História As Duas Faces da Paixão - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Hisoka, Machi
Tags Hisoka, Hisokaxleitor, Hisokaxleitora, Hunterxhunter, Hxh
Visualizações 26
Palavras 2.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Josei, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Diante da Verdade


— Ah… não… não ainda! — o filho do Hisoka já sentia os efeitos leves da bebida, aos braços da tal mulher do local. Mas ele ainda conseguiu resistir, pois tinha algo que não o deixava avançar naquela mulher de forma sexual: |Seu Nome|.

— Humm… não quer brincar um pouco lá no quarto? — a mulher sussurrava sedutoramente, convidando-o quase beijando-o os lábios.

Ele negou com a cabeça gentilmente.

Illumi estava em um canto, só esperando a ordem do Hisoka, que já vinha em sua direção.

— E o garoto? — Hisoka perguntou sobre o filho.

— Ali. Parece que está aos poucos se deixando levar pela fêmea.

— Bom… parece que é hora de minha ação fora daqui. Illumi, deixo o resto com você. Consegue copiar até minha voz?

— Sim… mas não mais de quatro horas. Minhas agulhas não tem essa resistência e só posso manter o disfarce até esse limite.

— Dará certo! Logo, passarei a quantia pedida.

— Sem nenhum centavo faltando, certo?

— ...nunca fiquei devendo uma moeda… até porque seu trabalho é ótimo! — piscando o olho, Hisoka saiu dali. Illumi saiu depois, retornando até onde estava disfarçado perfeitamente do ruivo, caso o filho quisesse falar com ele ali.

Hisoka foi correndo até sua casa, mas não entrou pela porta ainda. Olhou aos arredores.

E se o filho retornasse para a casa sem passar um tempo com uma das prostitutas daquela festa de solteiro? Aquele moleque às vezes nem parecia seu filho.

|Vc| terminava de jantar e se dirigia até um dos quartos de hóspedes. A mãe ficou no outro quarto ao lado. Até achou seguro, caso precisasse gritar. Deixou a janela aberta, conforme |te| foi instruído. Sim, permitiria que Hisoka viesse |te| falar. Talvez, ele quisesse terminar aquele joguinho. Seria meio doloroso para |vc|, no fundo, mas era necessário aquilo. Tinha que voltar a realidade: |vc| estava para se casar com um homem, que era o filho dele ainda por cima.

Na boate, o filho do Hisoka se dirigia a Illumi pensando que era o pai.

— Pai, acho que não ficarei. Mas farei presença aos meus amigos que você convidou e depois voltarei para a casa.

— Está certo, vou esperá-lo lá fora.

Ele olhou meio curioso para o falso Hisoka.

— Está chateado, pai?

— Por que estaria? — Illumi tentava ser fiel ao máximo ao jeito de falar do amigo.

— Sei que queria aquilo… que eu tivesse minha primeira vez hoje, nessa festa…

— Sim, queria… mas não posso te forçar a nada. — Illumi disfarçou também seu jeito com a forma paterna, esperando que convencesse o rapaz, batendo de leve com a mão sobre a cabeça. Seu próprio pai fazia isso com ele no passado.

O jovem sorriu, parecendo admirar aquela atitude. Illumi suava por dentro, literalmente.

— No fundo, o senhor ainda me vê como aquele menininho que tinha medo de se arriscar em tudo, não é?

Illumi sentiu travar na resposta por uma fração de segundos, mas arriscou mais uma vez na resposta.

— E pelo visto, só cresceu.

O rapaz caiu na risada, abraçando o “pai” em seguida. Illumi não era dado a tantos afetos desse jeito, só permitindo apenas dos pais e quando eles faziam. E ele apenas fazia o que Hisoka faria ali.

— Eu ainda vou mudar, meu pai. Prometo!

………………..

— |Seu Nome|… como está linda! É difícil resistir e desistir… — Hisoka falava enquanto se aproximava de |vc|, que recuava um pouco, quase caindo sentada na cama.

