História Arkham - Capítulo 2


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Categorias Batman, Batman vs Superman: A Origem da Justiça, Esquadrão Suicida
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Palavras 3.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - One


– Harleen. – A voz distante de minha prima me fez abrir os olhos. Cocei meus olhos, devia ter borrado toda a minha maquiagem, mas não me importei. Passei os dedos pela minha boca, confirmando o que eu mais temia: tinha babado enquanto dormia. Me levantei ainda meio zonza, sem saber direito aonde eu estava. Aquela não era a primeira vez que eu passava por aquilo e nem seria a última. Reparei em meu redor, estava com os sapatos nas mãos e tinha dormido em um sofá qualquer. Isso queria dizer que a noite tinha sido boa, não é? – Está na hora de irmos.

– Irmos? – Balbuciei entre um bocejo e outro. A televisão estava ligada no noticiário, pude ver o rosto familiar do ancora e reparei em seu terno enquanto ele comentava sobre o ataque do Joker a alguns dias. Uma mulher, que tinha parte do rosto queimado, estava dando uma entrevista, falando sobre como ainda tinha medo. Eu a entendia, ele também me assustava.

– Anda, garota. – Minha prima me alcançou, usou toda a sua força para me puxar do sofá e me arrastar para fora dali. Só então notei que não estava em uma casa e sim em uma espécie de lounge de boate. Observei o letreiro sem muita atenção, o nome “Iceberg Lounge” não me dizia nada. Tinha que admitir que não me lembrava de quase nada daquela noite. Observei com um sorriso enquanto ela colocava as mãos sobre isqueiro, para acender o seu cigarro rotineiro. Me enrolei no casaco quando senti o vento frio que contava as ruas vazias da cidade.

Gotham era, de longe, uma das cidades com o pior clima do mundo. Dificilmente fazia sol e quando fazia, era um sol passageiro, que mal conseguia esquentar a terra. Por mais estranho que aquilo pudesse ser, Gotham era mesmo uma cidade imersa em tons de preto e de cinza. Nenhuma cor se destacava no mar de tédio que a cidade tinha se tornado.

– Odeio o cheiro dessa cidade. – Alice resmungou enquanto soltava um pouco de fumaça pela boca e pelo nariz. Ela era a única família que tinha me restado. Depois da morte do meu pai, minha mãe adoeceu e não demorou a morrer. Meu irmão tinha sumido no mundo. A família de Alice me acolheu, mas logo Gotham se tornou um inferno para eles, e apenas nós duas ficamos, insistindo naquela cidade. Porém, Alice não estava muito contente com sua situação. – Cheira a mijo de mendigo.

– Claro. – Afirmei enquanto olhava para as avenidas compridas da Zona Baixa da cidade. Tudo em Gotham era muito escuro, mas aquele lugar chegava a me dar um arrepio na espinha. – Que horas são?

– Deixa de ser medrosa, Harleen. – Alice revirou os olhos. Ela era mil vezes mais bonita que eu, com seu corpo cheio de curvas fartas, os braços cheios de tatuagens coloridas, o piercing preso no nariz, seus olhos verdes e os cabelos castanhos que caiam sobre os ombros. Um carro passou por nós e buzinou, um dos malucos colocou a cabeça para fora e gritou alguma coisa obscena para Alice, que respondeu mostrando o dedo médio. – Está na hora de irmos pra casa. Daqui a pouco vai amanhecer e eu não quero dar de cara com um bandido ou quem sabe... Com o morcegão.

– Batman não deve estar preocupado com as coisas que acontecem na Zona Baixa. Ele está preocupado com ataques terroristas e suas loucuras pontuais. – Sussurrei enquanto enfiava a mão fundo no meu casaco preto. Enquanto Alice exibia seu corpo em um belo vestido preto, eu me escondia em algumas camadas. Usava um vestido vermelho, meias e um casaco.

– E você sabe bem o que é loucura, não é? – Alice riu e fez um sinal para um dos carros que cortavam a avenida rapidamente. – Você é uma espécie de rainha dos malucos. A musa inspiradora das punhetas matinais dos internos.

– Pare de falar merda, Alice. – Ajeitei os meus óculos no rosto e respirei fundo. – Não tem que brincar com essas coisas. Eles são doentes.

– Ah, foda-se, Harleen. – Alice revirou os olhos e fez sinal para um carro preto, que passou por nós buzinando. Um homem loiro pos a cabeça para fora e gritou, nos chamando de “putas gostosas”. – Por falar nisso, você já viu o tal do Joker? Pensei que ele era meio que uma lenda ou só mais um daqueles caras ridículos de máscara.

