História Artificial Love - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Bias, Bigbang, Bts, Exo, Kris Wu, Otp12, Wu Yifan
Exibições 14
Palavras 2.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEI FINALMENTE!
Depois de muito tempo, eu finalmente voltei.
Bom vamos as explicações, o previsto foi eu ficar no máximo 2 dias sem internet, mas no final fiquei uma semana e um dia(sim eu contei) e acabou que não deu pra mim postar antes.
E também teve uns problemas, eu escrevo pelo celular, e estava escrevendo pelo Word, mas meu celular começou a bugar tanto que em menos de 5 minutos mexendo eu tinha reiniciar, não podia excluir o aplicativo por causa da história, mas tive que resetar o celular, mas a burra aqui perdeu a história mesmo já tendo conferido um monte de vezes se tinha salvado, enfim perdi toda a história, estava bem no final do capítulo 5 e tinha até o começo de hot que tinha ficado realmente bom, me desanimei totalmente, fiquei sem escrever por alguns dias, e resolvi tentar começar de novo, não gostei muito do resultado mas está aí!
Espero que gostem e me perdoem pelos os erros!
Até lá embaixo.

Capítulo 4 - 4- Fugir


Fanfic / Fanfiction Artificial Love - Capítulo 4 - 4- Fugir

Faltava apenas uma semana para o casamento, e aquele aperto no coração ia crescendo como um monstrinho que tomou proporções gigantescas, era como se o pequeno dragãozinho que todos achavam fofo, virou o mostro e fez jus a sua fama. Todo santo dia era uma luta para levantar da cama, meu corpo não obedecia meus comandos, a única coisa que eu queria fazer era ficar deitada, sem preocupações, sem pessoas, sem nada, apenas eu e Kiara. Nos últimos dias Kiara vem ficando muito inquieta, não ouço sua voz, oque é um alívio já que isso só acontece quando vou ter um dos meus ataques. Bom, muitas coisas aconteceram, e uma delas é que houve um jantar com alguns alfas presentes na casa do meu pai, estava tudo sob controle, até descobrir que meu noivo estaria lá.

Flashback On

“EU NÃO VOU SAIR DAQUI.” gritei pela milésima vez, eu não estava disposta a ir em um jantar somente para conhecer o idiota do “meu noivo”.

“SAI DE SIMA DESSE TELHADO AGORA PARK ZAFIRA.” olho pra baixo e vejo os meninos tentando subir no telhado, solto um riso maléfico, não seria tão ruim se deixasse Kiara assumir o controle? Vejo meu irmão bufar, percebo que falta Kai, provavelmente o único que consegue subir aqui, sinto a presença de mais alguém no telhado, PUTA MERDA.

“Se você não desceu por bem vai ser por mau.” ouço a voz de Kai atrás de mim.

“Nem fudendo velhote.” viro o calcanhar do pé esquerdo, e com o direito tento acertar seu rosto. Infelizmente ele era mais rápido e conseguiu usar os braços para bloquear o golpe, vejo ele se encolher com a força do golpe. Volto a consciência e me afasto rápido, PORRA KIARA NÃO FODE.

“Zafira não precisa disso.” ele diz calmo, suspiro e olho para o céu, parecia tão convidativo, quanto tempo faz que não vôo? Muito tempo. Desisto da ideia de adiar o inevitável, ando até a beirada do telhado. “Oque você vai fazer?” vejo o olhar desesperado de Jongin, sorrio de forma doce. Pego impulso e pulo do telhado, ouço os gritos dos meninos, e ri do desespero alheio, caio em pé e olho pra eles que estavam processando oque acabou de acontecer. Passo por ChanYeol, que não tardou em segurar meu braço com força.

“Não nos obrigue a te acorrentar, se Kiara assumir o controle não me responsabilizo pelos meus atos.” Ele solta meu braço bruscamente e anda em direção a floresta, sinto meus olhos marejarem, respiro fundo e vou me arrumar

Quebra de tempo

Respiro fundo e tento me acalmar, esses saltos estavam me matando, me sentia exposta com um vestido com um decote desse tamanho, a maquiagem estava pesada devido as olheiras, meus cabelos estavam mais compridos que o normal, causando um certo desconforto e calor. Sinto um cheiro familiar se aproximar e sorri, há quanto tempo não sentia esse cheiro inebriante de morango, o cheiro pertencente a pessoa mais sábia que conheço, a pessoa que me ensinou que as pessoas são mais do que aparentam. Finalmente depois de anos iria ver minha mãe, sentia tanto sua falta à ponto de doer no coração, sinto o cheiro de morango se intensificar, ela estava se aproximando, me viro e o sorriso doce que antes repolsava em meus lábios morreu ao ver que o olhar que a mesma carregava era o pior possível; o Superficial. A mulher que sabia ser linda sem qualquer adereço, agora abusava deles para mostrar importância, aquela mulher que atraía olhares somente por sorrir, agora tinha um sorriso mais falso que nota de 6 reais esboçado no rosto coberto por uma maquiagem extremamente forte, seus lábios pintados com o mais escuro roxo carregava um sorriso irônico, ao ver minha reação.

