História As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 73


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Bian de Cavalo Marinho, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Geist de Serpente, Hyoga de Cisne, Ichi de Hidra, Ikki de Fênix, Io de Scylla, Isaak de Kraken, Julian Solo, June de Camaleão, Kanon de Dragão Marinho, Kanon de Gêmeos, Kasa de Lymnades, Kiki de Appendix, Krishna de Chrysaor, Marim de Águia, Marin de Águia, Mascára da Morte de Câncer, Miho, Miro de Escorpião, Misty de Lagarto, Mu de Áries, Nachi de Lobo, Poseidon, Saga de Gêmeos, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shaina de Cobra, Shaina de Ofiúco, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shunrei, Shura de Capricórnio, Sorento de Sirene, Thetis de Sereia
Tags Cdz, Festa, Fofoca, Hentai, Lemon, Orange, Romance, Saint Seiya, Yaoi, Yuri
Exibições 144
Palavras 5.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!

Sei que demorei para postar, mas enfim, prometi um capítulo maior e aí está. A festa ainda não acabou, porque tive a idéia de criar uma última treta que vcs vão entender ao lerem. ;)

Espero que gostem!

Boa leitura!

Capítulo 73 - Quem entra na chuva, é pra se molhar


Fanfic / Fanfiction As lavadeiras do zodíaco - Capítulo 73 - Quem entra na chuva, é pra se molhar

O italiano se aproximou parando próximo dos pés do louro e olhou pra ele.


– Está com aquele flautista de araque, agora?


Kanon ficou surpreso com aquela pergunta, no entanto, se manteve firme e continuou seu jogo.


– E se estiver? - ergueu uma sobrancelha.


Mask puxou o maço e acendeu um cigarro, colocando-o de volta no bolso. Tragou, enquanto analisava seu ex amante e acabou soltando um riso.


– Se estiver? É isso que tem para dizer, caspita? Você esqueceu de me assim tão rápido? - olhou seriamente.

– Não seja ridículo… o meu Sorento é mil vezes melhor que você. Mil vezes, ó. - gesticulou com uma sequência de estalar de dedos. – E além do mais, nosso rolo já deu, DM. Cansei de você. - disse e se virou, saindo da janela. – Me dá licença que agora tenho que procura-lo. - deu alguns passos até ouvir o murmúrio do italiano.


– Kanon…


O louro parou e respirou fundo, ao ouvir aquela voz mansa (o que era um milagre). Fechou os olhos por um instante e rogou aos deuses para que tivessem piedade, pois não sabia se resistiria a ele por muito tempo.


– O que quer, DM? - perguntou de costas para ele.


Não satisfeito com aquilo, Mask foi até ele e o virou bruscamente.


– Mas o que…? - mal pôde concluir, pois sua boca havia sido tomada pela do italiano.


Kanon tentou resistir de começo, mas logo abraçou o pescoço dele e retribuiu o beijo de forma voraz. As mãos de ambos anseavam buscar as partes que mais lhe interessavam e passaram a trocar carícias sem se importarem se alguém estava próximo dali.


Mask o pressionou contra a parede e continuou o beijo, enquanto sentia as mãos subirem por baixo de sua camisa e lhe arranharem. O italiano continuou os beijos, agora apertando a cintura do mais velho e ouviu os gemidos entre os beijos, aumentando ainda mais seu tesão.


Kanon enfiou os dedos entre os cabelos grisalhos e os puxou, olhando para os olhos do amante.


– Te quero, Máscara da morte… te quero muito!


O canceriano mordeu o lábio e levou as mãos até o bumbum do louro.


– Quer? No estou molto certo disso… - sorriu de canto. - aproximou a boca da dele a ameaçou beija-lo.


Kanon sorriu de canto e discretamente passou a mão por cima do falo já desperto.


– Muito. - disse e o olhou de forma luxuriosa.


Mask olhou pra ele e subiu a mão até seu rosto, vendo pelo olhar dele o quanto era desejado.


