História Arrogant Boss - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Chefe Arrogante, Família, Fanfic, Hentai, Hetero, Jungkook, Ódio, Park, Submissão, Viagem
Visualizações 70
Palavras 1.885
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI MEL DELS, EU VOLTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI JINSUIS, EU NÃO MORRI NÃO ALELUIAAAA
Enfim... agora que dei uma aliviada, mais ou menos, e fiz o combinado: exclui o aviso, e vou começar a atualizar TODAS AS FICS, exceto as OS.
Começarei por essa, que está implorando uma atualização há meses... estou finalizando o capítulo 6, já ><
Saudade de vocês, meu amores!
Beijos da Sra Suga e boa leitura!

Capítulo 5 - Folga


Fanfic / Fanfiction Arrogant Boss - Capítulo 5 - Folga

POV SARA

Eu estou puta. Muito puta.

Queimando de ódio e xingando até a última geração daquele Jeon idiota.

Estou em casa, obviamente. Depois de JiMin ter me ouvido desmaiar ao telefone, todos correram para a sala dele e me encontraram lá, caída. Levaram-me para o hospital, e o médico disse que foi tudo por conta do estresse, que um bom repouso e muita água eram o suficiente.  

Agora, estou “de folga” até quinta, e vamos viajar no domingo. Porque deixei bem claro, iríamos fazer a vistoria, a não ser que ele quisesse admitir na frente de nossos pais que estava brincando de ser o chefe.

O café esfriou há algum tempo na xícara, mas simplesmente não consigo pegar mais, apenas batucando os dedos no tampo do vidro, fazendo barulho e ficando mais puta.

— Se continuar assim, vai acabar tendo um ataque de nervos. — é a voz de JiMin, e nem ela me acalma. Completamente azeda, é o que diria que estou.

— Concordo. — respondo, com voz amarga. — Ah, quer saber? Vou é descer uma.

— Uma o que? — ele ri, assistindo-me levantar.

— Vodka, Tequila, Whisky, o que tiver. — falo, expirando em seguida. — Toma comigo? Preciso relaxar.

— O que foi que ele disse pra você? — perguntou, ainda rindo. — Não é de beber muito, menos ainda isso aí.

— Ele nasceu, é o suficiente. — ando em círculos, massageando minha testa. — Devo ter alguma em algum lugar, Yana me deu uma semana passada… obrigada por voltar comigo, Minnie.

Ele diz que não podia me deixar sozinha, porque eu sou seu bolinho de estimação, e eu coro. Patético? Patético, ainda mais quando se tem vinte anos. Resmungo algo como “você está se achando muito”, sem sentido, sei, e vou buscar as bebidas.

Volto do frigobar com uma garrafa de Daniels, e dois copos de dose. Sento-me ao lado de JiMin, que me observa divertido.

— Me acompanha? — pergunto, ele assente, relaxando no sofá e colocando as mãos atrás da cabeça.

— Nunca achei que viveria pra te ver encher a cara. — ri, me olhando de lado.

— Aish, vira essa boca pra lá, seu doido. Nem é tão mais velho que eu. — só seis anos.

— Assim? — ele vira o rosto na minha direção, e acabamos em pouco centímetros de distância.

É nada para ele, claro, mas para mim, era totalmente desconfortável. Sempre que ficamos próximos assim, eu disfarço, o abraço, me levanto…

Engulo em seco, assentindo — não confiava em minha voz —, e a noite da confraternização me vem à mente. Será que está pensando nisso agora?

— Argh. — murmuro, afastando-me e enchendo nossos copos. Entrego um à ele, que está com um sorriso travesso e digo — Porque me olha como se eu fosse um cordeiro indo pro abate?

— Juro que não te gravo ficando bêbada. — o sorriso fica maior. — Mas não rir, aí já não garanto.

— Não vou ficar bêbada. — e viro de uma vez. Queima minha garganta, e fecho os olhos para não lacrimejar, apertando-os. Tossi duas vezes e JiMin riu.

— Nem vai. — debocha, bebendo metade do dele. — Não vamos voltar pro hospital hoje, vamos?

— O máximo que pode acontecer é eu acabar na cama. — falo, colocando mais. Encosto no sofá, e olho pra ele, então bebo mais um pouco. JiMin umedece os lábios, eu suspiro.— O que foi?

— Nada. — sua voz fica rouca de repente. Deve ser a bebida. — Bem a sua cara capotar.

