História As Cores Mais Escuras do Amor. - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~natty-sama

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Brandish μ, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Nashi Dragneel, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Virgo
Tags Amigos, Amor, Drama, Fairy Tail, Fluffly, Gale, Gruvia, Jerza, Lucy, Maiden, Nalu, Nashi, Natsu, Nd Games, Romance, Sexo, Suspense
Visualizações 135
Palavras 2.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei! Mas trouxe um capitulo que me satisfez porque explica a vida do Natsu e da Lucy de três anos antes da Nashie seu ponto de vista. Espero que gostem! Obrigado aos favoritos e os comentários do cap anterior.

Capítulo 2 - Caindo no meu "Escuro"


Em toda minha vida, eu poderia ser taxado de babaca, galinha entre outros apelidos da minha infeliz adolescia. Fugi de casa com a garota que eu amava, larguei a vida de vagabundo e comecei a trabalhar. Logo depois a engravidei, e então, ela some. Eu poderia no presente ser taxado de infeliz, medroso e acima de tudo, uma trouxa. Apensar de tudo que eu vivi, fugi de uma mansão e me mudar pra outro país acompanhado de uma garota que eu tinha me apaixonado de uma noite para outra, esses foram os momentos mais felizes da minha vida. Ingênuo, mesmo sendo um dos piores. Eu não tinha noção das coisas. Pulei em casa em casa. Mas acima de tudo, eu era ingênuo. Com o meu primeiro amor, eu fiz uma promessa, mas quem não cumpriu foi ela. Acreditei com todas as minhas forças que ela ia voltar. Mas ela não voltou me deixou cuidando de uma criança, sendo que eu mesmo não sabia nem ao menos cuidar de mim. Ingênuo, pois ainda depois de tanto tempo, eu a amo, penso nela, sinto saudades dela. Porque na sinceridade, os anos que passei com ela foi os melhores. Eu provei e desgostei do mundo, de maneira tão inexplicável. Digamos que, eu fui pra outro mundo. Vi que tinha algo melhor a minha volta, rosas. Mas quando dou por mim, elas estão murchas. Mergulhando na bebida, dando falsos sorrisos e apostando tudo o que eu tinha em mulheres e carros. E isso, ia embora em uma noite só, enquanto minha filha esperava eu voltar pra casa. Eu tento ao Maximo não pensar em bobeiras como essas. Quando a Nashi era apenas um bebê, eu quase não ficava em casa. Trabalho, amigos, mulheres... Curti a vida antes de perdê-la. Eu realmente pensava assim. Eu não podia quase nem olhar a Nashi, pois a primeira coisa que vem na minha cabeça é que ela é o fruto do nosso amor. Eu não podia, eu não amava. Mas com o tempo, comecei a me ver com um pai. Aceitei minhas responsabilidades e vi que não poderia fugir para sempre. Nashi precisava de mim, e eu mais ela. Às vezes, era um sentimento caloroso, acolhedor... Mas também é uma faca no meu peito, veneno que me mata pouco a pouco.

Eu mergulhava casa vez mais no meu poço profundo de depressão e dor, pouco a pouco, já me encontrava no escuro.

Você pode sentir? Sente um sentimento igual a esse? Pois eu digo, arrependimento, tristeza, vazio... Não a nada igual. Se você sabe, você pode continuar a me perguntar o porquê eu não sigo em frente?

Eu tinha oportunidade, tive muitas. Mas eu estava próximo de mais a fazer alguma besteira, e também, fingir é fugir. Eu queria encarar, superar. Mas com o tempo, eu me esqueci dessa palavra que me encorajou. Eu era minha sombra, que me arrastava pra trás. Não sabia quem era eu. Eu mudava de um dia para outro, e sabia que isso estava fazendo mal a mim, como também as pessoas a minha volta. Eu já era um tanto de um caso perdido. Um enigma, que todos acham que resolvem, mas a única pessoa sabe a solução, não quer tentar. E sim, eu me acho um completo idiota por ainda aguardar sua volta. Eu não sei como reagiria... A beijava para matar as saudades ou dava as costa dizendo que aquilo era passado. Infelizmente, nenhum deles. Eu choraria ou fingiria que não a conhecesse. Encarar ou fugir... No meio termo, porque além de tudo, Lucy foi minha esposa, que eu prometi passar o resto da minha vida.

Nas noites que eu fico acordado, eu penso que ela poderia nesse momento estar dormindo com outro homem. Com filhos, uma casa. Feliz.

Sem mim...

Não estou me fazendo de coitado ou vitima... Sendo também, que a culpa foi minha também. Havíamos brigado antes de ela ir embora, mas depois disso, não nos falamos direito. Mas em momento nenhum, pensamos em divorcio. Se eu fosso voltar no passado, mudaria eu te conhecido a Lucy. Eu a salvei de um atropelamento e cai em cima dela no outro lado da calçada. Ela não tinha para onde ir, na verdade, Lucy era praticamente uma mendiga. Ela nunca quis tocar no assunto de viver nas ruas, e eu entendia.  Eu a levei pra casa, e enquanto meus pais estavam viajando, ela ficou na minha casa com a virgor, mas quando meus pais voltaram, eles a expulsaram de casa como se ela fosse um animal, um ser inferior. Ela vinha me visitar e fugíamos na rua por ai. E então, ela teve sua primeira vez.

