História As aventuras de uma Docete Ciclope - Capítulo 152


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Alexy, Amor Doce, Armin, Castiel, Ciclope, Dajan, Dake, Dakelicia, Docete, Jade, Kazumi Takashi, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Sangue
Visualizações 299
Palavras 3.956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Super Power, Super Sentai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLHA SÓ
O QUE TEMOS AQUI NÃO É MESMO ? C:


.....
...............


. . . tem styles novos nas notas finais
um do Dake e um do Nathaniel c:

Boa leitura c:

Capítulo 152 - Capítulo 147


Fanfic / Fanfiction As aventuras de uma Docete Ciclope - Capítulo 152 - Capítulo 147

Acordar após as coisas que vi, me deixou pensativa o resto do dia.

Foram horas de tortura me perguntando . . . O que é real ? Foi real ?

Se eu soubesse como e onde ir atrás do Armin do futuro, sem sombra de dúvidas eu iria atrás dele perguntar se ele havia mandado o Dajan na minha casa na mesma hora que eu acordei . . .

Só me restava aquela ansiedade que me engolia viva e a espera pra daqui a 1 dia ter a sorte de encontrar com ele no colégio.

Aquelas horas torturantes que eu passava pensando na Violette e na Iris se dissiparam após tudo que eu "vi".

Sabe . . . Mesmo que tudo não tenha passado de um sonho, tudo que o Armin me disse . . .Ecoava. As palavras dele me pegaram pra valer.

Talvez, se aquilo tudo tiver sido um sonho, foi um aviso do meu próprio subconsciente querendo que eu me toque da merda que estou fazendo com a vida de todos ao meu redor.

Eu nego com forças que sou "estranha", e ignoro completamente o que eu sou . . . É verdade e eu sei disso, mas até isso eu não aceito.

Nunca considerei importante ser eu mesma muito menos seguir esse magnetismo a rixa.

Mas é como me foi dito . . . Um cego não vai ignorar a cegueira dele e fingir que enxerga, ele não tem como reverter isso, apenas abraçar sua cegueira . . . 

Eu sou basicamente uma cega fingindo que vê só pra me adequar as pessoas e me sentir menos deslocada . . . 

E no processo, eu ignoro todos a minha volta.

Tudo, tudo que aconteceu até agora, foi culpa minha, e não necessariamente por conta do magnetismo, mas . . . Porque sou burra mesmo.

 

Se eu não tivesse essa fome toda de "ser normal", "me encaixar" e coisas do gênero, eu jamais teria virado as costas pro Ken e me juntado a Lety, o que desencadeou o que aconteceu AGORA com pessoas importantes . . . 

Se eu não tivesse fingido que tava tudo bem e voltado pro colégio, talvez as coisas não tivessem piorado no grau que pioraram levando o óbito de várias pessoas.

Eu realmente faço coisas estupidas o tempo todo e acabo dando um buff extra pro meu magnetismo . . . 

Eu preciso aceitar essa merda que nasceu comigo . . . 

Eu preciso me tornar uma pessoa melhor pro bem de todos . . .

Talvez no futuro eu tenha vegetado pra evitar arruinar mais vidas . . . Eu me imagino fazendo isso perfeitamente, sinceramente. . .

Nathaniel aceitou que não anda, ele não tenta fingir que é capaz de andar, mas eu ? Tenho algo mais simples em mãos de certa forma, e nego com toda força . . . Poque eu só queria ser "normal" e socialmente aceita . . . 

 

Fiquei tão perdida em meus pensamentos que mal notei quando o Armin chegou.

Ele já abriu a porta cheio de sacolas enquanto o Cookie ia ajudar ele a fechar a porta . . . É tão útil ter um cachorro com super inteligencia essas horas.

Confesso que senti falta de ter um animal normal em casa, feito o nosso gatinho, Doctor, porque um cachorro é meu pai e o outro é um Alien com super inteligencia . . . Eu e meu péssimo habito de normalizar tudo . . . 

 

Armin agradeceu ao Cookie e se sentou apressadamente do meu lado.