Viro o resto, e coloco o copinho na mesa, encarando-o, e acabo começando a rir.

Do que, não sei, JiMin pergunta por vezes o motivo do riso, mas não consigo parar para respondê-lo, ele acaba rindo comigo e seguimos assim por um bom tempo, até que quando vejo, estou chorando.

Não sei se é de raiva de JungKook, de tristeza por ele me tratar daquele jeito, se é por YoonGi e nosso “término”, se é pelo próprio JiMin… só sei que minha vida tá uma merda. Sabe, é uma porcaria parar pra pensar e de repente perceber o quão patética é você, a sua vida, a mentira que você cria… puta que pariu, parece que o passatempo preferido das pessoas é me chatear, desde sempre. As garotas na escola, porque não me parecia com elas — tanto intelectualmente quanto fisicamente —, os garotos, porque eu não os deixava fazer o que queriam, as pessoas, porque não sou uma Park de verdade… puta que pariu, velho.

— Sara. — JiMin me sacode. — Sara, para com isso, agora. — ele me abraça. — Porra, Sara, porque você nunca me contou nada disso? — pergunta, e olho pra ele sem entender. É quando percebo: falei tudo em voz alta.

Parabéns, Sara. Mais patético que isso, impossível. Você devia receber um prêmio.

— Aish,  JiMin, esquece isso, tá legal? — peço, com a voz um fiapo. — Só esquece. Argh, mas que merda. Me desculpa, eu só queria colocar pra fora. Mas relaxa, não é nada demais. Nada que eu não possa aguentar.

— Não Sara, isso é muito sério. O YoonGi fez alguma coisa com você? — pergunta, e choro mais ainda. Minha cabeça dói. — Me responde, Sara. Ele não te machucou, não é? — segura meus braços, tenta me fazer olhar pra ele.

— Não, JiMin… YoonGi nunca me faria mal. — fungo. — Ele é incrível. Só que, de novo, eu não fui o suficiente. É só.

— Como assim? Você é demais, Sara…

— A gente acabou. — o interrompo. — Ele sempre amou a Yuri e eu prometi ajudá-lo, assim como ele tentou me ajudar com você. Mas vi que era impossível… e acabamos nos envolvendo. Ele está se resolvendo com ela, vai pedí-la em namoro hoje.

Não consegui mais falar, só chorei.

— Mas é um filho da puta mesmo…

— Não, JiMin. — corto de novo. — Sempre fomos claros um com o outro, nunca tivemos nada sério… nada como um relacionamento, apenas estávamos “juntos”. E bem, fico feliz que pelo menos um de nós… olha, não quero falar disso agora. Eu vou dormir, tá legal? — comecei a me levantar, mas ele me puxou novamente, me puxou para ele e acabei caída em seu colo. JiMin me abraçou.

— Calma. A gente tem muito o que conversar ainda…

— Ai JiMin, eu sou uma patética. — fungo. Ele afaga meus cabelos, e nega. — Sou sim… aish, olha pra mim… — limpei o que restava de minhas lágrimas e suspirei. — Mas, chega de autopiedade. Vou tomar um banho… e é isso.

Ele assentiu, sem o que fazer. Disse-me que estaria aqui quando eu voltasse, e dei-lhe uma última olhadela do alto da escada.

Fui tomar o banho. Tomei-o gelado, para esquecer tudo aquilo. Não demorei muito pela temperatura da água, ao menos, não quanto eu demoraria num banho normal, chorando e chorando.

Quinze minutos depois, vestida e limpa, encontrei a sala vazia. O copo de JiMin estava sobre a mesa, ao lado do meu. A garrafa, intocada, do jeito que deixei.

Abasteci meu copo e dei um gole, procurando por JiMin. A dor de cabeça já começava. Fui para a cozinha,  a procura da caixa de remédios, e foi lá que o encontrei.

Ele acaba de tirar uma lasanha do forno. Era daquelas congeladas, que estavam no meu freezer, mas estava com uma aparência ótima. Salivei, meu estômago roncou.

— Lasanha não combina com Daniels. — observei, ele virou-se para trás, finalmente me notando. Seus olhos se arregalaram por um ou dois segundos, e depois disse:

— Vamos jantar. — ditou, colocando a travessa na mesa e tirando as luvas.

— Não estou com fome. — meu estômago roncou de novo, entregando minha mentira.

— Está sim. — ele sentou, enchendo os dois copos que ali estavam com o que parecia ser suco de laranja.

