História As aventuras de um Jovem - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Romance, Sexo
Exibições 126
Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo....

Espero que gostem :)

Se perceberem algum erro de ortografia, por favor me notifiquem......

Capítulo 9 - Nenhuma doença pode atrapalhar o Amor


Nenhuma doença atrapalha o Amor

Amanheceu...
Acordei com Jane ligando a água da banheira. Ela parecia estar melhor. Sua tontura havia passado. Ela estava tomando banho. Me levantei e tirei a roupa. Entrei na banheira. Ela me disse:
- Por quê que você não foi fazer o café? - perguntou ela depois de um beijo.
- Bom dia, senhora mandona - falei rindo.
- Bom dia, mas agora respobda minha pergunta.
- Ora, Jane. Não quero correr o risco de descer e deixar você aqui sozinha. Sabe o que aconteceu da última vez que eu fiz isso.
- Eu sei me cuidar - disse ela, batendo no peito.
-Aham, sei.
Ela riu. Eu a beijei. Saímos da banheira. Vesti o roupão e desci pra fazer o café. O leiteiro já tinha deixado o leite na varanda. Abri a porta peguei o leite, o jornal e entrei. Enquanto esperava a água ferver eu lia o jornal. Jane desceu. Comentei com ela a notícia que estava lendo:
- Estevan Spectre vai se candidatar a prefeito de Los Angeles no ano que vem - falei com entusiamo.
- Será que eu vou estar viva pra ver isso ? - disse ela aos risos. Estevan Spectre era o maior filantropo de Los Angeles. Era um homem respeitado e levou 8 vezes seguidas o título de homem do ano. Se ele se candidatasse a prefeito, poderia se considerar eleito. E seria um ótimo prefeito pra nossa cidade. A água começou a ferver e Jane foi fazer o café. Ela ficava muito sexy de roupão. Ela percebeu que eu estava olhando e começou a me provocar. Ela rebolava de vez em quando, deixava a colher cair de propósito. Abaixava pra pegá-la e subia rebolando. Comecei a não aguentar. Gritei com ela:
- Para, Jane - ela me olhou e disse com malícia:
- Para com o quê?
- Para de me provocar! Eu não tô aguentando mais!
Ela desligou o fogo e veio na minha direção. Parou na minha frente, deaamarrou o roupão e o deixou cair no chão, ficando nua na minha frente. Me adiantei e disse:
- Jane, você sabe que não podemos...
- Shhhh... não estraga o momento - disse ela. Ela afastou minhas pernas, sentou-se no meu colo e começou a me beijar. O beijo foi ficando mais voraz e intenso. Quando o ar se fez necessário, separamos os lábios.
- Porra, Jane, minha consciência vai ficar pesada depois disso - falei - mas agora eu não tô nem aí!
Abocanhei um de seus seios e ela soltou um gemido. Começei a beijar seu corpo. Ela abaixoua cabeça e começou a beijar meu pescoço. A segurei firme, me levantei e subi as escadas. Empurrei a porta do quarto com o pé. Ela ainda beijava meu pescoço. Fui até a cama e a joguei. Ela sorriu. Coloquei minha cabeça entre suas paerna e começei a passar a língua sobre seu sexo. Ela gemeu. Não aguentei. Liguei o Foda-se e comecei a chupar sua vagina, introduzindo a língua e fazendo movimentos de entra e sai. O desejo estava insaciável. Eu adorava seu gosto e queria sentí-lo até seu último minuto. Quanto mais eu intensificava os movimentos maid ela gemia. Introduzi dois dedos na sua vagina e ela não aguentou. Gritou. Seu gemido ecoou no quarto e eu sorri. Ela pediu pra brincar comigo. Saí de cima dela e deitei na cama. Ela se dirigiu até meu sexo e o acariciou com as mãos. Depois ela o abocanhou. Ah, que sensação boa! Ela chupava com vontade, me fazendo delirar. Contornava minha glande com a língua, depois o abocanhava por completo. Ela parou. Subiu em cima de mim. Lembrei da primeira vez que nós transamos. Vi sua vagina engolir meu pênis. Ela cavalgava, pulava, ia pra frente e pra trás, engolindo meu pênis. A virei de quatro e comecei a fazer movimentos cada vez mais rápidos. Ela gritava, gritava meu nome, pedia mais. Seus gritos ecoavam no quarto. Não aguentei e gozei. Ela ainda não estava satisfeita. Continuava de quatro. Entrei por debaixo dela e comecei a chupar os lábios de aua vagina. Chupei seu clitóris. Aquela vagina tinha um goato impressionante. Parecia ser feita de mel. Comecei a explorar cada pedaço daquela linda vagina. Ela também não aguentou e gozou em meu rosto. Aproveitei tudo que pude. Estávamos cansados. Deitamos um ao lado do outro e ela olhou pra mim e sorriu:
