História As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 60


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Bian de Cavalo Marinho, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Geist de Serpente, Hyoga de Cisne, Ichi de Hidra, Ikki de Fênix, Io de Scylla, Isaak de Kraken, Julian Solo, June de Camaleão, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kasa de Lymnades, Kiki de Appendix, Krishna de Chrysaor, Marim de Águia, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miho, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Nachi de Lobo, Poseidon, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaina de Ofiúco, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shunrei, Shura de Capricórnio, Sorento de Sirene, Thetis de Sereia
Tags Cdz, Festa, Fofoca, Hentai, Lemon, Orange, Romance, Saint Seiya, Yaoi, Yuri
Exibições 198
Palavras 3.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem postar tão tarde da noite. Acabei me empolgando com o capítulo. Kkkk

Espero que não me matem! Tem mais treta vindo por aí.

Boa leitura e beijos!

Capítulo 60 - Boi velho gosta de erva tenra


Fanfic / Fanfiction As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 60 - Boi velho gosta de erva tenra

Shion olhou para a deusa à sua frente e notou pelo olhar que havia algo de errado com ela.

– Menina, o que aconteceu? - disse e tocou em seu rosto, vendo-a cabisbaixa.

Saori levantou o rosto com os olhos marejados e o abraçou, deixando algumas lágrimas caírem.

– Shion, desculpe se interrompi algo, mas posso falar com você? - perguntou, ao afastar e passar os dedos suavemente pela região dos olhos.

– Não interrompeu nada… - pigarreou. – Dohko não vai vir esta noite pra cá.

“Mas que ótimo.” - pensou.

Saori abaixou a cabeça e passou as mãos pelo rosto, disfarçando o sorrisinho e tornou a olhar para ele com inocência.

– Mesmo? Não estava dormindo, né?

Shion soltou um riso e negou com a cabeça.

– Claro que não. Só porque sou velho, não quer dizer que tenha que dormir cedo.

– Ah! Não foi isso que quis dizer… me desculpe. - disse e corou.

– Está tudo bem. Entre. - disse e deu espaço pra ela entrar.

Saori sorriu e entrou no quarto, olhando o ambiente. Juntou as mãos e parou próxima do divã e fechou os olhos, quando seus ombros foram tocados.

– O que aflige você, minha menina? O que te fizeram? - perguntou e passou por ela, parando em sua frente.

– É que...que… - tornou a abaixar a cabeça.

– O que? Pode me falar. Sabe que pode confiar em mim.

– Eu sei. - suspirou. - Tem a ver com aquilo que te contei antes de partir pro Japão.

– Hum. - se sentou e estendeu a mão à ela. – Sente-se.

Saori pegou a mão dele, sentindo sua pele quente e mordeu discretamente o lábio. Depois de sentar ao lado dele, encostou a cabeça em seu ombro.

– E então… me conte melhor o que aconteceu. Não me diga que é um dos dois a sua paixonite secreta?

Saori estava abraçada ao braço do grande mestre, distraída, quando sentiu a mão dele na sua.

– Menina, estou falando com você… O que fizeram? Te desrespeitaram lá? Se sim, eu vou tomar uma providência agora e… - se levantou.

– Não. Não me desrespeitaram. Não se preocupe. - sorriu e pegou a mão dele com as suas. – Sente-se. Eu vou contar.

– Certo. - sentou de lado e olhou pra ela. – Mas não me respondeu o que eu perguntei anteriormente.

Saori olhou para ele e meneou a cabeça para os lados. Shion observou o jeito da garota e passou a acariciar suas mãos.

– Me conte. O que se passa aqui dentro. - tocou com o indicador sobre a têmpora esquerda.

– Hum. É que estou tão apaixonada por ele que não sei mais o que fazer. Eu tenho convicção de que não sinto mais nada pelo Seiya, sabe?! - suspirou.

– Bom… pelo menos você desceu do muro, não?! Mas você disse que havia um impedimento, não é?

