História Armageddon - Capítulo 16


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Categorias Filhos do Éden, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Lily Collins, Matthew Daddario, Misha Collins, Nina Dobrev, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters, Supernatural
Personagens Abbadon, Alexander "Alec" Lightwood, Balthazar, Bobby Singer, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Gabriel, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Jody Mills, John Winchester, Lilith, Lilith, Lily Collins, Lúcifer, Magnus Bane, Mary Winchester, Matthew Daddario, Miguel, Misha Collins, Nina Dobrev, Personagens Originais, Raziel, Ruby, Sam Winchester
Tags Apocalipse, Arcanjos, Castiel, Dean Winchester, Filhos Do Éden, Guerra, Katherine Petrova, Lily Collins, Nina Dobrev, Sam Winchester, Shadowhunters, Supernatural
Visualizações 20
Palavras 1.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIII, redefini o rumo da história, e espero que vocês gostem...

( Eu imagino o ator Henry Cavill como Denyel).

Boa leitura 😘❤

Capítulo 16 - XVI


Fanfic / Fanfiction Armageddon - Capítulo 16 - XVI


POV Amélia

Andei até a porta daquele estreito prédio. Eu provavelmente não passaria uma boa impressão, meus cabelos estavam desgrenhados e meus olhos inchados por causa do choro.

Coloquei uma das lâminas menores dentro da jaqueta, eu nao sei se ele e confiavel nem que vá me ajudar.

Respirei fundo algumaa vezes e bati na fria porta de aço, não houve resposta, bati novamente , nada.

Um arrepio percorreu minha espinha. Eu pressentia o perigo se aproximando.

Desisti de bater na porta e apele por gritar.

- DENYEL ? _ Não houve resposta, gritei novamente.

Olho ao redor e nao vejo ninguém na rua, não sei se isso era bom ou ruim.

Ouvi passos vindo em direção a porta, cada vez o barulho ficava mais alto.

Houve barulhos de trancas se abrindo, muitas pelo que eu pude notar.

A porta finalmente se abriu e eu me surpreendi com o que eu vi, não parecia um anjo, muitos menos um anjo de uma casta tao importante, um querubim*, o homem à minha frente era forte, porém descuidado, ele é pouco mais alto que eu, a barba era rala, mas por ser muito escura aparentava maior volume.

Vestia-se de modo informal, calça jeans, cinto de couro, uma camiseta preta e calçava coturnos.

Segurava uma garrafa de long neck, com a cerveja consumida até a metade.

- Que gritaria é essa? Vai acordar os vivos e os mortos.

- Denyel? Você é o Denyel?

- Sim bonitinha, sou eu. Como me encontrou é como sabe quem eu sou?

- Meu nome é Amélia Blackthorne, sou uma caçadora de sombras, Castiel me mandou aqui.

- Aah o doce Castiel, me admira ele ainda estar vivo. O que uma caçadora que comigo?

- Preciso da sua ajuda. _ dito isso ele me olha sugestivo e com um sorriso de lado. Um verdadeiro cafajeste.

- No que eu poderia ajuda-la senhorita? _ ele bebe um gole de cerveja e se escora no batente da porta.

- Eu estou em uma missão.. à mando de Gabriel. _ agora ele tinha uma expressão séria no rosto.

- Eu nao posso te ajudar, Castiel se enganou. _ ele se virou e e ia fechando a porta quando eu a empurrei novamente.

Ele me olhou e revirou os olhos, claramente impaciente.

- Olha moça, eu não sei se sabe mais eu sou um espião, eu trabalho, ou melhor, trabalhei para para Miguel.

- Eu sei disso, e sei também que foi exilado por ajudar um dos soldados de Gabriel.

Ele ficou sério derrepente e me puxou para dentro do prédio fechando a porta em seguida.

- O que pensa que está fazendo? _ falei empurrando ele pra longe de mim.

- Você esta encrencada mesmo hein?

- Não o procuraria se não estivesse...

- Tem anjos atrás de vocês, e eles estão perto.

