História Artificial love - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Chen, Sehun, Suho
Tags Artificial Love, Chanyeol, Chen, Drama, Exo, Love, Romance, Sehun, Suho
Exibições 86
Palavras 1.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Famí­lia, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


É Hani, minha colega...
#PartiuAltar

Capítulo 8 - Aquele em que caso com Park Chanyeol


Fanfic / Fanfiction Artificial love - Capítulo 8 - Aquele em que caso com Park Chanyeol

(Chanyeol POV)

Que garota insuportável! Só de pensar que teria de conviver com esse cavalo indomável, me dava raiva. Desci as escadas a passos largos e parei no último degrau, me apoiando no corrimão e respirando fundo.

- Por você... É por você, Dahee...

Depois de uns dois minutos respirando fundo, segui pelo jardim, e entrava na casa quando dei de cara com a Sra. Sun na cozinha, junto a empregada, fazendo alguma comida na cozinha.

- Chanyeol... O que houve? Seu rosto está vermelho... está bem, meu querido?

- Sim, estou sim. Vou embora, já está na minha hora.

- Mas já? Hani fez ou disse algo que não gostou? Sei como ela pode ser turrona e grosseira as vezes quando contrariada, mas lhe asseguro que é uma boa garota.

- Não, não foi ela. Realmente tenho que ir. Esqueci que tinha umas coisas pessoais pra fazer e acabei marcando pra hoje.

- Ah, tudo bem então. Obrigada pela visita. Espero que tenha gostado de Hani.

- Sim, gostei. Ela é um pouco difícil a principio, mas nada que com o tempo não passe.

- Sim. Lhe garanto que é uma menina excelente.

- Tenho certeza que sim. E o Sr. Sun? Onde está?

- Na sala, vendo TV. Eu lhe acompanharei.

Na sala, me despedi dos dois. Sr. Sun fez questão de chamar Hani pra que se despedisse, mas insisti que a deixasse. Eles me levaram ao portão e me viram entrar no carro e partir.

No caminho, pensava sobre a revolta dela. Tudo bem que casamento arranjado não é a coisa mais linda e que qualquer um aceitaria fácil, mas não estávamos em condições de escolher. Tentei facilitar as coisas pra ela sendo o mais agradável possível, mas ela conseguiu acabar com a pouca paciência que tenho. Mas... apesar de insuportável, ela é linda. Tem um rosto hipnotizante. Dei muita sorte de poder casar com uma garota linda como ela. E ela é bem difícil... mas nada que eu não possa lhe dar.

- Tenho todas as mulheres que quero e elas nunca me negam. Porque essa vai me negar? - Pensei alto enquanto dirigia. - Mas é bom assim... gosto de desafios. Nada muito fácil tem graça. Você quer brincar, Hani? Então nós vamos brincar.

(Hani POV)

Depois daquela visita, Chanyeol só voltou lá em casa mais duas vezes. Foram visitas bem rápidas e com o mesmo clima tenso entre nós.

Quanto a Jongdae, eu continuava a só falar por celular ou Skype as vezes. Era tão ruim ouvi-lo de longe, não poder toca-lo e beijá-lo, e chorar muito depois por isso. Uma semana antes do meu casamento com Chanyeol, ele se recusou a falar comigo. Estava muito chateado e até brigamos. Ele não entendia que eu não poderia ser egoísta e deixar meus pais de lado quando mais precisavam de mim, ainda que eu tivesse que fazer algo que não queria. Eu não queria, mas ele não compreendia.

Passei aquela semana toda sem comer bem, amuada e chorando pelos cantos. Mamãe me levou pra comprar o vestido e tudo da festa e da decoração da igreja. Ela pedia pra que eu escolhesse as coisas mas acabei deixando tudo ao gosto dela. Aquilo tudo não me importava, era qualquer coisa, menos o casamento que sonhei pra mim.

*Duas semanas e meia depois*

Subimos uma escada não muito grande e paramos na porta. A igreja estava cheia, haviam repórteres na entrada e flashes nos nossos rostos disparavam de todos os lados, perturbando minha visão. Quando finalmente cheguei à porta, um grande caminho de tapete vermelho seguia a nossa frente e no final dele estavam Chanyeol, o coroinha e o padre. 

Respirei fundo e avancei igreja a dentro com papai, enquanto mamãe seguiu pela lateral do templo, indo se por no altar. A medida que me aproximava do altar, vi Chanyeol com o mesmo olhar abobado do primeiro dia que ele me viu. Quando cheguei finalmente ao altar, papai deu minha mão a ele, e ele a beijou e sorriu amplamente, como se estivesse feliz de verdade. Muito diferente do Chanyeol dos últimos dois encontros. Ele se posicionou comigo de frente pro padre e não parava de me olhar.

