História As crônicas de inverno (interativa) - Capítulo 19


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fantasia, Guerra, Original
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Palavras 2.072
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


olá jovens como estão ?

Capítulo 19 - Glyder e akame -os caminhos de cada um


Glyder

De todos os castelos que glyder esteve até aquele momento o castelo de warterfall era o mais gelado sem duvidas. Não só pelos ventos gelados que o cortavam e insistiam em perfurar pelas grossas paredes de granito ,mas pela família que o guardava os kalts eram verdadeiros homens de gelo tirando o lorde olaf que demonstrava perfeitamente sua preocupação para com aika a própria mãe da moça e seus irmãos pareciam não se importarem com ela e leon dando um dos abraços mais gelados que glyder já viu nos dois.

-bem vindos de volta –a lady do castelo disse aos filhos aika sorriu para a mãe.

-é bom estar em casa mamãe –ela disse e leon concordou com seu lábio rachado do golpe que recebeu do pai.

O grupo foi hospedado na torre de honra do castelo a mais alta e quente de acordo com aika ,ayla encarou a torre como se calculasse quanto tempo demoraria para escalar ela até o telhado seu irmão lhe deu um sorriso torto e bagunçou seus cabelos entrando junto com robert e alice na torre.

Enquanto os outros se instalavam na torre glyder decidiu visitar o único lugar em que se sentia em casa a forja o loiro seguiu pelo pátio coberto de neve e soldados até ouvir o som das marteladas no aço e sorrindo o loiro de olhos desiguais encontrou a grande forja do castelo de inverno.

O loiro sorriu quando sentiu o calor da forja na pele novamente seus olhos o levaram para a grande forja de um canhão que parecia em fase de acabamento o loiro sorriu enquanto os ferreiros trabalhavam pesadamente para concluir o projeto que lembrava glyder de sua própria criação.

O loiro voltou para o pátio admirando a neve que caia sobre os pesados telhados da fortaleza de inverno nunca em sua vida glyder viu algo tão bonito e tão triste ao mesmo tempo a fortaleza parecia fria sem vida e seus ocupantes pareciam bonecos de neve gigantes que falavam e andavam.

O salão do castelo era de longe o lugar mais quente dele o salão contava com 13 enormes lareiras para aquecer os quase mil homens que o frequentavam ao lado da família kalt que ocupavam uma grande mesa cinzenta no centro do salão,glyder ficou em uma mesa de carvalho ao lado dos outros representantes leon escolheu se sentar ao lado dos companheiros em vez de se sentar com a família no centro seu pai pareceu não ligar talvez pelo fato dele ser apenas o segundo filho.

Glyder se sentou ao lado de kena e akame que estavam ao lado dos primos steff e abigail que por sua vez se sentaram a frente dos gêmeos ruivos que estavam ao lado de robert e alice ,leon se sentava ao lado de alice rindo das piadas da ruiva sobre o frio sofia ficará na cabeceira da mesa rindo de robert que lhe contava algo sobre mercenários enquanto os pratos eram servidos e apreciados pelos convidados e pelos representantes o loiro escolheu experimentar o cisne assado com batatas e cenouras enquanto akame e kena escolheram o ensopado de peixe gato.

O loiro viu que aika parecia acuada ao lado da mãe e dos irmãos até mesmo do pai como se estivesse cercada por estranhos não da própria família o loiro de olhos desiguais suspirou sabia como era isso,mas no seu caso sempre fora verdade.

-um brinde á nossos convidados –o lorde propôs usando seu gibão cinza e negro seus servos e cavalheiros não demoraram a seguir seu lorde erguendo sua taça.

Os representantes levantaram suas taças mais na obrigação do que no desejo e juntos brindaram pela sua missão e tomaram o amargo vinho nórdico.

-por orion –o lorde disse com seus cabelos dourados ferozes.

-por orion!-todos repetiram e deram mais um gole no forte vinho.

O loiro pediu licença aos seus companheiros após o brinde sua mente ainda o perturbava com a ideia que ele não era nenhum nobre somente um servo em uma missão importante cercado de nobres ,nobres que o sacrificariam sem pensar duas vezes apenas por ele não ser um deles.