– Ele é bem assustador. – Sussurrei. Eu ainda podia vê-lo sempre que eu fechava os olhos: o rosto deve tinha mudado e de um momento para o outro, o Joker tinha virado a mesa que estava entre nós. O gosto do sangue voltou para a minha boca e eu tremi. Ele não me queria ali. Tive que ser tirada da sala dele por dois seguranças e espera, realmente, que nunca mais tivesse que voltar.

– Parece sensual. – Alice sussurrou e fez sinal para mais um carro, que desta vez parou. Minha prima correu em direção ao carro, com um sorriso excitado. Alice havia me ensinado que perigo e tesão andavam de mãos dadas. – Hei, cara. Pode nos dar uma carona?

– Se você nos der algo em troca. – A voz masculina tinha alguma maldade embalada em seu tom.

– Quê isso, cara? – Alice sorriu e revirou os olhos. – Não temos quase nada para dar.

– Ah, vocês têm sim. Não se faça de boba. – Uma mão alcançou o pulso de Alice, a puxando com certa força. Ela gritou e tentou se soltar. Eu poderia ter corrido, dado as costas e ido embora, mas fiquei paralisada. – Pegue a loirinha, Sarge.

Alice ainda estava gritando quando um homem loiro enorme desceu do carro com uma arma nas mãos. Eu jamais esqueceria daquele sorriso torto que ele tinha nos lábios. Assim como o Joker, ele me olhava como se fosse me comer. Senti nojo, mas aquilo não foi o bastante para me fazer correr.

– Fique quieta, bonitinha. – O loiro resmungou enquanto apontava a arma para a minha cabeça. Por mais estranho que aquilo parecesse, senti meu coração disparar. Meus sentimentos eram uma confusão generalizada. – Não quer se machucar, não é?

– N-N-Não. – Gemi enquanto sentia o metal gelado da arma tocando a minha testa. – Por favor, não faça nada conosco. Não m-m-me machuque.

– Oh, meu bem, eu não vou te machucar. – A mão grande dele correu pela minha pele, deslizando do meu rosto até o decote do meu vestido, acariciando a curva dos meus seios médios. Os olhos dele eram enormes e o desejo neles era quase palpável. Senti o choque no momento em que ele enfiou a mão dentro da minha roupa, beliscando os meus mamilos. Não consegui conter as lagrimas e acabei me desfazendo em um choro quase convulsivo.

– Por favor... Por favor... – Sussurrei enquanto o loiro puxava meu vestido, tentando rasga-lo. Eu tentei fazer força para o outro lado, sem saber que aquilo estava o ajudando ainda mais. – A minha prima... Nós não temos dinheiro. Nos deixe ir embora. – As lagrimas já estavam molhando o meu peito. Aquilo doía muito mais do que eu podia imaginar.

– Ah, fique quieta. – Ele gemeu e me deu um tapa forte no rosto. A mão dele era pesada e ardeu a minha pele. Eu caí sobre os meus joelhos e pude sentir a dor emanando por todo o meu corpo. Senti mais uma vez o gosto do sangue na minha boca, mas desta vez eu a tinha mordido com toda a força que tinha. Aquilo estava ficando quase comum para mim. – Você fala demais. É tão irritante. – Senti quando ele puxou o meu casaco, me colocando de pé mais uma vez.

– Vamos logo, Sarge. – O outro cara gritou, o que fez o loiro bufar. Esgueirei o meu olhar e pude ver como Alice já tinha deixado de lutar e era carregada pelo moreno para o carro. – Ou fode logo essa puta aí mesmo.

– Ah, vamos dar um jeito em você. – O homem disse aquilo no meu ouvido, enquanto me puxava para perto. Olhei para baixo enquanto ele desabotoava suas calças. Aquilo não devia ter durado mais que cinco segundos: mas enquanto ele arriava a calça até o meio das coxas, junto com sua cueca, olhei para o meu sangue. A mancha vermelha por sobre a minha meia calça formava um perfeito losango, que escorria lentamente, se desfazendo. – Só me prometa que não vai gritar muito, docinho.

A mão gelada do homem se enfiou debaixo do meu vestido, tentando alcançar a minha calcinha, em vão. Mas, enquanto eu sentia o medo tomar conta de cada parte mínima do meu corpo, um vulto escuro tomou os céus e derrubou o meu algoz.

Eu não vi muita coisa. Caí sobre os meus joelhos e me inclinei, chorando como uma criança que tinha se perdido dos pais. Em uma questão de segundos, o homem loiro que tinha me intimidado de tantas formas, estava no chão, com as mãos amarradas atrás das costas e o nariz ensanguentado.

