História As ⁴ fases de Kim Namjoon¡ - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~crackuser

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 4shot, Comedia, Crackuser¡tola, Fluffy, Lua, Menção Taekook, Menção Yoonseok, Mês Dos Namorados, Minjoon, Monieminie, Nammin, Rapmin, Shortfic, Taewany¡tola, Tenteiserengraçada, Wanystan
Visualizações 93
Palavras 2.006
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


sorry guys, hoje não tem capa e eu to meio de hiatus;; só to atualizando porque a @/parkgi_mim está me espancando demais

Capítulo 2 - • Popularidade é uma merda; Lua Minguante •


Fanfic / Fanfiction As ⁴ fases de Kim Namjoon¡ - Capítulo 2 - • Popularidade é uma merda; Lua Minguante •

Park Jimin

School of art and learning

segunda-feira, 9 de março 2015.

 

Parando para pensar, já faz um ano que estudo nesta escola, as coisas permaneceram na mesma, a única mudança, é que eu apenas fiquei muito mais próximo de Taehyung, Jungkook e os outros meninos, o que me deixa animado, pois minhas amizades geralmente não duram muito. Motivo? Eu tenho um sarcasmo maravilhoso. Inclusive, pretendo usa-lo bastante daqui para frente.

 

Agora estamos na finaleira da aula de Ciências e o professor é super simpático, porém chegou aqui na escola não faz tanto tempo — fazendo minha esperança de que “existem pessoas mais velhas e legais”, crescer em um quantidade absurda—, me deixando surpreso, pois o último que estava em seu lugar, era namoradinho da diretora, — estou dizendo porque os vi se pegar; digamos que não havia nada de agradável, bonitinho, etc... pareciam nunca ter beijado na vida, credo, aquela cena ainda passa em minha mente.

 

Ouço o sinal do intervalo soar, conseqüentemente, pego na mochila, meu celular que encontrava-se desligado para prestar melhor atenção nas aulas. Me ponho de pé, andando até a porta da sala de aula, tombando sem querer em alguém.

 

– Oh meu Deus, eu sinto mui– antes de completar a frase, vejo que o tal ser, era quem eu menos desejava encontrar. – Não sinto mais. – dou as costas ao mesmo, sentindo meu braço ser puxado e meu corpo se chocar contra a parede.

 

– O que eu te fiz? – questionar, questionar, só isso que ele sabe fazer; você já deve saber quem é, não é mesmo? – Poxa Jimin, pode ao menos me explicar?? – suas mãos, direcionaram-se até meu rosto, deixando um carinho no mesmo.

 

– Não me toca, Namjoon – retirei seus dedos finos de onde estavam, o estapeando com certa força, arrancando uma cara de dor do meu colega. – Explicações? Você não às merece. – tentei sair de onde estava, mas percebi que seria em vão, pelo simples fato de aquele ser humano ser mais forte que eu — mesmo que ele estivesse so com os braços, ao redor de meu corpo, trancando a passagem  – Você está me machucando! – falei e o mesmo riu da minha cara.

 

– Eu nem estou encostando em ti, para de drama Jimin. – pronunciou perto de meu ouvido, arrepiando minha espinha.

 

– Só de te olhar já me machuca, porque você é um babaca. – afastei seu corpo, agora eu estava livre de seus braços, que até então me cercavam contra a parede. Percorri caminho até o refeitório, para então comer alguma coisa junto de meus hyungs. Sentia um leve aperto no peito, por te-lo tratado assim, porém o mesmo não se importou ao me magoar também.

 

– Jimin-ah, sente aqui ao meu lado. – chamou Taehyung, assim que entrei no refeitório. Pude ver que o mesmo estava com um Jungkook sorridente ao seu lado esquerdo, batendo a mão direita no banco para que e fizesse o que ele havia pedido. 

Transitei até a mesa de meus amigos, pronunciando um pequeno “Olá”, à todos ali presente.

 

Sinceramente? Gostaria de estar no banheiro masculino, conversando a sós com Taehyung e contando o que aconteceu alguns minutos atrás (eu confio bastante em todos os meus hyungs, porém o Tae é quem mais me compreende e sabe muito bem o que Namjoon-Hyung me fez.)

 

– Está tudo bem Chim? Parece meio aéreo hoje. – perguntou Tae, fixando seus olhos aos meus, logo retirando um sorriso meu ao cutucar-me na barriga, como se fizesse cócegas. Observo Namjoon aparecer entrando no refeitório, ele parecia estar vindo em nossa direção; o que me preocupava, pois os meus amigos estão extremamente emputecidos com o mesmo, e não o querem ver nem pintado de ouro por enquanto.