- O que tá olhando? - Sussurrei pra ele.

- Você... está linda. - Ele sorriu de lado de um jeito tão bonito, que fiquei sem jeito.

- Aish... Cala a boca. - Olhei pra frente, ainda sem jeito.

- rsrsrs... Você não é boa em receber elogios, né?

Não respondi nada.

O padre iniciou a cerimônia, fez uma breve reflexão sobre casamento e depois fomos pra troca das alianças.

- Repita: "Eu, Sun Hani..."

- Eu, Sun Hani...

- "Aceito Park Chanyeol como meu legítimo esposo..."

Nessa hora fiquei olhando Chanyeol, imaginando Jongdae ali e podia jurar que o via na minha frente.

- Hani... - O padre me chamou, me tirando do meu devaneio. - Repita: "Aceito Park Chanyeol como meu legítimo esposo..."

- Aceito... Kim... Ah... digo, Park Chanyeol, como meu legítimo esposo.

Nessa hora, percebi Chanyeol franzir o cenho e fiquei tensa. Repeti toda a frase que o padre pediu, pondo o anel nele. Depois ele repetiu o mesmo comigo.

- Agora vocês são marido e mulher. Pode beijar a noiva.

Chanyeol me olhava como quem esperava permissão e se aproximava de mim lentamente. Eu não sabia o que fazer, então recuei dois passos. Ele me tomou pelos ombros e sussurrou na minha frente :

- Me beije logo ou as pessoas vão ficar nos olhando. 

- Eu não vou te beijar... - Sussurrei também entre os dentes.

- Ah, vai sim! - Ele disse, me puxando pela cintura e selando nossos lábios.

Tentei me afastar, mas ele tomou minha nuca com sua mão direita, enquanto a esquerda tomava minha cintura. Ele fechou os olhos e, devagar, moveu os lábios. Não foi um beijo profundo, mas levou uns longos segundos. Seus lábios eram macios e leves ao toque, e acabei fechando os olhos também. Depois os abri com o susto que tomei dos aplausos pra nós e acordei daqueles segundos que cedi a ele. O afastei e o olhava brava. Ele abriu os olhos e sorriu. Rapidamente me virei pro padre, que nos pediu pra assinarmos uns papéis. 

Na porta, fotógrafos por todo lado, muita gente e punhados de arroz que caiam sobre nós. Eu olhava confusa pra frente, até que lá do outro lado da rua, parado ao lado da moto, estava Jongdae, me olhando sério. Quando nossos olhares se encontraram, meu coração disparou. Ele balançava a cabeça negativamente e desencostou da moto, montando nela e partindo logo em seguida.

Minha vontade era de largar Chanyeol e tudo aquilo, sair correndo atrás de Jongdae e pedir desculpas. Dizer que era ele quem eu amava, que era com ele que queria casar, ser feliz e amar pra sempre. Mas nada pude fazer a não ser deixar uma lágrima cair. Eu olhava perdida pra direção que Jongdae partiu, até que senti meu rosto ser acariciado.

- Ah, você está emocionada... Não chore. rsrs... Você não fica bonita chorando. - Chanyeol me disse, limpando meu rosto e me sorrindo.

- Eu não estou emocionada. - Tirei sua mão de perto do meu rosto e o olhava séria. - Não era pra eu estar aqui...

- E onde era pra você estar?

- Em qualquer lugar, bem longe de você.

Ele me olhou sério, sem parecer entender.

- Mas você está aqui, então trate de sorrir e mostrar ânimo diante dos convidados. Não quero que achem que minha esposa é ranzinza.

- Faça você seu papel de bom moço e me deixe fora desse seu teatro.

- Faça como quiser então. Em casa nos entenderemos. 

Ele continuava sorrindo e saudando a todos. Eu só mantive meu rosto normal e olhava todos que me saudavam, inclinando minha cabeça as vezes.

Dali, fomos pra festa, onde teve ótimas comidas e boa música. Tudo grande e de bom gosto, mas me recusei a me animar, ficando sentada na mesa. A imagem de Jongdae desapontado se repetia na minha cabeça. Foi ridículo posar pra fotos como se fossemos um casal realmente feliz e ainda ter de dançar a valsa dos noivos. Depois de tirar um monte de fotos, estava cansada, só queria dormir.


Notas Finais


Jongdae parece que gosta de se torturar, indo lá pra ver Hani se casar. Eu hein...
Será que ele achou que ela ia desistir e fugir com ele? Porque eu fugiria. xD


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