"Pelo visto não melhorou muito né ?" foi sua primeira frase enquanto me encarava e colocava o estoque de bolsas no chão.

Eu estava avoada ainda, porém, prestava atenção nele.

"O que tem nas sacolas ?" perguntei.

". . . Eu não sei fazer surpresas ou coisas do gênero." Armin dizia jogando uma das sacolas (um pouco pesada por sinal) na minha cara. Ele é sempre tão delicado quanto um diabo da tasmânia.

Ao abrir, eram dois saquinhos muito bem embrulhados de macarons com uma pelúcia da . . . Princesa Bubblegum.

Eu fiquei comovida com os saquinhos, mas tive que pegar aquela pelúcia primeiro.

"Que é . . .Isso ?" perguntei.

"Ah ! Esse ai é meu. Os macarons são seus." ele dizia puxando a pelúcia.

Acabei rindo por fim enquanto me deslumbrava por ele ter se preocupado em trazer macarons pra mim. . . É um dos poucos doces que eu realmente gosto.

Confesso que não era muito fã, até o Nathaniel ter me dado uns de uma confeitaria especifica que ficava perto de um dos hospitais que o pai do Nath ajudava.

Pra ser mais exata, eu como macarons, mas sem ser realmente fã disso sabe, mas se forem daquela confeitaria especificamente, eu como com mais prazer . . . 

O problema é que a confeitaria além de distante não tem filiais ou coisas do gênero espalhadas, era uma confeitaria de família, humilde, mas eles faziam um macaron como nunca comi antes.

Foi um espanto pra mim notar que na embalagem havia o simbolo da tal confeitaria . . . O Armin provavelmente chegou tarde porque foi na tal confeitaria. . . E eu não sei como agradecer.

Não é comum ele fazer esse tipo de coisa sabe, ele é um pouco frio quanto a ser romântico na verdade, não que eu me importe, eu na verdade não ligo pra isso maior parte do tempo porque gosto de como as coisas são entre nós dois, entretanto, quando ele faz algo, ele meio que atravessa as barreiras do imaginável e faz coisa que realmente me faz ficar me perguntando por horas: Eu mereço isso tudo ??

OK que mesmo quando ele é super fofo tem aquele jeito Armin de ser que não permite que tenha um clima 100% romântico . . . Mas eu gosto disso.

"Espero que coma tudo até virar uma bola. Porque deu muito trabalho chegar na loja a tempo, inclusive, estavam fechando quando cheguei.

Trouxe todos os macarons de lá já que não sabia quando voltaria lá de novo e pelo menos o dinheiro que tava na minha carteira acabou completamente.

A velha deve ter ficado feliz com o lucro de hoje, até porque trouxe um estoque de bombom pra mim." Ele dizia puxando mais 2 sacolas, outra recheada com macarons e outra com bonbons.

"Armin, se você quer morrer de diabetes que morra sozinho." falei.

"Querida, eu vou usar muito bacilus f pra preservar essa beleza toda aqui junto com minha saúde. Não tem essa de morrer cedo não." Armin falou antes dele próprio se interromper e levanta-se caminhando em direção a cozinha.

"Que merda . . . Eu falei igual ao Alexy, me deu até náuseas . . . " ouvir aquilo me fez rir em um grau inimaginável.

Principalmente sabendo que os dois são a mesma pessoa.

Me pergunto até onde devo me preocupar deles dois serem a mesma pessoa, afinal, Alexy só se envolve com homens, e o Armin com mulheres . . . 

 

Armin pegou um copo de água e passamos a noite conversando normalmente apesar de toda a tensão do dia todo e dos dias anteriores.

Contei pra ele sobre o Azriel, e tudo que me foi dito . . . Mas ocultei meu sonho estranho, afinal, eu queria falar com o ele de futuro antes . . . 

Nós passamos a noite conversando e por fim dei um dos sacos de macaron pro meu pai quando ele chegou, pra que ele levasse pro trabalho.

Meu pai tem se empenhado muito em seu trabalho novo.

