História As aventuras de Alice e Marina - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Colegial, Drama, Garotas, Hentai, Historia Original, Lesbianismo, Lesbicas, Meninas Que Se Pegam, Romance, Sexualidade, Yuri
Exibições 36
Palavras 1.678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - As aventuras de Alice e Marina - Colégio


No dia seguinte nos encontramos logo cedo no colégio, agimos de forma comum como duas amigas que sempre fomos... Confesso que fiquei surpresa com a capacidade que a Alice tinha de disfarçar nossos atos amorosos.

Contei para ela minha ideia e ela não protestou... Decidimos seguir meu plano que era simples... Cinco minutos antes do sinal do intervalo bater eu sairia da sala e iria até o banheiro, mandaria uma mensagem para Alice identificando a cabine que estava e então quando o sinal tocasse ela iria direto para lá.

Assim fizemos, sai primeiro e fui até a cabine três do banheiro feminino, enviei uma mensagem para ela dizendo onde estava e ela chegou alguns minutos depois batendo cinco vezes na porta como combinamos, ela entrou no banheiro e eu tranquei a porta sem que ninguém notasse que duas pessoas ocupavam a mesma cabine.

Quando olhei para o rosto de Alice percebi que ela estava assustada, mas seu sorriso era de satisfação, sabíamos que podíamos ser pegas se não fizéssemos as coisas direito, a inspetora dona Silvia era uma mulher muito cruel com as pessoas que quebram as regras, além do mais não queríamos expor nossa intimidade para mais ninguém, mas a adrenalina do perigo nos motivou a agir desta maneira.

-Pronta?

Sussurrei...

Ela balançou a cabeça alegremente acenando positivamente. Ajeitei o cabelo dela levando para longe do pescoço, dei um leve beijo próximo de sua orelha e senti seu corpo arrepiar com meu toque, puxei sua camiseta para cima e encontrei com seus seios médios presos pelo sutiã branco... Como a abertura do sutiã ficava para frente foi ainda mais fácil liberta-los para que então em pudesse me apossar deles.

Ela mantinha os olhos fechados e suspirava timidamente enquanto em desci meus lábios encostasse neles... 

Brinquei com minha língua endurecendo seus mamilos, então abocanhei seu seio direito, ela puxou meu cabelo para ter uma visão melhor da cena, eu chupava e sugava seu seio como se fosse minha única fonte de alimento... Ouvia a respiração dela acelerando pouco a pouco, os suspiros começaram a aparecer com mais intensidade então sentei na tampa do vazo sanitário (que estava fechada, e eu de calça jeans) Ela abriu o zíper de sua caça e desceu até a altura dos joelhos ficando de frente a mim.

Eu entendi que era uma indireta para que me apressasse, então desci minhas mãos passando por sua barriga e ficando no cós da calcinha também branca...

Ela afastou suas pernas deixando que minhas mãos deslizassem livremente por toda sua extremidade... Alisei seu meio ainda com a calcinha, ela segurou na parede com a mão livre enquanto a outra levantava a camiseta...

Esfreguei meus dedos até sentir que o tecido da calcinha branca de Alice estava umedecendo, então afastei o tecido para o lado me concentrei em masturba-la com meus dedos, alisava seu meio indo de um lado para outro e muitas vezes puxava seu clitóris de forma prazerosa, ela afastava o máximo que conseguia suas pernas para que eu pudesse toca-la livremente, então quando senti que ela estava pronta adentrei com o dedo médio em sua vagina, estaquei poucas vezes então prossegui com o segundo dedo, escorreguei facilmente até o fim e enquanto o meu dedo indicador e médio entravam e saiam em um ritmo constante meu polegar roçava levemente em seu clitóris aumentando a fixação...

-Haa...

Ela suspirou enquanto eu metia nela...

-Isso... Mete em mim, mete...

A voz dela era quase inaudível, como se ela estivesse cochichando um segredo...

Ela começou a balançar o quadril tentando aumentar o atrito de minha pele com a dela.

-Huuummm....

Ela parecia um gato miando fino quando está no cio. Eu continuei enfiando nela até meu dedo anelar adentrar sua vagina, agora meus três dedos estavam sendo apertados por ela.

-Aiiii, soca mais, soca...

Ela abaixou sentando no meu colo e aumentando o atrito entre meus dedos e ela...

-Assim... isso,issoisso...

Ela repetia já descontrolada.

-Ai que gostoso...

Eu tapei a boca dela para que ninguém a ouvisse, e continuei meu trabalho, confesso que senti minha vagina umedecer quando a ideia de alguém nos escutar chegou em minha mente, mas não podia ser expulsa do colégio então continuei tapando a boca de Alice para que ela não gritasse como fez em minha casa no último fim de semana...

-Hummm...

Era a única coisa que conseguia escutar dela... Ganhei força para continuar enfiando meus dedos nela, pois neste dia em especial ela parecia resistir mais ao meu toque, e demorou um pouco mais para chegar ao ápice, mas quando senti sua vagina esquentar ainda mais e me sugar para dentro sem o menor respaldo percebi que ela estava quase lá, ela cavalgava em meu colo em cima de minha mão tentando desesperadamente chegar ao orgasmo, eu movimentava meus dedos com rapidez tentando acabar logo... Quando ela sugou meu quarto dedo para dentro apoiei o polegar sem seu meio molhado e impulsionei com toda minha força meus dedos dentro dela, ela ficou cada vez mais apertada e difícil,

-Eu vou... Isso não para que eu vou...

