História As Crianças Nomeadas Peculiares (INTERATIVA) - Capítulo 2


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Categorias O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares
Personagens Alma LeFay Peregrine, Bronwyn Bruntley, Claire Densmore, Fiona Frauenfeld, Hugh Apiston, Millard Nullings, The Twins
Tags Crianças Peculiares, Interativa, Peculiar, Srtaperegrine
Exibições 56
Palavras 1.493
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Magia, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bjs, amo vcs
Se seu personagem ainda não apreceu, não se des...Anime

Capítulo 2 - A volta daquele que se foi


Fanfic / Fanfiction As Crianças Nomeadas Peculiares (INTERATIVA) - Capítulo 2 - A volta daquele que se foi

Já fazia dois meses que ele havia ido atrás de outras crianças peculiares, isso já estava começando a preocupar Srta. Peregrine. Qualquer coisa podia ter acontecido com ele. Ele já podia ter sido morto pelos etéreos, podia ter sofrido um acidente, podia ter incendiado uma cidade inteira, ter ido preso e ter sido executado na cadeira elétrica. Esses pensamentos corriam feito loucos na cabeça da Ave, ela estava preocupada e com medo.

            Srta. Peregrine sorriu, girou os calcanhares e adentrou o orfanato olhando direto para o sofá onde viu Alex (Grant Gustin) chorando. Suspirou, caminhou até o garoto que abraçava as próprias pernas. Ela sentou ao seu lado e deitou a cabeça em seus ombros. Sorriu.

            — O que houve querido? Odeio ver você triste. — perguntou a Ave com voz suave e doce.

            — Sinto a falta dele... — soluçou Alex abraçando as pernas mais forte.

            — Ora, isso significa que você o ama. Ele vai ficar bem, ele já deve estar voltando.

            — Mentir é feio, Srta. Peregrine — sorriu Alex

            — Primeiro; Não estou mentindo. Segundo; Eu que corrijo vocês nesse orfanato — riu Srta. Peregrine para Alex — Ora, vamos. Saia dessa tristeza, vá brincar com o Akira (Millie Brown).

            Alex levantou e murmurou um obrigado para Srta. Peregrine que assentiu com a cabeça. Ele caminhou e subiu as escadas, viu Srta. Peregrine dando uma tragada no seu ‘cachimbo da paz’, como as criaças gostavam de chamar. Ele sorriu e voltou a subir as escadas, foi ao quarto de Akira que, para a surpresa de Alex, estava numa roda de amigos. Nessa roda tinha, Akira e Olivia (Cara Delevingne). Junto a elas, os peculiares mais antigos do orfanato, agora mais crescidos: OS Gêmeos, Millard, Claire, Bronwyn, Fiona e Hugh. Eles riam e gargalhavam com as piadas de Olivia.

            — Posso entrar? - perguntou Alex com timidez

            — Não! — esbravejou Olivia rapidamente com arrogância

            Millard deu uma risada baixa:

            — Ei, keep calm, esqueceu que ele é amigo? — riu o invisível

            Olivia se levantou do chão e ajeitou o vestido azul com flores brancas.

            — Não meu. Não depois do que ele fez comigo — disse confiante

            Houve um clima tenso no quarto, todos sabiam muito bem o que Alex havia feito, ninguém ousou olhar Alex, apenas Olivia e Millard que era seu melhor amigo. Olivia ficou encarando o garoto com raiva escorrendo nos olhos. Ele, na semana retrasada desta narrada agora, Alex havia defendido Akira após o garoto jogar as joias de Olivia numa outra dimensão aletória, era pra ser uma brincadeira de criança, mas Olivia começou a gritar com ele e Akira chorou, e quando ele está nervoso ou sobre pressão, ele não consegue trazer ou levar coisas de/para dimensões, ele fica desgovernado e não sabe o que fazer. Então Alex brigou com Olivia e a deixou sem gravidade por horas no sótão escuro, e como todos sabiam, Olivia tinha pavor do escuro. É claro que ela não deixou Akira se safar, levou o garoto para Srta. Peregrine que lhe deu um castigo. Só depois de um tempão que Alex tirou Olivia do sótão devolvendo a força gravitacional a ela. A garota saiu correndo do local chorando assuntada.

            Alex estava se arrependendo disso pela primeira na vida.                       

            Todos ficaram encarando Olivia com certo nojo, ninguém nunca excluía ninguém das atividades dentro daquele orfanato. Oliva levantou emburrada e saiu do quarto apressada batendo os pés com força.

            Alex correu atrás dela mais foi parado por Millard o segurando pelo pulso.

            — Me solta, Millard — mandou Alex — Eu preciso falar com ela.

            Alex se soltou brutalmente e correu para fora do quarto, Olivia descia as escadas, ela olhou para trás e acelerou o passo, Alex não podia perder a oportunidade de se desculpar com ela, não desta vez. Então, para impedir que ela fosse embora, ele diminuiu a força gravitacional da sala, Olivia ia dar um pulinho para descer o ultimo degrau, mas quando deu, seus pés não voltaram a tocar no chão, ela foi brutalmente erguida no ar. Ela segurou no corrimão da escada e fitou Alex com raiva.

            — Eu não quero conversar!! — disse ela brava tentando voltar para o chão.

