História As Aventuras Bizarras de um Cavaleiro - Terceiro Arco - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Sonic The Hedgehog, Sonic X
Personagens Amy Rose, Blaze The Cat, Cream the Rabbit, Knuckles the Echidna, Maria Robotnik, Mephiles the Dark, Miles "Tails" Prower, Personagens Originais, Rouge the Bat, Shadow the Hedgehog, Silver the Hedgehog, Sonic The Hedgehog
Tags Amy, Blaze, Cream, Knouge, Knuckles Rouge, Licy, Maria, Natan, Shadaria, Shadow, Silvaze, Silver, Sonamy, Sonic, Tailream, Tails
Visualizações 12
Palavras 2.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá lindos, o cap está mais curto pelo motivo de estar atarefado demais, eu peço desculpas enquanto a isso, agora vamos ao capitulo.

Capítulo 20 - Uma Pausa para Amar


(E agora?)

(Não seria prudente da parte da senhorita ajudar seus amigos?)

(Sim! Vamos Gaia!)

[Licy Point Of View]

-Licy! Vamos juntos! –Exclamava o ouriço negro indo na linha de frente.

-Certo!

Natan invocando uma espada atacou contra a espada do inimigo, me dando tempo para invocar minha garra e roubar todo o metal de sua armadura, o resultado foi agradável, visto que consegui criar minha armadura de batalha quase completa, apenas o elmo faltava. Cius ficou pasmo com a sua situação, sem o metal de sua espada Natan provocou um corte que arrancou sua mão direita. Nada mais me impressionava naquele momento, o guerreiro ainda de pé com sua mão decepada não gritava, não gemia, apenas nos olhava com um grande ódio, não era possível descrever a dureza daquele equidna.

-Vocês vão perecer nas mãos de Soleo, eu sei, eu sei disso. Perecerão! Morrerão nas mãos dele! –Exclamou depois de alguns segundos.

Naquele momento apareceu Dio, com alguns arranhões e uma aura branca ao seu redor.

-Gambler!

O inimigo foi erguido pelo guardião, um gato branco de cartola xadrez negra de branca. Esse segurava seu pescoço com grande força. Dio tinha um semblante alterado do normal, exalava raiva, gotas de suor desciam lentamente sua testa até o pescoço, os dentes trincados mostravam ainda algum controle, controle para não matar o Cius ali enforcado.

-Ele... Onde ele está?!

-Te esperando.... –Disse o outro com muita dificuldade.

A aura branca nesse momento se alavancou de uma forma imensa, cresceu até o alto das árvores, acabou com o fio da vida de seu inimigo destroçando o pescoço, jogou-o longe fazendo um buraco quando bateu em uma das plantas ali presentes. Um rugido de cólera ecoou pela floresta densa daquele local, seus olhos quase vermelhos pela raiva, veias saltando da testa e contrações musculares esbanjavam toda a injuria que lhe possuía.

-Soleo maldito! –Ergueu seu pescoço nesse momento, rugindo para o céu.

Tirei o gato marrom de meu foco quando outro grito interrompeu Dio.

-Dio! –Diana, com as mãos na gola dele olhava fixamente nos olhos dele.

-Saia Diana! –Empurrou o outro, passando assim por ela, virando as costas para a garota.

-Dio! –Ela chamou a atenção do outro, quando o mesmo virou recebeu um chute giratório da garota, mas como e quando ela aprendeu?

O gato foi jogado para o tronco de uma árvore próxima, ossos estalados foram ruídos ouvidos em alto bom tom, quando recobrou o controle de seu corpo cuspiu um pouco de sangue. A ouriça marrom foi até o seu encontro, rapidamente o ergueu segurando em sua gola, quando o maior ficou com os pés no chão a menor tapeou sua cara de uma forma estrondosa.

-Pra quê mata-lo? Pra quê perder o controle? Pra quê quase me bater? Esse descontrole de nervos vai nos prejudicar! Você trate de se recompor ou eu terei de fazer isso da pior forma! –Ela não economizou palavras a fim de orientar o gato maior, todo o seu descontrole e raiva diminuíram de uma forma excepcional, seus olhos agora vermelhos escarlates novamente, os músculos relaxados e suava menos, porém, ele a olhava ofegante com um grande orgulho que tinha que engolir, esse semblante foi desfeito quando recebeu um abraço da menor, palavras saíram da boca dela, nada ouvi.

Senti uma mão no meu ombro, Natan ao meu lado indagava se eu me encontrava bem, o combate pode ter sido curto, porém o custo corporal foi grande. Respondi positivo já que como soldado de infantaria já tinha me acostumado aquela rotina pesada.