– Vamos! Quero ficar a sós con te. - disse e pegou a mão dele para leva-lo dali.


Seguiram até um dos corredores, até achar a primeira porta destrancada. Olharam para um lado e para o outro para se certificarem que não havia alguém por perto e entraram em uma das salas.


Ao fechar a porta, Mask acendeu a luz e viu que a chave não estava na fechadura.


Kanon passou por ele e foi até a pequena mesa que havia no fundo da sala. Se escorou em cima dela e passou a observar o italiano, enquanto o mesmo procurava algo para não haver qualquer interrupção.


– Você está mesmo determinado a não me deixar sair daqui, não é? - disse com um sorriso nos lábios.


DM parou e olhou para ele com um objeto em mãos. Retribuiu o sorriso maliciosamente e assentiu positivamente com a cabeça.


– Sì! Você só sai daqui quando Io quiser… - disse e colocou uma peça de madeira atravessada sobre as duas longas maçanetas douradas que decoravam as folhas da porta.


Kanon apoiou os dois braços pra trás, quando finalmente viu o cavaleiro se aproximando dele. Sentiu seu membro pulsar, ao ver o belo torso moreno ser exposto a ele e mordeu o lábio.


– Você é tão gostoso… - passou as pontas dos dedos sobre o abdômen e depois olhou para ele.


Mask se encaixou no meio das pernas do louro e novamente roubou um beijo.


– Você vai se arrepender, Kanon…

– Eu vou? - envolveu a cintura dele com as mãos e as levou até o bumbum. – Eu acho que você é quem vai se arrepender… - disse e o trouxe para perto para selar os lábios em um beijo ardente.


Mask o puxou pela cintura e subiu as mãos pelas costas do grego, ao mesmo tempo que retribuía aqueles beijos calorosos. Voltou a desce-las e puxou a camisa que estava por dentro da calça e começou a desabotoar os botões.


Kanon o ajudou a desabotoar os punhos e ofereceu o pescoço para ser beijado. A pressa de se livrar daquela camisa era grande e assim que pôde finalmente se “libertar” dela, teve os mamilos capturados pela boca do italiano, lhe atiçando ainda mais o desejo.


– Humm…


DM deitou o corpo de Kanon sobre a mesa e passou as mãos pelo abdômen dele. Kanon sentiu alguns arrepios e olhou ansioso para ele.


– Mask…


Ao ouvir o gemido manhoso, se inclinou e passou a beijar seu torso. Assim que chegou na barriga, passou a língua e deixou impressa na pele, através das marcas dos chupões, a quem pertencia.


– Mask... - sussurrou.


Mask olhou para ele e continuou os beijos, já procurando o zíper para retirar aquela peça que parecia apertar cada vez mais pelo volume dentro dela.


Kanon se apoiou nos cotovelos e olhou para o Italiano, ansioso. Levantou o quadril, assim que o outro conseguiu abrir a calça e passou uma mão sobre o rosto dele. A cada toque, respirava pesadamente. Fechou os olhos, quando viu Mask se inclinar para morder de leve seu membro por cima da boxer e deixou a cabeça pender para trás.


– Gio… - murmurou e mordeu o lábio para conter um gemido.


Mask continuou provocando o outro, ao acariciar o membro duro e já úmido por baixa da cueca e logo se livrou dela. Olhou para aquela grande peça ereta e passou a língua nos lábios.


Kanon estremeceu com o beijo recebido em sua glande e esqueceu de tudo ao seu redor, ao ter quase todo membro engolido pela boca sedenta do italiano.


– A-ahh! Droga! Que boca deliciosa, Giovanni! Ah! - arqueou as costas e puxou os cabelos do outro, fazendo ele ir ainda mais fundo. – Gostoso!


Mask continuou chupando e passou as mãos pelo abdômen dourado do grego. As desceu para a cintura e apertou, retirando a boca numa chupada que arrancou um gemido alto do outro.


– Zeus! Ah!