— Hisoka… você disse que… pelo que entendi… que me pediria desculpas…

— Desculpas? Ah, sim… mas não quis passar a ideia que encerraria o que começamos.

Ferrou. Mas qualquer coisa, |vc| poderia por tudo a perder gritando por socorro e desmascarando o homem.

— Então… o que era a tal “desculpas”?

— Desculpas por ter demorado tanto… mas |vc| foi difícil de parar para me ouvir! — ele se sentou na cama — E eu quero que me ouça.

— Estou ouvindo. — disse |vc|, cruzando os braços.

Hisoka convidou |vc| para se sentar ao lado dele, mas |vc| se recusou, sem sair de onde estava. Conformado, o ruivo prosseguiu.

— Eu… preciso lhe confessar uma coisa.

— …e o que é?

— Eu… estou apaixonado por você, |Seu Nome|.

— Er… não sei o que comentar…

— Não, não comente nada ainda. Deixa-me falar… é sério, minha querida. E sei que |vc| está atraída por mim. E não quero que fiquemos nesse silêncio, olhando apenas um ao outro por trás das costas do meu filho.

|Vc| virou o rosto para o lado por um momento.

— E… onde quer chegar?

Hisoka se levantou e caminhou até onde |vc| estava.

— Pare de recuar. Deixa-me aproximar de você… até porque não posso falar alto demais.

— Dá para te escutar bem…

— |Seu Nome|… não posso te deixar sofrer por um amor que talvez não sinta mais pelo meu filho.

|Vc| sacudiu a cabeça negativamente e protestou.

— Eu ainda amo seu filho! E não quero decepcioná-lo e olha, escuta…

Ele imediatamente |te| puxou pelo antebraço, se machucar, e |te| fez abraçá-lo. |Vc| deu um levíssimo grito. Ambos se olhavam nos olhos.

— Olha como fica diante de mim… é como estou diante de você… acha que poderá fugir assim do que sentimos um pelo outro se casando?

— ...mas você é casado! E aí? Vai trair sua mulher, está disposto a isso? — |vc| falava quase gaguejando. Só o cheiro das roupas dele fazia |seu| sexo pulsar por dentro.

— Eu quero largá-la. Ela… já não me procura mais, perdeu seu desejo por mim. Porque o amor acabou. E sinto que o seu, pelo meu filho…

— Não… não… — |vc| negava enquanto ele continuava a explicar, acariciando |sua| bochecha corada.

— ...também se acabou.

— E… e essa sua atração por mim? Não acha que… pode ser passageira também?

— Sim… mas enquanto não passar… quero que cheguemos a um acordo… — ele se aproximava mais dos |seus| lábios, curvando-se para dar um beijo.

No desespero do momento, |vc| tomou impulso e deu um tapa no rosto dele, que fez uma careta de dor. Foi inesperado até para ele.

Agora sim. Era o fim. |Vc| estava pronta para gritar, quando ele sorriu tão maliciosamente, acariciando a bochecha que levou o tapa.

— ...bate mais, bate.

— Você… vou gritar…

— Não… não vai piorar as coisas para o seu lado… aposto que há pessoas por perto… não é?

— ...por que faz isso comigo? — |vc| parecia que estava encurralada pelas diversas circunstâncias, e assim, caiu no chão de joelhos, com as mãos no rosto. Hisoka se sentou diante de |ti| e tirou |suas| mãos do rosto.

— Sim, estou sendo mau. Mas estou sendo verdadeiro. E se quiser, deixarei que me castigue do jeito que quiser, |Seu Nome|… bate de novo… pune-me.

E deu outra bofetada, na outra bochecha. |Vc| se sentia descontrolada e seduzida. Loucura aquilo. Depois de mais dois tapas seguidos, ele subiu em cima de |vc|, ficando por cima, ainda no chão.

