História As aventuras de um Jovem - Capítulo 10


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Romance, Sexo, Vampiros
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Palavras 977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Este é um capítulo pequeno, porém um tanto profundo (pelo menos pra mim)....

Espero que gostem :)

Ps.: Se notarem algum erro de ortografia, por favor, me notifiquem...

Aproveite o capítulo!!

Capítulo 10 - Descanse em paz, meu Amor...


A melhor noite da minha vida havia acabado. Minha noite de sexo com jane foi espetacular, a melhor, como já falei, noite da minha vida. Eu estava feliz. Jane parecia bem. Ela parecia desmaiada. Quando acordou, já eram 2 da tarde do dia seguinte. Eu já estava acordado e havia preparado o café. Levei café com leite e torradas pra ela numa bandeja. Ela me beijou e depois disse:
- Bom dia, cavalheiro - disse ela.
- Bom dia - respondi - café da manhã?
- Na cama? Uau! Estou começando a gostar de ficar doente - ela riu e, percebendo a besteita que havia dito, falou qque aquilo era uma brincadeita e que ela não gostava de estar doente.
- Eu entendo - falei - Não se preocupe. Aproveite o café - disse e saí. O dia estava ensolarado. Fui até a varanda e peguei o jornal. As notícias de que Estevan Spectre estava cada vez mais perto de assumir a prefeitura era sempre matéria de primeira página. A do jornal de hoje dizia "O maior filantropo de Los Angeles está muito perto de assumir a prefeitura". Isso era uma notícia boa pra mim, pra Jane e pra todos os outros que apoiavam Estevam Spectre. Ele merecia chegar a prefeitura, porque ele era um homem honrado, que pensava no povo, entre outras qualidades de uma boa pessoa. Parei de ler o jornal e liguei a TV. Diferente do jornal, o telejornal estava mostrando um desastre ho haiti, onde um terremoto, denominado de terremoto mathew devastou cidades. "Bom, nem tudo são flores" pensei.
Voltei pro quarto. Me deparei com Leyla ajoelhada, debruçada sobre a cama.
- Eu tô sentindo umas dores estranhas, Sammy - disse ela - essa dor não passa
- Calma, Jane. Vai passar - disse. Minha opinião mudou quando toquei seu braço. Ela estava gelada. Aquilo não podia ser verdade. Ela coneçou a gritar de dor. A peguei em meu colo, sentei na cama e a deitei entre minhas pernas, com a cabeça recostada em meu peito. Com os braços, ela fazia pressão sobre o lado esquerdo. Ela alegava dores muito fortes e disse também que o coração dela estava batendo muito rápido. Pressenti que a hora dela havia chegado. Mas por quê hoje, por quê agora? Ela gritava e gritava. Me pedia pra fazer aquilo parar, mas eu não podia fazer nada, além de segurá-la em meus braços e ajudá-la a fazer pressão sobre o local da dor. Ela chorava, eu dizia que tudo ia ficar bem, mas nós dois sabíamos que nada ia ficar bem naquele momento. Era a última hora dela. Ela olhou pra mim. Me beijou. Apesar da dor, seu beijo ainda era doce, leve e um pouco molhado. Ela olhou no fundo dos meus olhos. Dava pra ver a expressão de dor no rosto pálido dela. Ela disse suas últimas palavras:
- Sammy, não esquece de ligar pra minha família, de me velar e de me enterrar num lugar adequado. Me promete!
- Jane, eu...
- Me promete, Sammy! Promete!
- Eu prometo, Jane - falei chorando. Ela fez um último pedido, com o fiasco de voz que ainda restava em sua garganta:
- Sammy...Me....Beija....Por....Favor...
- Jane, Jane, por favor, eu...
- Sammy, me beija....
Eu a beijei. Um último e belíssimo beijo. Digno de uma cena de filme de Hollywood. O melhor beijo que ela já me deu desde que nos conhecemos. Movimentávamos nossas línguas em busca de espaço. Foi um beijo longo. Os melhores 3 minutos da minha vida. De repente, ela parou de mexer os lábios, mas eu não descolei sua boca da minha. Senti sua última respiração passar pelo meu rosto. Ela entregou o espírito. Eu ainda não conseguia acreditar que ela estava morta. Nós falamos tantas vezes sobre aquele momento em que ela iria passar dessa vida para melhor, mas agora que estava realmente acontecendo, não parecia verdade. Eu começei a chorar. Lágrimas de dor, como se uma faca penetrasse meu coração, como se eu estivesse dando a luz, como ae eu estivesse sendo torturado por um bando de psicopatas, como se alguém batesse um martelo nos meus testículos. Era uma dor insúportável. Algo difícil de acreditar. Juntei todas as minhas forças e gritei:
- JAAAAANNNNEEEEEEE!!!! POR QUÊ VOCÊ??? POR QUÊ AGORA? NÃÃÃÃOOOO!!!!! JAAAAANNNEEE!
Eu hritava feito um louco. A dor da perda de alguém afundava meu coração num rio de lava fervente. Minha vida, minha humanidade, minha vontade de viver, tudo isso sumiu dentro de poucos segundos. Eu tinha que cumprir minha promessa. Tinha que ligar pra família dela e contar sobre sua morte. Mas eu estava sem chão, sem vontade, sem nada. Juntei os últimos resquícios de força que eu ainda tinha nas pernas e levantei da cama chorando. A mãe de Jane já me conhecia, tinhámos conversado umas semanas atrás. Liguei. Ela atendeu. Eu começei a falar embolado e chorando.
- O que foi, Sammy? - ela perguntou. Eu reapondi aos prantos:
- A Jane....ela.....está....morta! - senti a mãe de jane soltar um gritinho, mas não era de alegria, era de pavor, de medo, de dor. Ela começou a chorar. Disse que ia mandar a funerária buscar o corpo. Eu recusei. Disse que eu mesmo queria embalsamá-la. Embora eu não tenha lhe contado, caro leitor, mas minha família tem origem egípcia, e como um bom descendente de egípcios, eu domino a arte da mumificação de corpos. Eu queria velá-la com um luto enorme. Eu queria embalsamá-la e mumificá-la, preservar seu corpo lindo. A mãe dela, senhorita Gina, concordou, mas teria que falar com os outros familiares a respeito disso. Eu aceitei. Concordei com aquilo. Desliguei, voltei pra cama e abracei o corpo, agora gelado, da minha amada. Em prantos, com o coração quebrantado, eu só consegui dizer a seguinte frase:
- Descanse em paz, meu amor - e fechei seus olhos...


Notas Finais


O que será que vai acontecer? Quais serão as mudanças que irão ocorrer na vida do jovem Sammy Burns Parker? Será que ele vai achar alguém que substitua a Jane?

Se essas perguntas passaram pela sua cabeça, não perca os próximos capítulos....

Espero que tenham gostado ;)

Nos vemos no próximo...


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