– Sim. Há sim.

– Bom, pelo que lembro disse que ele tinha um compromisso com alguém, também.

– Sim, está certo.

– Bom... Isso já complica mais as coisas para o seu lado, menina.

– Por isso, estou assim. Eu sei que não tenho chance alguma com ele.

Shion suspirou, ao vê-la com um olhar triste no rosto e acariciou seu rosto.

– Não fique assim, minha menina.

Saori voltou a abraça-lo e tornou a chorar.

– Isso deve ter algo a ver com meu pai, Shion… Eu não quero ser uma deusa imaculada. Eu quero ter uma vida normal, como todos os outros. - fungou. - Eu só queria ser normal. - disse e sentiu seus cabelos serem afagados pelo mais velho.

– Shh! Shh! - a silenciou. - Eu entendo… tenha calma, minha menina. - levantou seu rosto e amparou suas lágrimas. – Sabe que isso não é fácil, mas quem sabe o que pode acontecer, não é mesmo?! - sorriu docemente, deixando transparecer toda serenidade no olhar.

Saori pegou as mãos dele e as beijou, encostando a face úmida nelas.

– Eu te amo, Shion. – disse, ao olhar para ele.

– Eu também, menina. Eu também. - A abraçou e afagou seus cabelos.

– Hum. - retribuiu o abraço, sentindo o cosmo envolve-la ternamente. – Posso dormir aqui, esta noite?

Shion continuou o afago e pensou na pergunta da deusa. Como não viu maldade naquilo, apenas concordou.

– Sim. Você pode.

– Obrigada. - murmurou e o abraçou forte.

Depois de algum tempo, a jovem deusa adormeceu nos braços do louro e foi carregada até a cama dele.

Shion a deitou com cuidado para não acorda-la e após isso, sentou ao lado, enquanto velava seu sono. Permaneceu ali lendo um livro, até que acabou se rendendo ao sono.

– S2–

Ainda descontente pela pedrada que havia tomado no meio da testa, Camus fitava impaciente o cavaleiro que ainda o encarava com cara de bobo.

– Non vai falar nada?

– Ah, ruivo… você estraga o clima, falando assim comigo. - disse e soltou um suspiro.

Camus continuou massageando a área atingida, sentindo o galo se formando e soltou um riso.

– EU estraguei o clima? Tem certeza disso?

– É, né?! Poxa… fiquei um bom tempo pesquisando uma música para tocar pra você e quando me dei conta que sou um fracasso como violonista, desisti.

– E então, resolveu treinar atirando coisa na cara dos outros… Parabéns! Nisso você tá craque! - revirou os olhos e deu meia volta pra sair.

– Não! Espere!!! Por favor, volte! Me desculpa…

Camus ficou parado próximo da janela, mas longe da vista do cavaleiro, enquanto pensava se o ignoraria ou atendia seu pedido. Depois de uns segundos, voltou à janela e o viu sorrir graciosamente para ele.

– O que quer? Vamos, non tenho a noite toda.

– Tá! Eu queria cantar uma música pra você.

– Uma música?

– Sim. Tenho certeza que vai gostar.

Camus suspirou e fez um sinal pra que ele fosse em frente. O louro fez alguns exercícios vocais, como se fosse um grande cantor (coisa que não era) e começou a cantar “La vie en rose” - pela quincuagésima vez.

O ruivo pôs a mão sobre o rosto e respirou fundo, pensando que provavelmente tinha sido castigado pelos deuses, mas se manteu forte. Ao terminar de ouvir a canção, o cavaleiro sorriu feliz, esperando a reação do outro.

Camus soltou um sorriso, para a satisfação dele e logo o tirou do rosto, ao vê-lo fechar a janela e depois as cortinas.

– Camus… - disse baixo e saiu dali frustrado.