Kanon pôs a costa da mão sobre o rosto e procurou estabilizar a respiração. Assim que percebeu que o outro havia parado, inclinou a cabeça para olhar e o viu parado masturbando lentamente o pau que segurava para fora da calça.


– Ah, Giovanni… por que me tortura desse jeito?

– Você quer? - apontou a cabeça do pau pra ele.


Kanon olhou para a cena e se inclinou para sair da mesa. Se colocou na frente do amante e tomou-lhe o pau, passando a deslizar a mão por ele e senti-lo todo melado da lubrificação.


– Ah, que delícia… acho que não preciso responder, né? - disse e se ajoelhou, ficando de frente para aquele volume.


DM olhou ansiosamente pelo que estava por vir e enredou os cabelos louros entre seus dedos, quando finalmente sentiu-se “engolido” pelo outro.


– Ah, grego safado… Hum. Chupa… - disse e fechou os olhos.


Kanon olhou para ele e apalpou as pernas e nádegas, enquanto continuava com uma felação lenta, porém gostosa.


DM deixou a cabeça pender pra trás e gemeu baixo. Voltou a olhar para ele e segurou os cabelos no alto, conduzindo-o da forma que lhe dava mais prazer.


Kanon não ofereceu resistência alguma e se deixou ser conduzido, ora chupando rápido, ora fundo. Continuou os estímulos, arrancando mais gemidos do italiano e logo soltou o mastro e se levantou, ouvindo um resmungo de resposta.


– Perché parou?

– Não vai gozar tão cedo, italiano… - sorriu de canto e voltou a subir na mesa, ficando de quatro. – Vem! Quero te sentir de novo… - disse, enquanto o olhava por uma do ombro.


O Italiano se aproximou e olhou para aquele bumbum sarado. Passou as mãos pelas nádegas e as apertou, dando um batidinha nelas em seguida.


– Io voglio tanto questa bunda...


Kanon voltou a olhar para ele e se inclinou para empinar ainda mais. Mask mordeu o lábio e abriu as nádegas do louro, passando a lamber sua entrada.


O geminiano apoiou a cabeça sobre os braços e gemeu baixo com os estímulos. Sentiu o orifício ser lambido, beijado, chupado e aquilo só o enlouquecia ainda mais.


– Ahh! - gemeu manhoso.


DM continuou se dedicando à aquela parte, até que se afastou e umedeceu os dedos da mão para que o preparasse.


Kanon sentiu um dedo lhe invadir e gemeu baixinho com a introdução dele. Se acostumou rapidamente e rebolou contra ele, instigando o Italiano a prosseguir.


DM retirou o dedo e introduziu dois lentamente, já sentindo o louro tensionar um pouco mais. O mais novo passou a beijar as costas do outro e passou a estocar os dedos devagar.


Alguns minutos depois, Kanon já não aguentava mais aquela tortura deliciosa. Rebolou contra os dedos. Se contraiu. Deu todos os sinais para que o outro lhe tomasse, contudo Mask continuava com os estímulos. O Italiano apenas esperava ouvir da boca do grego o quanto lhe queria em seu interior. E não demorou muito para que isso acontecesse.


– Gio! Por favor… eu não aguento! Me come. Ah!! - sentiu os dedos irem fundo.


Mask sorriu de canto e acatou o pedido. Tocou sobre o membro rijo e roçou a glande na entrada do louro, fazendo-o arfar.

Kanon segurou sobre a borda da mesa e a apertou assim que sentiu a cabeça entrando em seu interior. Apertou os olhos com a espessura e se controlou para não gemer alto, porém, aquilo parecia uma tarefa árdua.


– De-vagar… ah! Droga! Ahhh!

– Relaxa, amore… - acariciou as costas dele.


Kanon não pôde deixar de sorrir com a palavra carinhosa e passou a relaxar aos poucos, até que todo seu interior fosse preenchido por seu amado italiano.


