História As Desventuras Sexuais de Dylan Stark - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Palavras 3.884
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ecchi, Fantasia, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Orange, Slash, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo ENORME! Muitos acontecimentos de deixar a boca aberta!

Capítulo 23 - Capítulo 22: O Dragão-Bruxa e a Traição: Terra 69


Fanfic / Fanfiction As Desventuras Sexuais de Dylan Stark - Capítulo 23 - Capítulo 22: O Dragão-Bruxa e a Traição: Terra 69

Era por volta do meio dia quando chegamos à montanha, era uma ambiente rochoso, aparentemente sem vida, haviam crateras das quais saiam fumaça, seria aquele lugar na verdade um vulcão adormecido?

–Vamos seguir em silêncio para não chamar a atenção do dragão-bruxa –Orientou Don Quixote –Quando o encontrarmos, irei distraí-lo e um de vocês usa a esfera para arrancar a magia do maldito.

Nico deu um passo a frente, parecia que o doido ia se voluntarias, mas quando abriu a boca, Joana Black falou primeiro:

–Eu faço!

–Prefiro deixar esse trabalho nas mãos competentes de um homem.

–Eu não serei afetada pela sedução do dragão-bruxa, sou a mais indicada para fazê-lo –Don Quixote ponderou por um instante e concordou:

–Esta bem, mas se morrermos por sua causa, irei no inferno te dar uma surra!

Caminhamos em silêncio, a qualquer barulho estranho parávamos alertas. Violet veio pra perto de mim.

–Não devíamos estar aqui, podemos morrer!

–Não me diga que você esta com medo?

–Não é hora par brincadeiras Dylan, vamos enfrentar um dragão!

–Ei você ouviu isso? –Perguntei, pois tinha escutado um estranho ruído.

–Ouvi o quê?

O chão sobre nossos pés cedeu e nós dois despencamos num buraco escuro, senti o ar escapar dos meus pulmões como se estivesse caindo nos braços da morte.

–Dylan! –Gritou Nico.

–Violet! –Gritou Klaus.

Quando finalmente respirei senti um peso sobre mim, era a Violet, ela se levantou se desculpando e olhou pra cima.

–Estamos bem –Gritou para o pessoal –Estamos num tipo de túnel.

–Temos que arrumar uma corda para tira-los de lá –Sugeriu Joana.

–Não temos tempo para isso –Resmungou Don Quixote.

–Violet –Chamou Klaus –Quando eu tinha cinco anos li um livro sobre cavernas e minas, nele davam dicas de como encontrar uma saída, procure um caminho que possua corrente de ar e siga por ele.

–Ele lembra de um livro que leu há dez anos? –Comentei impressionado,

–Meu irmão lembra de tudo que lá leu na vida, é assim que sobrevivemos à tantas adversidades, a leitura é nosso maior dom e nossa maior arma.

–Esse foi o lema mais nerd que já ouvi na minha vida –Debochei e ela me deu um soco, mas depois sorriu.

–Klaus siga com os outros, eu e o Dylan encontraremos uma saída e nos juntaremos à vocês.

Então erámos só nós dois de novo, a inventora usava o modo mais rudimentar de se encontrar a direção do vento: Molhava o dedo indicador na boca e o erguia pra sentir o ar. Caminhamos por tuneis escuros, o solo era irregular e constantemente tropeçávamos, seguimos com cuidado até chegar numa área maior, o teto ficava a mais de dez metros.

–Uau! –Exclamei admirado.

–Dylan fica quieto! –Cochichou Violet com urgência.

–O que foi?

Sua resposta foi apontar o dedo tremula na outra direção da caverna e aí eu o vi, era uma réptil negro enorme, sua pele era escamosa, sua respiração era alta e quente, sua calda era do mesmo tamanho do corpo, o dragão-bruxa esta dormindo.

–Se estivéssemos com a esfera roubaríamos o poder dele facilmente –Eu disse.

–Vamos dar a volta e encontrar os outros –Sugeriu Violet.

Nesse momento o dragão farejou o ar e nós dois paramos imóveis, não me diga que ele podia sentir nosso cheiro! Violet me puxou pra trás de uma pedra bem no instante em que a criatura abriu os olhos, eu os vi de relance eram dourados. Espiei pelo canto e vi a criatura se erguer olhando pros lados como se procurasse alguma coisa, ela farejou e depois rugiu. O barulho foi tão alto que podia ser ouvido de toda a montanha, aquilo foi assustador, mas fiquei feliz, pois tinha certeza de que Don Quixote e os outros tinham ouvido.

