História As faces de um crime - Capítulo 2


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jim, Luna Valente, Matteo, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Simón, Yam
Tags Delfedro, Gastina, Jico, Lutteo, Pelfi, Simbar, Sou Luna, Soy Luna
Exibições 49
Palavras 972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey cookies *-* apelido carinhoso, amo cookies :)
Obrigadinha pelos comentários anteriores seus fofos, fico feliz que estejam gostando. Quando criei essa fanfic, a ideia inicial era de uma short-fic de cinco a dez capítulos, mas conforme fui escrevendo, essa quantidade não foi o suficiente para desenrolar e finalizar a história. Resumindo, ela terá de 15 à 20 capítulos, mas acredito que seja 15 mesmo. Anyway...

Enjoy!

Capítulo 2 - Chapter 01 - Death's game


Todos estavam tão concentrados na morte de Yam, porém talvez não fossem tão observadores para perceber um machado sujo de sangue jogado no canto da sala...

[...]

Depois das devidas confusões e brigas causadas por uma única pergunta: Quem matara Yam? Todos foram para suas respectivas casas, pois precisavam de um descanso depois da tarde fadigosa que contiveram. No entanto, não imaginavam uma coisa... Todos eles estavam correndo risco de vida enquanto permanecessem, de alguma forma, ligados, pois assim estavam. Não sabiam, mas... Seus passados estavam interligados um ao outro, assim como seus destinos.

**Com Luna**

Por volta das oito da noite, Luna descia despreocupada pelas ruas extremamente desertas. Havia nevado tanto durante a noite que mal se ouvia os passos. O clima úmido da noite fria e o absoluto silêncio lhe dava um ar de suspense. Luna seguia corajosamente por aquela solidão, como a capacidade de autodefesa que possuía fosse um talismã capaz de preserva-la de todo o mal. Entretanto, por certo momento, imaginou distinguir o passo firme e pesado de um homem que andava atrás de si. Porém, só podia ser imaginação sua: assim pensara a jovem. Os passos persistiram ao mesmo ritmo que os seus, então a mesma decidiu parar e olhar para trás, talvez fosse uma pessoa qualquer que – assim como ela – estava sozinha a caminho de um lugar para reconfortá-lo. Quando a garota parou, os tais passos também cessaram, tornando assim, a curiosidade maior.

Quando Luna olhou para trás, tudo que pode ver foi um vulto preto que parecia esconder-se atrás de uma árvore bastante antiga, que permanecia intocável ali. Só então que a jovem foi tomada pelo medo e decidiu apressar-se para chegar à loja da “amiga” Nina, que por um milagre, era de frente o término dessa ladeira que a mesma descia. Assim que se viu em um raio de luz horizontal que partia da tal loja de Nina, virou à cabeça e m uma velocidade sobre humana e pode ver claramente um indivíduo coberto de roupas pretas, confirmando assim suas suspeitas de que alguém a seguia. Em um impulso involuntário, a garota entra na loja rapidamente e fecha a porta com a respiração ofegante.

– Desculpe-me, nós já fechamos, sint... Luna? – Exclama Nina surpresa – O que faz aqui á essa hora? E por que está nesse estado? – Pergunta Nina preocupada ao notar a respiração ofegante e as mãos trêmulas de Luna.

– Tinha alguém me seguindo! – Exclama Luna quase como um sussurro. Sua voz saia falha e fraca, pois a mesma fazia força para conseguir usar a voz, que naquele momento, não possuía.

– O quê?!

**Com Âmbar**

Eram por volta das nove horas... Chovia muito do lado de fora e eram os únicos ruídos que se ouviam na casa de Âmbar. As luzes da casa mantiam-se todas apagadas; havia uma única iluminação vinda de um abajur aceso em uma estante, na biblioteca, onde a loira calmamente lia um livro em meio o silêncio absoluto. Até que de súbito começa a ouvir ruídos da enorme janela na parede de frente a Âmbar. A mesma intrigada vai até a janela e abre apenas uma brecha, pela qual ela vê se havia algo lá fora, porém a neblina que cobrias as ruas não permite. Então a jovem abre por completo permitido-se uma melhor visão. No entanto, é tomada por um grande susto causado por uma machado que, literalmente voou em direção à janela, quebrando a mesma e, por pouco, acertando Âmbar. A loira solta um grito levemente agudo e fino tomada pelo pavor. Ela se aproxima do machado e pode perceber visivelmente que ele estava sujo de sangue. Concentrada no machado à sua frente, é tomada novamente pelo susto ao ouvir o toque de seu celular...

 

– Quase hein loira... Da próxima vez eu acerto. - Diz uma voz computadorizada, tprnando impossível distinguir se era homem ou mulher. – Quem está falando?! - Pergunta Âmbar, tomada pelo medo.

– Alguém que não tem interesse de que você descubra quem é, e caso você descubra, morre também! A primeira foi a Yam, mas vou avisando que vou matar um por um os membros desse grupo que ousarem tentar me descobrir! - Era impossível detectar algum sentimento em sua voz, pois como foi mencionado outrora, a voz era computadorizada. Após essa pequena, porém assustadora frase, um bip é ouvido e Âmbar deduz que a outra pessoa desligou.

 

**Com Nico, Delfina e Pedro**

Os três tinham combinado de saírem juntos, Jim ia junto, mas preferiu permanecer em casa.

– Cadê a Jim, Nico? - Pergunta a morena, curiosa pela amiga não estar junto.

– Ela quis ficar em casa, está tão estranha. - Afirma Nico pensativo.

– Claro Nico, a irmã dela acaba de morrer, você queria que ela estivesse dando uma festa? - Ironiza Pedro, estava nervoso, tinha ficado abalado quando começaram essa conversa.

– Calma, não precisa se estressar. Está de TPM? - Indaga Nico brincalhão e Delfina ri.

Os três saem entre conversas e zoações a Pedro.

Após trancar a porta da casa de Delfina, se deparam com uma cena pavorosa. O corpo sem vida de Ramiro estava sendo arrastado por um gancho penetrado em seu pescoço de um carro. Curiosamente, o carro para em frente os três e anda em disparada. Os três se aproximam rapidamente assustados. Ramiro estava em um estado deplorável. Mais uma vítima havia sido feita e Ramiro sequer estava junto com o grupo no dia do assassinato. Será aquele que matou Yam teria matado Ramiro também? Mas por quê? Era o que eles se perguntavam. Ramiro tinha um enorme buraco largo e fundo no pescoço, aliás, atravessava-o. Suas pernas arranhadas e suas roupas com alguns rasgos por conta de ter sido arrastada naquele chão áspero. Estava branco e com os lábios roxos, olhos abertos lhe dando um certo calafrio. Delfina abraça Pedro, horrorizada. Não havia dúvidas... Suas vidas estavam em jogo...


Notas Finais


Por que matar o Ramiro? Já podem criar teorias rs
Estou pensando em criar uma fanfic Lutteo e Simbar e já tenho uma ótima idéia em mente. O nome seria 30 passos para a conquista e seria basicamente a Luna e o Simón tentando conquistar (e separar) Matteo e Âmbar, o que acham? Faço?
Besitos :*


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