“Zafira, minha filha quanto tempo.” me abraça olhando envolta. “Não dirija a palavra à mim, amenos que eu permita, se esforçe e coloque um sorriso nesse seu rostinho bonito, e não seja esse peso morto que você é por pelo menos hoje.” sussura em meu ouvido, ri irônica e sussuro de volta.

“Se és uma mulher superficial, não dirijiria minha palavra à você nem se minha vida dependesse disso, pode deixar mamãe.” falo fria e desfaço o abraço sorrindo como fazia para todos naquela festa. Me viro e deixo a sucuri procurar outra preza. Vejo uma cabeleira cacheada de longe, ando apressada em sua direção, sorri novamente pela probabilidade de reencontrar minha melhor amiga. Me aproximo e sinto seu cheiro que impressionantemente era de chuva, ela conversava animada com Jimin, que ao me ver ficou tenso, toco o ombro da mais velha que se assusta mas logo vooa em meu pescoço em um abraço apertado, que devo dizer que foi devidamente retribuído. “Senti tanta saudade Zury.” falo com dificuldade devido ao aperto dos braços da maior.

“Quem devia dizer isso sou eu, nunca mais fique muito tempo sem dar notícias vadia.” ouço Jimin limpar a garganta e olho em seus olhos, seu olhar era mais frio que um iceberg, seria difícil penetrar o gelo do coração do meu primo.

“Olá senhorita Park.” reviro os olhos, já disse que odeio formalidades?

“Sem formalidades Jimin, somos primos não precisa disso.” digo com um sorriso doce, que impressionantemente era verdadeiro, seu olhar derrete um pouco mais ainda era frio. “Me disseram que você se casou, quem é o felizardo dono do coração do nosso Jiminnie?” faço uma voz fofa ao falar seu apelido e pela primeira vez desde que cheguei ouço sua risada, ah como eu senti falta dessa risada.

“Na verdade acho que eu que sou o felizardo, Kook é um amorzinho, não sei oque faria sem aquele narigudo.” o gelo já não existia mais, e um sorriso apaixonado banhava seus lábios, sorri com a fala do mais velho.

“Me deve uma pizza.” falo para Zury, e Jimin me olha sem entender e a cacheada resmunga vários palavrões em latim. “Quando éramos pequenos eu e Zury apostamos com quem você iria se casar, eu sabia que você e JungKook eram apaixonados, mas nenhum tinha coragem de se declarar.” explico simplista e vejo o mais velho me olhar incrédulo.

“Park Zafira, você poderia ter me polpado de muitas dúvidas, sabia?” coço a nuca sem graça, provavelmente estava corada, mas estava feliz por ter acertado as coisas com Jimin.

“Desculpa, ele me pediu pra não contar. Mas mudando de assunto, alguém viu meu “Noivo”?"

Quebra de tempo

Graças a Deus a praga do meu futuro marido não veio, mas ainda tive que ficar ao lado de sua família, que felizmente é extremamente divertida, Yezi a mãe dele, me contou muito sobre a personalidade do filho, e também algumas histórias constrangedoras, que obviamente vou usar futuramente, afinal eu amo fazer chantagem. Nesse momento estava ao lado da mesa de docinhos, roubando o máximo que consigo, sinto um cheiro de chocolate se aproximando, era o mesmo cheiro de Sehun mas ainda assim tinha um toque mais amargo. Me viro e vejo uma menina em um terno, se ela pode usar terno porquê eu não posso usar calça?

“Olá senhorita Park.” reviro os olhos, mas ainda surpresa pelo fato de ser um menino.

“Sem formalidades por favor...” faço um sinal com as mãos indicando que deveria se apresentar.

“Xiao Lu, mas pode me chamar de Luhan. Sabe é impressionante encontrar alguém que não me conheça, sou muito famoso na alcatéia central.” percebo um tom convencido em sua voz.

“Na verdade nunca ouvi falar de você. Oque você faz de tão importante para ser conhecido na alcatéia central?” mesmo o cara sendo um babaca estava interessada no assunto...

“Sou conhecido pela minha beleza princesa.” sorriu malicioso e piscou pra mim. Ok, o interesse morreu, o cara é só mais um galinha.

“Não acho que isso seja um reconhecimento digno de um lobo, afinal somos máquinas feitas para aniquilar, então a beleza não vai fazer nenhuma diferença em batalha. Bom tenho que ir Sr. Lu, meu irmão está me chamando.” digo com um sorriso maléfico, não gostei do cara, não vou ser legal com gente babaca. Enquanto me distânciava ouço ele dizer;

“Foi um prazer te conhecer Park.” Sorri mais maléfica que antes.

“Infelizmente não posso dizer o mesmo. Tenha uma boa noite!” me viro e vou até Zury que ouviu a conversa e segurava o riso.