- Você vai me ajudar ou não? _ ele me olhou e pareceu pensar.

- Por que eu deveria?

- Posso pedir redenção a Gabriel pra você.

- E por que ele faria isso por você? Que garantias teria?

- Gabriel tem grande ... apreço.. por mim. Eu sirvo a ele à dezenas de anos.

- Você não tem toda essa idade garota.

- Eu nasci em 1870, fui escolhida por ele, antes mesmo de nascer.

Ele ficou em silêncio. Outro arrepio passou por mim. O perigo estava perto. Houve um barulho do lado de fora.

- Venha. _ disse ele me puxando escada á baixo. - Espere aqui. Eu já volto. Não faça barulho.

Ele subiu as escadas novamente. Olhei o ambiente ao meu redor, ele se resumia em: um sofá em frente à a uma televisão, com embalagens e latas de cerveja por todos os lados, mais no canto havia uma cama de casal e acima dela havia prateleiras com armas de fogo, e outras cobertas por roupas, aparentemente sujas; mais a frente, uma pia cheia de louças sujas e outra porta que eu deduzi ser o banheiro.

Ouvi uma voz estridente vinda da porta. Yaga*. Uma hashmalin, aliás, uma das mais cruéis e habilidosas soldadas de Miguel.

A porta foi aberta. Barulhos de pessoas conversando ecoaram pelo pequeno local.

Empunhei minha lâmina e deixei minha estela no bolso escondido dentro da jaqueta.

A possibilidade dele me entregar de bandeja a Miguel para ganhar seu perdão era grande. Eu não podia dar bobeira.

A porta foi aberta e fechada logo em seguida. Ele desceu as escadas e eu me preparei para qualquer ataque surpresa, entretanto ele estava sozinho.

- Abaixa isso aí. Ele a já foram embora, é valeu por traze-los até mim.

Guardei a lâmina novamente.

- Se caso eu aceitasse te ajudar, o que eu teria que fazer?

- Me levar até o templo Yamí.

- E quando iríamos?

- Agora. Eu e meus parceiros estávamos a caminho...

- Cadê eles?

- Fomos atacados pouco antes de eu vir ate aqui, Castiel me tirou de lá para que eu prosseguisse, depois disso eu ainda nao tive notícias deles.

- Desculpe minha indelicadeza. _ dito isso ele se jogou no sofá.

- Eu aceito. Se você garante que Gabriel me dará a anistia, eu vou ajudá-la.

- Ok, obrigada. Quando saímos?

- Amanhã cedo. Precisamos ser discretos. Pelo o que eu pude notar, deve ter ate recompensa pela sua cabeça.

Ele se levantou e começou a catar o lixo espalhado.

- Obrigada por nao me entregar para a Yaga.

- Não foi nada. Bem.. você pode dormir na cama, tem toalhas limpas no banheiro.

- Tá bom, obrigada.

Coloquei minha mochila no chão, peguei umas roupas confortaveis e fui para o banheiro.

Havia uma pequena banheira, mas eu optei por tomar meu banho no chuveiro. Me despir e liguei o mesmo. Fiquei longos minutos la dentro. Desliguei o chuveiro, penteei meus cabelos, coloquei uma calça de moletom confortável e uma regata branca.

Sai de lá e me deparei com Denyel "brigando" com a montanha de louças sujas. O ajudei a terminar de lavar. Ele estava fazendo cozinhando alguma coisa, porém eu nao prestava muito atenção, estava perdida em meus pensamentos.

Acabei de arrumar a mesa, fui até minha mochila e peguei meu celular, liguei ele é rezava que tivesse alguma mensagem da Kat ou do Will. Nada, apenas uma mensagem do Sam.

Mensagem on:

Sam: Oi ? Chegaram bem? Como vocês estão?

Mensagem of.

Não o responderia por enquanto. Nao quero preocupa-lo com o que aconteceu hoje.

Desliguei novamente o celular e o guardei.