Aquela noite eu fiquei preocupada com uma coisa: Charlie saiu e não voltou. . .Isso não era normal. . .

 

No domingo, passei o dia trancada, e na metade do dia, comecei a pedir ajuda a meu pai e ao Armin pra procurar o Charlie, e antes mesmo que pudêssemos sair, ele surgiu.

Parecia cansado, porém, bem.

Meus domingos nunca são grandes coisa.

Inclusive, devo dizer que a tal reforma que o laboratório do Armin está fazendo, está deixando tudo maravilhoso . . . E muito sci-fi. Creio que a pedido do Armin.

 

Eu estava ansiosa mesmo era pra segunda . . . 

Que finalmente chegou.

 

Segunda foi o dia de descobrir coisas terríveis . . . 

Eu estava inquieta a manhã toda, precisava ir pro colégio logo.

Armin logo notou e perguntou o que estava acontecendo.

Alexy estava claramente incomodado comigo andando pra lá e pra cá.

Ele ficava comendo seu lanche normalmente, porém, estava claramente incomodado e me mandando parar.

"Só quero ir logo, saber como estão as coisas." eu falava.

Alexy então me parou com as duas mãos em meus ombros.

"Dá pra falar o que tá acontecendo ? Pra que essa ansiedade toda ? Amante ?" Alexy dizia em tom de brincadeira.

"Deve ser mesmo . . . O Armin" Armin respondia ríspido.

"É isso mesmo ! Eu preciso falar com o Armin do futuro." falei respondendo seu questionamento um pouco irritada com suas farpas.

"Não tem vergonha de assumir pra mim que você está desesperada pra encontrar com ele ???? Cade a merda do teu pudor ?" Armin respondia ainda mais irritado enquanto Alexy parecia claramente se divertido com a situação e levando o lanche até a boca lentamente.

"Pudor porque quero encontrar contigo pra FALAR algo ??" respondi agora eu ficando no nível do Armin.

"SIM ! FALA COMIGO SE FOR ASSIM !!" ele gritou.

"ELE É DO FUTURO ! ELE QUEM PODE RESPONDER E TIRAR MINHAS DUVIDAS !" gritei ainda mais alto.

Quando notamos, os dois estavam falando SUPER alto enquanto Alexy se deliciava com seu lanche e assistia tudo sorrindo.

Eu me levantei, peguei a mochila de uma vez enquanto saia porta a fora irritada.

Na real, sei que essa briga não vai durar mais que alguns minutos, já tive varias dessas com o Armin, mas . . . Provavelmente poderia durar algumas horas já que fui na frente pra encontrar com o Armin do futuro e assim impossibilitaria o Armin de vir falar comigo.

 

Fui correndo pro colégio sozinha, ele sequer me seguiu, e se seguiu eu não notei, minha ansiedade estava me matando.

Logo de cara fui em cima do Armin do futuro querendo entender o que houve no dia interior.

Primeira coisa que fiz foi correr pra sala dos professores, e só tinha os professores novos e antigos . . . 

Desde que tive aquele sonho, o clima meio que mudou no colégio . . . 

Eu entrei na sala procurando ele, mas . . . Sentia um clima pesado, tenso.

Armin não estava lá, e eu sai de lá desconfortável . . . Não consegui agir naturalmente como estava fazendo esse tempo todo.

Incrível como sexta tudo era magico e comum e bastou um sonho pra eu me sentir em um filme de terror. 

 

Continuei minha busca, até que o vi subindo as escadas e corri pra cima dele.

Não estava certa de ser ele na verdade, afinal, só vi de costas, mas não é como se tivesse muitos rapazes com cabelo preto BEM cumprido por ai.

Fui correndo até ele e ao chegar, pro meu espanto, ele estava com o Ken logo um pouco acima encarando ele.

Pareciam discutir algo do qual pararam quando me aproximei.