— Não quero comer. — fiz um bico. — Indigestão, sabe?

— Não quer, mas vai. — sorriu lindamente. — Você ainda não está velha para receber umas boas palmadas, sabia?

— Ah, você vai me bater? — ri, sentando-me. Larguei meu copo na mesa e o encarei, enquanto ele colocava lasanha nos pratos para nós. Havia salada também, e batata palha.

— Até sua bunda ficar vermelha feito um pimentão. — mas foi meu rosto que ficou feito um pimentão. Suspirei, amaldiçoando-me por minha maldade.

— Você é bondoso demais para isso. Vai ficar com dó de me machucar. — assegurei, e bem, era verdade. JiMin nunca deu um grito sequer comigo. Sempre fui seu “bolinho”.

— É? — arqueou uma sobrancelha, e o invejei por isso. Apenas assenti, ele espetou um pedaço de sua lasanha, e levou à minha boca. Mesmo salivando, fiz pirraça e não a abri. O cheiro me embriagava, e mostrava o quanto eu estava faminta. — Vamos, abra a boca, Sara. Você passou o dia todo sem comer, foi pro hospital… vou ficar com raiva se não comer.

Alguns segundos se passaram, ele roçava a lasanha em minha boca e dizia coisas como “deve estar deliciosa, cheia de queijo derretido”, instigando-me.

Eu não queria, mas abri a boca e recebi o pedaço que ele me dava.

Estava mesmo delicioso, e soltei um pequeno gemido de satisfação. Ele abriu um sorriso debochado e disse que sempre tinha razão, ignorei-o e comi mais, quando ele me deu outro pedaço, já que me recusava a comer.

E assim foi, ele me dava um pedaço e comia outro, até que acabou. Bebemos o suco, que descobri ser de maracujá, e de repente eu estava com muito sono.

— Chim, estou com sono. — murmurei e dei um bocejo, ele sorriu, apertando meu nariz.

— Adoro quando me chama assim. — comentou. — Vamos subir, e escovar os dentes antes de deitar.

— Você está me tratando como se eu fosse uma criancinha. — resmunguei, levantando-se. Ele me observou por um bom tempo, o que me deixou envergonhada, e depois disse:

— Porque você está agindo como uma… — sorriu, mas de alguma forma, aquele sorriso não era verdadeiro. Ele engoliu em seco, desviando os olhos de mim. — Vamos?

— Vamos, amanhã eu lavo os pratos.

— Ah, mas vai mesmo. — ele brincou. — Sua preguicinha…

Você ainda não está velho para receber umas boas palmadas, sabia? — o imitei. — Nada de ficar zoando os primos.

— Mas essa é a graça de ter primos. — ele riu. — De que adianta você ter primos, se não enche o saco deles?

Subimos para o banheiro, brincando e ameaçando um ao outro, e fingi que não notei as mãos de JiMin se apoderando de minha cintura. Era uma mania que ele tinha, mas que em muitos momentos, me deixava meio mole.

Eu tentava pensar que era uma coisa inocente e natural, mas era difícil quando se sentia aqueles dedos brincando comigo de uma forma tão gostosa.

A culpa não era de JiMin, eu é que era uma pervertida.

Zombamos um do outro, com nossas bocas cheias de pasta de dente e espuma, e JiMin jogou água em mim, como sempre. Corri um pouquinho atrás dele, mas quando cheguei em minha cama — lugar onde ele estava me esperando tranquilamente —, estava arfante. Desisti de bater nele e me deitei, esperando o coração desacelerar.

— Jagi, se importa se eu dormir aqui? Estou com preguiça de ir pro outro quarto. — ele pede, e prendo a respiração por um instante. JiMin me encara.

— E depois eu que sou a “preguicinha”. — sorrio, mas meu coração afunda. — Pode.

Bagunço seus cabelos, e nos endireitamos na cama. JiMin me deixa descansar a cabeça em seu peito e fecho os olhos quando puxa as cobertas, envolta pelo sono.

Ele beija o topo de minha cabeça, e sorrio, exausta.

— Boa noite… — as palavras se perdem em minha boca, e não ouço sua resposta, pois estou dormindo.

 


Notas Finais


Nem acredito que estou atualizando essa de novo... meu Deus!
E aí? Gostaram? Falem comigo! Deixe aí em baixo, se quiserem, um coment falando o que acharam do cap... altas tretas estão por vir, já adianto <3
Beijoooos da @Sra_Suga! E muitoooo obrigada por estarem aqui!


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