História As Confissões de Caroline Forbes - Capítulo 1


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Elena Gilbert, Klaus Mikaelson, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Candice Accola, Caroline, Joseph Morgan, Klaroline, Klaus
Exibições 124
Palavras 950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, antiga @tlg aqui!
Quero comunicar que algum filho da mãe abençoado denunciou meu perfil ( por eu escrever fanfics eróticas de Klaroline) e fui banida do site, perdendo todas as minhas histórias.Eu escrevia:
❅ Os nove Desejos da Serpente
❅ The Little Devil's Bite
❅ Meia Noite em Paris
❅ As confissões de Caroline Forbes

Quero explicar algumas coisinhas para vocês:
I- As confissões de Caroline era uma fanfic de 7 capítulos relatando a história de Klaus e Klaroline e ainda não sei como vou fazer
II- Por ter perdido a fanfic, não postarei os relatos da Caroline e a fanfic vai se passar depois que Klaus ficar sabendo do livro! NÃO entrem em pânico, eu vou dar um resumo sobre eles dois!
III- Penso em escrever o ''livro'' erotico dela no final dessa fanfic!
IV- Antes de sacanearem o meu perfil, o nome dessa parte era OS PECADOS DE KLAUS MIKAELSON

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction As Confissões de Caroline Forbes - Capítulo 1 - Prólogo

 

△ Ponto de Vista Caroline Forbes △ 

Sento diante do computador com minha única companhia: uma xícara de café quente. Desde que Elena voltou para a cidade natal para finalizar os estágios do seu curso de medicina, tenho vivenciado longos momentos de solidão. Penso em Elena por um instante e começo a insistir que a vida parece em alguns momentos agradar-se mais de algumas pessoas; Elena Gilbert – a garota que topei nos corredores da faculdade, virou minha melhor amiga desde então e resolvemos dividir o apartamento. Elena nasceu em berço de ouro, filha de médicos e está construindo uma carreira brilhante para si. Penso que algumas pessoas são destinadas ao sucesso desde o nascimento.

Procuro em meus e-mails alguma mísera resposta das editoras que enviei a cópia da minha última história, decepcionando-me cada vez mais. Não há nada. Ninguém ao menos tenta dar a chance para a literatura clássica. Antes os editores eram educados e respondiam meus e-mails com um não e agora nem isso mais recebo. Parabéns Caroline, você tem futuro. 

Tento ignorar os pensamentos frustantes que surgiram, abrindo o facebook para ver se me desfaço da súbida sensação de fracasso. Enquanto passava meus olhos sobre a linha do tempo, frusto-me ainda mais: quatro antigos colegas de faculdade entraram na lista dos melhores livros de 2016 no primeiro semestre. Não somente um mas QUATRO! Aliás não citarei o fato de Julie Plec estar dirigindo uma série de televisão para adolescente sobre romance de vampiros ( o quão estúpido isso é?) e nadando em rios de dinheiro enquanto sobrevivo de extras como garçonete.

Bufei lembrando da excelente vida que todos meus antigos colegas estão tendo, deixando–me encarar por alguns instantes o teto. Eu estou desgastada. Se alguém perguntasse como descreveria minha vida em uma frase, eu diria " tão animada como as histórias de Crepúsculo" tirando o fato em que meu namorado não deseja tomar meu sangue (óbvio!). Patética sua descrição, Caroline. Rolo os olhos pelo o rumo que meus pensamentos tomaram, atrevendo abrir outra vez a caixa de entrada do gmail torcendo para ver alguma mensagem que valesse a pena ler.

Enquanto curto mais um dia chuvoso em Seattle diante de um computador, ouço o meu celular vibrar em cima da mesa ao lado do mouse. Número desconhecido, legal. Nunca atendo números que não tem na minha agenda, afinal se não tenho salvo não é alguém importante certo? Dessa vez me desfiz dessa ideia, deslizando o dedo sobre a tela e saudando quem quer que seja a pessoa do outro lado da linha.

"Srta. Caroline Forbes aqui é da editora Emblem Intense, recebemos uma recomendação sobre suas histórias" a voz feminina ecoou do outro lado, retirando toda a firmeza dos meus músculos. Nunca nenhuma editora tinha me ligado, principalmente uma especializada em histórias eróticas. Hey, espera eu não escrevo pornô! Assenti ignorando o fato de nunca ter escrito algo sexual em toda a minha vida e a mulher continuou seu discurso " Estou ligando para fazer a proposta de publicar uma de suas histórias que se encaixem em nosso padrões"

"Não tenho nenhuma história finalizada, Sra" Menti para não revelar o fato de não ser uma escritora de eróticos e atrevi questionar qual era as  exigências de publicação

" Nós somos especializados em histórias eróticas, a única exigência é ser algo inovador e ao mesmo tempo que se aproxima ao máximo da realidade por esse tipo de escrita ser considerada atraente pelo público" a voz dela murmurou, fazendo –  me pensar por alguns instantes na proposta

Emblem Intense é uma editora renomada, todos seus exemplares dominam as prateleiras das livrarias. Eles me ofereceram um tempo até que ''finalizo'' alguma história para enviar ao corpo editorial e vão me pagar um alto preço para publicar o livro. Droga, não há uma miníma chance de recusar essa proposta. Tento não passar insegurança e ser convincente em encerrar a chamada, prometendo entregar em um curto prazo o rascunho do meu livro.

Afinal o que diabos eu vou escrever em um livro erótico? Não tenho algo bom para contar, nenhuma experiência.Merda. O nome do diabo veio na minha cabeça, mesmo que eu tenha trancado à sete chaves as memórias com aquele homem. Klaus Mikaelson: o maior filho da mãe que conheci e também o homem mais terrivelmente quente. Não, não e não. Não posso nem quero me lembrar dele... ou quero?

A verdade sobre o idiota que recusei me lembrar e ao menos citar o nome, foi o homem que perdi minha virgindade quando tinha somente quinze anos e ele vinte e um. Aos vinte e um anos ele era mais rico que a metade de Seattle financiando as ideias extravagantes do meu tio John Forbes, seu sócio coperativo. Perdi toda a minha família em um acidente de carro fazendo com que eu fosse acolhida pelos meus tios e eles me proporcionaram uma vida consideravelmente boa para um adolescente órfã: tinha amigas fieis, amada por amigos e familiares e ainda consegui ser rainha por três anos do Comitê da High School. Em uma das reuniões, encontrei Klaus pela a primeira vez e não demorou muito para que desenvolvesse uma relação intensa e proibida entre nós.Todos meus desvaneios sexuais foi ele que me apresentou, fazendo – me provar todos os tipos de pecados. Por essa relação, acabei me tornando adulta precocemente e desenvolvi meu lado ninfomaníaco aos dezesseis.

Pego um papel e passo escrever tópicos sobre o que julgo necessário e sem pudor para ser descrito em um  livro de teor erótico. Seria  a primeira vez que confessaria meus pecados da adolescência, abrindo abertamente o jogo sobre mim e todos os meus segredos mais obscuros que Klaus Mikaelson me fez guardar em todos esses anos. 


Notas Finais


quem tiver lido essa historia no meu outro perfil me avise.
a Historia começa após a publicação do livro,
xxx


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