História As Aparências Enganam - Capítulo 13


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Cho Chang, Colin Creevey, Córmaco Mclaggen, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Dobby, Draco Malfoy, Fenrir Greyback, Fred Weasley, Gina Weasley, Godric Gryffindor, Gregory Goyle, Gui Weasley, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lino Jordan, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Personagens Originais, Remo Lupin, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Simas Finnigan, Sirius Black, Theodore Nott, Vincent Crabbe
Tags Blauna, Dramione, Gitt, Hansy
Visualizações 73
Palavras 3.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI OI Meus Amores!
~~~ Para começar, quero agradecer aos favoritos e aos comentários, vocês me motivam, vocês me apoiam e me deixam MUITO feliz! ~~~

Gente, mil perdões pela demora para postar, mas está ai mais um capitulo! Espero que entendam a demora e me perdoem, mas o assunto tratado neste capitulo é bem delicado.

Agora sem mais delongas...
BOA LEITURA!

Capítulo 13 - Capitulo XIII - Hermione Riddle - Part. 1


Fanfic / Fanfiction As Aparências Enganam - Capítulo 13 - Capitulo XIII - Hermione Riddle - Part. 1

Capitulo XIII. – Hermione Riddle. - Lady Gaga - Til it Happens To You.

 

Terceiro ano...

 

Fecho os olhos e tudo o que eu vejo são: mãos, toques, risadas, vozes, escuro... Fecho os olhos e tudo o que eu sinto são: nojo, dor, repugnância, tristeza, fraqueza, humilhação, horror. Lembro-me de cada toque, cada risada, cada gesto nojento, cada gosto, cada dor.

 

You tell me it gets better, it gets better in time

You say I'll pull myself together

Pull it together, you'll be fine

Tell me, what the hell do you know? What do you know?

Tell me how the hell could you know? How could you know?

(Você diz que vou me sentir melhor com o passar do tempo

Você me diz que eu vou me recompor

Vou me recompor, que vou ficar bem

Me diga, o que você sabe? o que você sabe?

Me diz como é que você pode saber? Como pode saber?)

 

Estava escuro, já fazia um tempo desde que acordei nesta sala, poderiam ser horas, poderiam ser dias, não sei dizer, mas cada segundo neste lugar é uma eternidade. Estou sem comer ou beber, meus tornozelos doem, envoltos pelas correntes, tento livrar-me delas, mas é impossível, o gelo delas passa a queimar minha pele a cada puxão. De repente a porta se abre e vejo a luz adentar a sala e ilumina-la, pela primeira vez em sei lá quanto tempo aqueles segundos de luz se tornam magníficos aos meus olhos. Quando a porta se fecha desejo continuar a ver a luz do sol, a qual eu nunca dei tanta atenção e que agora vejo como uma brecha de esperança para o horror que cada vez mais se instala dentro de mim. Ouço passos se aproximando e o frio percorre minha espinha.

- Por que está fazendo isso? – sussurrei com a voz embargada. A pessoa sussurra um feitiço e velas se acendem instantaneamente me permitindo ver o rosto de uma pessoa que eu confiava muito.

- Você não precisa saber, pelo menos não agora! – ele disse enigmático. Virou-se e pegou uma bandeja com um prato de comida e um copo de água. Virei o rosto não daria à ele a chance de ver mais uma fraqueza minha para completar sua lista. – Se não comer vai morrer. – completou com um sorriso macabro nos lábios.

- Não estou com fome! – afirmei, mas minha voz me traiu falhando um pouco. Ele sentou-se de frente para mim e riu.

- Você nunca soube mentir para mim. – ele disse, sempre com um sorriso macabro nos lábios. Tocou em minha bochecha acariciando-a de leve, tentei me afastar, mas ele seguro meu rosto e se aproximou. – Tão linda... tão minha. – ele me beijou, tentei afastar-me, novamente, mas ele me puxou para mais perto e enfiou sua língua em minha boca. Empurrei seu peito, mas ele era muito forte então mordi sua língua para me afastar e um gosto metálico inundou minha boca. Ele me soltou, afastando-me bruscamente e, com raiva desferiu um tapa em minha face. – Vadia desgraçada! – ele puxou meu cabelo fazendo minha cabeça pender para trás então me bateu novamente, cuspindo sangue em meu rosto. Quando parou de me bater olhou-me com ódio e disse: - Coma, você precisará ficar forte para o que vem pela frente! – levantou e saiu pela porta.

