História As Irmãs Murakami - Capítulo 28


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Categorias Diabolik Lovers
Tags Diabolik Lovers, Magia, Revelaçoes, Romance
Exibições 84
Palavras 1.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


oiiiii mil perdoes pela demora. ok?
~Boa Leitura~

Capítulo 28 - Sorry?


Fanfic / Fanfiction As Irmãs Murakami - Capítulo 28 - Sorry?

Outro dia, outra noite, outro desafio. Noite passada não foi a melhor noite pra ninguém, nem pros Sakamakis, e muito menos para as Murakamis.  O silencio continua na mansão. Akemi estava em seu quarto desenhando algumas roupas, era um passatempo para ela. Seu celular apita anunciando que chegou uma mensagem. Ela o pega e lê.

“ Deixe o celular ligado, tenho que falar com você” _ a mensagem era de um numero desconhecido. Confusa, colocou o celular de volta na bolsa, e foi se arrumar faltava pouco para ir para o colégio.

(...)

Harumi estava penteando os cabelos, em frente ao grande espelho.  Usava uma saia azul, com um casaco da mesma cor, uma boina. Suspirou, estava cansada de não fazer nada, suas irmãs estavam em estranhas, mais que o normal.  É tirada de seus pensamentos por uma musica que vinha do lado de fora. Levanta-se e vai para a sacada de seu quarto. E lá vê a cena mais surpreendente da sua vida. Lá estava Raito, Kanato e...

Ayato.

O que ele fazia ali? Ela olha para os lados e vê Akemi e Kazumi um pouco longe na sacada de suas janelas. Ambas olhando a cena confusas. Os trigêmeos sorriem e começam a cantar.

 

Você tem que ir e ficar com raiva de toda a minha honestidade
Você sabe que eu tento, mas não sou bom com desculpas
Espero que eu não fique sem tempo, alguém pode convocar um referendo
Porque eu só preciso de mais uma chance de ser perdoado.

Eu sei que você sabe que eu cometi aqueles erros, talvez uma ou duas vezes
Quando digo uma ou duas, quero dizer talvez umas cem vezes
Então me deixe, oh, me deixe me redimir, oh, redimir, oh, esta noite
Porque eu só preciso de mais uma chance de ter uma segunda chance.

Yeah, é tarde demais agora, para pedir desculpa?
Porque eu sinto falta mais do que só do seu corpo
É tarde demais para pedir desculpa?
Yeah, eu sei que te decepcionei
É tarde demais para pedir desculpa?

Me desculpe, yeah
Desculpe, yeah
Desculpa
Yeah, eu sei que te decepcionei
É tarde demais para pedir desculpa?

Eu assumo cada pedaço de culpa se você quiser que eu assuma
Mas você sabe que não tem inocentes nesse jogo de dois
Eu vou, eu vou e depois você vai, você vai e cospe a verdade
Podemos, os dois, dizer as palavras e esquecer isso?

É tarde demais agora, para pedir desculpa?
Porque eu sinto falta mais do que só do seu corpo
É tarde demais para pedir desculpa?
Yeah, eu sei que te decepcionei
É tarde demais para pedir desculpa?

Não estou tentando fazer você gostar de mim de novo
Porque eu sinto falta mais do que só do seu corpo
É tarde demais para pedir desculpa?
Yeah, eu sei que te decepcionei
É tarde demais para pedir desculpa?

Me desculpe, yeah
Desculpe, oh
Desculpe
Yeah, eu sei que te decepcionei
É tarde demais para pedir desculpa?

Me desculpe, yeah
Desculpe, oh
Desculpe
Yeah, eu sei que te decepcionei
É tarde demais para pedir desculpa?

   

 

  Ao acabar a musica as trigêmeas, estavam surpresas. Akemi entra em seu quarto de costas, e sente seu corpo bater em algo, ela se vir e lá está laito.

- o que achou? – ele pergunta.

- se você pensa que pode me comprar com uma musica... – ela começa e ele abaixa a cabeça decepcionado – você está totalmente certo. – ela diz derrotada, o abraçando chorando.

- me desculpe Akemi. – laito diz a abraçando forte o bastante para nunca mais deixa-la partir.

- você é um idiota pervertido, sabia? – ela diz entre lagrimas.

- sim eu sei, mas você gosta. – ele brinca.

- convencido. – ambos riem. Um casal brigado a menos na mansão.

 

(...)

 

Kazumi não acreditava no que tinha acabado de ver Kanato acabou de fazer uma serenata para ela pedindo desculpas – mas cá entre nós não foi só o Kanato mais... ok – seu coração batia rápido. Estava confusa, ele era um vampiro não amava ninguém além dele mesmo, então por que havia pedido desculpas? Ela caminhou lentamente e sentou-se em sua cama, precisava pensar.

- o que você quer? – ela perguntou ao perceber sua presença no lugar.

- me desculpar. Pelo o que eu fiz.

- você não fez nada Kanato. Foi esse o seu erro você não fez nada! – ela não conseguia encara-lo. Estava com raiva o bastante para bater nele. Sabia que tinha o poder de expulsa-lo do quarto. Afinal, por que ela permitiu sua entrada?

- desculpe-me, por favor. – ele pede se aproximando, porem ela se afasta.

- não chega perto de mim.

- por que é tão difícil acreditar em mim? – ele pergunta de certa forma... Magoado.