Glyder balançou a cabeça para tentar se livrar desse pensamento que sabia que era ingrato com a maior parte de seus companheiros principalmente akame e kena que o loiro sabia que nunca o abandonariam.

-pensativo ?-a voz de aika o tirou de seus pensamentos e o ferreiro encarou a lady que sorria para ele.

A loira usava um vestido longo azul com seda pesada para esquentar diante dos ventos furiosos do norte a menina sorriu para ele.

-não devia estar lá dentro ?-ela perguntou chegando perto do loiro que sorriu.

-não me dou bem com multidões –ele confessou e aika riu docemente.

-somos dois odeio ficar como um boneco de neve lá dentro parada e sorrindo-ela confessou.

Foi a vez de glyder rir o loiro colocou uma mão no ombro da lady que se virou para ele curiosa o loiro puxou de seus bolsos uma pulseira feita por ele mesmo tinha o formato de uma chama vermelha feita com um rubi que o loiro achou em sua forja.

O loiro colocou a pulseira na lady que o olhava com curiosidade a loira levou a mão para perto do rosto para encarar a pulseira em formato e chama e sorriu.

-essa chama não vai te deixar virar um boneco de neve –ele brincou e a loira sorriu para ele e o abraçou.

-você e o melhor companheiro de missão de todos –ela disse e o loiro riu.

-ah eu duvido disso –ele respondeu com um sorriso.

Os dois conversaram enquanto os pensamentos de glyder se afastavam do fato de que ele não era nobre naquele momento apenas queria ficar ao lado da nova amiga não importava como ou onde o loiro dormiu com esse pensamento.

Seus sonhos foram cruéis se lembrou da pai dos experimentos que ele fez no próprio filho acordou suado olhou para o lado e robert dormia assim como klaus ,steff estava acordado o moreno afiava suas flechas quando notou que o loiro acordou lhe deu um olhar interrogador antes de se voltar para suas flechas.

-não consegue dormir ?-glyder perguntou ao moreno que sorriu enquanto levava uma flecha a luz da lua para conferir se estava bem afiada.

-pesadelos –o moreno confessou.

-sei como é –o loiro disse e desceu de sua cama se juntando ao moreno perto da janela da torre.

Glyder encarou os olhos desiguais de steff tão iguais aos seus que o loiro se perguntou se o amigo tinha passado por experimentos quando criança.

-o que acha que nós aguarda ?-o moreno perguntou.

-sangue e morte –o loiro disse encarando a lua sentado ao lado do moreno em frente a janela de pedra que era banhada pela lua.

-o sangue e a morte de quem eu me pergunto –o moreno disse enquanto afiava suas flechas.

-isso eu também quero saber –glyder lhe respondeu.

Akame

A general ficou aliviada quando o grupo partiu do palácio do inverno por alguma razão o lugar a deixava inquieta talvez fosse a recepção gelada ou os ventos frios que invadiam o quarto deles a noite ou talvez fosse o modo em que a esposa de lorde olaf tratava os filhos mal olhando para eles e apenas falando com o herdeiro do marido.

Seus olhos azuis olharam para trás onde a enorme muralha começava a sumir e a general suspirou kena e robert estavam ao seu lado os três pareciam os mais velhos em batalhas e todos estavam aliviados em se livrar da tensão que envolvia o grupo e lorde olaf dês que ele golpeou leon no final de sua primeira batalha.

-esta mais quente aqui –alice comentou a ruiva trouxe risos a todo o grupo até a aika que mal falava depois que saíram de sua casa.

-aproveite porque o porto foca e bem frio –leon disse se referindo ao destino do grupo depois de roubarem os documentos da fé.

-é melhor que os bonecos de neve que chamo de família –aika respondeu o irmão que sorriu para ela.

O grupo armou acampamento em uma campina ao lado da floresta enquanto steff e sofia iam caçar o resto do grupo armava as barracas dadas por lorde olaf ,para a surpresa da general robert armou o acampamento praticamente sozinho enquanto glyder ,leon e klaus mal conseguiram armar sua própria barraca.