Ela disse me amava tanto, e eu retribuía. A Lucy disse se eu fugiria com ela se realmente a amasse, largaria tudo, e tentaríamos construir nossa vida. E eu como um bobo apaixonado, não pensei duas vezes, eu fugi com ela.

Lucy tinha um talento excepcional em arte e uma inteligência totalmente mais avançada que deveria ser estudado pela ciência. E eu, era somente um garoto burro e inútil que só sabia cantar. De inicio, eu cantava nas ruas o dia inteiro, vivi nas ruas com a Lucy por alguns meses. Lucy vendia quadros de pinturas lindas e fazia alguns testes para uma empresa. Até que, compramos um apartamento, e Lucy vendeu um quadro que foi vendido por milhões. Ela contratou algumas mulheres que a ajudavam com idéias, design e outras coisas. Lucy fazia duas faculdades e ainda trabalhava e arranjava tempo pra mim. Enquanto eu passava o dia inteiro jogando vídeo game e cuidando da casa. Até porque, perto da Lucy, eu era um inútil. Ela era perfeita, e namorava um vagabundo.

Até que, Lucy apresentou um trabalho em uma reunião, e fracassou. E nesse tempo, ela parou de fazer as faculdades no meio e tentou procurar empregos. Até que em um dia que ela estava jogando comigo, ela começou a se interessar por desenhos 3D. Ela vendeu uma pintura para uma empresa, e eles aceitaram, e Lucy comprou uma empresa e começou a evoluir. Ela deu o nome de N.D Games, quando ela ficou grávida. Nashi Dragneel Games. Muitos que olham acham que é de Natsu Dragneel, mas não, essa empresa vai ser passada para Nashi quando ela crescer, e Lucy já tinha planejado isso.

Lucy me dava aulas de desenhos, no começo era difícil, eu era uma fraude. Mas peguei jeito, e Lucy achava que eu estava muito parado em casa. Então me contratou como seu secretario, e não contamos pra ninguém que éramos cassados.  Ela era atraente até mesmo trabalhando, e tinha vezes que eu não me segurava, e fazíamos na sala dela, em cima da mesa, derrubando todos os objetos pela frente. A empresa começou a evoluir, e Lucy sempre foi uma Nerd completa, começou a fazer um novo projeto de um robô, semelhante a um humano. Ela sempre tentava, mas falhava. Estávamos começando a ficar cada vez mais ricos, e eu comecei a trabalhar no que sempre gostei: cantar. Nossa vida era corrida como olimpíadas, mas era gostoso, sentíamos paz.

Quando a Lucy ficou com quatro meses, ela endoidou, e eu era um cara que não sabia nada da vida, praticamente, fui seu escravo, fiz suas vontades até a Nashi nascer.

Vivi tão bem, eu não sabia cuidar da Nashi direito, mas me esforçava. Na verdade, eu não cutia muito crianças, mas aquela era MINHA criança. Minha garota, minha princesa.

Mas eu não me lembro muito bem o porquê brigamos, foi algo tão besta. Na verdade, foi uma briga em que estávamos apenas desabafando, e coisas saíram sem querer. Lucy me chamava de garoto vagabundo, que era riquinho e mimado, e se ela não tivesse corrido atrás, eu não teria nem lembrado dela. E eu disse que ela era uma garota de rua, sem pais, sem casa, sem valor nenhum. Foram palavras ao vento. Eu queria me desculpar, mas sou muito orgulhoso pra isso. E naquele tempo, eu não suportava insultos, principalmente sobre quando eu morava com meus pais e me chamem de garoto mimado.   Achei que ela iria esquecer e iríamos viver a vida de antes, mas no dia 27 de agosto, ela foi embora. Na noite seguida da nossa briga.

E agora eu me dou conta de que, eu não posso apenas culpá-la, mas eu também não sabia que ela iria embora, por apenas alguns insultos. Eu não sei... Há anos essas memórias vêm me perseguido, e eu sempre me derramo em lagrimas. Mas eu não entendo. E por isso, eu queria voltar no futuro, mudar coisas, o dia que eu conheci a Lucy...  

Mas ela podia ter me deixado! Tínhamos uma filha pra cuidar! Uma vida pra viver! Coisas novas para enfrentar! Prometemos-nos no dia do nosso casamento que iríamos nos amar até que a morte nos separa-se! Ela me prometeu! Não podia ter me deixado como um cão abandonado! Ela era o motivo da minha vida! Oh deus! Eu estava enlouquecendo.

Joguei as coisas que estava em cima da minha mesa a parede, atirei os papeis para fora da janela. Eu apenas me levantei da minha cadeira e a levantei.