— Você vai ser minha mulherzinha… nem que seja uma vez só! ♠

E ele pousou os lábios sobre os seus, movendo-os em um beijo quase faminto. |Vc| tentava acompanhá-lo, mas não conseguia. Que beijo era aquele que |seu| noivo jamais havia lhe dado? Um beijo que verdadeiramente |te| acendia por dentro.

De repente, o celular dele tocou, fazendo ele cortar o beijo quase sem fôlego. |Vc| estava totalmente manipulável embaixo dele. Ele não saiu de cima e atendeu, tirando o pequeno celular do bolso.

— Alô?!

— Hisoka… pode falar nesse momento?

— Fale. — o ruivo abaixou o som do aparelho para que somente ele pudesse escutar. Mantinha segura |vc| embaixo dele.

— O garoto quer voltar para a casa. Como ficarei aí dentro da casa de vocês?

— Como te disse antes. Ajude-me, compensarei o máximo que quiser.

— ...vou dobrar o valor.

— Dobre! Entre, e não se preocupe com a Machi… ela nem te tocará. Aquela já não me procura mais, entende?

— Então… quer que eu passe a noite aí?

— Tem como? Até que ela adormeça...

— ...lembrando que já se passaram duas horas que estou nesse disfarce.

|Vc| escutava a conversa quietinha. Era um intervalo bom, assim |vc| recuperava o fôlego e pensava no que faria depois.

Se realmente se entrega… ou passa pela maior vergonha de |sua| vida.

— Entendeu, Illumi? Agora vou desligar. — desligando imediatamente, ele jogou o celular para o lado e |te| aninhou nos braços dele, puxando-|te| e levando-|te| no colo até a cama, onde |te| deitou. Subindo por cima novamente, ele começou a retirar a própria roupa, a começar pela blusa.

— Está enganando sem culpa alguma a sua mulher?

— Isso mesmo… sem culpa. — disse, com o peitoral desnudo e desfivelando o cinto — Sinto-me mais culpado quando tenho que fingir o que não existe mais… e isso me deixa louco demais… — e ele passou a mão entre |seus| seios, desejoso de colocá-los para fora — ainda mais tendo você que me tira do sério… — ele falava entre gemidos, o que |te| fazia revirar os olhos — e eu sei que me deseja… ainda que virgem…

Por um momento, a lucidez voltou para |sua| mente, lembrando-se que tinha uma virgindade para guardar para |seu| noivo.

— Não… não posso me entregar…

— Pode… pode, sim… — e ele invadiu com dois dedos |sua| intimidade, enfiando-os dentro de sua calcinha e acariciando o clitóris, fazendo |vc| voltar ao inconsciente e ao prazer em ser deliciosamente seduzida por ele. — serei gentil em não te fazer sangrar… mas preciso muito… — encostou os lábios em seu ouvido coberto pelas mechas do cabelo |cor do seu| — ...muito… ter você comigo… |Seu Nome|!

|Vc| se contorcia cheia de prazer, evitando o máximo fazer ruídos e gemer alto. Era horrivelmente prazeroso o momento em que |se| encontrava. |Vc| pôs a mão na boca para poupar um barulho mais forte com a voz, mas ele tirou sua mão segurando-|te| pelo pulso, e levou esta mesma mão por cima do volume da calça dele.

— Não… assim não… — |vc| falava baixinho, gemendo, tendo o clitóris tocado sutilmente por este mesmo. Hisoka se deliciava com cada expressão do |seu| rosto, cada gesto |seu|. E o ruivo terminou de desnudar-se totalmente com uma mão só, enquanto a outra ia se aproximando mais da entrada da vagina, onde simulava penetração apenas com leves empurrões contra a entrada de |sua| vagina. No instinto, |vc| desabotoava sua blusa, deixando o resto com ele, que colocou |seus| seios para fora apenas levantando o sutiã de |sua favorita| cor.

………………...

Illumi chegava em casa com |seu| noivo, meio que inebriado com a bebida.

— Vou para o meu quarto. Consegue ir para o seu?

