História Arquitetura do Amor - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Amizade, Amor, Diferenças, Família, Futuro, Romance
Visualizações 75
Palavras 3.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


- Boa Leitura!

Capítulo 3 - Mesa para Dois


Fanfic / Fanfiction Arquitetura do Amor - Capítulo 3 - Mesa para Dois

Justin Bieber não era tão tímido quando parecia no dia em que me pediu um emprego, mas parecia uma boa pessoa e era um ótimo profissional mesmo que recém-formado, cometia alguns erros de quem não possuía muita experiência, porém tinha ótimas ideias e uma lábia que convencia não só ao cliente como a mim mesma. Ele sabia lidar até mesmo com Skylar, que tarou tanto o menino ao ponto de perguntar se ele era gay por não chamar ela para sair quando estava na cara o que queria, eu desejei me enfiar em um buraco quando isso aconteceu, mas ele apenas sorriu e disse que não sairia com alguém do trabalho.

— O bonitinho ligou e disse que vai se atrasar hoje porque teve que levar a irmã na escola. – Skylar informou assim que eu coloquei os pés dentro do escritório.

— Tudo bem, ele já havia me avisado sobre isso ontem. – Sorri e coloquei alguns papéis em cima da mesa dela.

— Eu vou precisar sair mais cedo hoje. – Me encarou com olhinhos brilhantes.

— Por isso não está chupando pirulito hoje? – Perguntei com os olhos semicerrados.

— O novato pode chegar tarde, mas eu não posso sair mais cedo? – Ficou brava e eu ri.

— Você está liberada, coisa linda. – Pisquei para ela e fui em direção a minha sala.

Antes de fechar a porta eu pude ouvir o barulho de embalagem sendo aberta e deduzi ser Skylar abrindo um pirulito, rodei os olhos e como se ela pressentisse gritou um "você já me liberou!". Comecei a checar minha agenda mais uma vez para ter certeza do que faria durante o dia; teria de verificar o andamento de uma obra e ir a reunião de uma construtora que estava sempre trabalhando de certa forma comigo, separei tudo o que precisava e tentei organizar minha sala. Faziam duas semanas que estava com Justin e o pobre coitado tinha uma mesa improvisada no canto da minha sala, que estava repleta de folhas que eu havia lhe dado somente por maldade para testar sua paciência, precisaria resolver esse problema também.

— Desculpa a demora, Jazmyn me enlouquece, às vezes. – Alguns minutos depois de eu ter tirado alguns papéis da mesa dele, para diminuir a quantidade de projetos que ele deveria refazer, ele entrou na sala um pouco ofegante como se estivesse correndo segundos atrás.

— Tudo bem, só pegue suas coisas rápido que vamos para uma obra em alguns minutos. – Sorri para ele e escondi as folhas dentro de uma gaveta, para ele não saber que eu poderia ser boazinha demais em algumas ocasiões.

— Skylar pediu para avisar que uma Antonella quer falar com você mais tarde. – Informou e eu revirei os olhos.

— Para de pedir para o Justin me dar recados que você deveria me dar, Skylar Jones! – Gritei e pude ouvir algumas risadas da parte dela. — Obrigada, Justin. – Abaixei o tom de voz e ele deu um sorrisinho tímido como resposta.

Enfiei mais algumas coisas dentro da minha bolsa e ajeitei meu cabelo na sombra da tela do computador enquanto Justin parecia inquieto me esperando, ele era sempre rápido demais e quando eu o mandava se apressar era porque eu precisava de cerca de 30 minutos para estar pronta, já ele estava pronto em 5. Peguei minhas coisas e me levantei para sair sendo acompanhada por ele, que nos últimos dias poderia ser facilmente confundido com a minha sombra.

— Estamos saindo, só devemos voltar perto da hora de fechar o escritório e aí você pode ir embora, tudo bem? – Perguntei ao passar pela morena jogando Candy Crush no celular.

— Sim, senhora! – Debochou e eu apenas fingi não me importar a deixando para trás.