Flashback off

Me lembrar do monstro que minha mãe se tornou doía, mas não doía mais do que o olhar que Chany vem me dando ultimamente, era tão frio que chegava a dar medo, ele com toda a certeza quer retirar Kiara de mim, mal sabe ele que se fizer isso eu morro. Me lembro do babaca de cabelos Castanhos escuros e olhos dourados, ah aqueles olhos, eles conseguiam derreter o gelo no meu coração em segundos, não vou negar que isso me assusta a ponto de temer os mesmos. Me sentia completamente viciada em seu cheiro de eucalipto, me sentia como uma drogada quando não sentia seu cheiro, ou até mesmo ouvia sua voz rouca, meus dias pareciam incompletos sem aquele poste, e isso me assusta, tenho medo de me apaixonar e estragar nossa amizade, mas a pergunta que ronda minha mente esses dias é bem perturbadora.

Será que você já não se apaixonou praga?

Me assusto com a voz de Kiara em minha mente, eu não quero ouvir nada que você tenha a dizer sobre isso Kiara. Me sento devagar, sentia a pressão tão familiar em meu peito, mas o inesperado veio, comecei a tossir, coloco a mão tentando parar de algum modo, mas ao parar me desespero ao ver sangue, muito sangue, meu corpo precisa do remédio. Me levanto da cama e tento não fazer barulho. Tento saber ande se encontram os meninos mas só de tentar aguçar a audição sentia falta de ar, me apoio na parede e vou até a porta, meus olhos marejavam, minha respiração estava tão pesada a ponto de fazer barulho quando inspirava. Abro a porta e vejo a expressão de pavor nos olhos de Sehun, meus olhos pesam e quase desabo no chão, se não fosse pelo loiro a minha frente. Sinto os braços de Sehun me envolverem, eu tentava respirar mas o ar não era suficiente, meu coração batia cada vez mais devagar, eu podia ouvir as vozes dos meninos, mas estava distante, era impossível diferenciar as vozes de cada um. Eram várias frases ao mesmo tempo, minha cabeça parecia que iria explodir.

“LEVEM ELA NO HOSPITAL IDIOTAS.” “ELA TÁ MORRENDO.” “Tenta respirar Zafira, não abandone a gente agora.” “Tranque ela no porão, isso é Kiara assumindo o controle.”

NÃO MORRA AGORA ZAFIRA.

“Eu não consigo mais.” sabia que era Kiara que falava, e sabia os meninos podiam ouvir, mas minha mente não iria conseguir se comunicar normalmente.

VOCÊ CONSEGUE, SE NÃO QUER LUTAR POR VOCÊ, LUTE PELO JUNHOE!

“JUNHOE.” Volto a consciência e vejo que os meninos estão desesperados ligando para a ambulância, olho para o canto da sala e ChanYeol estava lá, sabia que ele era o único que conseguiu escutar a conversa, e sabia que ele poderia me mandar para a jaula que construíram se quisesse. Vejo o mais velho se aproximar e só agora percebi que estava deitada no sofá, meu coração batia cada vez mais devagar, a dor é imensa, mas eu tenho que aguentar, eu vou aguentar. Chany se ajoelha na minha frente, vejo que seus olhos tem um misto de raiva, preocupação e culpa. Tento respirar mais devagar mas doía muito, sem perceber começo a chorar de dor, isso quase nunca aconteceu. “Chany, meu remédio, caixa preta com azul.” digo e vejo o mesmo se levantar e correr para a cozinha, voltando com um remédio e um copo de água nas mãos. Tomo o remédio e sinto o sangue começar a fluir normalmente, a dor começa a desaparecer, e o peso passa aos poucos, sabia que iriam perguntar sobre isso, e tinha plena certeza que devia uma explicação para meu irmão. Vejo os meninos se alcamarem ao verem que eu estava bem, sinto os braços de Sehun me envolverem, e sorri com a preocupação do mais velho, sinto mais braços me envolverem e percebo que a maioria dos meninos me abraçavam, sinto o olhar de ChanYeol sobre mim, ele e Kai foram os únicos que não me abraçaram, mas Kai não tinha motivos para isso, afinal quase matei ele esses dias, agora ChanYeol, meu próprio irmão me olhar friamente é pior que todas as torturas que sofri esses anos todos. Ouço ele pigarrear, fazendo todos prestarem atenção no mais alto.

“Quero que levem a Zafira para a sela, não quero reclamação, quero as correntes presas, e as chaves na minha mão.” nada, nenhuma emoção em sua voz, começo a me debater e tentar me soltar dos braços dos meninos, mas eram muitos, eles não me soltaram, mas também não me levaram para a sela. “Vocês não ouviram? LEVEM ELA AGORA.” Meu choro se tornou alto, aquela sela reviveria todos os meus traumas e lembranças ruins, e eu não estava disposta a isso. Com um pouco mais de força consegui sair dos braços dos meninos, que me olharam com pena, vejo BaekHyun olhar com ódio para meu irmão, e só me restava uma alternativa...



Fugir


Notas Finais




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