O francês seguiu até o banheiro e afastou a franja, dando uma olhada no estrago que o louro havia feito. Ao ver o galo, concentrou o cosmo na ponta dos dedos e tocou no local, sentindo um alívio imediato da dorzinha que estava o incomodando.

Assim que voltou para seu quarto, se deitou e apagou as luzes, afim de poder descansar, pois ainda estava sentindo as consequências indesejadas do fuso horário.

– S2–

O clima seguia contagiante na casa de câncer, enquanto os cavaleiros continuavam bebendo e fofocando sobre a vida alheia.

Cansado do burburinho, Saga resolveu se afastar dos amigos e foi se sentar um pouco no sofá do porão. Aproveitou o espaço, que estava vago e abriu as pernas e os braços, tomando conta de praticamente todo os lugares restantes.

Kanon continuava jogando sinuca com Debas, ainda que estivesse mais interessado em ficar de olho no siri. Afrodite já demonstrava cansaço, ao beber além do que podia e estava praticamente abraçado ao italiano. Como não perdia tempo e gostava de provocar o geminiano, fez questão de aproveitar a situação e fazer ciúmes no outro.

– No quer se deitar um pouco, rosa? - perguntou, ao abraçar sua cintura com um braço.

– Humm. - encostou a cabeça em seu ombro. – Quero! Meus pés doem.

– Se quiser, levo você para mio quarto.

– Hum. Eu não quero sair daqui. Preciso beber.

Kanon já estava de costas pra mesa, ignorando os chamados do brasileiro.

– Mas que filho da mãe… - murmurou e apertou o taco, ao ver a cena.

Mask envolveu o outro braço na cintura do louro e ouviu um gemido manhoso dele.

– Hum...não faz assim, italiani… - disse e levantou o rosto, encarando-o com o sorriso aberto e olhos fechados.

– É? E perché no? - apertou o abraço.

– Porque não vou estar em condições de te mostrar o que eu realmente quero.

Mask soltou um riso e beijou sua testa, levando-o até o sofá. Chegando lá, viu a cara de poucos amigos de Saga e o encarou da mesma forma.

– Ei, dá espaço aí… no está vendo que com questas pernas de garça está ocupando todos os lugares?

O mais velho ergueu uma sobrancelha e fechou as pernas, sentando agora como uma pessoa normal.

– Grazie. - disse e acomodou Afrodite na outra ponta e sentou no meio, enquanto retirava os fios de seu rosto. – Vou pegar uma água per te.

– Tá bem. - disse e fechou os olhos, encostando a cabeça no encosto do sofá.

Saga olhou para aquilo e sorriu por dentro, pensando que aquela seria a oportunidade perfeita pra enfim colocar as mãos no seu peixinho.

Mask foi até o cooler para procurar uma garrafa de água e como não a achou, subiu as escadas para ir até a geladeira da cozinha.

Assim que chegou lá, abriu a porta do eletrodoméstico e logo ouviu a voz de alguém que faltava pouco para botar fogo pelas ventas.

– Eu quero falar com você.

Mask se virou com a garrafa na mão e fechou a porta da geladeira, passando a encarar o amante.

– Parla!

Kanon se aproximou dele rapidamente e o puxou pela camisa, furioso.

– Que merda foi aquela lá embaixo, hein? Está me fazendo de trouxa por acaso? Estou por um fio de socar aquele idiota, porque ele não faz outra coisa a não ser se esfregar em você! - disse alterado.

O italiano pôs a rir daquilo, só aumentando mais a fúria do outro. Kanon o empurrou contra a geladeira e continuou encarando, já ficando com a face rubra de raiva.

– Escute aqui, Máscara da morte… eu já fui feito muito de trouxa por idiotas assim como você. Não fique tão feliz achando que é a última bolacha do pacote, porque tem muita gente me querendo, tá ouvindo?!

– Oh! Ma che buona notícia… Vá lá, então! - disse e tirou as mãos dele, afastando-o de si. – Vá, perché opções no me faltam também.