Quando chegamos a obra eu poderia jurar que estava acontecendo a terceira guerra naquele terreno, o que era para ser uma simples reforma parecia uma catástrofe e eu previ todos os problemas que teria de ouvir assim que falasse com o engenheiro. Ajeitei minha roupa, como se aquilo fosse me dar forças para continuar e Justin me ajudou a passar por cima de alguns entulhos já que eu estava de salto alto, essa era uma das vantagens de tê-lo como assistente.

— Onde está o engenheiro? – Perguntei assim que cheguei no que deveria ser a sala.

— Estou aqui? – Gerard, um homem de aproximadamente 40 anos, saiu de trás de uma parede usando um capacete amarelo e segurando algumas folhas enroladas em mãos.

— O que raios aconteceu aqui? – Perguntei olhando em volta.

— Quem é o capataz? – Ironizou olhando para Justin parado bem atrás de mim.

— Esse é Justin Bieber, meu novo assistente. – Apresentei.

— Gerard Lewis, sou engenheiro. – Ele esticou a mão para que Justin apertasse e eu segurei a vontade de rodar os olhos, todos já sabiam qual era a função dele ali.

— Annabelle falou sobre você. – O loiro disse e segurei uma risada, com certeza eu não havia elogiado Gerard, e aquilo soou mais como uma pequena implicância do que qualquer outra coisa.

— Ela deixa você chamar ela de Annabelle? – Gerard perguntou com tom de ironia.

— É que para pessoas como ele eu não preciso cobrar respeito. – Sorri vendo o cara a minha frente ficar sem resposta e Justin fazer um bico segurando a risada. — Preciso que me diga o que está acontecendo aqui, se eu precisar trocar alguma coisa do projeto devo entrar em contato com os proprietários logo. – Interrompi o momento de constrangimento dele e fui direto ao assunto que havia ido tratar.

— Bom, havia uma infiltração que começou no banheiro lá de trás, além do solo está ruim. Tivemos de reforçar tudo em volta da casa e concertar tudo o que o vazamento estragou, os proprietários concordaram em pagar os gastos extras por esses concertos, então não precisa alterar nada no projeto. – Respondeu apertando as folhas entre as mãos.

— Lá em cima, como está? – Apontei para escada que dava ao andar de cima.

— O porão está pronto, só falta entrar os móveis e lá em cima estamos mexendo aos poucos, porque se tivemos mais algum problema aqui no andar principal vamos ter de contatar você e os proprietários. – Explicou e eu assenti.

— Só tome cuidado com os prazos, eles precisam voltar para casa logo. – Disse dando uma olhada em volta e vendo algumas pequenas mudanças no ambiente. — Vou dar uma olhada lá embaixo com o Justin e já falo contigo novamente. – Avisei e puxei meu assistente para o lado de fora.

— Unidade de locação? – Perguntou enquanto nos direcionávamos a entrada independente nos fundos da casa.

— Sim, eles possuem dois filhos e queriam uma renda extra, o porão estava entregue aos ratos. – Falei abrindo a porta nova e adentrando ao espaço vazio depois de descer uma pequena escada. 

— Eu moro num lugar como esse, só que eu sou inquilino do meu próprio pai. – Riu olhando para tudo a sua volta.

— É muito ruim assim? – Perguntei achando graça.

— Meu quarto fica embaixo do dele e eu posso ouvir tudo o que acontece lá. – Ele fez uma careta engraçada.

— Meu Deus, que apavorante! – Gargalhei alto. — Logo assim que me formei eu queria tanto ser independente, que fui morar em um daqueles prédios com aluguel muito barato, meus vizinhos faziam festas todas as noites e todo dia de manhã eu tinha que recolher lixo da frente da minha porta. – Contei enquanto passávamos de um cômodo para o outro.

— Pelo menos era só lixo. – Riu abrindo a porta do closet que ficava em dos quartos.

— Deus e eu sabemos o que tinha naquele lixo. – Falei baixinho e ele balançou a cabeça rindo.