A esta altura do campeonato já tinha me esquecido de tampar sua boca, minha mão livre apoiava com força sua cintura para que o atrito fosse ainda mais intenso...

-Continua... Não para que eu to...Huummm eu toquas...

Ela inclinou o corpo para traz e apertou meus cabelos, rebolou em minha mão algumas vezes antes de entrar em combustão total...

O gozo dela escorreu em minha roupa e eu não tinha a menor ideia de como iria limpar a tempo de voltarmos para a aula.

-Eu adorei.

Ela sussurrou em meus ouvidos, enquanto saia de cima de mim e ajeitava sua roupa... Tirando sua calcinha molhada ela estava apresentável, eu que tinha minha roupa suja com gozo...

Olhei no relógio e percebi que faltavam cinco minutos para voltar a aula.

-Como eu vou sair daqui suja desse jeito?

Perguntei desesperada.

-Calma, espera o sinal tocar e eu digo para a professora que você está com dor de barriga.

Eu odiei a ideia, mas não tinha escolha, tive que esperar até o sinal tocar, fui ao vestiário coloquei minha roupa de ginastica, me perfumei e depois voltei ao banheiro esperando que a professora fosse conferir se minha “dor de barriga” era real...

No final das contas deu tudo certo, voltei mais cedo para casa e esperei que Alice chegasse para me ver, tinha um discurso pronto de como foi humilhante fingir dor de barriga na escola e como ela era insensível por me envolver neste jogo, mas o sorriso dela me fez esquecer tudo e qualquer coisa que tivesse para falar.

-Foi maravilhoso.. Eu me senti tão... viva, desprotegida, amada, desejada... Senti o perigo e ao mesmo tempo a emoção de ter você ali comigo... Eu...

-Muito obrigada.

Ela me beijou tão ferozmente que machuquei meu lábio no atrito, mas não me importei...

-Também me senti feliz...

-Você é a melhor pessoa que já conheci.

Aquelas palavras amoleceram meu coração, eu faria qualquer coisa que ela quisesse para ouvir aquilo novamente...

Tive a infeliz ideia de responder:

-Você sabe que eu te amo, e faria tudo o que você quisesse...

Ela me beijou novamente, nossas línguas dançavam como se estivéssemos valsando e meu corpo já se inclinava para encontrar com o dela... Tirei sua camiseta do colégio e prossegui meus beijos por seu torço...  

-Eu estava pensando...

Ela afastou meu rosto para que pudesse olhar diretamente em seus olhos.

-Você disse que poderia ser do meu jeito.

Infelizmente assenti, eu aceitei fazer o que, quando e como ela quisesse... Foi um momento de desespero, admito, mas não poderia colocar minha palavra e nossa amizade em risco.

-Eu me senti tão excitada com o que fizemos hoje, tão feliz pelo perigo que estive pensando... Poderíamos fazer isto mais vezes.

-Para alguém que queria manter nossa história em segredo você não acha que é uma proposta arriscada?

Ela corou, ficou se jeito, mas me respondeu...

-Bem... Eu sei que é arriscado, mas hoje descobri que o perigo me excita...

-Você sabe que é difícil dizer não para você...

-Então diz sim!

Ela me respondeu empolgada, sua expressão parecia um gato pedinte.

-Será nosso segredo, nosso jogo secreto... Eu quero muito jogar isto com você...

O olhar dela continha tanta expectativa que era quase impossível recusar.

-Você tem ideia de como jogaríamos isto?

Perguntei.

-Não... Acho que quando der vontade... Sei lá...

Ela admitiu.

-Então você quer jogar um jogo sem regras ou especificações?

-Sabe o quanto isso é perigoso?

Eu questionei.

-Então você não quer?

Ela me perguntou. Eu estava prestes a recusar, mas percebi que estava tão excitada com a proposta quanto Alice. Ela se manifestou mais uma vez, completamente empolgada.

-Vamos combinar assim... Quando e onde a outra quiser é obrigada a fazer... Claro que de forma que ninguém descubra, mas mesmo assim é obrigada..

-Como assim?

Eu perguntei.

-Vamos supor... No ônibus... Você é obrigada a fazer o que eu quiser no ônibus, mas não podemos ser pegas, por este motivo encontraremos uma solução... Tipo descer do ônibus e encontrar um outro vazio... Algo do tipo...

- Acho que pode funcionar.

Ela me beijou novamente.

-Desde o intervalo....

Ela disse tímida:

- Eu quero que alguém veja você metendo em mim...

Ela tirou o sutiã e deitou na cama, afastando as pernas.

-é uma fantasia... Alguém me ver com você...

Eu sorri com a loucura, mas ao mesmo tempo me senti tentada a fazer o que ela estava me propondo...

-Você quer gozar em público?

Ela sorriu com uma expressão maliciosa no olhar.

-Você me faria gozar na frente de alguém?

-Eu faço o que você quiser...

Ela sorriu...

- Estou molhada só de imaginar...

Ela desceu minha mão até seu meio para que eu pudesse conferir a urgência de seu pedido...

Pensei em como seria divertido que alguém nos visse daquela maneira então topei sem titubear.

-Eu vou te levar para o parque no centro da cidade, acho que esta hora não tem muita gente lá. Ai seremos só eu você e os espectadores... 



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