Kanon bufou de raiva e saiu pisando firme da cozinha, indignado. Assim que saiu, esbarrou no espanhol e falou alguns palavrões, enquanto continuava os passos até o porão.

Shura olhou pra aquilo e deu de ombros, entrando na cozinha.

– Qué deu nele?

– Ciúmes. - suspirou. - Ele pensa que é mio dono, só perché ficamos de vez em quando.

– Entiendo. Pero… usted provoca, Giovanni. Sabes que ninguno aceitaria algo así, no?!

O italiano olhou para o amigo e deu alguns passos, se escorado na mesa.

– Io sei, mas o Kanon no me inspira confiança, Shura.

– Entonces o que quer con él?

– Io no sei… - respirou fundo e soltou. – Talvez io goste daquele maluco.

– Sí, no tengo dúvida, pero no estás haciendo tu parte. Se estás con él, fique con él.

– Io disse que no estou. Nem mio ragazzo ele é…

– Usted no entiende, Gio. - disse e sentou ao lado dele. - disse e retirou um cigarro do maço e acendeu.

– O que io no entendo? - tirou um cigarro do bolso e acendeu no dele, enquanto o encarava.

– No! Deixa pra lá. No eres importante. No ahora.

– Você e tuos mistérios, espanhol.

– No soy misterioso, Deathmask… você que no percebe que pása a tu redor. - disse e tragou.

Mask tragou também e estreitou o olhar, tentando desvendar o que ele queria dizer com aquilo.

Enquanto isso…

Saga já estava perto de Afrodite tentando puxar conversa, mas o pisciano estava tão bêbado que mal conseguia responder.

Kanon se aproximou do irmão e viu ele puxar papo com o louro.

– Saga, vamos embora.

O mais velho olhou para o irmão seriamente e acabou soltando uma gargalhada(aquela), o que resultou no susto de Afrodite.

– Hã?! Que aconteceu? - perguntou e voltou a dormir.

Kanon revirou os olhos e cruzou os braços.

– É assim que pretende tirar ele do meu caminho?

– Eu estou tentando…

– Desiste! Ele nem deve saber quem é, nesse estado.

– Tem razão. - suspirou e levou a cabeça pra trás, deixando-a pender sobre o encosto.

– Tá, então… vamos embora! Essa reunião tá uma merda hoje.

– Tá! Tá bom. Já vi que não tive evoluções aqui…

Kanon se virou de costas e resmungou:

– E quando é que você teve um dia, Saga?

Os gêmeos se despediram do restante e seguiram o caminho pra gêmeos. Kanon ainda pôde sentir o cosmo de Mask junto do espanhol e suspirou frustrado. Depois que saiu de câncer, pensou seriamente em dar um fora no italiano, assim que tivesse oportunidade.

Dohko foi o próximo a se despedir e seguiu rumo ao templo de Shion, pois ainda era cedo e com sorte, pegaria o louro ainda acordado para namorarem um pouco.

Aldebaran seguia conversando animado com Misty, enquanto bebiam e disputavam uma partida de bilhar. Os dois já estavam altos e fofocavam sobre as mais diversas coisas, até que o assunto virou o ruivo.

– Porque você ficou com o garoto, Louis?

– Ah! Debas… você também vai me dar sermão por isso? - disse e sentou na mesa, não ligando para as bolas que bagunçou ao se deitar nela.

O brasileiro se aproximou e escorou o taco no chão, observando as curvas do menor.

– Não. Longe de mim dar sermão em alguém.

Misty apoiou os pés na borda de madeira e cruzou a perna, deixando-as totalmente à mostra, chamando ainda mais à atenção do brasileiro. Aldebaran engoliu seco e pigarreou, disfarçando.

– Vem! É melhor você ir pra casa. - disse e pegou sua mão.

– Ah! Me deixa aqui. - respondeu com uma voz manhosa, sem a menor vontade de levantar.