–Eu sei que esta aí, posso sentir o cheiro de macho –Ouvir a voz do dragão-bruxa foi atordoante, principalmente porque não espera que a criatura falasse.

–Ela só sentiu meu cheiro –Cochichei pra Violet.

–E daí? –Olhei em seus olhos e ela percebeu minha intenção –Dylan não!

 

–Posso ganhar tempo pra você escapar.

–Tem outro jeito!

–Não, não tem –Corri saindo do esconderijo, mas a ouvi dizer.

–Podemos usar a chave, idiota!

Sim, sou oficialmente a pessoa mais burra do mundo, era só usar a chave para escapar, mas em minha defesa, se usássemos a chave daria o maior trabalho para voltar para aquele lugar, e os outros poderiam morrer antes que voltássemos. Isso! Vamos dizer que eu já tinha pensado nisso e foi o que me fez tomar a iniciativa de enfrentar o dragão-bruxa.

–Aí esta você –Disse a criatura. Caminhei em sua direção tremendo dos pés à cabeça, empunhei a adaga do cavaleiro de cristal –Isso não é necessário meu jovem –O dragão caminhou em minha direção e a cada passo que dava era mais parecido com um humano.

Abri a boca hipnotizado com a beleza da criatura que vinha em minha direção, o dragão-bruxa assumiu a forma de uma mulher branca e nua, de suas costas erguia-se um par de asas semelhantes a de morcegos, de sua coluna seguia uma calda de lagarto, o corpo feminino era perfeito, barriga sequinha, seios firmes e enormes, sua vagina era sem pelos, seu rosto era angelical e sedutor ao mesmo tempo.

–Quando recebo a visita de um homem não o mato, eu prefiro o prazer à dor –Não conseguia tirar o olhar daquela mulher perfeita, estava completamente hipnotizado, faria tudo que ela quisesse.

Soltei a adaga do cavaleiro de cristal, assim como minha mochila e caminhei desarmado e feliz até ela. Seus olhos ainda eram dourados, o tempo parecia ter perdido a importância, só conseguia pensar na perfeição à minha frente. Não sei como aconteceu, mas já estávamos nos beijando, perdi a noção do tempo e espaço, nem percebi que já esta nu. A mulher devia ter uns dois metros de altura, eu parecia uma criança diante dela. Sua língua era bifurcada como a de uma serpente, ela se enroscava na minha de uma forma totalmente diferente, aquele beijo era único e perfeito.

Me deitei no chão pedregoso, mas me parecia o mais confortável dos colchões, a mulher pegou meu pau, o posicionando e sentou-se sobre ele.

–Ooor! –Gemi sentindo as paredes daquela buceta apertada.

Ela se abaixou me beijando, senti seus seios enormes sobre meu tórax, apertei suas nádegas, senti a calda que começava onde deveria ser o coques. Ela começou a rebolar devagar, gemi alto sentindo o movimento sobre minha rola, logo a perfeição estava cavalgando numa velocidade incrível.

–Aaahhhahaha! –Seu gemido era meio como uma risada safada –Vamos humano, coma essa buceta com vontade! Não sou uma mulherzinha, meta como se fosse me partir ao meio!

Estava perdido naquela foda insana, ambos nos movimentávamos numa velocidade fantástica, minha rola entrava e saía gostoso. Gemi me sentando chupando aqueles peitões demoníacos, ela mordeu meu pescoço, vi sangue escorrendo, mas tudo era prazeroso. Fui empurrado contra o chão novamente, as pontas de suas asas começaram a mexer nos meus mamilos, sua calda encontrou espaço entra minhas nádegas e me penetrou.

–Oooor!

–Todo homem gosta que brinquem com seu cú, muitos negam, mas todos gostam.

A calda entrava no meu cú, as escamas me massageavam por dentro, gemi e babei, meu pau pulsava, sentia prazer em todas as vias.

–Aaarr-aaaar! Que tesão! Ooooor!

