História As Crônicas de Camyr - O Mundo Invertido - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Exibições 3
Palavras 673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Saga, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Voltando ao Começo


 Noite de sábado. Melisse rejeitou o elevador quebrado de seu apartamento e se dirigiu as escadarias; uma cansativa subida até o quinto  andar. Era uma das coisas que mais odiava fazer, ainda mais depois de uma cansativa tarde de estudos. 
Era notória a pressa em seus passos. Se locomovia tão depressa que em poucos degraus de subida já se demonstrava ofegante. O seu semblante nunca se mostrou tão preocupado como naquele momento, nem mesmo os momentos de intensas batalhas tentando resolver questões nas provas de matemática foram superiores no quesito preocupação. Eram os longos anos de escola que a moça costumava evitar lembrar. Mas, mesmo daquele jeito, caso alguém dirigisse uma pergunta em relação ao que estava sentindo, Melisse tentaria reagir de outra forma, buscando demonstrar outros sentimentos. Ela sempre foi assim. Alguns de seus antigos amigos não gostavam da maneira que a garota lidava com seu interior. Nunca conversava com ninguém sobre sí. Os psicólogos eram as ultimas pessoas com quem ela conversaria. Já estava no fim da subida, viu a porta que dava ao seu andar; levou sua mão até a maçaneta e a girou. 
Um corredor normal, com várias portas e suas respectivas placas com números acima. Tão normal que conseguia distinguir ouvir os barulhos de seus vizinhos. Melisse caminhou até o seu quarto, o 36. A porta se encontrava encostada; uma fresta rente a parede mostrava a iluminação no interior. Aquilo não foi um motivo que a fizera temer, como se já soubesse do ocorrido. Pôs sua mão na região central da porta e a empurrou. E mais uma vez, nada de estranho, somente uma sala comum. Melisse fechou a porta em sua retaguarda e demonstrou certo alívio, mas mesmo assim voltou a andar, se dirigindo ao seu quarto. Tentou girar a maçaneta e para sua surpresa, a porta se encontrava trancada. Colocou o ombro para tentar forçá-la, e no primeiro movimento a porta cedeu. 
- Eu sabia que me encontraria. - Um garoto de cabelo escuros e longos, de pele pálida e vestes esfarradas estava sentado na cama, se deliciando com um pote de chocolate. Seus olhos eram grandes, não tão grandes, mas não tão normais, apenas diferentes. E sua íris era tão negra que a pupila parecia não existir. Pelo seu tamanho e sua aparência, o menino aparentava ter dezesseis anos. - Eu soltei alguns parafusos da porta... Soube que sua esperteza continua a mesma, mas a força não. 
Você não devia estar aqui. - As palavras de Melisse foram ditas num tom sério e sarcástico.
É isso que você fala depois de ter me matado? - Indagou o garoto, demonstrando tristeza e forçando o lábio superior contra o inferior. 
Melisse não deu ouvidos aquelas palavras, fitando o indivíduo em sua cama; parecia que o mesmo a remetia lembranças, cujo o ato de lembrá-las não causava nenhuma felicidade. 
- Eu não quero voltar. 
- Mas o quê? Por acaso você se esqueceu do que a Rainha Myr nos faz dizer todo dia? Uma vez Camyriano, sempre Camyriano. E ninguém nunca deixou de ser, experiência própria! - O garoto dizia as palavras com tom macio, tentando imitar sua esselência.- Só que dessa vez terá um probleminha... 
O garoto passou o indicador na camada superficial do chocolate, e logo levou-o a boca.
- Qual? - Perguntou, demonstrando interesse.
- Você não vai ter nenhuma lembrança de Camyr e nem desse momentos que estamos tendo. Será como a primeira experiência, sabe? Agora vamos! - Pôs-se de pé na cama, largando o pote. Juntou o polegar e o indicador, prestes a estalá-los. 
- Espera! Você não pode fazer isso! 
Melisse tentou correr, mas o estálo do dedo do jovem foi mais rápido. 
Tudo começava a escurecer. Um silêncio pesado cobria todo o âmbito. Ambos que estavam no local não conseguiam se mover, era como se seus musculos e nervos estivessem travados. As paredes e o chão, junto de todos os objetos, iam se contorcendo até sumirem na imensa escuridão. Os segundos depois dos estálos levaram os dois para uma escuridão absoluta. 


 


Notas Finais


É a minha primeiro história... E é isso ai kk


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...