O imenso vulto negro foi em direção ao segundo homem, que tinha começado a correr, escondendo-se em um dos becos compridos da parte Baixa da cidade. Tentei conter o meu medo, a minha vergonha e todo o meu pesar, mas não consegui. Permaneci exatamente aonde estava, com toda a minha dor, enquanto algo crescia dentro de mim.

Eu não sabia o que era, mas podia senti-la por minhas veias.

– Harleen! – A voz de Alice me despertou do meu choro compulsivo e ela segurou o meu rosto entre suas mãos. – Você tá bem? Olha para mim. – Me perdi dentro dos olhos claros dela, pude ver as lagrimas se formando nos cantos do mesmo. Aquela era a primeira vez que estava vendo Alice demonstrar algum sentimento.

– Alice! – Sussurrei enquanto me apertava contra seu peito. Os dedos dela deslizaram sobre os meus cabelos pálidos. Ela envolveu o meu corpo entre os seus e sussurrou algo, tentando fazer com que eu parasse de chorar e de me contorcer.

– Vai ficar tudo bem. Ele vai dar um jeito nisso... – Alice sussurrou e ergueu a cabeça. Uma sombra escura encobriu nossos corpos e nos fez erguer as cabeças. Lá estava ele. Como uma gárgula gigante, observando, julgando, nos fazendo temer. Os olhos pequenos, escondidos pela máscara não me diziam nada, assim como os lábios inexpressíveis.

– Vocês estão bem? – Ele ergueu a mão enluvada e Alice não hesitou em segurar os dedos daquele misterioso salvador. Vi minha prima se dependurar no ombro do homem que eu acreditava fielmente que era tão louco quanto seu maior inimigo. Ele esticou os dedos para mim também, mas eu não consegui confiar o bastante para esticar a minha mão de volta.

– Estamos bem. – Alice respondeu por mim, mas o olhar do enorme homem mascarado não estava na minha prima, que tinha partes do corpo a mostra. Ele olhava para mim, com aquela inexpressão assustadora.

– Sua amiga está bem? – O morcego balbuciou e olhou para Alice, que tentou me levantar, mas eu também a empurrei. Não queria que ninguém me tocasse, não queria que ninguém se aproximasse de mim.

– Eu estou bem. – Sussurrei enquanto me apoiava em um dos postes para me levantar. Sentia vergonha, medo e algo que me fazia tremer. Respirei fundo e me voltei para o enorme homem morcego. A máscara que escondia seus olhos não escondia aquela expressão congelada. Era um homem. Tão capaz de fazer aquilo que o outro tinha acabado de fazer comigo.

– Garota, por favor. – O morcego insistiu e segurou o meu braço, com certa proteção. Os olhos escondidos brilharam em minha direção. Aqueles dedos tinham acabado de ferir um homem, ainda cheiravam a sangue. – Eu não vou machucar vocês.

Havia muito a dizer, mas não houve tempo, um barulho alto cortou as ruas silenciosas. A sirene da policia fez com que todos saíssem de seus cantos. Pessoas corriam desembestadas, deixando para trás tudo o que podia lhes render um passeio de viatura.

Apenas eu e minha prima ficamos ali, paradas, observando como o carro parou atravessado na imensa avenida. Um policial pulou da viatura, ostentando o seu enorme bigode torto para um dos lados. Ele colocou seu copo de café por sobre o capô do carro. Fez um aceno de cabeça para o Morcego.

– Gordon. – A voz rouca do Morcego soou alta antes que ele sumisse entre os prédios.

Fiquei em silencio observando como ele parecia voar entre as enormes construções. Ele era apenas um homem, dizia para mim mesma. Apenas um homem. O devanio que estava tendo foi interrompido pelo homem do bigode que sorriu para mim enquanto me indicava a viatura.

Aquilo não podia estar acontecendo.

 

| ❖ |

 

– Qual é mesmo o seu nome? – Um policial gordo disse enquanto puxava uma cadeira. Depois de ter passado por uma inspeção medica estranha, lá estava eu, usando roupas achadas no fundo da sala de provas, que cheirava a porra e a mofo. Respirei fundo e ajeitei os óculos em meu rosto.

– Harleen Frances Quinzel. – Disse, pela milésima vez. Ele fingiu anotar, mas estava se importando muito mais com o meu decote do que com a historia que eu pretendia contar.

– Aonde você trabalha? – Ele dividia a atenção entre meus peitos e o papel em que ele fingia anotar

– Arkhan. – Resmunguei sem nenhuma paciência.

– Preciso que me dê um telefone para contato. – Ele abriu um sorriso para mim. Era como se ele estivesse ignorando completamente o fato de um cara ter tentado me estuprar a algumas horas atrás. Cruzei os braços sobre o meu peito e o encarei.