Apertei aqueles peitões com tanta força que se ela fosse uma mulher comum teria gritado e parado a foda. Usei toda minha força pra girar sobre ela, agora de pernas abertas ficava ainda mais sensual, eu tinha mais mobilidade e meti com muito mais força. Deitei sobre seu corpo, estávamos colados como se fossemos um, meu rosto estava entre seus seios, suas mãos apertavam e arranham minhas costas, sua calda ainda me penetrava entrando, saindo e as vezes girando.

–Vou gozar! –Gritei fechando os olhos –Oooooooooor! –Aquilo não era normal, sua vagina se apertou e fez um tipo de sucção, gozei gostoso jorrando a maior quantidade de porra da minha vida –Ooooooor-Oooooor-Ooooor!

Parecia que ela me segurava com a buceta, quando finalmente soltou caí exausto pra trás e não acreditei quando eu mesmo falei:

–Cem...Cem por cento –O coletor sexual estava completo!

–Isso foi muito bom –Disse a mulher perfeita se erguendo sobre suas quatro patas. Patas? Quando ela assumiu a forma de um dragão o encanto se quebrou. Eu estava deitado pelado diante de um enorme dragão negro de olhos amarelos.

–Acho que essa é a parte que eu corro.

–Não adianta! –O dragão-bruxa empinou erguendo-se sobre as patas traseiras, ela ia lançar suas chamas! Era o meu fim! Uma chave inglesa passou voando e atingiu a criatura no olho, ela rugiu e se afastou.

–Dylan! Corre! –Era a Violet!

Quando comecei a correr senti todo meu corpo doendo, minhas costas estavam cobertas de hematomas das pedras, e arranhões, meu pescoço sangrava de sua mordida, meu cú doía de sua calda e meu pau do aperto de sua vagina. Apanhei minhas roupas, minha mochila e corri em direção da adaga, mas antes que eu pudesse alcança-la o dragão me atacou.

–Dylan!

Vi as chamas vindo em minha direção e depois um vulto se ponto entre nós. Senti o calor, mas as chamas não me atingiram.

–Don Quixote! –O cavaleiro machista e gay se pôs entre mim e as chamas, seu escudo devia possuir alguma magia, pois as chamas desviaram  sem nos atingir.

Um par de mãos me puxou, era o Nico, nós dois corremos nos afastando da criatura, de longe vi Klaus correndo na direção da Violet. Era difícil correr com “as coisas” balançando, quando já estava à uma distância considerável comecei a me vestir.

–Por que você esta pelado? –Perguntou Nico.

–O dragão-bruxa me hipnotizou para transarmos –Nico ficou boquiaberto e me encarou com raiva e tristeza.

–Eu não posso transar nem com uma pessoa normal, nem me masturbar e você transa com um demônio alado?

–Na minha defesa, o dragão estava na forma de uma mulher... com asas e calda, mas uma mulher!

Violet e Klaus corriam contornando a batalha entre o dragão e o cavaleiro.

–Cavaleiro não gosto de dor, prefiro o prazer –Disse o dragão com uma voz encantadora.

–E eu prefiro matar dragões! –Don Quixote era mesmo imune! Ele girou o corpo golpeando a pata do dragão-bruxa que dá um alto rugido e levanta voo.

–Maldito! –Ela lançou uma rajada de chamas, mas o cavaleiro se defendeu novamente com seu escudo. Furiosa, a criatura girou atacando com sua calda arremessando Don Quixote contra a parede.

–Don Quixote! –Gritei. Tinha que ajuda-lo! –Onde esta a Joana Black?

–Ali em cima! –Disse Nico apontando pro teto. Joana estava esperando a oportunidade para roubar a magia do dragão.

Violet e Klaus corriam em nossa direção, infelizmente o dragão se voltou para eles. Não! Não podia ficar parado vendo a Violet correr perigo! Corri em sua direção.

–Dylan espere! –Nico me seguiu.

O dragão-bruxa lançou uma rajada de chamas, os irmãos se jogaram pro lado desviando por pouco. A criatura aterrissou balançando as asas criando uma rajada de vento os derrubando e se aproximando deles com a boca aberta. Eu nunca chegaria até eles a tempo!

–Klaus a adaga! –Gritei, mas ele não sabia que ela era mágica. Nessa hora, Violet pegou minha adaga do futuro do chão e a brandiu contra a criatura.