- A macarronada está pronta. E modéstia a parte e a melhor que você vai comer na sua vida. _ disse Denyel com um ar arrogante.

- Vamos descobrir se seus dotes culinários são tudo isso mesmo.

Foi um jantar calmo e silencioso, e por mais que eu quisesse negar era impossível, a macarronada era mesmo incrível.

Denyel foi tomar banho enquanto eu terminava de lavar as louças do jantar. Terminei e me deitei na cama, fechei os olhos e me concentrei na Katherine. Tinha esperança de sentir alguma coisa, pela nossa ligação parabatai. Não consegui nada. Abri os olhos quando ouvi a porta do banheiro se abrir. Denyel saiu de la só com uma calça de moletom. Ele era realmente lindo, mas o que tinha de bonito, tinha de cafajeste.

- Boa noite. _ disse me virando para o outro lado.

- Boa noite.

Ele apagou as luzes e se deitou também. Passei longos minutos pensando nos últimos acontecimentos e rezando para que Kat estivesse bem, até que o cansaço me dominou e eu apaguei.

POV Dean

Saimos do hotel logo após as meninas e no mesmo dia seguimos para uma caçada, tres desaparecimentos misteriosos. No começo achamos que não seria nada sobrenatural, mas estava estranho demais. Decidimos investigar e ver o que encontramos.

Eu estava ligeiramente irritado, as coisas com a Kat terminaram da pior maneira possivel, mas o que me deixava mais puto era o fato de eu ter me apaixonado feito um adolescente por ela e em tão pouco tempo.

- Olha o que está escrito aqui? _ disse Sam se referindo a uma página na internet. - "Djinn's são criaturas que vivem em lugares abandonados, escuros e afastados. São comparados de certo modo, aos gênios da lâmpada da nossa cultura e podem nos conceder nosso maior desejo." E ainda diz aqui que eles se alimentam do sangue das vítimas. O veneno deles causa um tipo de coma, onde voce fica preso em uma espécie de sonho ou alucinação, uma realidade alternativa onde seus desejos se tornam realidade.

- Acho que achamos nossa criatura. Como se mata isso?

- Não diz aqui.

- Vou liga para o Bobby, ver se ele sabe de alguma coisa.

- Certo, vou mandar uma mensagem pra Amélia, ver se elas chegaram bem.

- Ta. _ aquilo me incomodou, eu queria poder conversar com a Kat, ligar pra ela. Não me sinto assim desde a Liza.

Disquei o número do Bobby e esperei.

LIGAÇÃO ON:

- O que foi agora? _ resmungo do outro lado da chamada.

- Oi pra você também Bobby.

- Desembucha logo Dean, estou ocupado.

- O que voce sabe sobre Djinn?

- Já ouvi falar, por que?

- Preciso saber como matar um.

- Eu nao faço a mínima ideia, vou pesquisar e fazer umas ligações. Ligo quando achar algo.

- Valeu Bobby. Tchau.

LIGAÇÃO OF.

- A Amélia respondeu? _ perguntei como quem não quer nada.

- Han.. nao, ainda não. _ respondeu com um sorriso brincalhão.

- Sei.

Após isso mergulhamos em pilhas e mais pilhas de livros velhos da biblioteca local, tentando achar alguma coisa que nos ajudasse a matar esse "gênio".

Depois de passar horas lendo, decidi dar uma pausa.

- O que encontrou Sam?

- Fiz uma lista de possíveis locais onde eles podem estar.

- Ok, vou dar uma checada em alguns deles.

- Espera, eu vou com você.

- Não. Fica aí, eu vou você está cansado dirigiu o caminho todo até aqui.

- Certeza?

- Sim, fica aí qualquer coisa eu ligo.

- Se achar alguma coisa volta para cá, ainda não sabemos como mata-lo.

- Tá bom. Até logo.

.

.

.


Notas Finais


Estela da Amélia:

https://pin.it/ekNf8M_

A Yaga do livro:

https://goo.gl/images/hdbO8F


Ficaria feliz se vocês comentassem!
❤❤❤❤❤❤


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