- por que palavras não importam, ações importam. E se suas ações contradizem suas palavras, eu nunca... Vou acreditar em você.  – ambos viram de costas um para o outro, não conseguiam se encarar. Kazumi estava em uma batalha secreta em sua mente onde decidia se perdoava Kanato ou não. Kanato a entendia, porem estava chateado é a primeira vez que está agindo com sinceridade e pensam que ele está mentindo.

   Kanato observou o lugar, era realmente a cara de Kazumi, as paredes em vários tons de roxo, uma cama com colcha branca para diferenciar, havia vários bichos de pelúcia por todos os lados. Leões, coelhos, macacos, ursos... E o que chamou mais a atenção de Kanato, um urso branco.

- então você gostou. – ele murmura sorrindo.

- o que?

- o urso – ele apontou – eu deixei na sua porta com uma cesta de doces.

- então foi você – ela sussurra porem ele escuta.

- quem penso que tivesse sido?

- uma de minhas irmãs.

- por quê? – ele pergunta curioso.

- é muito parecido com um que eu tinha quando criança.

- e o que aconteceu? – ele pergunta curioso.

- eu o perdi. Como conseguiu?

- era de uma amiga.

- o que houve com ela?

- eu acho que ela morreu.

- como assim eu acho? Ela era humana?

- não... Não sei, ela morava em uma espécie de vila com as primas, mas um dia a vila pegou fogo e eu não sei o que aconteceu.  Então eu encontrei o urso cuidei dele, e agora está novinho em folha.

- e você deu para mim – ela sorrir. Anda em direção ao vampiro e deposita um beijo em sua bochecha. – obrigada... Kanato.

 

(...)

 

Harumi on

 

- VAI EMBORA! – grito para Ayato

-calma, Harumi – ele pede. Pego um vaso pronta para jogar nele. – solta esse vaso – ele ordena. Sorrio, se é o que ele quer. Na mesma hora solto o vaso, o jogando em sua direção e quase acerta o Ayato, só não acerta por que o desgraçado desvia. Maldita seja a sorte que esse vampiro de merda tem.

- vai embora. – murmuro derrotada, me sento na cama e abaixo a cabeça.

- não! Eu não vou. – me levanto na mesma hora, dessa vez com raiva novamente.

- MAS QUE DROGA, AYATO. NÃO PODE ME OUVIR PELO MENOS UMA VEZ NA VIDA? EU QUERO QUE VOCÊ VÁ EMBORA.

- ISSO É MENTIRA – Ele retruca. Colocando-me contra a parede.

- por que diz isso? – minha pergunta sai mais como um sussurro.

- eu sei que o Satoro fez um feitiço que só entra neste quarto quem você permitir, ou seja, se me quisesse mesmo que eu fosse embora... já teria me mandado a muito tempo.  – abaixo a cabeça. Ele tem razão. – admita, Harumi... Você me quer aqui.

- sim – sussurro. – eu quero você aqui... Do meu lado – lagrimas começam a cair. – e é por isso que preciso de você bem longe de mim – digo o empurrando. – você sempre me machuca, Ayato... Me machuca e me trata como você bem entende... E o pior de tudo é que eu não ligo. Eu não ligo POR QUE EU TE AMO AYATO. Por isso quero que fique bem longe de mim. – digo virando de costas para ele. Não queria que me visse chorar, odeio chorar na frente dos outros.

- Perdoe-me... Harumi.  

- pelo o que?

- por tudo, por te machucar, não ouvir você e por ser um completo idiota. Mas só de pensar em você beijando aquele imbecil eu não consegui me controlar. E errei. Sim eu sei. Mas estou tentando me redimir, o que é bem difícil para mim, pelo fato de eu ser egoísta. E eu... eu não sei mas o que falar. – ele se desculpava atrapalhado. Fazendo-me dar uma risada. O que o fez me olhar confuso.

- o Alex me beijou a força. – digo e quando viro para encara-lo ele esta com fúria nos olhos.

- eu volto em cinco minutos – ele diz se retirando porem o seguro.

- aonde vai?

- fazer uma coisa que já devia ter feito há muito tempo. Matar o seu ex. – ele diz na maior naturalidade.

- oque? ... Ayato espera! Você não pode fazer isso. – o puxo.

- e porque não? Ele tem que morrer e eu quero matar. É perfeito!

- por favor – por mais que eu odeie o Alex (e como eu odeio esse idiota traíra filho de uma da p****) eu não quero que o matem (ou melhor, torturem – por se tratar do Ayato). Ele bufou.

- ok eu não mato o seu ex de merda.

- obrigada. – ele me puxa colando nossos corpos.

- então estou perdoado? – pergunta, me encarando com aquelas esmeraldas.

- está. Acho que não conseguiria ficar com raiva de você por muito tempo – digo e ambos rimos.

- eu te amo, Harumi. – aquelas palavras me pegaram de surpresa, mas logo sorri.

- eu também te amo, Ayato. – e enfim nos beijamos.

Harumi off

 

 Em outro lugar naquela mansão...

- eu deixo você fazer uma serenata para mim, Reiji. – Mizuki diz olhando o vampiro que continha um livro nas mãos.

- eu não vou fazer uma serenata. – ele diz curto e grosso.

- e posso saber por que não?

- 1: isso não faz o meu estilo. E 2: - Reiji deixa o livro de lado, e vai em direção a garota, a puxando para si – eu não preciso cantar nenhuma serenata para você saber o que eu sinto.

- é nisso tem razão. – e assim se beijam. Até que uma voz se faz presente.

- Mizuki?  


Notas Finais


então? quem será?
comentem o que acharam. adoro saber a opinião de vocês e se estão gostando.
até o proximo
bye bye


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