– Vem, eu te ajudo. - pegou a outra mão dele e o puxou, trazendo-o para seus braços, o que só fez aumentar seu desejo. – Misty…

O cavaleiro olhou para o louro e envolveu os braços em seu pescoço. Sorriu e cruzou as pernas no quadril dele e o encarou maliciosamente.

– Me beije, Aldebaran. - disse e aproximou o rosto do dele.

Aldebaran já não aguentando mais as provocações do francês, tomou seus lábios e o beijou intensamente. Enquanto deslizava suas mãos pelo corpo de Misty, sentiu as mãos do cavaleiro descerem até suas calças e colocar a mão por dentro de sua calça. Gemeu, ao sentir o grande volume ser massageado e o viu retirar em seguida, enquanto o outro lambia os dedos de um jeito provocante.

Misty se deitou sobre a mesa, ainda provando os dedos úmidos e soltou um sorrisinho sacana, ao ver o membro do maior ficar totalmente evidente por dentro da calça justa.

Aldebaran mordeu o lábio e tocou as mãos pelas coxas do cavaleiros e subiu até sua intimidade, vendo-a completamente desperta e ereta. Puxou suas coxas, trazendo-o para mais perto e retirou a boxer, vendo o falo liso e rosado úmido. Convidativo para um boquete e foi o que fez.

Misty arqueou o corpo, colocando as pernas por cima dos ombros do louro e as pressionou a cabeça do brasileiro contra seu falo. Gemeu, sentindo-o deslizar a boca quente contra a base e quase enlouquecer quando o mesmo voltou, sugando de uma forma gostosa e lamber a glande, dando algumas chupadas.

– Ah! Que boca...por Zeus… - disse e voltou a gemer.

Quem acordou com os gemidos na sala, foi Afrodite que sentou no sofá e abriu os olhos devagar, quase tendo um treco ao ver Aldebaran chupando o louro em cima da mesa de bilhar.

“Minha nossa…” - pensou e pegou os sapatos com as mãos e deu o fora dali, antes que o percebessem.

O pisciano subiu rapidamente as escadas e fechou a porta, indo de encontro até Mask e Shura que ainda estavam na cozinha conversando.

– Não entrem no porão das reuniões por nada! - disse e saiu dali feito uma flecha.

Mask e Shura se olharam e deram de ombros, continuando a conversa.

De volta ao porão…

Misty já estava entregue ao brasileiro, tendo se derramado por completo em sua boca habilidosa. Ofegou e foi puxado para outro beijo, já tratando de abrir as calças do maior. Tirou o grande mastro da cueca e se agachou, agarrando o volume com uma mão e passando a língua por todo ele.

Aldebaran fechou os olhos e entreabriu os lábios, ofegante. Arfava a cada lambida e segurou os cabelos do menos, quando o mesmo abocanhou o  seu sexo com lascívia. Gemeu a cada chupada, constatando realmente que o francês fazia jus ao que falavam dele.

– Ah! Gostoso… - sussurrou e mordeu o lábio, vendo-o engolir seu falo cada vez mais.

Misty apenas gemia com aquela peça rara na boca, provando seu gosto e pensando como seria gostoso senti-lo  inteiramente dentro de si.

Aldebaran tocou seu rosto, sinalizando para que ele parasse e o viu ficar de quatro. Misty empinou a bunda redonda e durinha, expondo o orifício rosadinho (assim como seu falo) e passou uma mão sobre uma nádega, provocando.

– Quero sentir você todinho… - disse e logo sentiu a glande roçar contra sua vontade, fazendo-o piscar.

– Vou foder você bem gostoso… - disse e sorriu, vendo o outro lhe olhar por cima dos ombros.

Misty apertou os olhos e mordeu os lábios, quando a cabeça ameaçou entrar. Se inclinou mais, puxando uma nádega e arfou, ao senti-la entrando devagar.

Com paciência, Aldebaran continuou colocando e tirando, até que o louro acabou acostumando.