–Raaaaa! –A adaga se expandiu numa espada de diamante, o dragão atacou e teve seu olho esquerdo cortado pela inventora. Eu amo aquela garota!

A criatura se afastou rugindo de olhos fechados, Joana Black aproveitou-se da situação e se atirou do telhado com a esfera em mãos. Era agora! O dragão-bruxa abriu o olho bom e num rápido movimento deu um tapa na garçonete que cai violentamente contra o chão.

–Joana! –Grita Klaus correndo até ela.

–A esfera! –Gritou Don Quixote se erguendo próximo da parede, ele estava muito machucado. A esfera saiu girando, por sorte ela não tinha quebrado.

Eu e Nico corremos até ela, o asiático a pegou.

–Eu vou distraí-la e você usa a esfera! –Sugeri, mas o Nico parecia distraído –Nico! Acorda! O que você?

Senti um impacto no peito e depois um lampejo de luz que quase me cegou. O que estava havendo? Senti como se a energia deixasse meu corpo, mas não era uma energia qualquer. Caí de joelhos perante à Nico que segurava a esfera que brilhava como fogo vivo, olhei para meu próprio peito sem acreditar no que acabara de acontecer.

–Você... Você usou a esfera em mim?!

–Desculpa Dylan, não posso mais viver desse jeito –Fechei os olhos me concentrando para ver a porcentagem do meu medidor sexual.

–Zero.

Tudo a minha volta parecia ter desaparecido. Zero. Zero! Foi como se toda a minha jornada tivesse sido em vão, como se todas as pessoas com quem estive, tivessem me sido tiradas. Suzana, Edmundo, Pedro, Michone, Andrea, Zack, Cody, London, Rubi, Killian, David, Mary Margareth, Regina! Um à um me sendo arrancados! O Henry! Meu Henry! Mística, Thor, Wicanno, Hulking, Dean! Don Quixote e até o próprio dragão-bruxa.

A magia que poderia salvar todo o meu mundo arrancada de mim pelo meu melhor amigo.

–Como pôde fazer isso Nico?!

–Você não sabe como essa doença é horrível! Você é imune, nunca teve que sentir a tristeza, a sensação de querer se tocar, de tocar outra pessoa e não poder. Desculpe irmão, mas já cheguei ao meu limite! –Ele quebrou a esfera no próprio peito.

–Nãããão!!!

Seu corpo foi envolvido numa luz, Nico gemeu alto e depois sorriu.

–Estou curado! Posso sentir meus hormônios à flor da pele! Sinto o tesão nas minhas bolas.

–Maldito egoísta! –Lhe dei um soco na cara o derrubando –Você usou a energia que podia salvar todo mundo só pra você!

–Eu estava desesperado!

–Dylan! –Ouvi uma voz gritar meu nome, mas eu estava fora de mim, no entanto percebi o porque do grito, o dragão-bruxa estava partindo pra cima da gente. Nico me puxou pro lado salvando minha vida.

–Dragão maldito!

Don Quixote o atacou com sua espada ferindo lhe outra pata, o cavaleiro estava coberto de sangue, devia ter se cortado quando foi atirado contra a parede. Violet, Klaus e Joana nos alcançaram, a inventora me deu um forte abraço. O dragão rugiu e mordeu o escudo do Don Quixote o arrancando de seu braço.

A criatura pareceu sorrir e se preparou para cuspir outra rajada de fogo. Joana mesmo ferida correu para ajudar o cavaleiro, o dragão cuspiu as chamas, a garçonete ergueu o escudo chamuscado de seu falecido pai e salvou Don Quixote.

–Venha seu maldito! Vingarei meu pai! – Ela partiu pra cima da criatura.

O dragão atacou como louco, lançando chamas, batendo com a pata e com a calda. Era impossível escapar daquele ataque. No entanto Joana Black combateu a altura, se defendeu das chamas com o escudo, girou desviando da calda e da pata, e a cada abertura que encontrava golpeava a fera.

Don Quixote tentou se levantar e caiu de joelhos, fomos ao seu auxilio.

–Você esta bem? –Perguntei.

–Na verdade não, e nem um homem jamais conseguiu vencer um dragão mágico sem a esfera pra roubar seu poder.