 

– Jimin, por favor, me deixa conversar contigo. – aproximou-se realmente de nossa mesa, capturando os olhares de todos ali presentes - me causaram medo, por sinal -, que não tardariam em falar algo sobre sua chegada inesperada.

 

– Ora, ora, se não temos aqui o menino mais popular da escola, digo, o rapper mais popular da escola. –  pronunciou Yoongi-Hyung, da forma mais irônica que pôde, assim que escutou Namjoon proferir as ta is palavras.

 

– Não estou aqui para discutir, ou qualquer outra coisa do gênero, apenas quero esclarecer assuntos com o Jimin. – fitava-me fixamente, eu mantia meu queixo no peito, sem ao menos o encarar de volta como costumo fazer.

 

– Olha, Namjoon, acho que já fizeste demais conturbando a vida do Jimin. Tu te aproximou dele, se tornou amigo, conversavam, você almoçava conosco e não devemos reclamar, tu é uma ótima companhia, a questão é que magoaste ele com suas atitudes hipócritas de quem brinca e troca o brinquedo assim que cansou de usa-lo. – fora Taehyung quem afirmou tudo isso. Tinha informações dos dois lados da situação e batia o pé dando-me a razão por ter sido magoado pelo o outro envolvido, porém eu sempre odiei discussões e fugia das mesmas sempre que possível, agora não seria diferente. 

 

Corri o mais rápido que pude para o pátio de nossa escola, ouvindo gritos e chamados por meu nome, todos ignorados; existe um lugar escondido, o qual poucos conhece, ali posso considerar meu refugio neste momento, chorar silenciosamente e isolado. Parece muito dramático e depressivo, mas eu fiquei extremamente mal quando Namjoon parou de falar comigo, sem mas, nem menos, apenas não olhava mais pra mim como se eu não causasse nenhuma diferença em seus sentimentos. Se é que estas palavras se encaixem em tal pessoa. 

 

As lagrimas escorriam por minhas bochechas rosadas, minha cabeça doía levemente,a luz do sol batia bem em meu rosto, estava sentado onde as flores exalavam seus perfumes doces e agradáveis. Fecho os olhos por alguns segundos, sentindo um vento moderado acariciar meu rosto, provocando uma frágil refrescância no mesmo por te-lo coberto de água, maldita seja. Sinto a presença de alguém e o sol que enchia meu rosto de quentura, foi tapado por tal corpo; abro os meus olhos, na tentativa de visualizar quem ousava tapar meu solzinho maravilhoso, tendo como resposta um Namjoon alto, agora com a coloração esverdeada nos cabelos e o as vestes mais desleixadas que à um ano atrás, digo, agora ele andava com elas mais largas, enfim em um estilo realmente de rapper.

 

– O que faz ai sozinho? – olá questionário humano, como está? 

 

– Tu não cansa de perguntar, não? – pronunciei virando minha face para a direção contrária, à que ele estava. 

 

– Sim, eu não canso de perguntar – sentou-se ao meu lado, tentando me abraçar pelos ombros, como se eu fosse permitir tamanha audácia... Certissimo, deixei. –, ainda mais quando a pergunta é sobre ti, ou para ti. – acarinhava meus cabelos, tendo minha cabeça recostada em seu peito. Eu podia sentir teu coração bater, tão rápido quanto o de um maratonista. 

 

– Porque fez isso comigo? – era minha vez, e eu esbanjaria questões, às que ate agora não me conformei com respostas — nada esclarecidas —, vindas de ti. – Me trocaste por popularidade, por pessoas que estão do teu lado apenas por interesse, julgar não é do meu feitio, mas acontece que da para perceber quando os seres humanos realmente gostam da gente, ou estão ao nosso lado por status. Eles te acusavam de monstro antigamente, agora tu anda com eles. – me mantia imóvel, apreciando aquilo que me proporcionava. Talvez eu estivesse sendo duro demais, talvez você precisasse ouvir e absorver aqueles “xingamentos, sermões e lições de moral”. 

 

– Todos os dias eu pensei em você, acredite, não há motivos para eu mentir. As coisas aconteceram rápido demais, nem eu me compreendia quando estava perto de ti, até hoje não compreendo, mas não vem ao caso. – uma gargalhada serena foi liberta por teus lábios, em reflexo, eu sorri abertamente. – Só me desculpa. Caso não queira, te obrigarar eu não posso... Vou me afastar, seguir aí meu caminho e – antes que pudesse terminar a frase idiota que dizia, levantei meu rosto rapidamente, deixando um beijo doce em teus lábios atrativos — ao meu ver —, ato simples, que demonstrou todo o carinho e sentimento que eu armazenava em meu peito. 

