História As Aventuras de Hyuna - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias 4Minute
Personagens Ga Yoon, Hyun A, Ji Yoon
Tags Ahga
Exibições 17
Palavras 1.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpa a demora gente, eu sei q demorei,
mas pensem bem a ultima vez q postei foi semana passada, então to dentro do meu prazo

Capítulo 21 - Capítulo 21


PoV Gayoon 

 

    Acordei com Hyuna mexendo em meu cabelo, ela estava deitada ao meu lado, me olhando. Por alguns segundos pude notar um olhar apreensivo, mas depois lá estava aquele olhar amoroso dela. 

    — Vamos? Seohyun já veio nos chamar para comermos e Jiyoon já desceu. - espreguicei-me e ela deu uma risadinha, se sentou ao meu lado e arrumou meu cabelo. - Pronto, bem melhor assim. E uma coisa, moça, nada de dares trela pra essa tal de Yuri, ouviste? Se não tu vais dormir no chão. - disse Hyuna fazendo bico. Isso explicava aquela agressividade de mais cedo. Puxei o rosto dela e dei um beijo, bem tranquilo. Um beijo ainda carregado de saudade do tempo que estivemos longe. 

    Descemos e sentamos com Jiyoon que estava acompanhada de uma moça parecida com as duas donas do local. 

    — Meninas, essa é Yoona. Irmã da Yuri e da Seohyun. Estávamos conversando sobre os negócios. - nos cumprimentamos, mas logo Yoona saiu. E Seohyun trouxe os pratos. Tanto tempo fazia que não comíamos algo assim, talvez fosse o próprio lugar que estivesse causando um gosto diferente a comida. Porque estávamos em um lugar aconchegante e não no meio da floresta, com ar frio vindo de todos os lados. Comemos em silêncio, e nisso percebi que todas estávamos com essa mesma sensação. Mesmo que não tivéssemos uma casa, nem um lar, estar em uma cidade era o que tínhamos mais próximo de uma casa. 

    Depois de almoçarmos, era a hora de irmos as compras. As tão necessárias compras. Contudo, por ter visto tanto Jiyoon quanto Hyuna afobadas sem saber para onde ir, já tinha me deixado claro que naquela cidade, elas eram duas crianças e eu a mãe. Antes de sairmos da estalagem, tive que fazer uma lista de compras, embora fossem poucas coisas: 

    Espadas 

    Arcos 

    Facas 

    Roupas 

    Selas 

    Ao passar pela porta da estalagem, eu agradeci por nunca ter tido filhos, porque eu não aguentaria ficar de babá dos meus filhos e delas, igual estavam naquele momento. Mas eu tenho que admitir, o brilho nos olhos de Hyuna me alegrava. Vê-la tão verdadeiramente feliz me deixava feliz também. Então saímos de lá, em direção a loja que fosse mais próxima. Andávamos de braços dados, comigo no meio, assim era mais fácil controlar as duas. Não muito longe da estalagem, havia uma loja de acessórios em madeira. Ao entrar, elas se soltaram dos meus braços e ficavam encarando os arcos, querendo tocar mas ao mesmo tempo sabendo que não deveriam. Isso era engraçado. 

    — Vejo que tenho freguesas, belas freguesas, devo ressaltar. - disse um rapaz olhando para Hyuna, que ficou constrangida com o comentário, mas ao olhar para mim ela retomou a pose. 

    — Estamos procurando por arcos, os melhores que tiver. 

    — Dama, não é assim que funciona aqui. Quem cria o arco, no caso eu, Lee Joon, tem que conhecer o freguês, no caso, vocês. Porque um arco só alcança o ápice de sua capacidade, quando encontra um arqueiro que tenha o mesmo espírito dele. Do que adianta dar uma faca para uma criança comer, se ela nem consegue cortar a comida? É a mesma coisa. Sem contar que se não sabes manejar, isso pode se virar contra ti, assim como a criança com a faca. Vamos, subam, que eu estava preparando um chá, aí podemos conversar. - o jeito que ele falava, fazia sentido, mas por eu ser ruim com arco, sentia como se ali não fosse para mim, e que eu não deveria subir - Ei, a moça parada ao pé da porta também, vamos, vamos - disse fazendo um sinal para o seguir. 

    O andar de cima era onde ele morava, ou pelo menos passava a maior parte do tempo. Simples mas confortável, todos os móveis em madeira impecável, com desenhos bem detalhados. Uma casa simples, mas de uma simplicidade muito bela. Sentamos a mesa, que ficava na própria cozinha. 

    — Vejo que temos duas grandes arqueiras e uma aprendiz, estou certo? 

    — Wow! Fantastic, baby! Ele é realmente bom. - dizia Jiyoon visivelmente empolgada - a Hyuna é uma grande arqueira, se duvidar o primeiro brinquedo dela foi um arco e flecha - deu uma risada como se fosse a piada mais engraçada do mundo - eu consigo me virar bem, mas a Gayoon… ela ainda está aprendendo. - Lee Joon servia-nos o chá. 

