História As Crônicas de Rômulo - Em Busca da Felicidade - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Homossexualidade, Lemon, Original, Yaoi
Visualizações 23
Palavras 838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Orange, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


O provavelmente capitulo mais esperado chegou!
ENJOY

Capítulo 11 - Reencontros (Especial)


POV. Rodrick


Rodrick e Rômulo conversaram bastante. O de olhos negros o disse que não iria dar corda para seu ex namorado, e que o de olhos castanhos podia confiar nele.

O garoto confia em Rômulo, por isso decidiu não prolongar tanto o assunto.

Era dia de aula. Tudo era sem graça sem seu namorado. Por ele estar cego, não podia ir a escola, por isso agora Rodrick ficava sozinho.

Pelo menos Geovana não está mais aqui para encher meu saco, pensou.

Após Rodrick e Rômulo denunciarem Geovana à polícia quem causara o maldito acidente, ela estava presa há todos estes meses.

Ao chegar a hora do recreio, Rodrick notou uma nova estudante. Tinha cabelos castanhos e lisos e olhos verdes. Logo reconheceu quem era. Após quatro anos, Maria, ex namorada de Rômulo havia voltado para a Academia Golden.


POV. Maria


Em seu primeiro dia na Academia Golden após quatro anos, a primeira pessoa que Maria viu foi Andressa. Ela tentou não parecer tão empolgada para ver se sua antiga amiga a reconheceria.

— Olá — Maria comprimentou.

— Ah, oi. Nova por aqui? — disse, com a mesma cara de lerda de sempre.

A de olhos verdes sentia vontade de rir e de abraçá-la, mas se segurou.

— Sou sim. Eu morava aqui há quatro anos atrás.

Andressa parecia pensativa. Ela olhava meio para cima, cutucando seu beiço inferior com o dedo indicador.

— Você se parece com minha antiga amiga Maria, só que em uma versão mais gostosa e mais madura.

Maria revirou os olhos. Logo depois Andressa olhou um pouco para cima, tentando revirar também.

A de olhos verdes riu.

— Andressa, Andressa... Burra como sempre...

— Ei! — ela levantou a mão para bater em Maria. A garota se encolheu, pois sabia que aquela mulher batia de verdade. E aprendeu isso da pior maneira. Antes de começar as porradas, Andressa pareceu notar alguma coisa. — ei... Você não se parece com Maria.

— Não?

— Não. Você é Maria. Não se lembra de mim? Sou Andressa, a melhor amiga de todas!

Maria nada disse, apenas deu-lhe um abraço.

— Senti muito sua falta. — disse.

— E eu só faltava me matar.

°°°

— E aí? — perguntou Maria, após longas conversas com sua antiga amiga. — você e a Letícia já deram uns bons pegas?

Andressa corou.

— Você ainda se lembra?

— Eu me lembro de tudo. E não venha me negar nada, porque nós duas sabemos que se eu deixasse, você me pegaria.

— Eu?

— Sim.

— Pegaria?

— Sim.

— O.k., eu e Letícia não nos agarram os ainda. Eu nem sei se ela também gosta de sushi.

— Nossa, eu amo sushi.

— Não estou falando da comida.

— Ahh... Bem, não se preocupe. Daqui a pouco você arruma uma novinha bem delícia.

— Tomara. Não aguento mais essa seca de mulher.

As duas riram.


POV. Geovana


Três meses antes...


Após ser pega pela polícia e jogada em uma sela de prisão, Geovana gritava e se debatia contra as grades, pedindo por liberdade.

— Relaxe, minha jovem. — disse uma voz atrás dela.

Do meio de toda poeira e da escuridão do recanto da sela, surge uma pessoa. Ela tinha cabelos curtos e castanho escuro, como os de Geovana, e olhos dourados, também como os de Geovana. Era uma mulher com suas mesmas características, porém, mais adulta.

— Por que está aqui? — perguntou a mulher.

— Por uma injustiça.

A mulher riu.

— Sendo assim, eu também sou vitima de uma injustiça.

— Sério?

— Não.

— Ahh. Então, o que você fez para estar aqui?

— Bem, tudo começou quando eu estava grávida. Eu queria ter esta criança para prender o ex governador Alessandro aos meus braços. Mais veio menina. Eu não queria uma menina. Então mandei o médico jogá-la em uma caçamba de lixo e o mandei trazer-me um gêmeo de alguma outra paciente do hospital. Ele me trouxe um garoto chamado João Guilherme. Mas, este garoto tinha de vir com um defeito fatal: gostar de homens. Depois de um tempo, percebi que ele e o irmão gêmeo haviam se encontrado e estavam trocando de lugar. Assim, sequestrei o irmão dele para não arriscar. Um pouco depois, havia recebido a notícia de que Alessandro estava morto e...

— Espera um pouco — mandou Geovanna. Ela não parecia ter prestado atenção em toda a história.

— O que foi?

— Você disse que havia jogado sua filha em uma caçamba de lixo?

— Sim.

— Onde era este hospital em que você estava?

— Litoral do Rio de Janeiro. Por que?

Um fogo subiu pela cabeça de Geovanna. Quando criança, sua mãe havia lhe jogado em uma caçamba de lixo no litoral do Rio de Janeiro. Cresceu em um internato de freiras e, agora que era de maior, vivia só em um apartamento na capital.

Geovana pegou a mulher pelas bochechas e a olhou bem nos olhos.

— Olha pra mim. OLHA PRA MIM!!!

A mulher parecia horrorizada.

OLHA O QUE EU ME TORNEI! — continuou — OLHA PRA MIM! EU SOU A GAROTA QUE HAVIA SIDO JOGADA NA CAÇAMBA. EU SOU SUA FILHA, MALDITA!!!

Geovana jogou sua mãe no chão e começou a pisotiar em seu estômago. A mulher estava sangrando. 

Lá estava Geovana no momento em que mais sonhou em sua vida: achar sua verdadeira mãe.


Notas Finais


Comentem gente. Já não basta ter poucos leitores.


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