Lagrimas de ódio inundaram meus olhos e não pude me segurar, chorei de medo, chorei de raiva, chorei de dor e chorei principalmente pela perda de uma das pessoas mais importantes da minha vida, que agora tirara a mascara e dera lugar a um monstro.

'Til It happens to you

You don't know how it feels, how it feels

'Til it happens to you, you won't know, it won't be real

No, it won't real, won't know how it feels

(Até que aconteça com você

Você não sabe como é, como é

Até que aconteça com você, você não saberá, não será real

Não será real, não vai saber como é)

You tell me hold your head up

Hold your head up and be strong

Cause when you fall you gotta get up

You gotta get up and move on

Tell me how the hell could you talk, how could you talk?

'Cause until you walk where I walk

This is no joke

(Você me diz para manter a cabeça erguida

Manter a cabeça erguida e ser forte

Pois quando você cai, precisa levantar

Precisa levantar e seguir em frente

Diga-me como você pode falar isso? Como pode falar isso?

Pois até você andar por onde andei

Isso não é brincadeira.

Não sei o que ele queria comigo e também não queria descobrir, minha missão durante o tempo em que ele não apareceu foi tentar me livrar das malditas correntes que prendiam meus tornozelos, mas foi em vão. Quando a porta voltou a abrir a luz que adentrou não era do sol e sim da lua, pode ser na mesma noite da tarde ou manhã que ele veio me ver pela primeira vez ou pode ser a noite do dia seguinte, nunca saberei ao certo, desta vez junto com a luz da lua pude distinguir duas silhuetas.

- Aqui está, eu disse que eu conseguiria! – a voz do Charlie se fez presente, fazendo os cabelos dá minha nuca se erriçarem.

- Muito bem, garoto! – disse uma voz mais grave. – Muito bem.

- Quem está aí? – perguntei com a voz trêmula ainda não conseguindo ver nem distinguir a segunda sombra.

- Ora, Charlie, não podemos deixar a garota sem enxergar. – repreendeu o outro homem. Charlie ficou em silêncio e segundos depois sussurrou o feitiço que vez as velas se acenderem.

          Olhei para a porta, infelizmente a mesma se encontrava fechada barrando qualquer vestígio da luz da lua. Voltei-me para o homem, nunca o vi, mas seu rosto me era familiar. Ergui a cabeça, não posso deixar que me vejam enfraquecer. Não posso cair. Não posso ser fraca. Tenho que aguentar. Tenho que ter esperança.

Tenho que lutar.

- Por que eu estou aqui? – perguntei firme.

- Quer mesmo saber? – perguntou o homem.

- Se eu não quisesse eu não estaria perguntando. – retruquei travando a mandíbula. Ele cerrou os olhos e desferiu um tapa em minha face.

- Não estou com paciência garota então escute, pois lhe direi apenas uma vez. – ele segurou meu queixo e me olhou com nojo. – Vou usar você contra seu querido papai, ele terá que me dar o que eu desejo para lhe ter de volta. – ele sorriu maldoso.

O plano é ótimo, confesso, mas ele esqueceu de apenas uma coisa para deixa-lo  perfeito, meu pai não liga para mim e se é poder que ele deseja Voldemort nunca trocaria seu poder por uma filha.

'Til it happens to you

You don't know how it feels, how it feels

'Til it happens to you

You won't know, it won't be real

(How could you know?)

No it won't be real

(How could you know?)

Won't know how I feel

(Até que aconteça com você

Você não sabe como é, como é

Até que aconteça com você

Você não saberá, não será real

(Como você pode saber?)

Não, não será real

(Como você pode saber?)

Não vai saber como eu me sinto)

'Til your world burns and crashes

'Til you're at the end, the end of your rope

'Til you're standing in my shoes

I don't wanna hear a thing from you, from you, from you

'Cause you don't know

(Até que o seu mundo queime e se desmorone

Até que você esteja no fim, no fim da sua corda

Até que você esteja no meu lugar

Eu não quero ouvir nada de você, de você, de você

Pois você não sabe)

Fico olhando ao redor, com meus olhos já acostumados com a falta de luz, tentando distinguir algo só para passar o tempo e, quem sabe, eu possa usar algo para me ajudar a me defender ou a fugir. Foi em vão. Toda essa procura foi em vão, pois para o meu horror a sala estava completamente vazia.