Ao sentir uma rebolada contra seu falo, DM passou a se movimentar devagar e foi aumentando o ritmo das estocadas, passando a ouvir os gemidos alheios.


– Ah! Ah! Ah!

– Kanon...hum! - apertou sua cintura e deu uns trancos, fazendo o outro gemer mais alto.


– Ah! DM, seu… Ah! Canalha! Gostoso! Ah! Ah!


DM saiu de dentro dele e o virou de barriga pra cima. Voltou a encaixar o membro na entrada do louro e continuou metendo.


– Giovanni! Ah! - mexeu os braços e acabou derrubando alguns objetos da mesa.


Kanon deixou a cabeça pender para trás e fechou os olhos, ao sentir tamanho prazer. O louro passou a deslizar a mão até sua intimidade e passou a se estimular, entretanto, DM retirou a dele e a substituiu pela sua.


Extasiado, Kanon deslizou as mãos até o pescoço e fechou os olhos. Sentiu o ritmo tanto das estocadas, quanto dos estímulos aumentarem e anunciou o seu limite.


– Mask… assim eu… Ahh! - sentiu a glande ser apertada, impedindo-o de gozar e continuou sentindo as estocadas. – Ah! Cachorro! Humm.


O italiano se inclinou sobre ele e o beijou, ao mesmo tempo que sentia seu corpo ser envolvido pelas pernas do louro. Continuou estocando aquele buraquinho quente e apertado até sentir um jato quente sobre seu abdômen. Viu e ouviu seu amado gemer gostoso e acabou gozando logo em seguida.


Ambos se olharam exaustos, suados...apaixonados. Mask não conseguia parar de olhar aqueles olhos verdes que brilhavam em contato com os seus, assim como o outro que não parava de sorrir de ver o olhar bobo dele. Passou as mãos sobre a franja grisalha e a afastou do rosto.


– Ti amo, Giovanni.


Mask sorriu e selou os lábios dele devagar, tornando a olhar os olhos verdes de seu amado.


– Ti amo, amore. Quero que seja mio. Sole mio.

– Serei, meu italiano. Sou todo seu. - disse e o puxou para um beijo calmo e apaixonado.


– S2--


Enquanto isso…


Na cozinha do templo, as criadas corriam para um lado e para outro tentando remediar o estrago que causaram ao deixarem o prato principal queimar.


– Zeus… minha cabeça vai rolar… - disse, ao olhar para a panela.

– Calma, Silene… podemos dar um jeito nisso e…

– Não! Não tem como! Era o prato principal. - choramingou. – O que vou fazer? Vou ser demitida. - disse e abraçou a amiga, desesperada.

– Pra tudo se dá um jeito… - deu alguns tapinhas sobre o ombro dela, em sinal de conforto.


Um dos garçons entrou ali, chamando a atenção delas e passou a trocar as taças que haviam sobre a bandeja por outras cheias.


– Que caras são essas?

– Ah, Dio... Eu acabei estragando o prato principal.

– Mas como???

– Eu não sei explicar… é a primeira vez que isso me acontece. - disse e começou a chorar.


Compadecido da situação que a jovem se encontrava, o garçom se aproximou e lhe entregou um lenço.


– Não chore… para sua sorte, a maioria nem parece ligar realmente para esse jantar. Só estão bebendo e jogando conversa fora.


A mulher olhou para ele e limpou o canto dos olhos.


– Bebendo? Mas…

– Eu vi que estavam demorando demais e claro que achei isso estranho… então, resolvi liberar a bebida antes do jantar. - sorriu sem graça.

– Você é louco? Assim ninguém vai comer e… - parou para pensar e soltou um sorrisinho. – Isso é ótimo. Continue servindo. O mestre Shion já esteve aqui e tive de enrola-lo, mas posso preparar outra coisa mais simples. Se estiverem bêbados, nem vão notar nada.


O homem olhou para a cozinheira e deu uma piscadela. A mulher soltou um sorrisinho e escondeu o rosto rubro de vergonha. A outra ajudante olhou para aquilo e revirou os olhos.