— Acho que sim… boa noite meu pai, sua benção!

Illumi não sabia como lidar e agir de acordo com aquilo. Como seria a bênção que Hisoka dava? Não quis inventar nada que o deixasse desconfiado.

— Vá dormir logo! — Illumi respondeu.

— Mas e a benção? — o filho do Hisoka insistia.

— ...está bêbado, amanha eu te dou a bênção!

— Ai, ai… está bem, papai! Boa noite!

— Boa noite!

Ele foi seguindo o rapaz para ter ideia de onde estaria o quarto do casal, onde Hisoka e Machi dividiam o mesmo leito.

— Ah, esse não é meu quarto! Esse é da minha mãe! — disse o rapaz, olhando para a porta do quarto onde quase havia entrado.

O moreno disfarçado ouviu e deixou o jovem se afastar dali, assim entrando. Ao entrar, viu Machi já deitada, dormindo.

“Fácil. Como Hisoka havia dito.” pensou ele, indo se deitar. Talvez ficasse ali uns segundos até confirmar que Machi estava dormindo, mas esta havia acordado e, se espreguiçando, virou-se para o “marido”.

— Onde passa tão tarde assim?

— ...por aí… visto que minha esposa já não me dá mais atenção… — disse ele, simulando insatisfação que era descrita pelo próprio.

— ...então… quer um pouco de atenção de sua velha aqui? — disse ela, tirando o cobertor de si e revelando uma nudez muito bela e conservada para a idade. Illumi não deixou de fazer uma cara de assustado. Notando isso, Machi apontou.

— Ué… que cara é essa, Hisoka?

— Er… estou surpreso… mas… — ele se levantou, ficando diante dela.

— Mas o quê? Hein?! Não me diga que não agrada o que vê? Acha-me agora velha e inútil na cama, para sexo? — Machi questionava nervosa.

— Não foi isso que quis dizer! Acalme-se! — Illumi estava meio perturbado. E o tempo passava. Seu disfarce não duraria muito tempo.

— Então vem aqui… agora. — ela falava seriamente. Ela queria testá-lo. Será que ele já a traía? Para chegar as noites tarde e ter aquela reação de susto, quase de repugnância?

…………………

Hisoka desnudava |seu| corpo jovem, virgem, antes nunca tocado tão intimamente nem mesmo pelo noivo. Beijava-|lhe| os seios, um por um, alongando-se no bico deles, e ia descendo com os beijos pela |sua| barriga, até chegar ao centro de sua vulva onde afundou quase todo o rosto, segurando-lhe pelas suas coxas |formato delas|. Tudo em |vc| enlouquecia o homem que não fazia mais sexo há meses, muitos meses…

|Vc| era uma bonequinha a qual ele brincava com. Abria bem as pernas, deixando o outro deslizar a língua morna e úmida em torno do |seu| clitóris. |Vc| jogava a cabeça para trás, apertando o lábio inferior com os dentes. Uma viciante tortura. Um prazer inexplicável. Uma loucura inconsequente. Segurava-lhe pelos cabelos ruivos dele, como se guiasse o homem no que fazia.

— ...Hisoka… eu lhe peço… não destrua nada que seu filho e eu construímos… — |vc| falava entre gemidos, mexendo-se em cima dos lençóis macios e limpos típicos de um quarto destinado a hóspedes apenas.

— Então… desista desse casamento… — ele falava enquanto seguia beijando do umbigo até seu pescoço, parando com o rosto diante do seu. Aqueles olhos âmbares fixaram nos seus |cor deles| — se você levar o que construiu a frente, será a única a cometer a pior destruição.

— Mas… e ele?

— Ele… ele sofrerá uns dias, mas não quase uma vida toda. — concluiu a explicação beijando-|te| próximo ao ouvido e descendo até a clavícula. |Suas| mãos percorreram pelos braços musculosos deste homem determinado em realizar o que queria há tantos meses: ter |Seu Nome|, possuir… amar-|te|.



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