A porta se abre novamente deixando a luz iluminar a sala rapidamente, me cegando instantaneamente. Não sei quantas vezes essa porta foi aberta, já até perdi as contas, também não sei quanto tempo eu estou aqui ou que dia é hoje. A única coisa que eu sei é que tudo está escuro e essa escuridão vai aumentando e me engolindo a cada segundo que eu passo neste lugar. A porta se fechou novamente, fazendo com que minha cegueira chegasse ao fim e em questão de segundos eu já podia voltar a ver na escuridão. Uma silhueta era a única coisa além de mim naquela sala.

- Então, senhorita Riddle, já decidiu se vai cooperar ou não? – perguntou uma voz grave. O homem que sempre vinha com o Charlie agora estava sozinho. O que os dois faziam vindo tanto aqui? Simples, eles queriam que eu contasse os planos de meu pai e não importava o que ou o quanto eu disse eles nunca acreditavam que eu nunca nem vi meu pai.

- Já disse que eu não o conheço! – disse irritada. – Eu nem tinha nascido ainda quando ele enfraqueceu e fugiu.

- E como você surgiu? – ele perguntou com um quê de curiosidade na voz.

- Quer que eu conte a história da sementinha para você ou prefere que eu vá direto ao ponto? – perguntei irônica.

- O que? – questionou.

- Nada. – murmurei.

- Não me irrite garota! – bradou com ódio na voz. – Não estou com paciência hoje. – dito isso ele pegou sua varinha e apontou para mim. Como eu sei disso? Porque logo em seguida eu estava deitada no chão berrando e sentindo cada músculo do meu corpo se contorcer, com uma das maldições imperdoáveis. – Crucio! – gritou e a dor se intensificou.

Era sempre assim, já estava me acostumando a sentir aquela dor insuportável e a gritar até perder a voz, pois toda vez que aquela porta se abria eles tentavam me fazer passar informações sobre Voldemort e me torturavam quando eu dizia que não sabia de nada. Parei de gritar quando o feitiço sessou. Uma correnteza gelada abraçou minha espinha quando percebi que o feitiço não voltou a me atingir.

Ouvi seus passos e vi sua silhueta se aproximando, é agora o momento que eu tanto temi. Sempre tive medo da morte, tinha medo de fechar os olhos e nunca mais abri-los, nunca mais enxergar nada a não ser a escuridão, e sei que se dependesse deste homem eu já estaria morta na primeira vez que eu “não colaborei”. Hora de agradecer a Charlie por adiar este momento... Obrigada Charlie ou não.

Seus passos pararam e segundos depois senti suas mãos em meus tornozelos, ele brincou com a corrente que me prendia e riu.

- Como se sentem estando presa? – não respondi. Não porque eu estava com medo ou algo do tipo, mas porque eu não tinha a menor vontade de responder verbalmente. O que eu queria mesmo era respondê-lo com um soco na fuça desse imbecil, mas a situação já estava péssima para o meu lado e machuca-lo não melhoraria em nada. – Tendo correntes lhe prendendo e a deixando a minha mercê. – ele subiu as mãos até o meu joelho e depois até minha coxa.

Ele acariciou minha coxa e subiu até minha virilha, dei um tapa em sua mão e tentei me afastar, mas ele me puxou pelos cabelos e eu cuspi em seu rosto em troca recebi um belo tapa na cara.

- Você vai fazer o que eu quiser e não vai reclamar ou vai ser pior! – ele disse entre dentes. Lágrimas de ódio escorriam pelas minhas bochechas.

Suas mãos voltaram de onde tinham parado e logo ele estava brincando com o elástico da minha calcinha debaixo da saia do meu vestido que ainda estava inteiro, mas com certeza imundo. Aos poucos ele soltou meus cabelos o que me deu chance de me afastar ou pelo menos tentar. Neste meio tempo senti meus pulsos serem presos, pelas correntes que prendiam meus tornozelos, suponho, e meu corpo jogado contra a fria parede de pedra. Gemi de dor. Logo a sala clareou com o feitiço que fez as velas se iluminarem.

- Agora sim veremos se você vai conseguir fazer algo. – ele disse e soltou uma risadinha cínica.

Suas mãos, mais uma vez, voltaram ao trabalho desta vez rasgando minha calcinha para logo em seguida erguer a saia e prender no início do vestido, ficou olhando entre as minhas pernas, seus olhos estavam com um brilho doentio. Chorei. Apenas chorei de medo, de ódio, de vergonha e principalmente nojo.

