História Armi & Fiore - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~RolyPossidoN

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 8
Palavras 1.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha eu aqui pra vcs! Mais um cap na fic obrigada a todos que estão lendo, comentem e favorizem se gostarem. Boa leitura e Bjks!!!😘

Capítulo 2 - Thalía on


Fanfic / Fanfiction Armi & Fiore - Capítulo 2 - Thalía on


Acordei como todas as manhãs de sol. Olhei para a janela onde as flores pareciam como a dona. Completamente desbotada. A coisa estava ficando muito feia. Faz dois messes que meu aluguel está atrasado. Dependo da minha arte e do show aberto desta noite. Me levantei sem me incomodar com meu vizinho adolescente me olhando só de calcinha e blusão. A família dele é legal. As vezes apareço lá para comer alguma coisa de graça sem querer gastar meu dinheiro ou quando não tenho mesmo uma grana. Deixaram meu acesso livre depois que nos conhecemos.

3 meses atrás...

- George, ouvi um barulho vindo lá de baixo – Diz Ana sacudindo seu marido.

- Hum... Não é nada querida, volte a dormir – Diz grogue de sono. O barulho foi mais alto. George pulou da cama sendo obrigado a descer e investigar. Ele desceu a escada com sua esposa logo a trás assustada indo até a cozinha. A porta da geladeira estava aberta com alguns pingos sobre o chão, parecia que um bicho estava a atacando. Ana acende as luzes e um susto apavorou a todos. Seu filho Jhon ouvindo o grito desceu a escada em busca dos pais.

- Mas quem é você?!

- Há! Eu sou Thalía. Eai Jhon? – Cumprimentei e voltei a comer a tigela de cereal. Os pais o olharam estranhamente. Jhon sorriu ao me ver

- Jhon conhece essa moça? – Ana o fez desmanchar o sorriso bobo.

- Ela é nossa vizinha. Eu ajudei ela a cuidar das plantas de seu apartamento, e a convidei para aparecer aqui em casa a qualquer hora – Eles me olharam novamente.

- Há qualquer hora – Disse com meu sorriso sínico erguendo minhas mãos do tipo “Não é culpa minha”

– Bom esse é um péssimo momento para presenciar uma reunião de família. Então acho que vou embora - Passei entre eles iguinorando a cara que faziam ao me estranharem ainda com a tigela de cereal e bebendo o leite direto da caixa.

- Como ela entrou aqui? – Pergunta Ana para George – Nós vamos falar sobre isso agora mocinho!

- Espero uma boa explicação – Eles subiram para conversar com Jhon no quarto dele. A mãe dele estava brava e o pai nem tanto. Eles discutiam de uma forma tranquila, não levantavam a voz. Durante a discussão falavam que Jhon ficaria de castigo por uma semana.

Eu estava encolhida na saída de incendio deles ouvindo os pais de Jhon brigarem com ele. Embora sentir a culpa me pesando também, eu me peguei sorrindo pra isso. Me fez lembrar da minha família. O sentimento de falta vez meu coração despetalar. Sem perceber já chorava como uma criança perdida mas esse momento não durou na minha mente. Lembrei do motivo de sair de casa, isso me fez me levantar daquela sacada e voltar ao meu apartamento empunhando meu dedo para o alto e dizendo fuck a vida. Na manhã seguinte levei uma caixa de cereal e leite novo com um pedido de desculpa. Logo em seguida Jhon apareceu na minha porta com sua mãe me convidando para tomar café com eles. Agora eles são praticamente minha segunda família.

Voltando ao presente. Há Sim. Eu moro sozinha num apartamento bagunçado onde qualquer pessoa pode pegar doença por causa da infiltração ou mofo. Já pus uma vez no jornal a disponibilidade de dividi-lo com alguém. Mas, ninguém quis ficar mais que duas semanas. O bom é que pagaram os dias. Isso me ajudou a me manter por um tempo.

Fui para a cozinha preparar a maquina de café pondo o pó e a água saindo para deixar meu queridinho trabalhar enquanto eu tomava banho, escovava os dentes e ligava a TV. Não passava nada além de assaltos, protestos, e a previsão do tempo e é claro, a movimentação dos mafiosos. Lixo da sociedade. Anjos.. Demônios.. Não sei o que são. Lá fora vivia os monstros liderando a ditadura, as pessoas se preocupando com coisas materiais enquanto eu lutava pra sobreviver no zoológico da minha vida.

Sai do banho inrrolada na toalha, sentei no sofá de couro com uma chicara de café forte e quente terminando de assistir o noticiário sozinha e nua, nem me importava com minhas pernas abertas pois afinal.... Eu estava sozinha.

Mas tarde após me arrumar. Peguei minhas telas pintadas, minha mala de arte e meu banquinho saindo do apartamento. Fazendo o mínimo de barulho para o dono não me cobrar o aluguel. Ele é nojento. Gordo e sempre suado, é dono de um frigorifico, jamais comprarei carne lá, sempre mal educado, o típico cara que fala cuspindo pra piorar. Toda vez que me vê Diz que não tenho futuro e que deveria voltar a morar com meus pais já que não do conta do aluguel e dessa vidinha adulta. Pareço bem jovem para alguém da minha idade, por conta disso ninguém me leva muito a sério dando o direito de não me respeitar também. Para a maioria das ofensas eu rebato outras ignoro.

Estava indo para a praça me encontrar com meus amigos. O ar das ruas estava coberto de sabores e pecados. As padarias já estavam abertas e nas cafeterias com seus aromas de capuchino e croassan. Na calçada viasse as crianças correndo para a escola e algumas de suas mães e pais as levando. Minha mãe nunca foi de me levar a escola, sempre ia com meus irmãos. Parei do outro lado da calçada em frente à escola só para admirar a cena dos pais se despedirem de seus filhos. Acho que vou pintar algo parecido hoje.

 Na praça meus amigos me chamavam. Formamos um lugar fixo para nosso trabalho público. Kalvin e Tina tocavam e cantavam, os dois são casados a 5 anos mas sempre dizem que são eternos amantes. Eles são lindos juntos tem que vê-los dividindo a maconha. Principalmente Tina, além de linda é Afrodite em pessoa, uma ótima conselheira amorosa. As vezes me convidavam para participar da canção. Eles dizem que canto bem mas sou tímida pra essas coisas. Eu ficava perto deles e capturava o son da vibe  e transmitia  nas minhas telas. E não menos importante, é claro o Bumer, nosso vendedor de bijuterias e camisetas de nosso movimento paz e amor. Ele é nosso TUDO, é como um irmão mais velho que nunca tive. Ele consegue reunir a galera para os shows. Ele é muito maluco, as vezes ideias incriveis outras nem tanto. Seu passa tempo é chefe de experimentos, gosta de misturar as ervas como um bar man e criar brisas novas e as vende nos shows que organiza, eu ajudo ele a fabricar as ervas e a fazer as camisetas.

Os músicos atraiam a franquia que em seguida se interessavam também sobre minhas obras e finalizavam comprando coisas na lojinha/carro e casa. Todos saiam ganhando. Por causa deles adquiri clientes. Após terminar o dia de trabalho combinamos de nos encontrar no bar 4 Asas esta noite. As 18:00h voltei para casa, tomei banho e me arrumei para o show.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, comentem! 😘 😄


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