 

– Sabe, Nammie-Hyung – pronunciei, após finalizarmos o selinho dado por mim, utilizandi o apelido que tanto te agradava – as suas fases mudam conforme os meses e você andava muito minguante estas ultimas semanas passadas. – franzi o cenho, te olhando fixamente nos olhos, obtendo seu braço agora em minha cintura.

 

– A, eu estava minguante, é?! – acenti em um manear de cabeça; aparentava aquelas crianças birrentas, sabe? Braços cruzados, cara fechada e um revirar de orbes maravilhoso. – O que tornou-me isso? – questionou, acariciando com o polegar esquerdo meu rosto, fazendo-me fechar os olhos apreciando o mesmo.

 

– Nesta fase da lua, ela acaba ficando meio “apagada”. – fiz aspas com os dedos para que ele não compreendesse errado – Por se encontrar exatamente entre a terra e o sol, pode parecer extremamente parecida com a Lua Nova, porém o formato e o brilho da mesma, tornam-se diferente da primeira fase; em algum lado da terra, sua forma é comparada com um C, enquanto em outra, com um D e sua luz acaba sendo um pouco menor que o de costume, deixando exposto também o lado obscuro do satélite, não deixando  para trás suas qualidades. Você me magoou tanto, para mim, tu mostraste teu lado mais apagado, feio e obscuro possível, porém também acabará demonstrando o teu talento para outras pessoas, entende?! Não estou lhe julgando, jogando na cara, etcetera, simplesmente achei, hm... Desnecessário o teu afastamento repentino e o amor pela popularidade que surgiram do nada. Contudo, compreendo que não fizeste por mal e acabou se deixando levar por algo que, à princípio era bom. – minha pose marrenta apenas aumentava e a forma como eu te olhava, tinha tamanha mágoa estampada em meu rosto.

 

– Não há argumentos, eu errei e assumo isso. Espero fortemente que possa me desculpar, para que voltemos a ser como éramos antes; Nammie e Minnie. Deixo até meus raps de lado se for preciso, tu é mais importante que muita coisa. – largar o rap? Logo você, o monstro dele. É isso!!! Monstro do Rap.

 

– Blé, não largue o que ama por mim, sei que se sentiria vazio. Tive uma ideia boa demais!! – pronunciei animado, sabia que você no auge dos teus 16 anos, não possuía a menor criatividade com nomes artísticos. – Antigamente lhe chamavam de monstro, né?! – mais uma afirmação, do que uma questão, porém tu murmuraste um “uhum”, logo me dando espaço para continuar o que iniciei – Monstro do Rap. Hyung, eu sou um gênio!! – fiquei de pé, iniciando uma das dancinhas mais esquisitas que já presenciei alguém fazer; passar vergonha é comigo mesmo.

 

– O que você está fazendo Jimin-ah?? Louco. – levantou-se, dando gargalhadas de minhas bobagens. Eu amo seu sorriso, farei muito para vê-lo sempre em teu rosto.

 

– Dança da criatividade, Namjoon-ssi, tu nunca viste? – ouço o sinal soar, arrancando de ti uma feição insatisfeita. 

 

– Vamos pra sala, Park Jimin. – afirmou em uma ordem, me fitando sério.

 

– Atá né, agora tu manda em mim. Vida ilusória essa sua. – enquanto você ria, eu pulei em tuas costas, aguardando fervorosamente uma carona até nossa sala. – Let's go pra aula, bebê. – disse em seu ouvido, vendo-te encolher os ombros, enquanto passava as mãos por meus joelhos, para que eu não corresse o risco de cair. 

 

– Único bebê aqui é você, meu bebê. – sorriu aberto, sendo seguido por mim que, estacionei meu rosto entre teu pescoço e ombro. – Eu amei o nome artístico que me deu, viu?! Vou usar e de quebra, você vai dançar durante minhas apresentações, bailarino. – pulou para que eu ficasse fosse mais para cima, pois eu estava escorregando conforme você andava.

 

– Se iludindo de novo? – beijei sua bochecha, deixando-a coradinha e mais fofa do que antes. – Quem sabe eu posso pensar no teu caso, quem sabe...

 

Apenas riu, continuando a caminha até nossa classe. Ou você é lento demais, e demora um século a chegar, ou eu que corro rápido e cheguei no local onde estávamos rapidamente. 

 

Aquele preenchimento de mágoa se esvaziou totalmente quando tu me abraçou e proferiu tais palavras tranquilizadoras. 

 

Talvez, talvez, eu seja levemente dramático e fuja de explicações de vez em sempre.

 

 


Notas Finais


eu editei, havia cometido um erro GROTESCO, me perdoem :c
me desculpem os erros e caso minhas pesquisas lunáticas estejam incorretas, corrijam-me pois eu não sou nenhuma, física, cientista, astrológica. seila eu.
bjo pras #YASCHINSEL
só isso mesmo


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