História As Crônicas de um assassino. - Capítulo 1


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Policial

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - O desejo de um condenado.


Localização: Complexo penitenciário Poseidon, Oceano Pacifico.

Dia: 29/11/2016

Hora: 03h30min da manhã.

Meu nome é Walter eu sou um assassino da Máfia, geralmente chamados de Hitmans por quem é de fora quem faz parte desse meio nos chama de executores ou até carrascos, minha vida nunca foi fácil eu sempre encarei muitos problemas pra continuar vivo, mas às vezes não gosto de pensar no meu passado, porém eu me lembro de como toda essa merda aconteceu como eu vim parar nessa prisão e o responsável também foi tudo mais ou menos assim...

Era segunda-feira dia 4 de dezembro de 2016 eu estava no meu apartamento em Los Angeles, quando acordo com o som do telefone era uma barulho alto e irritante que ia destruindo qualquer chance minha de sono, atendi ao telefone e era meu chefe Antônio DeVito.

- Alô Antônio?

- Sì sono io (Sim sou eu)

- Pode, por favor, não falar italiano eu acabei de acordar.

- Cierto, vamos aos negócios tenho um alvo para você Walter.

- Pode falar.

- Um advogado chamado Paul Kent, ele é uma forte ameaça uma vez que já trabalhou para nós.

- Quanto ele sabe? E como vocês deixaram alguém ficar a par de tudo sabendo que ele poderia trair vocês?

- Ele sabe o bastante para ser considerado uma ameaça e não questione minhas ordens entendeu. Falou gritando.

- Certo, pode deixar comigo.

- Ele esta em Los Angeles, em um restaurante chamado La Barca Restaurant.

- Certo vou resolver isso rápido.

- Ok thaul.

Após isso desliguei o telefone, tomei um banho e me vesti em seguida fui até meu armário peguei minha maleta de equipamentos peguem uma pistola com silenciador, uma faca e veneno-me arrumei e fui fazer o meu trabalho, ao chegar lá localizei o alvo e quando eu estava prestes a chegar perto fui rendido por policiais e no dia do julgamento o maldito do Antônio me entregou e disse que não sabia da minha conexão com a máfia. Naquele momento eu quis matar ele, mas não podia e nem posso agora que eu estou preso aqui nesse inferno.

Olho para a porta da cela, o carcereiro abri a porta e diz que é hora do almoço, vou em direção a ele e sou algemado e levado até o refeitório da prisão eu vou seguindo olhando para os lados outros bandidos tão ruins quanto eu, assim que chego no refeitório me deparo com várias mesas cheias de gente e de me encarando vejo a comida de hoje, bolo de carne pra quem tá aqui há muito tempo da até pra engolir, mas pra mim que já tinha visto as piores coisas da vida aquele bolo de carne de merda era fichinha é quando olho para o lado vejo um cara me encarando e dando o dedo, me levanto e vou até ele pra tentar saber o motivo das provocações.

Walter- Posso saber se você me achou bonito?

Prisioneiro- Como é?

Walter- Boa é a única resposta que eu pude pensar você fica aí me encarando fazendo gestos obscenos, tá carente e quer que eu te leve pro cantinho e te foda é?

Prisioneiro- Escuta aqui ótario ou tu me respeita ou vai se dar mal com todo mundo aqui!

Walter- Tá achando que me assusta é?

Prisioneiro- Se assustar não ajuda vamos agredir!

Vários criminosos vão para cima do Walter ele esquiva de dois e da uma rasteira neles fazendo os cair de cara no chão, quebra o braço de dez da uma voadora em dois, estrangular nove e arremessa o prisioneiro que estava irritando ele e arremessa-o na parede e chuta o saco do cara cinco vezes.

Pelo visto fiz a limpa aqui, é quando os guardas aparecem e me prendem e me levam para a solitária, que é lá no fundo da prisão onde é mais frio e úmido, como eu sei disso? Só em um mês já estive lá umas vinte vezes, essa é a segunda vez que vou almoçar no refeitório das outras vezes eu não almocei lá por causa disso, mas eu não me importo de ficar na solitária na verdade é até terapêutico porque eu detesto barulho e estar na solitária me ajuda a me acalmar e eu tô sentindo que não vai demorar muito pra eu pegar pena de morte, e o juiz não teria problemas em me condenar então eu resolvi fazer uma coisa audaciosa, quando o carcereiro aparece pra me tirar da solitária e digo que preciso falar com o diretor do presídio o carcereiro vai me arrastando e bate na porta da sala do diretor e o joga no chão eu faço uma proposta para o diretor e ele concorda em um psicólogo vir me ver durante alguns dias para que eu possa revelar todos os meus pecados pra eu poder seguir dali pra frente enquanto o carcereiro me leva de volta pra cela vou sentindo que logo irei tirar um grande peso das costas, pois a partir de depois de amanhã eu irei me confessar.

 

 

 


Notas Finais


História nova espero que gostem.


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