Misty deu uma rebolada, instigando o outro a começar e sentiu as mãos dele tocarem sua cintura. Inclinou o corpo pra frente e empinou o máximo que pôde, até que o brasileiro passou a estocar.

Aldebaran passou as mãos pelo corpo alvo do cavaleiro e passou a lhe estocar devagar. Conforme o outro ia se soltando, aumentou mais o ritmo e sentiu vontade de ir mais fundo para vê-lo delirar.

Misty gemia, se contorcia. Os cabelos louros já estavam úmidos de suor, assim como seu corpo alvo. Passou a rebolar e se contrair, deixando o brasileiro ainda mais fora de si.

Aldebaran saiu de dentro dele e o virou, trazendo-o para seu colo. Trocaram um beijo intenso, enquanto iam até o sofá e continuaram as carícias, assim que sentaram nele.

Debas encaixou o membro na entrada do louro e continuaram os beijos, enquanto o louro cavalgava em cima de seu pau.

– Ah, Debas… gostoso… - gemeu manhoso e se apoiou nele, aumentando a velocidade das estocadas.

– Delícia… assim você me mata… - sussurrou e tomou os lábios carnudos em um beijo sôfrego.

Não demorou muito, até o louro gozar novamente e se contrair. Debas não aguentando mais de tesão, se deixou derramar por completo e o preencher com seu gozo farto.

Misty sorriu, ofegante e olhou para o cavaleiro, selando seus lábios com um beijo lento e calmo. Depois de uns instantes, se levantaram e foram se limpar no banheiro do porão. Dali, partiram para a casa de touro.

Desconfiados do que poderia estar rolando no porão, Mask resolveu acompanhar seu amigo até capricórnio.

Assim que chegaram lá, Shura o convidou pra tomar uma bebida e como o italiano não era de negar bebida, prontamente aceitou o convite.

Chegado na cozinha, Mask acendeu outro cigarro e passou a observar melhor o amigo. Shura notou os olhares e passou a procurar uma garrafa de vinho apropriada para o momento. Assim que a achou, pegou duas taças e as colocou próxima da garrafa.

Mask continuou observando cada ação do espanhol, até ter uma das taças cheia em mãos. Shura colocou a rolha de volta na garrafa e se aproximou do cavaleiro, parando bem próximo dele.

– A que brindaremos?

– Nosotros. - sorriu e ergueu a taça na direção da dele.

– A noi due, então… - retribuiu o sorriso e bateu levemente a taça na dele, sorvendo um gole da bebida.

Ambos trocaram um mesmo olhar que já dizia tudo. Shura colocou a taça ao lado e apoiou uma mão sobre a mesa, vendo o italiano se aproximar pra fazer o mesmo.

Assim que Mask colocou a taça na mesa, já bem próximo do amigo, olhou para ele e sentiu uma mão sobre sua cintura, trazendo-o para mais perto.

– Agora, Io no entendi você… - disse, ao encarar os lábios dele.

– Giovanni, te disse que tienes baja percepción e ainda duvidas. - riu e passou as mãos pelos cabelos grisalhos, puxando-os para provar da boca dele.

– S2–

Depois de ficar um bom tempo consolando o amigo, Mu ouviu o cavaleiro ressonar em seu ombro e o acomodou na cama. Retirou as sandálias gregas que ele usava e puxou o lençol para cobri-lo.

Se levantou, pensando em retornar para seu quarto, mas o medo de que algo pior pudesse novamente acontecer, tomou conta de si.

Resignado, puxou a cadeira e sentou ao lado dele, enquanto o observava dormindo tranquilamente.

– S2–

Depois de cruzar as casas seguintes, Dohko entrou no templo do GM em silêncio e foi direto até seus aposentos.

Assim que tirou os sapatos, abriu a porta devagar e abriu um sorriso, logo deixando-o se desfazer com a cena de Saori estar abraçada na cama junto de seu amado.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...