-pratica –o ruivo disse ao perceber que a morena o encarava.

Akame sorriu para o loiro que parecia tão distante do grupo enquanto se sentava sobre uma pedra a morena de olhos azuis retirou sua katanna da bainha e começou o processo de limpeza de sua arma o sangue da ultima batalha começará a sair finalmente de sua lamina quando steff e sofia voltaram com dois enormes alces e sorrisos maiores ainda.

-eu cozinho –klaus se ofereceu.

A morena continuou limpando sua espada até kena a chamar para comer o ensopado de alce feito pelo ruivo que recebia tapinhas nas costas do primo e da irmã que sorria enquanto alice aprovava o ensopado do primo como a maioria do grupo Abigail arregalou os olhos quando provou.

-em que livro você leu sobre essa receita ?-a jovem perguntou agarrando o ruivo pelos ombros e o sacudindo.

-eu aprendi com as moças que trabalham nas cozinhas do castelo –o ruivo confessou e sua irmã o encarou mortalmente enquanto seu primo e alice riram.

-esse e bom –steff deu vida a piada –correndo atrás das cozinheiras.

O grupo riu a general não pode deixar de notar como todos pareciam mais a vontade com a ideia de viajarem em grupo por um bom tempo na verdade a general não se importava por algum motivo começará a gostar daquelas pessoas quase como uma família.

A morena ficou com a primeira ronda da noite ao lado de robert o ruivo decidiu vigiar a entrada da floresta próxima ao acampamento enquanto a morena fintou a estrada com seus olhos azuis com sua katanna em mãos a espera de qualquer ameaça.

As estrelas brilhavam de maneira esplêndida do céu do norte a morena sorriu ao ver o quão lindo o céu noturno podia ser ,mas a morena entendia que seu futuro podia não ser tão brilhante se eles falhassem orion seria perdida completamente para a fé tudo dependia da missão deles.

-como general eu não vou falhar –ela disse a si mesma antes de decidir se levantar para caminhar.

Suas roupas de couro a deixavam bem silenciosa enquanto andava calmamente para a entrada da floresta decidiu assustar seu parceiro de ronda apenas por diversão e para conhecer mais sobre o misterioso ruivo que parecia só se abrir com sua família.

Akame encontrou o ruivo sentado encarando sua lamina vermelha que parecia brilhar a luz das historias robert vestia uma calça de couro negro e dourado deixando seu tronco nu sua face era dura como gelo o ruivo parecia em medição profunda a morena reparou que ele possuía inúmeras cicatrizes em suas costas todas pareciam golpes de espadas feitos por alguém muito habilidoso.

-e então quando vai tentar me assustar ?-o ruivo perguntou sem olhar para ela a morena suspirou e se colocou ao seu lado.

-em todos os meus anos de guerreira essa e a primeira vez que me perceber –ela disse e robert sorriu.

-vou tratar isso como um elogio –o ruivo disse.

Ele possuía muito mais cicatrizes na parte de frente do corpo todas bem profundas chegando até o osso a morena temeu ter encarado durante muito tempo porque o ruivo suspirou.

-meu mestre em espadas era bem rigoroso –ele explicou –essas são lembranças de suas lições.

-cada uma delas ?-ela perguntou com um sentimento incomum no peito.

-cada uma –ele respondeu e olhou para a katanna que a morena carregava –e uma linda arma.

A morena sorriu com seus olhos azuis intensos enquanto retirava sua espada da bainha para amostrar ao ruivo que sorriu ao ver que sua lamina brilhava tão intensamente quanto à dele.

-espadas assim deviam ter um nome –ele disse encarando a lamina akame sorriu.

-luz estelar –ela disse encarando sua lamina recém batizada –é um bom nome.

-é um ótimo nome –o ruivo disse.

Os dois ficaram conversando pelo resto da noite enquanto a morena pensava que não importava o caminho de cada um naquele momento todos seguiam pelo mesmo caminho e todos sabiam que o único modo de chegar ao fim dele eram todos juntos.


Notas Finais


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