“Isso não vai prestar.” - pensou, ao observa-los.”


– S2–


O ariano olhou para seu “quase” marido e engoliu seco.


– O que está acontecendo aqui, Shion?? - disse e continuou olhando para ambos


Saori abaixou a cabeça e se afastou dele. Olhou para Dohko e tentou remediar a situação.


– Não é nada disso que está pensando…

– Deusa Athena… se não for demais lhe pedir… gostaria de ficar a sós com o GM. - disse, sem desviar o olhar do louro.


Saori olhou para Shion e depois para ele. Assentiu com a cabeça e passou pelo chinês.


– Com licença. - disse e saiu dali.


Shion olhou para a cena e se afastou. Apoiou uma mão sobre a mesa do escritório e passou a outra pelo rosto, já esperando o que estava por vir.


Dohko fechou a porta e foi até ele, ficando de frente. Encarou seu rosto e viu que tinha algo de errado com ele. No entanto, preferiu não tirar conclusões precipitadas, até saber o que realmente se passava com ele e não sairia dali sem saber da verdade.


– Então… o que tem pra me dizer?


Shion retirou a mão do rosto e olhou para ele, sem saber por onde começar.


– Dohko… eu…

– Dohko? - interrompeu. – O que aconteceu com “meu amor”, “meu anjo”, “meu moreno”? Shion, eu acho bom você me dar uma explicação do que está acontecendo e vai ser agora!


Shion afrouxou a gola da camisa e passou as mãos sobre os cabelos. Sabia que não tinha como escapar daquilo, então teria que expor o que estava sentindo. Jamais mentiria ou omitiria algo de Dohko e mesmo que fizesse, o moreno saberia de tudo, pois conhecia o louro como ninguém.


– Certo. Sente-se.


“Ih, mandou eu sentar… isso não é um bom sinal.” - pensou e sentou.


– Então…


Shion puxou a cadeira ao lado e sentou de frente para ele. Respirou fundo e o encarou.


– Eu não estou mais certo do que estou sentindo…


Dohko ouviu aquilo e entreabriu os lábios.


– Mas o que? O que você está me dizendo, Shion? - levantou e afastou a cadeira, fazendo-a virar para trás.


Shion abaixou o olhar e suspirou.

– Dohko, eu preciso pensar a respeito do que sinto. - olhou para ele. – Até lá é melhor darmos um tempo.


O libriano sentiu uma batida falhar e suspirou profundamente. Já fazia algum tempo que estava desconfiado de seu amado, mas no fundo sabia que ele já não era mais o mesmo. Shion estava confuso e via isso em seu olhar. Após mais de dois séculos juntos, nunca havia imaginado que um dia aquilo poderia acontecer, ainda mais quando a rival seria nada mais, nada menos que Athena.


Prostrado com a arapuca que o destino havia lhe armado, assentiu com a cabeça e saiu dali sentindo um enorme pesar. Aquela festa já não fazia mais sentido. Não havia mais o que comemorar. Agora era apenas uma questão de tempo até chegar  seu objetivo naquele momento. Se afastar, antes que me machucasse mais…


– S2–


Misty deixou uma lágrima cair e saiu dali correndo, antes que fosse notado. Passou por algumas pessoas, esbarrando em uma e outra e seguiu para fora do templo em direção das escadarias. Chamou a atenção de alguns cavaleiros que estavam por ali e seguiu rumo à arena.


Chegando lá, mal notou que não era o único a buscar refúgio naquele lugar. Tudo o que queria era apenas deitar e se livrar de todo mal que sentia naquele momento.


Pensou nas coisas que havia feito e estava profundamente arrependido de sua atitudes, suas escolhas. Não queria mais ter a alcunha de promíscuo, mas agora que todos sabiam das coisas que havia feito, não havia mais nada a fazer. O jeito era ficar sozinho por um tempo e deixar que o tempo se encarregasse de “fazer a poeira baixar”.