[...]

Sai da sala de reunião e encontrei Justin sentado no sofá com a mão segurando o queixo e uma expressão de quem estava mais do que entediado depois de duas horas e meia tomando um chá de cadeira. Assim que ele me viu se endireitou e levantou vindo em minha direção com um sorriso que demonstrava o quanto ele estava cansado de estar ali me esperando por muito tempo.

— Como foi? – Perguntou me ajudando com algumas pastas que eu segurava.

— Obrigada. – Sorri para ele que só balançou a cabeça como resposta. — Eles queriam a minha opinião sobre os novos investidores já que eu trabalho com eles há bastante tempo e estou sempre enviando clientes, nada demais. – Dei de ombros e acenei para secretária atrás do balcão da recepção.

— Por que não trabalha diretamente com eles? – Me questionou enquanto entrávamos no elevador e quando eu abri a boca para dizer algo ele mesmo se respondeu. — Independência.

— Isso mesmo. – Ri. — Se eles não tivessem uma política tão chata quanto a sigilo, eu entrava com você na reunião, é um cara inteligente, espero não ter que te eliminar do mercado de trabalho algum dia. – Brinquei e ele fingiu estar espantado.

— Como agradecimento pelo elogio, vou te dizer que é o horário do almoço, antes que eu coma seus papéis. – Fez uma careta encarando a própria barriga.

— Ótimo, você dirige, eu preciso falar com Antonella. – Tirei as chaves do meu carro de dentro da bolsa e entreguei a ele que ainda segurava minhas pastas.

A porta do elevador abriu no andar do estacionamento e peguei as pastas das mãos dele para entrarmos no carro. Me endireitei e joguei tudo que estava nas minhas mãos no banco de trás, exceto pela minha bolsa. Justin tentava se identificar com meu carro enquanto eu discava o número da minha irmã que atendeu depois da segunda vez que eu liguei e caiu na caixa postal, ela tinha um sério problema para atender telefonemas.

— Fala. – Ouvi sua voz do outro lado da linha.

— Você que quer falar comigo, não? – Perguntei irônica.

— Conversa com a mamãe, por favor? Ontem eles tiraram minha mesada de novo! – Resmungou e eu bufei do outro lado.

— Antonella, você precisava trabalhar. Você já tem 23 anos, não 13, eu não posso resolver seus problemas pelo resto da minha vida. – Disse irritada.

Toda vez que acontecia alguma coisa com ela, eu resolvia tudo. Antonella era mimada e disso ninguém podia discordar, ela fazia todos darem o que ela quisesse para não ter que lidar com responsabilidade nenhuma.

— Você deu um emprego que poderia ser meu para um desconhecido. – Provocou e minha vontade foi de desligar o telefone e deixá-la lidar com os problemas dela, por pelo menos uma vez na vida, sozinha.

— Cala a boca, Antonella! – Eu gritei e Justin se assustou zigue-zagueando pela pista, mas logo voltou ao normal. — Você vai ficar sozinha dessa vez, eu não vou convencer nossa mãe de nada. Não perturbe a Allana com seus problemas, ela já tem os dela para resolver. – Ligar para ela com outra pessoa do lado não foi uma boa ideia.

— Ótimo! – Gritou e desligou o telefone na minha cara.

Contei até 10 antes de guardar o telefone na minha bolsa novamente e suspirar fundo massageando minhas têmporas. Eu não me envolveria mais nas frescuras dela, porque provavelmente a maior culpada por ela ser daquele jeito era eu mesma com toda minha mania de proteção.

— Podemos parar no próximo restaurante se você quiser. – Justin disse quase sussurrando e eu pensei bem antes de respondê-lo, para não gritar com alguém que não tinha culpa da minha irmã ser uma mala sem alça.

— Por aqui só tem fast-foods, vamos mais para o centro. – Pedi e ele riu me fazendo encara-lo com as sobrancelhas arqueadas.

