História Armagedom (imagine Jimin-BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Personagens Originais
Tags Bts, Imagine, Jimin, Romance, Você
Visualizações 8
Palavras 895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey fãs do BTS!!! Como estão? Espero que bem. Mas enfim, venho trazer para o site o meu primeiro imagine e de coração espero agradar vocês. Deixo claro que esta história e de total autoria minha, tirando os integrantes de Bangtan Boys é claro, mas o resto é tudo fruto da minha imaginação. Ressalto também o aviso que na minha opinião já está mais que obvio: Plagio é crime, então nem pensar em copiar ou inspirar-se nos conteúdos escritos ao decorrer dessa fic okay?

Bom, acho que por enquanto é só. Boa leitura!

Capítulo 1 - Fugindo na calada da noite. (epílogo)


Fanfic / Fanfiction Armagedom (imagine Jimin-BTS) - Capítulo 1 - Fugindo na calada da noite. (epílogo)

Fugindo na calada da noite.

ㅡPai por favor, me fala o que tá acontecendo! ㅡinsisto no assunto mas uma vez. Não consigo encontrar motivos para termos que ir embora na calada da noite assim, sem mais nem menos.

ㅡ Agora não minha filha, ㅡ falou pondo uma pilha de roupas em sua mala sem se imcomodar com a organização delas. Ele estava afobado e parecia que se não agisse logo algo terrível poderia acontecer. Só não consigo compreender o que. ㅡ Quando sairmos daqui eu te explico tudo com calma, mas por enquanto nossa prioridade e partir desta casa o quanto antes.

ㅡ Okay pai, ㅡ me rendi. ㅡ Minhas coisas já estão prontas. ㅡ gesticulo para a bagagem ao meu lado.

ㅡ Ótimo, então nós já podemos ir. ㅡ fecha sua mala e a põe em pé no chão, em seguida vai até a escrivaninha e pega alguns papeis na segunda gaveta. Creio eu que sejam seus documentos. ㅡ Já pegou o indispensável? ㅡ pergunta os guardande em uma pasta e eu faço que sim com a cabeça. ㅡ Tem certeza? Não pode se esquecer da sua indentidade, os registros, certidão de nascimento...

ㅡ Eu sei pai, ㅡ o interrompo. ㅡ Eu já peguei tudo pode ficar tranquilo.

ㅡ Tudo bem, vamos de uma vez. ㅡ passa por mim deixando seu quarto e eu o sigo pelo extenso corredor até chegarmos a escadaria que nos leva ao primeiro andar, descemos, e no momento seguinte já estavámos cruzando o portão de ferro saindo do local.

Ao lado de fora eu me deparo com uma SUV preta estacionada, e um homem moreno de óculos escuros no volante, o mesmo faz uma reverência puxando a aba de seu chapéu para baixo como se estivesse nos cumprimentando. Papai corresponde e caminhamos juntos até o veículo, a porta é aberta e eu entro me sentando no canto ao lado da janela, enquanto isso, papai carrega nossas coisas até a trazeira do carro e as guarda no porta-malas.

ㅡ Tudo certo Gabriel? ㅡ pergunta ao motorista no mesmo instante em que se senta ao meu lado.

ㅡ Tá sim chefia, o jatinho já está pronto e em cerca de 20 minutos nós chegaremos lá. ㅡ Confirma.   A chave é girado na ingnição e de imediato o automóvel é ligado dando a partida.

Começamos a nos locomover, e eu me viro observando a mansão se afastar aos poucos, neste meio tempo papai aprofunda uma conversa com Gabriel mas eu não faço a mínima questão de prestar atenção no assunto, meu foco ainda está em nosso lar sendo deixado para trás. Assim que ele some do meu campo de vista, minha única opção e me indireitar no assento e esperar até que cheguemos ao nosso destino.

Alguns minutos se passam e nós somos surpreendidos por um estrondo no carro, o impacto faz com que eu seja brutalmente impulsionada para frente e imediatamente me viro para buscar saber o que está havendo. Pelo vidro de trás consigo enxergar outro veículo bem a nossa cola e concluo que este foi o causador da minha quase queda.

ㅡ Mas como?! ㅡ papai olha para o que dirige com seu semblante preocupado. ㅡ Pisa fundo Gabriel! ㅡordena e o homem assente afundando o pé no acelerador.

ㅡ O que tá acontecendo pai! ㅡ refaço a pergunta de quando ainda estávamos em nossa casa.

ㅡ Não da para explicar agora minha filha, mas nós estamos sendo persuegidos por gente perigosa então se preocupe em torcer para sairmos disso inlesos, e não no motivo para tudo o que está acontecendo.

ㅡ Okay. ㅡ falo respirando fundo e fecho os olhos pedindo a Deus mentalmente que não consigam nos alcançar. A curiosidade é realmente muito grande, mas devido as condições a única alternativa é ficar calada. Não há nada que eu possa fazer em relação a isto, e creio que interrogar meu pai está longe de resolver este problema em qual nos metemos.

Durante o tempo em que estamos a alta velocidade tentando despistar o sujeito, inesperadamente dois disparos são efetuados, o que consecutivamente me faz ser puxada para a chão do carro. ㅡ não que isso fosse ajudar em alguma coisa. ㅡ E de fato não ajudou. ㅡ Senti uma ardência em meu corpo e levei uma mão até o abdômem pressentindo que fui atingida, assim que olho as pontas dos meus dedos, vejo que as mesmas estão sujas de sangue. Minha intuição diz que vou morrer ali mesmo, nos bancos de trás de uma SUV preta, e sem ao menos saber os motivos que me levaram a isso.

Papai me olha aflito ao ver o intenso vermelho machar minha roupa, e pelo seu estado posso afiamar que ele não tem ideia do que fazer. E como poderia?! Nós estamos no meio de uma perseguição deseperados para salvar nossas vidas, não há como parar isso, a questão é: Ou eu morro, ou o Senhor nos agracia com uma saída de toda esta confusão.

Mas uma vez um estrondo abala nosso carro, e ao contrária de antes o impacto faz com que sejemos arremessados para fora da pista. Adentramos em um matagal, e Gabriel perde a direção não conseguindo mais controlar a volante. Como se isso já não ruim o bastante, o automóvel começa a capotar ladeira a baixo conosco dentro.

Uma... Duas... Três vezes... E tudo se apaga.


Notas Finais


Bom pessoal, por hoje é só e espero de fato ter agradado. Aviso que este capitulo foi curtinho porque é mais um epilogo do que um capitulo em si, as coisas vão começar a esquentar a partir do segundo.

Obs: você não é obrigado a comentar mas que fique claro que os comentários são uma grande ajude para que os autores continuem escrevendo a história.
Parei por aqui e um beijão da Kimffs!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...