Alguns metros longe dali, mais precisamente alguns degraus acima, um certo jovem observava o louro com pesar.


Suspirou profundamente, ao vê-lo se deitar na arquibancada e pensou em se aproximar, entretanto achou melhor ficar ali. Talvez fosse uma má idéia e não queria piorar ainda mais a situação entre os dois.


– S2–


Saga chegou em gêmeos e foi até a cozinha para procurar uma garrafa de whisky. Assim que a achou, colocou sobre o balcão de mármore e foi até o armário pegar um copo.


Sentou sobre o banco alto de madeira que tinha junto do balcão e serviu uma dose generosa, enquanto pensava sobre um certo louro.


Tomou alguns goles e girou a bebida no copo antes de sorver todo o conteúdo. Pegou a garrafa e serviu mais uma dose e novamente pegou o copo.


Fechou os olhos e lembrou de alguns momentos ao lado de Shaka. Aqueles belos olhos, a pele alva, seus beijos…

Tudo aquilo havia mexido com ele e não sabia como lidaria com um sentimento quase semelhante ao que sentia por Afrodite.


Voltou a encarar o copo que segurava e virou o conteúdo de uma vez só. Fechou os olhos com o gosto amargo da bebida e bateu com o fundo do copo sobre o balcão.


“Mas que diabos está acontecendo comigo? Por que estou sentindo isso agora?” - pensou e saiu dali até os seus aposentos.


Chegando lá, se livrou da camiseta que usava e deitou sobre a cama, enquanto olhava pensativo para o teto.


“Como eu queria que estivesse aqui  louro…tudo o que precisava era uma boa noite regada de muito sexo com você.” - pensou e serviu mais um copo.


– S2–


Marin pegava uma bebida na mesa, quando viu uma certa pessoa se aproximar dela.


O misterioso jovem serviu uma taça com ponche e apontou para ela, assim que notou sua presença. A ruiva retribuiu o cumprimento e sorriu antes de sorver um gole.


O jovem se aproximou, amistosamente e parou bem próximo dela.


– É Marin, certo?

– Sim. E você deve ser Bian de cavalo marinho.


Bian sorriu e assentiu com a cabeça.


– Isso mesmo. - tomou mais um gole da bebida e olhou discretamente para o corpo dela. – Como alguém como você pode estar sozinha nesse jantar?

– Ah… - soltou um riso e bebeu um gole. – Alguém como eu?

– É. Alguém interessante e que me parece ter muito mais atrativos do que somente a beleza.


A amazona soltou mais alguns risos e desviou o olhar, sem graça.


– Ah! Que isso… não seja exagerado. - voltou a beber para ver se disfarçava o nervosismo, já que nunca foi abordada daquela forma.

– Exagero. - tocou sua mão. – Sendo ou não, gostaria de conhece-la melhor. - sorriu. – Me daria tal honra?


Marin olhou para ele e deu graças aos deuses por estar usando uma máscara, ainda que n fosse a sua. Assim não daria tanto na vista de que estava envergonhada da presença do marina.


– Sim, claro.


Bian sorriu e ofereceu o braço à ela. Marin colocou o braço no dele e dali foram até outra área do salão, enquanto conversavam sobre as mais diversas coisas.


June viu a ruiva passar acompanhada e sorriu pela amiga não estar mais sozinha. Afastou de Shun e olhou para ele.


– Shun. Eu… queria te dizer uma coisa.


O castanho olhou para ela timidamente e colocou uma mecha para trás da orelha.


– Uma coisa?

– É. Eu queria… - tomou coragem e respirou fundo. – dizer que te amo.


Shun ouviu aquilo e sentiu as bochechas esquentarem.


– A-ah… eu… eu também te amo, June. Você sempre foi especial pra mim. - sorriu timidamente.


A loura abriu um sorriso e sentiu seu coração bater mais forte do que estava. Estava feliz com as palavras do seu amado, no entanto, suas expectativas não correspondiam ao que o outro estava tentando lhe falar.