— Porque não um fast-food? – Perguntou ainda rindo.

— Depois dos 30, tudo o que você come se concentra nas suas coxas e bunda, isso não é uma coisa boa. – Expliquei e ele continuou encarando a estrada rindo de mim.

— E você tem 30 anos, senhorita Jones? – Debochou e eu abri a boca incrédula, eu precisava separa-lo de Skylar.

— Tenho 29, não devo provocar meus organismo. – Respondi ainda não acreditando que ele havia acabado de me zoar.

— Então, você tem um ano para comer o que quiser, vamos almoçar no Mc Donald's. – Disse já virando o carro para o estacionamento de uma das franquias da lanchonete.

— Você está convivendo demais com a Skylar. – Afirmei ao sairmos do carro.

— Por isso mesmo que eu acho que você precisa trocar um daqueles pratos de salada que come todos os dias por um hambúrguer com bastante gordura. – Ele trancou o carro e me entregou a chave de volta.

— Isso não está certo, eu sou vegetariana. – Menti tentando fugir daquela situação.

— Você almoçou filé de peixe ontem. – Riu ao passarmos pela porta.

— Isso não é justo. – Resmunguei.

— Você vai comer como uma pessoa normal hoje, se quiser tem hambúrgueres vegetarianos no cardápio, então vamos almoçar numa mesa para dois no Mc Donald's, senhorita Jones. – Ele pousou uma das mãos nas minhas costas delicadamente e me direcionou para uma mesa com dois lugares num canto vazio do lugar.

— Eu não sei escolher nada aqui. – Confessei e ele sorriu.

— Eu vou escolher por você então, espere aqui. – Disse puxando a cadeira para mim e eu me sentei revirando os olhos.

Quando Justin voltou com um hambúrguer em que eu mal conseguia fechar a boca para morde-lo da forma correta e um copo de refrigerante, eu quis matá-lo, mas depois da primeira mordida eu pude jurar que estava me sentindo até mesmo mais leve. Fazia algum tempo que eu não comia besteiras, então eu realmente já havia me esquecido o quão bom aquilo era, às vezes.

– Quando foi a última vez que comeu algo fora da sua dieta louca? – Ele perguntou limpando a boca com um guardanapo de papel.

— Duas semanas atrás no meu aniversário, minha irmã me deu um bolo de abacaxi com côco que é o meu preferido. – Respondi depois de engolir o que estava mastigando.

— Nossa, você vai engordar assim. – Ironizou e eu fingir estar rindo.

Terminamos de comer nossos lanches e eu tive uma pequena discussão com ele sobre pagar a conta, já que eu havia esquecido que diferente dos restaurantes que eu estava acostumada a comer, você deveria pagar logo quando pedia e ele havia pagado pelo meu. Fui deixada para trás falando sozinha, então cheguei à conclusão que definitivamente eu teria de arrumar um jeito de deixá-lo longe de Skylar, ela não era boa influência para pessoas como Justin.

— Vamos passar num lugar antes de voltarmos para o escritório. – Disse e ele apenas assentiu.

Dessa vez eu dirigi, fomos até um antiquário que conhecia muito bem, por diversas vezes eu levava clientes ali para comprar enfeites para suas casas novas e/ou móveis que eram perfeitos para serem reformados ou usados do jeito que estavam mesmo. O dono já me conhecia e estava sempre ligando quando conseguia coisas novas e que pudesse sugerir em algum projeto novo, eu adorava coisas antigas e nada combinava mais comigo do que um lugar como aquele.

— O que vamos fazer? – Justin perguntou quando entramos na loja repleta de coisas antigas espalhadas por todos os lados.

— Comprar. – Sorri.

— Annabelle, querida! – Um senhorzinho de cabelos grisalhos surgiu de um dos corredores formados por objetos e veio me abraçar.

— Vovô, como está? – Perguntei apertando ele com cuidado em um abraço.