-Tem certeza? Você me parece mal, acho melhor descansarmos aqui por enquanto, já cavalgamos demais e ainda tivemos essa luta contra esses assassinos.

-Eu estou bem Natan, é sério. Podemos continuar.

-Silver! Vocês dois! Vamos acampar aqui por enquanto, apenas descanso. –O puxei pelo braço, quase colando nossos rostos, a respiração dele era ofegante, a de todos eu diria, o combate foi realmente puxado, seus olhos fixados nos meus quase me fizeram perder a fala, aqueles orbes negros como o céu escuro eram de encantar.

-Já disse que não, Natan!

-Não se desgaste à toa, eu sei que você quer que isso acabe tanto quanto eu, mas eu não quero correr riscos, não com você na missão. Não conhecemos nosso inimigo muito menos o território em que ele se encontra, todo cuidado é pouco nessas situações. –Dizia ele enquanto analisava toda a situação em que o nosso grupo se encontrava. –Silver! Mande reforços, uma carta será o suficiente.

-Certo, vou fazer.

-Natan... –Sussurrei. –Acho que está se preocupando demais comigo, eu não gosto disso, está achando que não sei me defender? –Arqueei a sobrancelha, nada ele demostrava, típico dele.

-Licy, você é a coisa mais preciosa que tenho, não quero nem imaginar o risco de te perder, não agora, eu quero que viver com você Licy. –Ele colocava as mãos nos meus ombros, fixando os olhos nos meus, aqueles pequenos céus estrelados brincavam comigo de uma maneira que não conseguia para de ver, era viciante, era prazeroso.

Recebi um presente que qualquer donzela apaixonada queria ter, um abraço forte, colava nossos corpos em uma união belíssima e fazendo meu corpo entrar em êxtase, o toque daquele ouriço já era o bastante para me tirar dos eixos, o calor do peito dele cobria meu tronco como um casaco, o seu amor me protegia de qualquer mal como uma armadura, eu apenas conseguia agradecer e abraça-lo também, entrelaçando meus braços nos seus ombros com minhas mãos em seu pescoço, depois de alguns segundo ele colou nossas testas sorrindo com seus orbes fechados.

-Eu te amo Licy. –Falou com um pequeno sorriso em seu rosto.

Nada eu falei, apenas beijei seus lábios doces, um beijo que não foi só por carinho, mas algo mais, pelo nosso próprio Amor, separei e foquei em seus olhos novamente.

-Nunca quero te deixar Natan, nunca. –Respondi, senti que meus olhos brilhavam, fui tirada de meus pensamentos quando aquele ouriço virou o rosto e começou a observar outra coisa. –O que houve Natan?  Algo de errado? –Fisguei o olhar onde ele fixava sua visão.

-Acabei de lembrar que precisamos caçar para conseguir comida. –Ele dizia ainda com o olhar fixa no canto.

-E o que você está olhando?

-Nada, apenas pensando em uma forma de conseguirmos uma caça.

-Diana! –Chamei-a ainda nos braços de Natan.

Ela se virou, sua expressão estava mais calma, um pouco suada, porém bem. Ela caminhou até nós e apenas parou cruzando os braços esperando uma resposta.

-Consegue criar vida com seu Guardião? –Eu tentava sair dos braços dele, entretanto, mesmo focado em um ponto ele retinha sua força que ainda me surpreendia.

-Consigo, animal e vegetal, mas eu creio que preciso tirar a energia do organismo para cria-lo. Nada vem do nada.

-Use essas árvores, elas têm o tronco bastante expeço devem ter bastante energia vital. –Dito isso ela se virou e caminhou sem pressa para as árvores, afinal, elas não sairiam do local onde estavam. Meu foco agora era aquele... grudento. –Da pra me soltar Natan?!

Ele despertou de seu transe longínquo e botou seus olhos aos meus, após alguns segundos ele finalmente me soltou, se sentando de cabeça baixa, uma sombra cobriu seus olhos e um pequeno sorriso dominou os seus lábios. Me sentei ao seu lado, estava um pouco preocupada admito, mas por que ele sorria?

-O que houve Natan? –Pus minha mão sobre seu ombro, me curvando para ver de perto seu rosto.

-Você nunca vai me deixar? –Ele riu soprado. –Idiota! –Riu mais ainda me abraçando.

-É verdade, eu te amo muito Natan. –Falei. O ouriço negro me puxou para perto e me deitei em seu peito, sorri fraco e meu rosto estava ruborizado. –Não acho a melhor hora pra fazermos isso.

-Não vamos fazer nada, deixe a Diana fazer a comida enquanto dormimos, só eu e você.

