História As ameaças de Marcão - Capítulo 1


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Categorias Adam Lambert
Exibições 4
Palavras 832
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo 1


 Júlia era uma moça de 26 anos, grávida de um cara violento que a abandonara após saber da gravidez dela. Ela namorava com ele desde os 24 mas sabia que ele era ciumento mas nunca tinha sido violento com ela até o momento da descoberta.
 - Sua piranha, vagabunda. Você sempre soube que eu não queria um filho. Agora fica aí com essa cara de ordinária.
 - Mas aconteceu, eu também não esperava. Meu sonho era de nos casarmos antes.
 - Agora o que você quer que eu faça? Que eu fique com você de barriga por aí me aporrinhando? Sinto muito mas eu não nasci para cuidar 
de bebê nenhum. Ficar ouvindo chorar toda hora, trocar fralda e tudo mais que vem junto. Acabou. Volta para a casa da sua mãe que é de 
onde você nunca deveria ter saído.
 - Na hora de transar foi bom mas agora na hora da responsabilidade quer pular fora? Nada disso. Você vai me ajudar sim.
 Na mesma hora, ele deu um tapa na cara de Júlia e pegou com força no braço dela mandando ela ir embora
 - Vou sim. Seu grosso e estúpido. Eu vou mas você não vai saber do MEU filho, já que não quer se responsabilizar pelo feito. Ele vai ser só
meu.
 - Pode ir, desgraçada. Vai ser melhor assim.
 Júlia arrumou as malas e nem disse adeus ao partir e ele bateu a porta ao vê - la sair.
 - Já vai tarde.
 Júlia chegou chorando na casa de sua mãe e ela sem entender nada abriu os braços para recebê - la.
 - O que aconteceu? Por que está chorando desse jeito?
 - Mãe. Eu saí da casa do Marcão. Ele me chutou para fora como se eu fosse uma cadela quando contei que estava grávida dele.
 - Meu Deus, minha filha! 
 - Posso voltar a morar aqui?
 - É claro que sim. Aqui sempre foi sua casa também desde que seu pai morreu.
 - Obrigada. 
 O tempo passou e ela conheceu um cara super bacana, Tommy. Ele era um cara sério, trabalhador, honesto e ficou indignado com a história de Júlia.
 - Como você pôde continuar com esse cara sabendo que ele era assim?
 - Ele nunca foi violento comigo mas no dia que ele me bateu eu peguei minhas coisas e saí de lá. Nunca mais o ví. Também não quero saber notícias dele.
 Com o tempo, a barriga cresceu e o bebê nasceu. Era um lindo menino chamado Adam e Tommy ajudava a criar como se fosse dele também. 
 Quando Marcão soube do nascimento, ele ficou com remorso de tê - la abandonado e voltou para procurá - la.
 - Quem é você? Pergunta Tommy ao abrir a porta de sua casa.
 - Eu sou o ex da Júlia e pai do filho dela. Eu queria falar com ela.
 - Ela não está. E não quer saber de você e hoje ela está muito bem comigo.
 - Eu voltarei. Esse filho também é meu e eu tenho direito de vê - lo.
 - Perdeu quando a abandonou grávida. Agora quem cuida dela e desse bebê sou eu. Fui eu quem deu o nome na certidão dele, então eu sou o pai perante a lei.
 - Mas quem fez fui eu. Eu voltarei... Guarde minhas palavras.
 Marcão começou a ameaçar Júlia e Tommy e disse que se ela não voltasse para ele, ela ia se arrepender da pior maneira mas lógico que 
não estavam dando muita importância.
 Um dia, Marcão conseguiu entrar na casa de Júlia e Tommy e Júlia foi surpreendida com Adam nos braços dele e ela desesperada tentou
conversar com ele.
 - Olha como ele é a cara do pai. O pai dele sou eu e não aquele branquelo azedo.
 - Marcão, o que está fazendo aqui? E como conseguiu entrar?
 - Eu vim ver meu filho já que vocês não me deixam ver. Tive que entrar escondido e esperar ele ficar sozinho para poder pegar nos meus 
braços.
 - Pronto! Já viu. Agora pode me dar e ir embora.
 - Calma aí apressadinha. Eu quero curtir nosso filho mais um pouco. Qual é o nome dele?
 - Adam. Disse Júlia tensa.
 - Bom nome. Nome de macho que nem o pai dele. Adão. Vou chamá - lo assim de agora em diante. Vou ir embora mas avise aquele branquelo que voltarei mais vezes para ver nosso filho. E ai dele se não permitir.
 Júlia ficou com muito medo de que ele fizesse alguma besteira com eles ou com Adam mas ele não ia deixá - los em paz tão cedo.
 - Júlia, volta comigo e eu esqueço tudo o que fiz você passar. 
 - Nunca! Você me fez sofrer muito e ainda me largou grávida. Agora que Adam nasceu e eu estou bem resolvida com Tommy você quer voltar? Pensasse antes de me chutar.
 - Ainda vai se arrepender do que acabou de dizer e vai implorar para voltar comigo.



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