– Fui? Então, quer dizer que você sempre me amou? É isso? - pegou as mãos dele.


Shun olhou para ela e assentiu com a cabeça.


– Sempre. Você sempre vai ser minha melhor amiga e sempre vou ama-la por isso…


June “do céu foi para o inferno” no mesmo instante e retirou o sorriso dos lábios.


– Você… me ama como amiga?

– Sim. Foi o que eu disse, por que?


June soltou as mãos dele e deu um passo para trás, deixando o cavaleiro confuso.


– June, o que foi?


Sem conseguir abrir a boca para falar uma palavra sequer, June saiu dali correndo e deixou Shun para trás.


No fundo, ele sabia que ela gostava dele mais do que um amigo, mas não queria que se enganasse ao seu respeito. June sempre foi sua confidente, desde que treinavam juntos, porém, depois de seu envolvimento com Hyoga esperava que ela o esquecesse. Por mais que quisesse superar a fase que estava passando, não poderia dar esperanças à ela e depois se arrepender de perder amiga por algo incerto.


Suspirou profundamente e saiu dali à procura de algum dos seus amigos.


Já a loura, saiu à procura de sua melhor amiga. Precisava dela, naquele momento, mais do que tudo e não descansaria até acha-la.


Perguntou para algumas pessoas, onde ela poderia estar, contudo não a achou. Foi depois de algum tempo, já conformada do sumiço, que ouviu a voz da Italiana.


“Estou ficando louca? De onde vem isso?” - se perguntou e foi se guiando pelo som baixo, até chegar à uma das portas.


“Será?”


Olhou para os lados e primeiramente encostou o ouvido sobre a porta, para se certificar de que era mesmo ela.


– Ah, você é tão gostosa…hum.

– Isso. Ah!

– Sim… - deu uma pausa. – quero beijar cada parte do seu corpo. Cada uma...

– Hummm. - soltou um gemido.


June arregalou os olhos e colocou a mão sobre o peito. Jamais havia imaginado que a amiga gostasse de mulheres, mas agora já não havia mais dúvidas disso.


Tomada pela curiosidade, se inclinou e olhou pela fechadura e tentou enxergar o que se passava lá dentro. Viu pelo pequeno buraco a imagem da loura abraçada a Geisty, enquanto se beijavam com desejo e entreabriu os lábios.


“Wow.”


Ambas continuaram o beijo, até que Gesty o apartou e se afastou um tanto ofegante.


– Acho melhor irmos devagar…

– Desculpe. - tocou no rosto dela. – Eu não queria deixa-la chateada.


Geisty abaixou o olhar e assentiu com a cabeça. A loura voltou a abraca-la e afagou os cabelos.


– Tutto bene. No é isso… é que ainda estou assim por…

– Por ela, não? - a afastou e levantou seu rosto.

– É. - olhou em seus olhos. – Scusami.


Thétis envolveu as mãos no rosto da Italiana e novamente selou os lábios dela. Geisty olhou para ela e sorriu sem muita animação.


– Quero que tudo aconteça com o seu tempo. Não quero atropelar nada. Senão estiver a vontade, deixamos para outra oportunidade. Eu gostei de você, Geisty.


A morena tocou nas mãos da loura e as beijou.


– Está sendo tão carinhosa. Grazzie. Nunca havia conhecido alguém assim… aliás, conheço… mas ela só me vê com uma amiga… só me procura mesmo quando precisa… e Io sou uma boba. Vivo correndo atrás dela perché a presença dela já me faz bem. Scusa por novamente falar isso…

– Está tudo bem. - a abraçou. – Nao quero tomar o lugar de ninguém. Eu conquistarei o meu no seu coração. - voltou a olhar para ela. – Mas isso depende de você. Me dará a chance de tentar?


A morena olhou para ela e soltou um sorriso.


– Sì. Darei.

– Ótimo. - retribuiu o sorriso. – Então me empenharei com afinco.

– No. No precisa. - colocou as mãos na cintura dela e a puxou para perto.