-E a cabana?

-Ainda é tarde, e além do mais, só precisamos do calor do outro para dormimos.

A situação ali era crítica, meu rosto afundou nos pelos do peito dele de tamanha vergonha que carregava, minha cara esquentou e pude ouvir risos baixos vindos do maior.

-Pare de rir, idiota! –Falei ainda com minha face enterrada no tronco escuro e robusto.

-Você é tão fofa quando está com vergonha. –Me agarrou pela cintura e me trouxe para mais perto. –Deite aqui e durma. –Sussurrou em meu ouvido deitando minha cabeça em seu pescoço, logo abaixo do pescoço.

-Boa noite. –Entre bocejos fechei meus olhos e me encolhi nos seus braços, apesar disso, nada ele falou, também não precisava, nada mais era necessário.

[Dio Point Of View]

Sentei embaixo da árvore em que fui atirado, tocando naquele tronco ainda conseguia sentir o barulho de quando fui jogado. Olhei ao redor e vi que Natan e Licy se abraçavam deitados no chão, ignorei esse fato, afinal minha cabeça doía e minhas pálpebras começaram a desabar. Coloquei uma das mãos sobre o rosto a fim de amenizar a dor, entre tantas dores ela veio, seus passos lentos e leves foram audíveis para minha audição. Se agachando na minha frente, fixou seus orbes nos meus e falou, seu tom estava aflita e preocupada.

-Dio, o que aconteceu? –Ela pendeu a cabeça para a direita.

Como um impulso involuntário, a agarrei e trouxe-a para perto, entrelacei meus braços nos seus, nada ela falou. Com meus olhos fechados apenas senti sua cabeça em meu ombro seguido de alguns suspiros, aquela garota, sabia o porquê de agir dessa forma quando ficava perto dela, mas não conseguiria aceitar nem tão cedo o fato de ter me apaixonado por ela.

-Dio. –Ela se ajeitou, ficando de frente, me olhando nos olhos, meus olhos já tinham sido abertos. –Você me ama?

Aquela pergunta veio à tona, sabia que alguma hora teria de responde-la, era somente questão de tempo, não retinha nenhuma estratégia para escapar daquele assunto, afinal, minha condição não era a natural.

-Eu quero acreditar que não. Mas meu corpo sente o inverso... no fundo eu sinto que preciso de você.

Nada ela falou, se silenciou. A única coisa que fez foi se aproximar do meu rosto e acariciar minha bochecha com a sua, como dois cachorros carinhosos, após, segurou meu rosto graciosamente com suas mãos sedosas, se aproximava de forma lenta e despreocupada, fechou os olhos e abriu uma pequena, pequenina fenda entre seus lábios. Depositara aquele beijo com zelo e graciosidade, segurei sua cintura para colar mais nossos corpos, suas mãos subiram e passearam entre meus pelos da cabeça. A posicionei entre minha cintura, com uma perna de cada lado, a essência que ela retinha mais uma vez me capturava em um estado de êxtase deliberado, nos separamos devagar, um pouco ofegantes, mas tínhamos pequenos sorrisos em nossas faces. Ela ruborizada afogou seu rosto no meu ombro, com uma das mãos afaguei o topo de sua cabeça e com a outra entrelaçava a sua cintura.

-Sim, eu te amo Diana.

Após alguns segundos senti uma parte do meu ombro molhar, a ouriça marrom fungou algumas vezes, ela chorava, afaguei mais sua cabeça a fim de acalma-la.

-Shhh, ta tudo bem Diana, estamos juntos agora.

-Eu não estou triste, eu estou feliz. Não poderia ficar mais feliz que isso... Dio eu te amo tanto... –As lágrimas não paravam de descer.

-Eu também Diana... eu também. –Fechei meus olhos para somente abri-los depois.

Diana Fiet, você conseguiu, eu quero ser seu homem.

[Silver Point Of View]

Sentado em um tronco de árvore, escrevia uma carta de pedido de reforços, sorte que pássaros são abrangentes e podemos usa-los como meio de envio, acabado o processo me levanto e observo toda aquela cena romântica entre aqueles quatro, sorri desengonçado e lembrei da garota a qual fazia isso comigo, pensei naquela gata roxa de olhos dourados e nos bons momentos em que passamos juntos, involuntariamente um sorriso brotou em minha boca.

-Eu vou voltar Blaze, teremos o que queremos juntos... –Pensei alto, me ajeitando para construir uma fogueira e uma pequena cabana, sozinho e quase anoitecendo, tinha de ser rápido.


Notas Finais


Qual o mais fofo? DioDia ou Naticy?


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