- Parabéns, garoto - disse ela, ainda ofegante. Aquilo sim tinha sido uma transa de verdade. Eu eatava mais do que satisfeito e ela, muito feliz.
Olhei pro relógio do quarto. Já eram quase meio-dia.
- A gente ainda nem tomou café da manhã - falei. Ela sorriu:
- Pra quê café da manhã melhor do que esse? - Ela caiu na risada. Como estávamos cansados, adormecemos.
Quando acordamos eram 2 horas da tarde. Sugeri que fôssemos ao supermercado fazer compras. Saímos. Aproveitamos a tarde. Andamos, tiramos fotos, tomamos sorvete, compramos um filme: A fantástica fábrica de Chocolate. Era um clássico do cinema. Às 7 da noite, voltamos pra casa. Fizemos pipoca e fomoa assistir ao filme. Eu tinha dito a Jane que aquela loucura que fizemos pela manhã, mas no meio do filme, ela começou a me beijar.
- Jane, assiste a merda do filme - falei irritado, enquanto pausava o filme. Ela me disse:
- Sammy, eu quero te amar. Não liga pro que a medicina disse sobre eu morrer. Deixa eu te amar
- Jane, agora estamos assistindo um filme. Mesmo que eu te deseje, não posso arriscar!
- Você é impossível, garoto!
- Não posso fazer nada!
- Então eu vou fazer - ela falou. Olhou nos meus olhos, selou nossos lábios. Minha consciência estava pesada, mas com um beijo daqueles, nem o homem mais difícil do mundo conseguiria resistir. Começei a retribuir seus beijos. Eles(os beijos)
foram ficando mais vorazes, mais gostosos. Parecia que Jane transava melhor quando estava doente. Ela devorara meus lábios, acariciava meu sexo por cima das calças. Aquilo era incrível.
- Jane, não podemos - falei.
- Podemos sim - ela respondeu - Eu sei que você me quer - disse. Ela mordeu o lábio inferior. Aquilo me deixou excitado pra caralho. Puxei-a pra mim e a beijei. Tirei sua blusa, desabotoei seu sutiã e abocanhei seus seios. Os bicos dos seios dela estavam durinhos. Abocanhei enquanto brincava com o outro. Beijei seu corpo. Fui descendo até chegar em sua calcinha úmida. Tirei aquela calcinha e passei a língua em seu sexo. Ela gemeu. Não aguentei. Abocanhei sua vagina e introduzi minha língua nela. Seu gosto era doce, uma delícia. Chupei seu clitóris. Ela gemeu alto. Introduzi dois dedos na vagina dela e começei a fazer movimentos rápidos de entra e sai. Ela não aguentou segurar e gemeu alto. Seus gritos ecoavam pela sala. O filme passava ao fundo. Parei de chupá-la e pausei o filme. Ela subiu por cima de mim, tirou minhas calças e começou a me chupar. Abocanhou meu pênis e chupou rápidamente. Contornava a minha glande com a língua e depois o abocanhava novamente me fazendo delirar. Não aguentei. Enquanto ela me chupava eu começei a devorar sua buceta levemente molhada. Era o 69 perfeito. Aquilo era ótimo. Quando não aguentamos mais, gozamos juntos. Olhei pra ela e disse:
- Posso te comer? - Perguntei. Ela me respondeu:
- Você deve me comer, gostosura de pênis malhado.
Ela se virou pra mim e desceu, fazendo sua vagina engolir meu pênis. Ela quicava, subia e descia e gemia alto. Gritava e pedia mais. A tirei de cima de mim e a virei de lado. Com uma das mãos, levantei uma de suas pernas e comecei a fudê-la naquela posição. O desejo e eo tesão eram tantos que eu não aguentei e gozei. Ela esperou eu me recompôr e ficou de quatro. Pediu com uma voz manhosa pra que eu metesse nela. Eu estava cansado, mas aceitei. Meti nela com todas as minhas forças, mas eu não sou de ferro. Gozei mais uma vez e minhas pernas começaram a tremer. Caí na cama, do lado dela. Ela se deitou ao meu lado e recostou a cabeça em meu peito. Olhou pra mim e me beijou. Aquela foi a melhor noite da minha vida. A Jane sabia mesmo como me satisfazer. Não poderia ficar melhor, mas poderia ficar pior. Eu não gostava de pensar nisso, mas eu sabia que não teria a Jane por mais muito tempo. Como será que ela ia morrer? O que será que ia acontecer depois?


Notas Finais


Espero que tenham gostado ;)

Nos vemos no próximo....


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