História As faces de um crime - Capítulo 1


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jim, Luna Valente, Matteo, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Simón, Yam
Tags Delfedro, Gastina, Jico, Lutteo, Pelfi, Simbar, Sou Luna, Soy Luna
Exibições 62
Palavras 1.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey pessoas, minha primeira fanfic de Soy Luna, então relevem qualquer coisa e lembrem-se que críticas construtivas e sugestões são semrpe bem-vindas. Sou um amorzinho, falem comigo *-*

Enjoy!

Capítulo 1 - Prologue


Luna, Matteo, Âmbar, Simón, Delfina, Pedro, Jim, Nico, Nina e Gastón; naquela enorme mesa se mantiam rindo com as provocações de uns para os outros.

As risadas e brigas são interrompidas pelo enorme estrondo que soou por toda a casa. Levantaram-se e dirigiram-se à direção da qual veio o estrondo.

Passos ligeiros foram ouvidos como se alguém quisesse se esconder. Mesmo com o pavor explícito de cada um, todos seguiram até a porta da antessala, que estava entreaberta. Deparam-se com uma cena terrivelmente pavorosa. Um grito levemente agudo arreda da boca de Jim ao ver sua irmã Yam em um estado inimaginável.

Todos ali estavam pasmos com o que acabaram de ver, estavam defronte o corpo gelado e sem vida da jovem garota. Seus olhos esbugalhados lhes davam a impressão de que queria saltar da face seca e branca de Yam. O sangue jorrado em volta do corpo que estava jogado ali. Uns pequenos arranhões por todo o cadáver, porém uma enorme abertura na boca do estômago e um buraco demasiado profundo no centro da cabeça. A expressão de susto na face fria da jovem mantinha seu clima tenso naquele assassinato. Pelo vestígios, deveria com um único golpe ter desfalecido. Tudo ali apontava um homicídio culposo e os suspeitos estavam ali entre eles, esse era um fato inegável.

Aparentemente não havia pistas do culpado. O monstro que teve coragem de cometer um crime tão brutal com alguém toa jovem e inocente, talvez... Foi cauteloso o suficiente para não deixar vestígios do seu terrível crime, nem manchas que o acusassem.

Todos ali estavam perplexos, ou fingiam estar.

– Chamamos a polícia? – Indaga Âmbar de súbito surpreendendo até a si mesma.

– Óbvio que sim Âmbar. – Responde Luna de modo óbvio – Que pergunta mais tola! – Complementa com um certo desprezo na voz, parecia nem um pouco abalada.

– Foi apenas uma pergunta Luna, não tem necessidade de ser tão rude com ela. – Afirma Matteo se aproximando de Âmbar.

– Não se faça de bonzinho Matteo, sabemos que essa característica não faz parte do seu repertório. – Acusa Luna com os braços cruzados e escorada na parede velha que passava a impressão de que podia desmoronar à qualquer instante.

– Pessoal uma de nossas amigas acaba de morrer, não é o momento certo para brigas. – Pronuncia-se Simón tentando manter uma harmonia que nunca de fato existiu nesse grupo de falsos amigos.

–Simón está certo. – Concorda Jim se aproximando do corpo.

– O que vai fazer Jim? – Indaga Delfina recuando.

– Temos que examinar o corpo. – Alerta Jim forçando mais a aproximação, porém estava trêmula. Afinal, era sua irmã mais nova ali e segundo ela, nunca tinha visto um corpo antes.

– Verdade, não podemos simplesmente abandonar o corpo da Yam aqui. – Profere Pedro também se aproximando do corpo. O bad boy inclinou-se ao corpo e o examinou proximamente, assim então, pode perceber claramente que o crânio estava esfacelado e até mesmo levemente deslocado, dava calafrios só de direcionar o olhar. Enquanto Pedro analisava o cadáver, todos ali faziam uma cara de repugna. Não havia dúvida: ela estava morta. O bad boy parecia não ter nenhuma sensação ao ver uma imagem tão perturbadora, aliás, ninguém ali expressava tristeza exceto sua irmã Jim, claro.

Yam, outrora tão alegre e cheia de vida... Atualmente, restos de um corpo incrivelmente repugnante.

...

Já haviam ligado para a polícia e quando os mesmos chegaram, puderam perceber que se tratava de um caso grave e fixaria toda sua atenção para ele. A perícia do cadáver já havia sido feita, e como já imaginavam: não havia digitais.

Enquanto os policiais cercavam a casa e examinavam tudo nela; O grande grupo de supostos amigos conversavam entre si na sala principal.

– Se não há digitais então quer dizer que tudo isso foi muito bem planejado. – Afirma Matteo.

– O que? O que você quer dizer com isso Matteo? – Pergunta Jim.