Ken só olhou pra mim com desprezo antes de subir enquanto falava "Mais tarde resolvemos isso . . . "

Sabe . . . Naquele momento todos meus questionamentos desapareceram e eu só consegui perguntar "do que vocês falavam ?" mas em resposta ele só falou "o que quer ?" com o olhar mais natural possível, ignorando completamente minha pergunta.

Eu não sabia se insistia na ideia do Ken ou mudava logo pro meu assunto principal.

Ele ficou me encarando como quem esperada que eu falasse logo.

. . . Conhecendo ele, provavelmente ele não responderia a respeito do Ken já que ele desviou o assunto.

"Fez esse escarcéu todo pra nada ?" Armin perguntava calmamente.

"Eu . . . Queria te perguntar uma coisa. . . " falei timidamente um pouco confusa.

"Se eu topo ir pro porão contigo ? Sim !" ele já respondia rindo . . . Como sempre, idiota.

"Não seu idiota ! Eu quero saber se . . . Nós nos vimos antes de ontem ?" perguntei já menos tímida.

". . . Antes de ontem ?" ele perguntou com um olhar de duvida.

"Sim ! Eu tive um sonho confuso fim de semana . . . Você me levava pra um lugar, tinha o Armin com uma cicatriz na parte de baixo do olho, a Debrah, um plano, algo sobre "força pensamento" . . . Você me pagava esporro por fingir ser normal e que por minha culpa tanta gente estava morrendo e sendo prejudicada, porque eu nego o que eu sou de verdade . . .Parecia tão real que . . . " ele então me interrompeu.

"E você pretende continuar agindo normalmente perante ao caos ?"

"Porque isso do nada . . . ? Eu quero saber se você encontrou comigo !"  perguntei novamente.

"E eu quero saber se vai seguir seu sonho. Achei muito mais interessante questionar isso agora." Armin falava normalmente sem mudar sua expressão.

". . . Estou bastante pensativa quanto a isso . . .  Mas . . . Eu gostaria de saber se você falou comigo, me ajudaria sabe . . . "perguntei.

". . . Falar estou falando agora, e independente de tudo, pense mais a respeito." Armin então virou de costas e começou a subir.

"Dá pra me responder diretamente !? Você falou comigo sábado ??" gritei.

"Não Boreal, sábado não. Terça talvez." ele respondeu e subiu.

Eu confesso que não compreendi, e mesmo pensando e repensando no que ele falou, aquilo não entrava na minha cabeça, "terça" ? 

Armin sendo Armin como sempre, provavelmente . . . 

 

Fui pra minha sala, e o Armin estava sentado lá.

"Já aproveitou a companhia dele ?" ele dizia irritado.

Eu só respirei fundo e antes de explodir, preferi irritar.

"Sim, aproveitei, quer detalhes ?" falei ríspida.

Eu senti que ele ia responder, mas ele logo notou que eu falei pra irritar e que estava claramente incomodada com algo externo . . . Que algo havia acontecido, pude notar pelo seu jeito.

Minha cabeça tem sido minha maior inimiga . . . 

Armin discretamente colocou um dos bonbons  dele na minha mesa, como um pedido de desculpa pelo extremismo dele. Ele tem sido bem mais maduro ultimamente. . . 

Em silêncio eu só comi o bombom e ficamos quietos.

 

Teve aula normal, mas pela primeira vez . . . Eu me senti com um desconforto enorme com tudo . . . 

Não prestei atenção em nada.

Minha cabeça parecia estar em estado de alerta eterno, procurando algo.

Sons do lado de fora pareciam chamar mais atenção do que a aula em si.

Era como um alerta constante . . . Eu nunca me senti assim.

Como um dialogo em um sonho fez isso tudo comigo ? Aquilo realmente me abalou . . . Eu não me sentia confortável no colégio . . . Não mais.

E . . . Era isso mesmo que devia acontecer ?

Eu pretendia falar com o Armin depois da aula, o do presente, e tentar entender melhor o que estava acontecendo com meu corpo e mente.

 

Passei o dia todo em estado de alerta, não fui pro intervalo.

Após o sinal do intervalo ouvimos umas gotas de chuva e pudemos ver chuva na janela, mas nada de mais.

