História Argent - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anarquia, Crepusculo, Edward Cullen, Erótico, Guerra, Guerreiro, Lobisomem, Rebelde, Romance, Vampire, Vampiros
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Palavras 685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Josei, Kodomo, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Super Power, Super Sentai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Piloto


-Eu não disse isso, James. –disse a garota. Ela olhava para o homem á sua frente com um olhar malicioso e o sorriso brincalhão. O só lbrilhava em raios fulgidos. Mas não importava quanto brilhasse, o branco que cobria a grama não se derreteria. O ar estava frio e a respiração dos dois saia em fumaça. Ela tremeu. 

– Preciso voltar para casa. Preciso ver meu pai.

                -Diga-me, vossa Majestade recuperou-se? –perguntou James, aproximando-se com as mãos nos quadris.        

                -Não. E  pare de disfarçar. 

                -Do que estas falando?
 
                 A garota suspirou deixando uma fumaça branca no ar. 

                -Tu não estas preocupado com meu pai.

                -Suri...

                -Não venhas com... –um barulho de graveto quebrando-se fez os dois virarem na mesma direção. James apanhou a adaga. Suri, sua faca. 

                Os dois atentos á qualquer movimento ao redor. Os olhos vidrados nas árvores. Oscorações pulsando em adrenalina. E, foi quando Suri avistou um leve movimento nos arbustos á sua esquerda. A faca voou no mesmo instante. E algo caiu.

                -Não.–James advertiu com a mão e se pôs a sua frente, com a arma branca perto do tórax. Avançou. Mais alguns passos. As folhas foram tiradas do seu caminho e o sorriso em seu rosto formou curvas em suas bochechas. – É um veado! –riu James.– Pelo menos tu pegaste a minha refeição para os próximos dois dias. –James virou o rosto e Suri tomou seus lábios.

                -Eu preciso ir.

                -Tudo bem. –murmurou pressionando seus lábios contra os dela. – Você está ótima na pontaria! –comentou antes de Suri desaparecer nos arbustos com um leve sorriso  nos lábios. 



                               ****     ****     ****     ****     ****     ****     ****

Após, passar pelos cinco portões que a levariam para o castelo, Suri desmontou. Seu belo garanhão rinchou e ela o alisou por uns instantes. Um servo o levou para os estábulos. A jovem vestia calças Marron. Sua camisa era lisa e frouxa, com três dos primeiros botões abertos, coisa que não fazia frenquentemente. Um vento gelado tocou o seu corpo, grudando a peça em seu corpo, destacando suas curvas acetinadas e seus seios fartos. Os cabelos tiveram o mesmo tratamento, muito longos e negros, como os pêlos de seu cavalo. Caminhou em direção á porta leste. Lançando alguns olhares amistosos por onde passava que eram retribuídos com reverências alegres. 

                As portas duplas se abriram com sua aproximação, os soldados a reverenciaram com a cabeça,  lotados de aço em seus corpos e lanças que tinham que segurar um dia todo, ou até seus turnos acabarem. Os corredores eram pouco iluminados e quando a noite chegava, as chamas alaranjadas iluminavam as passagens. E logo, o saguão foi avistado. Alguns murmúrios ecoavam baixos pelo corredor e Suri apressou o passo.

                -Madre? Madre?! 

                Rostos viraram para ela. Um curandeiro estava entre eles e seus olhos estavam preocupados. Sua madre não se encontrava no pequeno circulo que se formava ali...

                -Curandeiro? –a garota já tinha lágrimas nos olhos e sem resposta do homem, correu para as escadas, subindo mais rápido  que conseguiu, pulando dois degraus de cada vez, chorando baixo enquanto corria até o penúltimo quarto. Arreganhou a porta.

                -Papa! Papa! 

                Ela caiu de joelhos junto á mãe que continha a cabeça abaixada sobre a mão do Rei. 

                -Papa! No no! Papa! 

                O silvo que ecoou pelo quarto levantou o olhar amendoado e choroso de Suri.

                -Suria.–a voz poderosa a chamou e a jovem levantou-se no mesmo instante, correndo para os braços do homem que a envolveu no mesmo momento. –Sinto muito.

                O choro de dor que se estendeu fora o mais massacrante que alguém poderia ouvir. A morte de seu pai e Rei trazia uma tontura forte. Ela já havia sido alertada sobre o futuro falecimento de seu pai. Mas como toda sonhadora, não tinha certeza que aquilo aconteceria. Rezava todas as noites para que ele melhorasse. Porém, a cada dia que o visitava em seus aposentos, sua aparência parecia pior.

                -Suria...

                -Eu não aguento... –anunciou quase desabando no chão.

                -Estou junto de ti, princesa. E sempre estarei. 

                -Por favor... Por favor... –pedia abraçando forte... – Por favor, prometa que não vai me deixar, tio.

                -Nunca.–Salomon proferiu abaixando a cabeça.




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