Ele enfiou minhas mãos no meio das minhas pernas e comecei a me debater de pavor.

- Por favor, não! – solucei. – Por favor, eu faço qualquer coisa.

- Acontece, querida, que não há mais nada que eu queira. – ele riu.

Seu dedo que estava em meu clitóris se mexeu em círculos, fazendo meu estômago se revirar. As lágrimas desciam cada vez mais, enquanto eu me debatia. Ele parou os movimentos, introduzindo seu dedo indicador em minha vagina e me fazendo gritar com a dor de meu hímem se rompendo.

- Grita! Grita mais, é assim que eu gosto! – ele disse rindo e mordendo os lábios.

- Por favor, não! – disse mais alto tentando me soltar das férias correntes que me prendiam.

- Por que? Está tão divertido. – ele retirou o dedo para logo em seguida me penetrar mais uma vez. Eu sentia que a qualquer momento eu poderia vomitar.

Ele ficou colocando e tirando seu dedo dentro de mim com força, enquanto seus olhos se iluminavam cada vez mais com um brilho doentio. Para o meu azar ele passou a brincar com os meus seios, apertando com força o seio esquerdo, com a mão livre, e chupando e mordendo o direito. Era repugnante sentir sua saliva contra minha pele, a cada segundo que se passava eu só conseguia me sentir cada vez mais suja.

- Seus seios são muito pequenos. - queixou-se. – Prefiro grandes. – e deu um tapa ardido no esquerdo. Depois ele trocou: beliscando e batendo no direito e chupando e mordendo o esquerdo. Não sei o que era pior: seu dedo saindo e entrando em mim, seus tapas ardidos ou sentir sua boca em meus seios.

Cansado de brincar só comigo, ele tira a mão livre de meu seio e desce até sua parte baixa, não deu para ver muito bem só tive a certeza do que ele faria quando ouvi o som do zíper de sua calça abrindo, o que me deixou ainda mais apavorada. No começo ele só se masturbou enquanto me olhava. Sua mão subia e descia em seu pênis no mesmo ritmo em que entrava e saía de mim, a cada minuto ele ia aumentando o ritmo e a força, até que eu senti seus dedos ficarem trêmulos, ele gemeu e um líquido esbranquiçado jorrou de seu pênis sujando minha barriga e minhas coxas.

Ele tirou o dedo de mim e com um aceno de varinha soltou meus pulsos e meus tornozelos. Caí de joelhos chorando horrores, mas não deu nem tempo de pensar, pois logo ele me empurrou no chão e puxou minha cintura fazendo minha bunda empinar, quando percebi o que aconteceria o Pânico tomou conta de mim. Empurrei suas mãos em um movimento brusco, fazendo-o se assustar e se afastar por um instante me dando um segundo para engatinhar para longe, o que foi em vão, pois o máximo que eu consegui ir foi umas três engatinhadas antes de sentir meu tornozelo ser puxado por mãos asperas e grossas.

- Não vai escapar sua vadia!- ele disse entredentes e agarrou meus cabelos, enquanto grudava seu corpo no meu. – Assim fica bem mais fácil!

E então, sem avisar, com uma força bruta e uma rapidez dolorida, ele entrou com tudo em mim. Eu gritei. Tudo o que eu sentia estava neste grito: toda minha dor, minha angústia, meu horror, meu nojo, meu tudo. Suas estocadas eram fortes e a cada uma delas ele deva um tapa ardido em minha bunda e puxava meus cabelos. Um tempo depois ele gozou gemendo alto, senti o liquido quente escorrer pelas minhas coxas e tive que me segurar para não vomitar. O aperto em minha cintura se desfez quando ele saiu de dentro de mim e em um momento de loucura e horror tentei engatinhar o mais rapido possivel, o que foi em vão. Já sabia que não daria certo, mas não custava tentar e ainda tinha uma chama de esperança que crepitava fraca, mas acesa, em meu coração.

Meu momento de fuga não durou muito, pois logo ele se recuperou e senti suas mãos asperas e firmes apertarem muinha cintura com força, novamente. Sem duvidas ele era mais forte que eu e com apenas um puxão eu fui de encontro ao chão duro e frio. Ele se pôs sobre meu corpo tentando me imobilisar, mas eu já estava em um nivel elevado de puro pavor e não me deixaria cair sem lutar. Me debati tanto que não sei se eu o chutei ou lhe dei uma cotovelada, só lembro-me de ouvir seu gemido de dor e me vi novamente livre, desta vez me ergui e comecei a correr. Ele tentou me segurar, mas não deu certo o que ele conseguiu fazer foi descer a saia do eu vestido e o rasgar atras.