Armin estranhou meu silêncio mas não insistiu pra que eu falasse , só ficou em silêncio do meu lado na sala de aula variando entre jogar e desenhar em seu caderno.

Ele tem esse costume, ficar quieto e falar pouco no colégio, qualquer coisa que ele queira falar ele fala em casa ou por mensagem no celular. Na realidade, ele odeia esse colégio . . .

Eu sabia que aquela noite ele falaria comigo em casa sobre como passei o dia no colégio, estava certa disso.

 

Saímos da sala, notamos que tinha chovido bastante, mais do que ouvimos enquanto estávamos dentro da sala de aula, quando Bia veio até nós com o Azriel.

"Não vi vocês dois no intervalo. Pensei que tinham faltado." Bia falava.

"Só não tava muito a fim de sair da sala . . ." respondi.

"Eu to bem assim também . . . Só sai hoje porque a Capuccine insistiu muito . . . " Azriel falava.

Nunca vou acostumar com o nome real da Bia . . . Não adianta.

 

Estava anoitecendo.

Fomos pra porta, pra cada um seguir seu caminho.

"Nathaniel não veio ?" Armin perguntou.

"Ele foi com a Ambre pro médico, ela foi pra fazer checkup e ver se tava melhor porque ela deu uma arriada grande esse fim de semana, e ele pra fisioterapia. Normalmente ele marca pra dias que não tem aula, mas dessa vez ele preferiu fazer tudo de uma vez com a Ambre." Azriel respondia tristonho.

"Ela tá melhor ??" perguntei aflita, afinal, eu não tinha me esquecido do que vi da ultima vez no colégio . . . Ambre doente.

"Sim, ela só ficou com um pouco de febre esse fim de semana, mas como a família do Nathaniel é muito paranoica com doenças, principalmente vindas da Ambre, eles logo levaram ela pro médico e proibiram ela de sair de casa." Azriel respondia enquanto caminhava com a gente.

Eu entendo a paranoia deles . . . Já perderam a filha uma vez pra uma doença, perder de novo . . . Seria terrível.

" Hoje quem vai me levar vai ser o Dake. Ele vai chegar já já, assim que sair da escola dele.

Ele ganhou uma moto e tá todo empolgado !" Azriel dizia um pouco mais animado.

"E você ? quando vai pegar uma habilitação ?" Armin perguntou.

"Tenho medo de ter um carro ou moto . . . Quem sabe um dia ?" ele respondeu sem graça.

Bia mexia em sua bolsa quando se expressou espantada.

"Eu deixei meu dever no armário ! Vou ter que voltar pra buscar. . . Trouxe o livro ao invés do caderno com o dever que eu devia fazer hoje." Ela dizia já voltando.

"Eu pego pra você. Não precisa voltar, até porque eu acho que deixei a minha parte também lá dentro do meu armário é bom porque vi que o Dake já tá chegando e eu sou mais rápido." Azriel falou já entrando e deixando a Bia pra trás que claramente queria ir com ele.

"Ele sabe sua senha é ?" Armin dizia com tom debochado.

"S-Sim . . . " ela falava timidamente.

"O nível de intimidade de vocês está bem elevado não ?" Armin falava provocando ela ainda mais que claramente caia na pilha e ficava vermelha.

Vimos o Dake parar próximo ao portão e descer da moto e fomos caminhando ao sem encontro enquanto ele vinha ao nosso.

Dake parecia empolgado enquanto nos cumprimentava, entretanto, parecia abalado com o fato de estar na frente da escola em si.

Ele falou um "olá" um pouco gago enquanto o Armin se aproximava pra cumprimentar ele.

"Escravo ! Mal temos nos encontrado ultimamente." Armin dizia puxando o braço direito do Dake, o de metal.

 

Dake apesar de assustado, tentou se soltar, e Armin ao notar que ele não parava de olhar desconfortável pra escola, quase que tremendo, tentou brincar com o Dake algumas vezes. . . Gentil da parte dele.