– Acho que eu entendi... – Pronuncia-se Âmbar – Matteo, você está querendo dizer que quem fez isso tinha um motivo para matar a Yam? – Pergunta a loira duvidosa.

– Exatamente! – Confirma Matteo.

– Mas... A Yam não tinha inimigos, pelo contrário, era uma garota sempre alegre e amiga de todos. – Profere Simón.

– Correto, ninguém tinha motivos para matar a Yam. – Diz Delfina.

– É aí que vocês se enganam... – Acusa Jim com um ar de suspense.

– O que?! – Perguntam todos.

– A Yam não era tão boazinha assim... – Responde Jim do mesmo modo – Ela era uma garota mimada que é capaz de tudo para conseguir o que quer. Não fingem que não sabem, ela me contou que sabia um segredo comprometedor de cada um de vocês aqui presentes e ela os chantageava com isso que eu sei. Por isso, não adianta fingirem que a achavam uma garota boazinha quando na verdade todos vocês odeiam ela. Um de vocês matou a minha irmã, e eu vou descobrir quem é e vou vingar a morte dela! – Diz Jim aparentemente furiosa e se levanta saindo.

– Eu vou falar com ela. – Diz Nico indo atrás.

– Tá legal... Isso foi bizarro! – Diz Nina.

– Ela deve estar alucinando. – Concorda Gastón.

– Pois é, eu não tenho nenhum segredo comprometedor. – Afirma Pedro levantando as mãos em sinal de rendição.

– Muito menos eu. – Completa Delfina.

– Mas e se a Jim estiver certa? – Pergunta Âmbar receosa.

Aí então todos começam um grande confusão de rebates apenas uma pessoa observava calada... Luna.

– Chega pessoal! – Diz Luna subindo na mesa chamando a atenção de todos que param de falar – Vamos parar de fingir que não sabemos do que a Jim está falando. – Diz ela já nervosa e descendo da mesa, sentando-se no sofá novamente.

– A Luna tem razão. Todos aqui temos um passado que ninguém conhece. – Concorda Matteo.

– Eu não. – Diz Âmbar do seu jeito inocente.

– Há qual é Âmbar! Eu não acredito nesse seu jeitinho de garotinha desprotegida! – Diz Luna novamente com certo desprezo na voz.

– Isso porque você me odeia! Eu nunca fiz nada pra você! – Diz Âmbar com cara de choro.

– Vai começar o teatrinho de drama! Eu e você sabemos muito bem que você fez! – Diz Luna revirando os olhos.

– Eu não tenho culpa do que aconteceu! – Rebate Âmbar deixando uma lágrima cair e abandona o local.

– Pegou pesado Luna. – Diz Simón reprovando-a e vai atrás de Âmbar.

– Por que você sempre tem que ser má com todo mundo?! – Pergunta Matteo indignado que estava sentado no braço do sofá no qual Luna estava.

– E eu que sou a errada? – Pergunta Luna com uma cara de “Fala sério!”.

– Você que provocou! – Dizem todos juntos.

– Arg! Vocês não entendem! – Bufa Luna e se retira.

– Qual é a dela hein? – Pergunta Simón.

– Ela sempre odiou a Âmbar. – Afirma Delfina.

– Mas por quê? A Âmbar é tão... Higênua, até de mais! – Pergunta Simón novamente, confuso.

– Ninguém aqui sabe. – Diz Nina.

– Só sabemos que tem haver com uma criança. – Avisa Pedro.

– Criança?

– Também nunca entendemos. – Diz Gastón também confuso.

– Um garoto chamado Jordan, é tudo que sabemos. – Diz Matteo e sai.

– Que... esquisito. – Diz Delfina – Bom, vou tomar um ar porque esse clima de mistério está me deixando tensa e isso dá rugas. – Afirma e todos reviram os olhos – Preciso relaxar. – Diz ela se levantando e ia saindo, mas...

– Se quiser, te ajudo relaxar. – Diz Pedro com um sorriso malicioso.

– Não preciso da sua ajuda, obrigada. – Diz Delfina com um sorriso irônico e sai.

– Sou insistente! – Diz Pedro e vai atrás de Delfina.

– Esse pessoal... – Reprova Nina.

– E você amor, vamos tomar um sorvete? – Pergunta Gastón abraçando a esposa. Os únicos casais da turma eram Jim e Nico (Namorados), Nina e Gastón (o típico casal fofura) e Delfina e Pedro (enrolados).

– Vamos, também preciso relaxar. – Diz Nina e sai junto a Gastón.

Todos estavam tão concentrados na morte de Yam, porém talvez não fossem tão observadores para perceber um machado sujo de sangue jogado no canto da sala...


Notas Finais


Avisando que as personalidades estarão bastante diferentes aqui. Então...? Devo continuar?


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