Em meio a essa corrida de desespero olhei para tras, só para saber o quanto eu ainda tinha chance, e parece que a sorte estava se virando ao meu favor, pois quando me virei eu o vi tentando se levantar, mas ele parecia um pouco tonto o que me daria alguns poucos segundos a mais. Contudo, acho que Merlin me odiava, pois dei de frente com algo duro e frio. Olhei para frente um pouco atordoada pelo impacto e pude distinguir que a coisa dura e frira era na verdade a porta, a porta, para quem sabe, a minha liberdade. Talvez Merlin não me odeie tando assim. Puxei a massaneta e quase chorei de alivio quando a porta se abriu e eu pude sentir a brisa fresca e a luz da lua me iluminando.

Desta vez não olhei para trás eu apenas corri, corri como nunca havia corrido antes. Sentindo meus cabelos e meu vestido esvoaçar por causa do vento, eu só pensava em minha liberdade. Enquanto eu corria, olhava para todos os lados e só via paredes e janelas do castelo e um maldito pânico tomou conta de mim. Não queria paredes, não queria mais ficar presa. Eu queria minha liberdade, queria ver a lua e o céu, queria sentir a gramam em meus pés. Todos esses pensamentos me levaram para os jardins do castelo e finalmente pude sentir a grama, pude ver a lua e o céu, mas também, como uma gota de água em uma panela fervente, pude ver minha liberdade se esvair, quando, nesses segundos preciosos que eu parara para apreciar minha liberdade, ele me alcançou me arrastando novamente para um onde o pavor era o prato principal do almoço e o horror era servido na janta, ambos com uma pitada de nojo.

 

'Til it happens to you

You don't know how I feel, how I feel, how I feel

'Til it happens to you

You won't know, it won't be real

(How could you know?)

No it won't be real

(How could you know?)

Won't know how it feels

(Até que aconteça com você

Você não sabe como é, como é, como é

Até que aconteça com você

Você não saberá, não será real

(Como você pode saber?)

Não, não será real

(Como você pode saber?)

Não vai saber como é)

 

Til it happens you

Happens to you

Happens to you

Happens to you

Happens to you

Happens to you

(How could you know?)

Til it happens you

You won't know how I feel

(Até que aconteça com você

Aconteça com você

Aconteça com você

Aconteça com você

Aconteça com você

Aconteça com você

(Como você pode saber?)

Até que aconteça com você

Você não saberá como eu me sinto)

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LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!! MUITO IMPORTANTE!!!!!


Notas Finais


OI OI de novo!
Quero explicar do porquê escolhi essa musca e esse assunto como tema do capitulo.

~~~~Bom, para começar, estupro é um tema que eu gosto de abordar, mas não é com todos que eu posso falar sobre isso, porque infelizmente ainda vivemos em uma sociedade muito machista. Então, eu decidi colocar o que eu penso sobre isso e tentei me colocar no lugar da vitima e assim saiu esse cap. que demorou muito para escrever, pois graças a Deus eu nunca sofri nem um tipo de abuso ou algo do tipo, por esses motivo também o cap. não saiu perfeito. Espero que entendam o meu ponto de vista e entendam o que eu tentei fazer.
GENTE PELO AMOR DE DEUS! #EstuproNãoÉCulpaDaVitima ~~~~

~~~ Gente se gostaram e quiserem dar sugestões de assuntos como este para eu abordar vou ficar muito feliz, pois é sempre bom expressar o que nós sentimos e eu gosto de falar sobre estes assuntos!
~~~ Fiquem a vontade para deixarem, também, o que vocês pensam sobre esse assunto nos comentários, afinal é sempre bom ouvir/ler a opinião dos outros para renovar um pouco! Se tiverem vergonha de colocar nos comentários, mas mesmo assim quiserem desabafar, me mandem mensagens no privado que ficarei feliz em responder e ajudar no que eu puder!

Espero de coração que tenham gostado!
Desculpem qualquer erro!
Comentem! Qualquer duvidas, criticas, sugestões etc são sempre bem-vindos!
Esse cap foi mais sério, mas prometo amenizar as coisas no próximo!

Bjos Meus Amores!
Até o próximo cap!


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