 — Senhor, O que está acontecendo..?  — a porta foi aberta, e eu nem vi quem era, apenas atirei a cadeira e ela se fechou na hora.

 — Saia! Não quero te ver Lucy! Fique longe de mim!

Derrubei os livros das instantes, e chutei o tapete. Eu estava fora de mim, novamente tendo mais um dos meus ataques de surto. Quebrei as cadeiras na parede e os copos também. Na verdade, eu quebrei tudo o que tinha aqui.

 — VOCÊ NÃO PODIA TER ME DEIXADO! NÃO PODIA! VOCÊ...

E então, na hora que eu ia jogar minha mesa, a gaveta abriu mostrando eu e Lucy. Eu estava segurando um violão, com um gigante sorriso no rosto. Eu estava tocando e cantando, enquanto gente me cercava. Lucy parecia rir ao meu lado enquanto batia palmas. Eu não me lembro desse dia... Não me lembro dessa foto. Mas lembro perfeitamente de como era o rosto da Lucy rindo, da sua risada. E isso fez com que lagrimas mais grossa inundarem meus olhos. Eu encostei-me à parede próxima, e escorreguei até sentar no chão. A foto estava meio suja e amassada, mas dava pra ver quase tudo. Atrás, estava escrito “ Mais um dia de trabalho com a Minha Princesa.” A data era de 11/12/2010.

Eu olhei novamente a foto, e mexi nos meus cabelos. Eu soluçava e meu nariz escorria, mas eu estava me acalmando, mas minha respiração ainda estava ofegante.

 — Lucy... Lucy... Por favor, eu te amo... Volta pra mim... Lucy...

Eu estava vivendo mais uma vez minha própria novela. Lucy Heartiphilia estava aqui, na mesma cidade que eu, no mesmo lugar. Taxada de um hotel e provavelmente vivendo na rua. Sem comida, no frio... Sofrendo...

 Quero vê-la. Ela esta sozinha, sofrendo... Ela precisava de mim, e eu preciso dela. Meu orgulho é grande, mas meu amor por ela é maior.

Eu estava pensando nas nuvens. Era Lucy, e somente a Lucy que eu precisava, ela poderia me trazer a terra, somente ela. E mesmo que ela não me queira mais, vou a fazer me amar. Era isso, Lucy voltaria a ser minha, por bem ou por mal.

Meu celular começou a apitar. Ele vinha de algum lugar pela sala. Eu pensei em ignorar, mas pensei na cogitação de ser ela, mesmo que seja impossível, eu não via motivos para não ser. Mas as leis da física estão contra isso. Física... Uma matéria que eu nunca gostei... Será que eu usei droga?

Eu achei meu celular debaixo de uns papeis. Limpei a garganta e enxuguei minhas lagrimas e forcei minha melhor voz.

  — Alô?!  — perguntei assim que atendi.  — quem é?!

  — ‘Nossa, calma. Sou eu a Brandish.

 — Ah, é você.

 — Esperava que fosse quem? A Lu...

 — NEM OUSE COMPLETAR A FRASE!  — a interrompi. Mas ela suspirou e riu um pouco.  — alguma coisa aconteceu amor?

 — Sabe que não tem moral pra me chamar assim agora. Você ta atrasado.

Bransdish era minha psicóloga particular. Claramente, não temos uma relação com a que vocês estão pensando. Ela me obriga a chamá-la assim porque diz que me ajuda a esquecer a Lucy e coisas que eu não entendi. Eu não gosto de chamá-la assim, sinto que estou traindo a Lucy, até porque teoricamente ainda estamos casados, mas isso não vem ao ponto. Brandish era super exigente com horários, e eu já estava meia hora atrasado.

 — Porque a demora?

 — Tenho que refazer minha sala.

 — ah. Entendi.

Ela era minha melhor amiga, desde a três anos. Eu tive que começar a consultar o medico por estar tendo freqüente mente esses surtos e ataques. Me tornei agressivo e ando ficando cada vez mais depressivo, então a Srta. Grouse me obriga a consultar um psicólogo. Bom você já entendeu.

 — Esteja aqui ás 20h00min em ponto, entende? Ou se não eu diminuo nosso tempo bônus.

Funguei e assenti. Desliguei a ligação, e olhei no meu menu da tela do meu celular. Já eram Sete e meia da noite, e a casa dela não era tão longe. Eu acabei lembrando-se dos papeis superimportantes que eu joguei pela janela. E aquilo era assunto que eu trataria do próximo jogo, ninguém podia tocar neles! Eu desci as escadas, pois o elevador não chegava, assim que sai da empresa, tentei procurar os papeis, mas não os achava. Até que uma garota tocou meus ombros, e eu olhei para trás para ver quem era. Era Kana, uma das filhas de um dos meus sócios, vestindo um vestido um pouco curto e com meus papeis na mão esquerda, e com a mão no meu ombro com a esquerda.

 — Acho que isso te pertence, Sr.Dragneel. 


Notas Finais


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