    — Aprendizes geralmente tem as mesmas dificuldades, o vento! Ei, Gayoon-ssi, se serve de consolo, eu não consigo lançar uma flecha sem causar alguma confusão, ou me deixar embaraçado. - ele piscou para mim e eu sorri constrangida - Eu não uso arco, só os produzo, mas acho que tenho uma nova construção que talvez possa ser mais útil para ti do que um arco. 

    — Tem algo que se assemelha ao arco? - Hyuna perguntou curiosa. Ele apenas assentiu. Ficamos boas horas conversando ali, sobre coisas simples, nem parecia que estávamos ali para comprar e sim para visitar um parente que a muito tempo não víamos. Quando saímos de lá ele disse que nossas encomendas estariam prontas na noite seguinte. 

    Continuamos andando e conversando, Hyuna e Jiyoon já estavam mais controladas, talvez por já ter passado a afobação. Mas estavam tranquilas e isso que importava. Depois de andarmos por algumas ruelas bem movimentadas, chegamos em frente a uma loja de roupas. Parecia uma loja abandonada por fora. Mas ao adentrar, pudemos ver um local muito arrumado. Sabe aquelas história de nunca julgue um livro pela capa? Nessa hora fez total sentido para mim. 

    — Appa! Temos clientes! Venha logo! - gritou um rapaz que nem havíamos notado, ele estava sentado entre algumas roupas, isso nos assustou, e Jiyoon e Hyuna ficaram encarando o rapaz, se ele fizesse alguma coisa brusca, provavelmente seria seu último movimento, pois Hyuna já estáva com a mão preparada para puxar a espada e Jiyoon, que estava mais próxima de mim, já ficava aos poucos a minha frente, para o caso dele vir na minha direção. Mas logo um senhor veio falar conosco, seguido de sua esposa. 

    — Sejam bem-vidas! Espero que meu filho não tenha as assustado - ele lançou um olhar ameaçador para o rapaz depois que notou como estávamos em relação ao filho dele - Estavas dormindo entre as roupas de novo, Suga? - deu um tapa na cabeça do rapaz e isso foi o suficiente para ele desfazer o olhar frio e dar um risinho - Isso quer dizer que eu ganhei, então durante uma semana tu fazes as nossas refeições, tua mãe gostará de ouvir isso. Aliás, chame-a para cá, alguém precisa medir as moças. - ele nos mostrou uns bancos que estava perto de uma bancada - agora, vamos aos negócios - disse se aproximando de nós. 

    — Bem, precisamos de três roupas, todas com capas quentes e, que ao mesmo tempo, a roupa de baixo seja mais fresquinha - enquanto Hyuna dizia, o senhor de cabelos levemente grisalhos anotava tudo com uma pena - Por favor, roupas fáceis de vestir. Também temos que conseguir esconder nossas armas, ou pelo menos não chamar atenção. Como estas que estamos vestindo - disse apontando para si e para Jiyoon, logo uma senhora se aproximou do homem que anotava atentamente. 

    — Também precisamos de botas grossas! Nunca se sabe onde pisamos - disse Jiyoon dando uma risadinha. 

    — Vejo que as moças são bem determinadas. Garanto que meu marido e eu faremos um ótimo serviço. - disse a senhora olhando o papel que ele anotara - Podemos colocar uns cintos? - Hyuna olhou para Jiyoon e para mim, como ninguém se manifestou ela apenas concordou - Muito bem, vamos ao provador. 

    A senhora entrou no provador e pediu que uma entrasse, Jiyoon logo entrou. Hyuna e eu ficamos conversando sobre aquela cidade e as pessoas que vimos ali. Acabamos que nem notamos quando Jiyoon saiu e Hyuna entrou. Algum tempo depois e foi a minha vez. Entrei e a senhora mandou eu me despir. Isso foi muito estranho, por que ela não media simplesmente por cima da roupa? Esse pensamento me fez hesitar e ela notou. 

    — Não precisa ter vergonha, senhorita. Mas o tipo de roupa que precisas não pode ser muito folgada, e se medir por cima de tanto pano, vamos errar em pelo menos uns cinco centímetros, isso pode ser o suficiente para uma faca lançada a distância prendê-la pela blusa. 

    Nem preciso dizer que depois disso minhas roupas saíram quase que sozinhas. Ela era bem rápida e profissional, mesmo tendo visto algumas cicatrizes (causadas na época em que eu me prostituía) em nenhum momento ela comentou. Saímos de lá e voltamos para a estalagem, pois já estava ficando escuro e todas queríamos comer e dormir. 


Notas Finais


Obrigada por acompanharem mais um cap
Uma coisa, como eu to com poucos caps prontos e mta mta mta coisa pra fazer esses dias, eu devo demorar a postar
Me desculpem por isso, eu vou me esforçar pra tentar continuar postando toda semana
Não pretendo q entre em hiatus, mas talvez, SÓ TALVEZ fique um pouco mais irregular ainda as postagens


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