História As Cartas do Professor Davie - Uma Vida em Berlim - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias David Bowie
Personagens David Bowie, Personagens Originais
Tags Berlim, David Bowie, David Jones, Drama, Drogas, Londres, Opressão, Violencia
Visualizações 34
Palavras 536
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem, gente, agora eu vou começar essa fic nova, numa tag que eu não sou muito acostumada que é a ficção do Bowie em si (na maioria das vezes eu uso o Jareth). Espero que gostem, estou escrevendo conforme posto, e hoje saem alguns capítulos. Boa leitura <3

Capítulo 1 - O começo


Fanfic / Fanfiction As Cartas do Professor Davie - Uma Vida em Berlim - Capítulo 1 - O começo

CAPITULO UM

 

Esse era o momento mais triste do meu dia. Fui até o túmulo, devagar, e me sentei ao lado dele, sobre a pedra. Eu odiava vê-lo triste.

      Você não me conhece, eu acho. Sou Pietra. E também não conhece a história de meu professor, davie. Eu o chamo assim. ele conversa comigo, de vez em quando. Da história dele, sei pouco. Mas sei que é um homem triste, solitário.

      Talvez não seja um começo muito bonito, mas eu o conheci na escola, numa aula de química. Ele é meu professor. Ninguém além de mim notou a tristeza dele quando perguntaram se tinha filhos. Ele disfarçou, mas, depois da aula, eu vi ele saindo do banheiro, com os olhos vermelhos de choro. Todo mundo acha ele estranho.

      Menos eu. Eu o acho legal. É meu professor favorito. Eu nem gostava de química, mas ele me conquistou e me ensinou tudo o que eu não gostava de um jeito legal. Suas aulas são normalmente chatas, toda a turma dorme, mas ele não liga. Está quase sempre na escola, ensinando fórmulas e bases para todos. Eu sou a única que não dorme na aula dele.

      Eu moro perto de um cemitério, mais exatamente ao lado dele. Davie aparecia lá todos os dias. Eu não entendia o que ele fazia ali, indo todo dia ali com um papel na mão, e comecei a observá-lo, desejando entender o que se passava naquela mente pertencente aquele homem solitário.

      Um dia, quando eu já não aguentava mais de curiosidade, o segui de longe. O cemitério estava vazio, e ele só aparecia à tarde, sempre às três horas. Eu o segui, e o observei colocar um papel sobre um túmulo de mármore cinza, colocando uma pedra por cima. Chorou um pouco, conversou com o túmulo e limpou o vidro que normalmente guarda o nome da pessoa. Ele saiu meia hora depois, novamente triste. aquele dia foi o primeiro em que o vi sorrir, e sorriu para um túmulo.

      Depois que ele saiu, fui até lá. Haviam mais folhas, umas cinquenta, todas empilhadas debaixo daquela, empoeiradas. Me sentei no túmulo, olhando para trás, e vi que ele já havia ido embora, sem nem olhar para trás. Ouvi o barulho de seu carro ao longe.

      Peguei as folhas, e vi a letra cursiva dele naquele papel de caderno organizado, com rebarbas e riscos sobre as palavras. Eram manuscritos. Os peguei, e como sabia que era um túmulo e que qualquer um poderia leva-los, preferi que fosse eu. Observei o túmulo. Tinha uma foto de uma mulher, uma menina de uns oito anos e um menino de uns quatro. A mulher, trinta anos quando faleceu, se chamava Diana. A menina, Julia, e o menino, Pedro. Todos com o mesmo sobrenome do professor. Havia mais um nome, Pietra, mas eu não entendi, já que não haviam fotos.

      Atrás, um porta-retratos deles juntos de Davie, que parecia feliz. não muito diferente do que é hoje, talvez uma foto não muito velha. O túmulo não era velho, não diria ter um ano, e era bem conservado.

      Peguei as folhas e as guardei no bolso de meu casaco, pedindo perdão à deus por fazer aquilo e correndo para casa.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...