irmos almoçar? - pergunta a Lo, rindo um bocado.

-Estava. - começo a trocar de roupa, deixando cair as roupas próprias para andar dentro da área e troco pelas que estava em cima da cama, umas calças pretas, botas pretas, uma camisola também preta, e uma gabardina, em camuflado polar, alguma preto, um pouco de branco, o Rick escolheu a roupa ideal.

Assim que tenho as roupas vestidas, vou direto para o cofre, ponho o código e este abre. Pego na pasta dela e abro-a em cima da mesa, desmonto o rifle, e ponho as peças lá dentro, dou a kunai á Lo, que guarda-a algures e te a as peças de roupa dela, pego na katana, penduro-a mas costas, ponho a pasta ás costas e saímos do meu quarto, em direção ao convés, entramos no elevador e vamos para um canto.

-É suposto haver muitas pessoas armadas nos dormitórios? - pergunta ela.

-Não. - respondo.

-Beija-me, agora. - diz ela.

-O quê? Porq...

Ela empurrou a minha cabeça contra a dela, e beijamo-nos, o elevador para, e entram alguns guardas armados,  omsegui perceber isso porque eles puseram a segurança nas mesmas quando entraram.

Os andares passam por nós, e continuamos juntos, num infinito beijo, que por só estar a durar uns segundos parecem horas infinitas.

Finalmente os guardas saíram, e a Lo, afasta-me empurrando-me.

-Para... que... foi... isso... - pergunto, entre grandes golfadas de ar.

-Demonstrações de afeto públicas, deixam as pessoas ao redor desconfortáveis e afastam o olhar.

-E as pessoas que não estão ao redor, também ficam desconfortáveis. - digo, agora com o fôlego recuperado.

-Mas ninguém suspeitou, não por enquanto.

-Verdade.

O elevador para e começamos a correr, pelo corredor, até ao convés, e encontro o Leo, no final do corredor a olhar para o relógio.

-Finalmente, agora na minha frente. - diz ele acabando de olhar para o relógio. -Mais 5 minutos e ficavam em terra.

-Para onde? - pergunto.

-Para aquela nave. - diz o Leo, e aponta pra uma nave. -Vão para a zonas de mercadorias, vai ser uma viagem fora dos recordes do sistema.

Atravessamos o convés e entramos na zona de carga, e sentamos-nos, nuns bancos, encostados às laterais do veículo. 
-A viagem vai demorar cerca de 3 horas, vamos fazer paragens em vários Estados, o vosso lugar vai ser oo último, têm água e comida nesta mochila, espero que apreciem a viagem. - diz o Leo, no final, ele fecha a nave, e vai para a zona mais confortável, para passageiros, e em questão de momentos estamos no ar.



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