Vovô Hershell não era meu avô de verdade, mas era fácil considerar ele um. Eu o conhecia desde os meus 15 anos, quando comecei a me apaixonar pela arquitetura e a visitar seu antiquário atrás de coisas para por no meu quarto, parte da minha história o incluia.

— Eu estou ótimo, e você? – Ele olhou bem para Justin parado atrás de mim e sorriu ajeitando o óculos em seu rosto.

— Estou bem. – Sorri. — Esse é Justin, meu novo assistente. – Apresentei os dois e Justin o cumprimentou com um aperto de mãos e um sorriso simpático.

— Então esse é o rapaz que me falou? – Vovô disse dando as costas para nós dois e olhou entre suas relíquias.

— Sim.

— Venham por aqui. – Nos chamou com um aceno de mão e seguiu até o final de um corredor onde haviam alguns móveis bem antigos.

Eu olhei bem em volta e encontrei o que procurava no meio de vários móveis de mogno, uma mesinha branca de madeira, com duas gavetas pequenas e alguns rabiscos de caneta na parte de cima. Sorri com algumas lembranças que aquele objeto me trazia e olhei para Justin que parecia não entender muita coisa.

— Essa foi minha primeira mesa de trabalho. – Contei me apoiando na mesma. — Eu a comprei quando estava na faculdade ainda, para usar quando estivesse na casa dos meus pais, quando abri o meu escritório ela foi para lá junto, depois voltou para cá onde eu a comprei pela primeira vez. – Alisei a parte de cima da superfície plana e desenhei com o dedo algumas das linhas rabiscadas nela.

— Ela queria uma de vidro, mas não tinha dinheiro para isso. – Vovô lembrou e eu ri.

— Hoje em dia ela tem uma. – Justin falou sorrindo e me encarando com certa admiração notável por qualquer um, o que me deixou constrangida por alguns segundos.

— Eu vou deixar os dois sozinhos e atender quem chegou. – Hershell disse depois do sino preso a porta soar e saiu andando de volta para entrada.

— De uma maneira ótima você parece que está em um lugar que combina perfeitamente com você aqui. – Justin comentou se encostando na mesa ao meu lado.

— Eu amo coisas antigas e em como elas podem ser transformadas, ou permanecerem ótimas do jeito que estão. – Disse olhando bem para minha mão apoiada sobre a mesa ao lado da de Justin.

— Você é ótima transformando coisas. – Eu o encarei e não pude deixar de sorrir com a maneira como me olhava.

— Bom, eu acho que você merece uma mesa melhor do que aquela que improvisamos. – Mudei de assunto me desencostando do objeto antigo. — Acho também que essa mesa me deu sorte, então pensei em colocá-la no escritório novamente para você usar enquanto estiver comigo. – Disse e Justin pareceu radiante com a ideia.

Isso seria algo que eu faria com Antonella, tinha um valor sentimental muito grande para mim, mas mesmo Justin sendo um aparente desconhecido, eu achei que ele merecia alguma consideração do tipo por ter se demonstrado tão prestativo nos últimos dias que estava trabalhando comigo. Poderia não significar muita coisa para ele, mas eu via um ótimo profissional nele e queria que visse isso também enquanto estivesse no meu escritório, para não aceitar nada que não desse o devido valor que o trabalho dele tinha.

— Eu só aceito se puder dividi-la com você algumas vezes. – Sorriu e eu quis abraçá-lo por ter entendido o que eu queria dizer.

— Podemos sempre ter uma mesa para dois. – O encarei por alguns segundos antes de rirmos ao ouvirmos o sino da porta da frente tocar outra vez.


Notas Finais


Oi mores, tudo bem com vocês?
Eu nem demorei muito, poque eu sou muito boazinha, ainda por cima me empolguei demais nesse capítulo, 3 mil palavras não é o que eu costumo escrever, fiquei até assustada quando acabei de escrevê-lo e vi isso tudo de palavras! kkkkk'
Espero que gostem.
Obrigada pelos comentários e favoritos do capítulo passado. <3
Bjs, Purple.


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