Era dessa forma que eu devia ficar na presença desse colégio né ?

Não ignorar tudo como sempre faço . . . 

Dake começou a mostrar a moto empolgado pro Armin e aos poucos "esquecer" um pouco o colégio.

Então, de repente, um carro jogou água no Dake.

Água das poças que tinham se formado por conta da chuva.

Como Dake estava mais afastado, perto da moto, foi tudo nele e só respingou um pouco em mim que era a mais próxima do Dake.

Dake estava todo molhado, mas pacientemente, sem explodir, ele tirou a blusa.

Armin abaixou e enquanto mexia em sua mochila começou a procurar seu casaco pra empresar ao Dake.

"Não precisa Armin." Dake dizia.

"Você vai voltar de moto, se voltar molhado e sem camisa vai acabar ficando no mesmo estado da Ambre.Não seja idiota ." ele dizia jogando o casaco com tudo na cara do Dake que aceitou sem reclamar.

Enquanto ele desdobrava o casaco do Armin pra colocar, o carro voltava, como se fosse jogar água de novo, mas dessa vez ele desviou.

O carro então parou na nossa frente e a janela se abriu.

"Que motinho de merda." Era o Ken, ele ria enquanto olhava pro Dake com desprezo.

Tinha mais gente no carro com ele, rindo, mas eu não sabia bem quem era e não dava pra ver graças ao vidro fumê.

 

Bia, que estava mais próxima do meio fio, levou um puxão no braço de uma vez de um dos meninos que estava no carro com o Ken.

Eu pude reconhecer de relance um dos rostos, era um menino da turma antiga do Armin, Andrew se vi bem seu rosto. Isso é irrelevante . . .

"Gosta dessas ninfetinhas lolis ?" Ken dizia rindo enquanto os outros meninos riam juntos.

Bia se desesperou pra puxar seu braço de volta enquanto o Dake puxou a Bia de uma vez só pra junto dele e meio que colocou ela atrás dele entre seus braços, como sinal de proteção.

Sem dizer nada, apenas puxando uma Bia que parecia assustada com a situação toda.

Todos no carro riam, e eu podia sentir a calma vinda do Armin,  o que não era nada bom, porque quando ele fosse explodir, provavelmente faria alguma merda, ele sempre age assim . . . 

 

Por fim, Ken pareceu tomar uma postura pra sair com o carro de lá, finalmente, entretanto . . . Ele soltou uma frase que ficou no ar na hora sem minha compreensão.

"O que aconteceu com as suas marcas das costas ? Sairam? Jurava que ficariam permanentemente. . . . 

Acho que tá na hora de providenciar marcas novas não é mesmo Dakota ?" ele dizia enquanto fechava a janela e saia rindo com seus amigos

Dake tremia e suava muito, enquanto apertava o braço da Bia que ainda estava entre seus braços, ele só parou ao notar que ela reclamou de dor assim soltando ela.

". . . Pra que ele fez esse show todo ?" falei.

Dake estava fora de si, era como se não estivesse ali, não prestava atenção em nada.

Bia amaciava seu braço enquanto olhava assustada pro Dake.

"Dakota, tá tudo bem ? Você parece mais abalado que o normal . . ." Armin falava se aproximando, ao tocar no Dake, ele deu um pequeno pulo como quem se assustava, Dake estava fora de si, dava pra ver que ele estava pálido.

Azriel estava retornando com os cadernos correndo.

". . . As marcas . . . " Dake disse com a voz falha e tremida.

"Marcas ? Do que estão falando ?" Azriel perguntou chegando na conversa sem entender nada.

"As marcas que ele falou ? O que tem ?" Bia questionou.

". . . S-só quem s-sabia dessas marcas era meu tio e os médicos que cuidaram de mim quando fui resgatado da casa dele . . . " naquela hora eu gelei . . . 

Azriel ainda não conseguia compreender do que falávamos, mas . . .pude ver a expressão de todos no local mudar pra um espanto enorme. . .

 

Ken . . . ?

 

 

 

 

 


Notas Finais


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