            — Mas eu quero. — disse com calma flutuando no ar sem preocupação alguma — Eu quero pedir desculpas, eu não devia ter te deixado no escuro, sei que você tem medo.

            — Desculpas não vai reverter o que você fez — bufou Olivia.

            — Mas faz eu me sentir melhor, faz você voltar a ser minha amiga. — sorriu o mais velho — Aliás, pra quê ter medo do escuro? É a coisa mais infantil.

            — Pra você é fácil falar, você não tem medo de nada! — choramingou ela

            — Eu estou com medo agora, estou preocupado e assustado!

            — De quê? — agora parecia que Olivia estava preocupada

            Alex estava chorando.

            O incrível quando você chora num local sem gravidade é que suas lágrimas ficam flutuando em gotículas no ar com formatos bonitos e abstratos. Você não consegue parar no lugar e sempre fica indo de um lado para o outro.

            A gravidade foi voltando gradativamente, aos poucos o corpo de ambos iam pesando, aos poucos iam descendo e descendo, os pés descalços tocam o chão de madeira gelado e a gravidade volta por completo e você fica grudado no chão novamente.

Olivia caminhou até Alex, que estava de cabeça baixa, ela o abraçou ficando com o rosto virado para a escada onde viu os outros Peculiares, ela fez um aceno com a mão e todos voltaram de fininho para o quarto onde estavam. Foi difícil acolher Alex, pois ninguém nunca o via chorar e não sabiam como ajudar quando de fato ocorria. 

— Sinto a falta dele. — chorou — Eu estou preocupado. E se ele...

— Ei. — Olivia segurou o rosto do amigo com as mãos macias — Ele vai ficar bem, ele está bem, ele já deve estar voltando com vários Peculiares para tomarmos conta.  Vai ser legal e divertido, okay?

— Okay.

— Okay — continuou Olivia.

— Okay* — riu Alex pela ultima vez.

            Alex passou os braços pelos ombros de Oliva e subiram as escadas juntos, Srta. Peregrine via tudo da sala sorrindo de orelha a orelha dando uma tragada no seu cachimbo. Os dois entraram no quarto sem dizer nada e se juntaram a roda de amigos que os encaravam confusos, mas logo eles se explicaram e voltaram a brincar todos juntos.

...

            Era tarde da noite, Srta. Peregrine olhava o relógio para poder reiniciar a fenda. (N/A: A fenda que eles se encontram agora não é a fenda do livro/filme, pois essa mesma se fechou como vocês podem lembrar. Levaremos em consideração que após o final do filme/livro, eles encontraram outro lugar para ficar.) Na mesa estavam sentados todos e todas comendo enquanto conversavam em harmonia. Bronwyn ajudava Claire a comer dando de alimentar à sua boca monstruosa na nuca. O gêmeos comiam dividindo tudo, dando um na boca do outro.

            Claire olhou para a janela vendo a luz da lua, assim como os outros, não tinham que se preocupar se bombas iam cair, pois não cairiam, ou se um Hollow* ia atacar todo dia, pois não ia. Nem se preocupar que, se saísse da fenda, os anos alcançar-na-iam, pois não iam. Srta. Peregrine criou a fenda que não acumulava anos, ou seja, se saísse da fenda, poderia viver normalmente envelhecendo normalmente.

            Os acólitos e os Hollow haviam parado de perseguir as crianças porque Srta. Peregrine criou o que eles queriam, uma fenda que os deixavam vivos para sempre. Todas as ymbrines agora faziam isso. Após a criação dessa espécie de fenda, Acólitos e Hollows negociaram com as ymbrines, donas de fendas no tempo, para que ambos não lutassem entre si.

            Estava tudo na mais perfeita paz...

            Por enquanto...

            Claire, limpando a boca na sua nuca, continuou a fitar o horizonte daquele jardim da fazenda, era enorme, o bosque se estendia por trás, e atrás do bosque a pequena cidade de York presa, junto com eles, em 5 de Outubro de 2016.

            A menina viu, muito longe, pessoas caminhando lentamente, eram 7, um era um garoto a as outras 6 era meninas. Claire logo reconheceu o garoto...

            — Amadeus! (Jason Dardo) — gritou se levantando da mesa entusiasmada, Alex olhou para a janela com brilho nos olhos — É Amadeus! Ele voltou!

            Alex foi o primeiro a se levantar e sair da cozinha correndo para ver seu ‘amigo’. Todos os seguiram, inclusive Srta. Peregrine. Foram correndo para abraça-los, mas Amadeus caiu inerte no chão. As 6 meninas ajudaram a levar Amadeus para a casa da fazenda.

            — O que houve com ele? — perguntou a Ave curiosa.

            — Ele não se alimenta a dias, ele fica dando sua comida para gente. — respondeu uma garota loira muito linda por sinal.

            — Venham, — chamou Srta. Peregrine — vou tratar de seus ferimentos e lhe dar banho e roupas.

            As meninas seguiram Srta. Peregrine, entraram dentro do quarto dela e a porta se fechou.

            Alex ficou ajoelhado ao lado do corpo adormecido de Amadeus, sentiu uma mão em seu ombro, ele virou para trás e viu Bronwyn, ela sorriu e disse de forma sincera:

            — He’ll be fine.**


Notas Finais


* referencia 1: A Culpa é das estrelas
** referencia 2; Ele vai ficar bem.

A ultima frase de todos os capítulos vão ser em inglês...


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