–Eu não sou um homem! –Gritou Joana Black subindo pelo corpo do dragão-bruxa e pulando em seu rosto, a criatura se preparou pra lanças chamas, a garçonete enfiou o escudo em sua boca, quando o sopro de fogo foi lançado, a fera foi impulsionada pra trás caindo de costas. Joana aproveitou-se da abertura e golpeou o coração da besta, sangue jorrou a ensopando –Eu sou uma mulher!

Acho que aquela foi a primeira vez que aquela frase foi dita com orgulho naquela época machista. O dragão-bruxa deu um último rugido e morreu. Aquela era uma visão incrível, aquela mulher vestida em uma armadura coberta de sangue sobre o cadáver de um dragão, aquela era a lenda de Joana Black. Ela estripou o dragão, enfiou as mãos em suas entranhas e de lá tirou a Chave Mestra das Dimensões e depois a atirou para o Klaus.

–Acho que isso é seu –Todos estávamos boquiabertos. Don Quixote fechou a boca.

–Tenho que admitir que só vi tamanha bravura uma vez no passado, e era no seu pai. Joana Black filha do Cavaleiro de Cristal, te nomeio a primeira cavaleira da história.

Foi necessário um longo tempo para baixar os níveis de adrenalina e pensar no que fazer a seguir. Com dificuldade déssemos a montanha de volta para casa na árvore, todos permanecíamos em silêncio, eu estava furioso com o Nico, Joana estava furiosa com o Klaus por querer ir embora, e o medo e alegria pela vitória regozijavam dentro de nós.

Uma vez na casa da árvore, Joana cuidou dos ferimentos do cavaleiro que agora a tratava com respeito.

–Espere só pra ver a cara dos cavaleiros de Roma! Joana Black, a cavaleira!

O restante de nós estávamos sentados à mesa discutindo.

–Eu sabia que você não era boa peça no momento em que pus os olhos em você! –Disse Violet pra Nico.

–Parem de me acusar! Afinal tudo acabou bem, eu pensei muito sobre tudo e sei que o que fiz ajudou a história a seguir seu curso.

–Explique! –Falei.

–Se eu tivesse usado a esfera no dragão quem teria o matado seria o Don Quixote e não a Joana Black, assim ela nunca seria cavaleira, não lideraria os exércitos e não faria todos os outros grandes feitos da história.

–Faz sentido –Disse Klaus.

–Qual é? Dylan –Disse Nico olhando nos meus olhos e falando manso –Você é meu melhor amigo, por favor me perdoe.

–Talvez você esteja certo sobre a Joana, mas como fica minha missão? E você? Assim que voltar para o futuro vai ser contaminado novamente.

–É por isso que não vou voltar.

–O que?

–Vou ficar aqui no passado.

–Nico, isso... –Tenho que admitir que entristeci ao imaginar em nunca mais vê-lo.

–Tenho certeza de que devo desempenhar algum papel importante em minha vida, não posso ser pra sempre um nerd punheteiro.

Nos encaramos em silêncio, me levantei e todos me imitaram esperando o que eu faria, então fui até o Nico e o abracei, ele me abraçou de volta e senti uma coisa dura no meio de suas pernas.

–Nico!

–Desculpa, acho que vou me excitar com qualquer coisa que se mecha pelo resto da minha vida –Rimos juntos.

–Eu te perdoo, vou recomeçar minha missão.

Joana se juntou a nós, ela partiria para Roma assim que o Don Quixote melhorasse, Nico se ofereceu para ir junto com eles e ela gostou da ideia.

–Vai ser bom ter um amigo na cidade nova.

–Joana –Disse Nico com receio –Você tem que ficar com isso –Ele lhe entregou a Chave Mestra das Dimensões.

–Mas...

–Você tem que ficar com ela, se o Dylan vai usa-la daqui há dois mil anos quer dizer que a chave precisa estar nesse mundo.

–Sendo assim juro protege-la.

Os dois se olharam em silêncio por alguns segundos e depois se abraçaram. Resolvemos passar a noite e partir na manhã seguinte. Klaus e Joana saíram sozinhos, provavelmente iam dar uma trepada de despedida. Violet foi tomar um banho e fiquei sentado com o Nico na varanda.

–Tem certeza que vai se acostumar a ficar sem computador, sorvete e papel higiênico? Nico? Nico? –Quando me virei ele estava com as calças abaixadas mexendo no pênis ereto –Sério?

–Que foi? Faz muito tempo que não gozo!