– Você não vai conseguir me comer. – Balbuciei enquanto o olhava. – Não gosto de pouca coisa. E caras de farda não me dão tesão. – Ele ergueu os olhos assustado com o que eu estava falando. – Agora faça seu trabalho direito ou eu serei obrigada a contar para seu chefe que você costuma assediar as mulheres a quem devia prestar socorro.

Depois do meu pequeno chilique, não demorou mais de dois minutos para que o policial fizesse seu trabalho sem mais nenhuma interrupção. Assim que ele terminou de colher as informações, deixou a sala. Respirei fundo e me levantei da cadeira desconfortável.

Alice estava do lado de fora, me esperando impacientemente. Ela estava com uma calça de moletom muito larga para seu corpo e bebia um copo de café. Os pés dela se mexiam loucamente. Ela ia acabar indo embora e me deixando para trás. Teria que pegar um taxi. E iria torcer para não encontra-la chapada quando chegasse em casa.

– Doutora Quinzel. – O comissário bigodudo entrou na pequena sala aonde eu estava. Tinha nas mãos dois copos, me ofereceu um com muita educação. Não vi motivo para não aceitar. – Não coloquei açúcar e nem creme no seu. Não sabia como gostava do seu café.

– Com açúcar e creme. – Sorri de lado. Gordon deu de ombros e se sentou na cadeira que o gordo tinha esquentado para ele.

– Então, queria conversar um pouco com a senhorita. – Ele tentou sorrir, mas não conseguiu. O bigode imenso estava sujo. Aquilo me fez sentir nojo dele.

– Será um prazer ajudar. – Menti. O café estava horrível. Parecia ter sido feito em uma cueca suja.

– Quero que me conte como seu paciente tem se comportado. – Ele bebeu um pouco do seu café. – Não sou só eu que quero saber a quantas anda o Joker, entende? Batman também está interessado. Queremos ter certeza que ele está se recuperando e que não há como ele fugir.

– Ele está em um buraco, Senhor Comissário. – Admiti, estava olhando para o meu café. Era tão escuro quanto os olhos do Joker. – Ele estava muito ferido, cheio de magoas e marcas. Eu não os julgo, não mesmo. – Menti, mais uma vez. – Sei que fazem isso para defender a cidade, mas não me pareceu certo deixa-lo naquele estado em um local tão cruel quanto o Arkhan.

– Ouça-me, doutora. Não deve sentir pena do Joker. Ele não é digno de que sinta nada por ele. – Gordon colocou seu copo sobre a mesa e me encarou. – Estamos estudando os sinais que ele deixou. Batman está certo de que há uma bomba escondida em Gotham. Algo que pode matar muitas pessoas. Queremos que você arranque esta informação dele.

– O que faz você acreditar que ele me diria aonde está uma bomba? Não somos amigos. – Disse, com grosseria. – Ele é meu paciente. Não temos e não teremos nenhuma relação além dessa, comissário. – Ele me olhou, como se eu fosse uma ingrata. – Posso ir embora agora? Eu preciso muito me lavar. É como se aquele homem ainda estivesse se esfregando em mim.

– Temo que não poderá ir para casa agora, doutora. – Gordon respirou fundo e se levantou. – Fiquei responsável por leva-la diretamente para o Arkhan. Quando falei que queremos que você tire essa informação dele, não estávamos brincando.

 

| ❖ |

 

 

– Quinzel, finalmente. – Um dos enfermeiros disse enquanto eu chegava escoltada. Ele olhou com desconfiança para Gordon atrás de mim e sussurrou. – Você está com problemas, garota? Podemos dar um jeito nesse velho rapidinho, sabe disso, não é?

– Eu não tenho o direito de ter problemas desde o dia que assinei o contrato. – Disse enquanto corria até Jones. – O que houve?

– Os médicos querem falar com o Joker, mas ele parece não querer falar com ninguém além de você. – Jones me explicou rapidamente enquanto me seguia no longo caminho até a sala do Joker. – Ele arrancou um pedaço da orelha de um dos enfermeiros.

– Como é que ele fez isso? – Sussurrei enquanto entrava no ultimo corredor.

– Com a boca. – Jones segurou meu pulso. – Tome cuidado, Harleen. Não é só o seu emprego que está em risco.

– O que quer dizer com isso?

– Quero dizer para você fazer seu trabalho bem feito e não deixar que ele te engula.

– Jones, ninguém me engole se eu não quiser. – Sorri. – Agora me dê as chaves da algema dela.

– O que vai fazer, Quinzel?

– Fazê-lo confiar em mim.

 

E foi só o que disse antes de enfiar a mão no longo jaleco de Jones e tirar de lá a pequena chave que mantinha o Joker preso. Caminhei com segurança até a porta.

Respirei fundo.

Eu não tinha nada a perder.



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