–Tudo bem, te ajudarei na sua primeira punheta pós doença.

O asiático tirou a camisa, comecei a chupar seus mamilos, ele gemia sensível ao menor toque.

–Lembro de você chupando meu pau no meu sonho, será que pode fazer na realida-ooooor!

Chupei seu pênis com destreza, engolindo ele todo, o masturbando e mexendo em seus testículos.

–Ai-aaaaar-ooor! Faz tanto tempo que não bato uma bronha que acho que vou gozar rápido!

Lambuzei os dedos e os enfiei em seu cú, ele fez uma careta de dor, movi meus dedos no mesmo ritmo que chupava sua rola.

–Ai Dylan! Aaar!

Lambi a cabeça de sua rola, subi beijando sua barriga, chupei seus mamilos e subindo dei um chupão em seu pescoço, ele se arrepiou todo, contraiu cú e se esticou. Cochichei em seu ouvido:

–Que tal perder a virgindade?

–Pensei que não se ofereceria nunca.

Estávamos pelados nos agarrando, meu corpo estava dolorido, mas eu era fogoso de mais e fui assim mesmo. Nico ficou de quatro, o penetrei aos poucos o sentindo tenso, mas logo relaxou, meti nele gostoso, meu pau entrava e saia aos sons de seus gemidos.

O joguei contra a parede de madeira o enrabando de pé, a cada metida o sentia se arrepiar e tremer. Pegava em seu pau todo babado, seu pré gozo estava meio branquicento devia estar liberando um pouco de porra de tamanho que era o seu tesão.

Não nos beijamos na boca, mas não faltou mordias e chupões para aumentar o prazer. Me deitei de costas, o permitindo que finalmente comesse alguém, sem jeito tentou me penetrar, abri minhas nádegas para ajuda-lo e logo empurrou tudo de uma vez, soltei um gemido gostoso. Nico me comeu, hora metendo com força e rapidez, hora diminuindo o ritmo quando sentia o gozo chegando.

–Isso é muito bom! Cú gostoso da porra, Dylan!

–Que tal isso?! –Empurrei meus quadris pra trás e ele gemeu alto.

Me sentei sobre seu pau, rebolei o levando a loucura.

–Ai-ai-ai! Vo-ou Gozar!

O puxei fazendo-o sentar, nos abraçamos e cavalguei com toda minha força, ele gemeu revirando os olhos, senti sua porra quente sendo bombeada pra dentro de mim. Me levantei batendo punheta e em segundos gozei sobre o asiático.

–Oooooor!

Horas depois quando todos fomos dormir Nico me perguntou quanto meu medidor estava.

–Dois por cento.

–Dois?! Sério? Nem se quer um cinco?

Ri de sua preocupação, bem típico de iniciante ficar perguntando como foi, se bem que deve ter gente que sempre pergunta.

Eu combinei com Violet e Klaus que iria com eles para a Terra 23, eu ficaria com a chave mestra até cumprir minha missão e depois voltaria para devolver para eles, logo teria que me separar da Violet, só de pensar nisso sentia um aperto no peito.

Na manhã seguinte nos despedimos do Don Quixote, da Joana Black e do Nico Sun. Violet usou sua Chave Mestra das Dimensões e abriu um portal para Terra 23.

–Espera! –Chamou Joana vindo até nós –Dylan, pensei sobre sua missão e talvez isso ajude –Ela me entregou o que parecia ser um pé de coentro –É uma erva afrodisíaca, pode te ajudar ao menos uma vez.

–Obrigado!

E assim nos despedimos, olhei uma última vez para meu melhor amigo da Terra 69 e atravessei o portal. Ouvimos barulho de carros e buzinas, olhei a nossa volta, estávamos numa cidade grande, altos prédios, um grande fluxo de pessoas andando pelas ruas.

–Bem vindo à Terra 23, Dylan –Disse Klaus.

–Quero que conheça nossa irmã Sunny e nossa filha adotiva Beatriz –Disse Violet segurando minha mão, caminhamos assim por um tempo com ela me explicando sobre aquele mundo –Aqui tem vários lugares com os mesmos nomes que o seu, por exemplo estamos no continente americano, mas tem muito mais que apenas dez países.

–Sério? E que país é esse? –E ela me respondeu o nome que não existe no meu mundo:

–Brasil.



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