– Não?

– No. Já está no caminho certo. - subiu as mãos pelas costas dela. – Estou adorando ficar com você, Thétis. Adorando. - disse e selou os lábios da loura em um beijo calmo, porém intenso.


June se afastou da porta e colocou uma mão sobre o peito. Não acreditava nas coisas que havia escutado e só agora havia se dado conta dos mitos sinais que a morena deixava explícito. Seus carinhos, gestos, olhares… tudo aquilo estava bem diante dela e mesmo assim custou a notar que havia algo a mais ali. Talvez tivesse notado algo, mas não quis acreditar ou apenas pensou que era algo de sua cabeça. No entanto, não parou de pensar naquilo. Geisty gostava dela? Por que nunca havia falado nada com ela? Por que não expôs o que sentia?


Foram tantas dúvidas que passaram em sua cabeça, que acabou se distraindo e viu a porta se abrir diante dela. Geisty soltou um sorriso para Thétis e logo parou atônita. Não esperava encontrar sua amada, naquele momento. Estava disposta a “deixar rolar” com Thétis e ver no que daria, mas encontrar June assim do nada, fez seu coração novamente lhe trair.


Thétis saiu segundos depois e viu o motivo da outra ter se calado. Ambas se olhavam confusas e a loura como não era burra, percebeu no mesmo instante.


– Olá, June. - pegou na mão da morena e entrelaçou os dedos. – Desculpe tomar sua amiga de você, mas esta noite ela será minha. Prometo lhe devolver amanhã, quando eu ir embora. - sorriu e olhou para ela confiante.

– Eu… me desculpem. - disse e saiu dali rapidamente.


Geisty a acompanhou com o olhar e chegou a dar um passo, mas logo parou. Olhou para sua mão que estava junto da loura e depois para ela.


– Você pode ir, se quiser… mas se optar por me deixar aqui, pode ser que tudo volte a “estaca zero”. Você sabe que ela gosta de outra pessoa e seja o que for que ela tenha visto ou escutado aqui, não vai fazer diferença alguma. Ela não vai gostar de você num passe de mágica. Sabe disso, não sabe?!


Geisty abaixou a cabeça e suspirou. Tudo o que a loura havia lhe dito era verdade. Sabia que ela nao deixaria de gostar de Shun, pelo simples fato de ter visto elas juntas. No entanto, sua vontade de ir atrás dela, nem que fosse para explicar sobre aquilo, era grande. Sabia também que se fizesse aquilo perderia a chance de superar o que estava sentindo. Thétis foi clara e agora, teria que escolher o caminho no qual tomar.  


Thétis olhou para ela e tocou em seu rosto.


– Então?


– S2–


Sorento terminou de fazer o curativo em Julian e olhou para ele. O deus parceria longe em seus pensamentos e aquilo o deixava frustrado. Sabia que pensava na deusa e suas esperanças de ser notado por ele diminuíam a cada dia que passava.


– Está pronto. - soltou a mão dele.


Julian ainda estava distraído, quando sentiu a mão de Sorento sobre seu braço.


– Julian…

– Ah, me desculpe. Estava distraído com meus pensamentos. - olhou para a mão. – Obrigado.

– Não foi nada… bom, vamos voltar para o salão? Já deve estar quase na hora do jantar.

– Sim, vamos. - disse e foi na frente.


Sorento foi logo atrás e como era o esperado, realmente foram avisados sobre o jantar.


– Senhores, o jantar já está pronto e a deusa já lhes aguarda no próximo salão.

– Certo. Como chegamos lá?

– Só dobrar a direita e seguir até o final do corredor.

– Obrigado.


O garçom acenou com a cabeça e saiu dali.

– Vamos, Sorento.

– Sim. - disse e seguiram até o local indicado.


– S2–


Mu olhou supreso para o casal se pegando e depois para o lado, vendo seus amigos conversando. Se aproximou deles e tocou sobre o ombro de Aiolia que estava de costas.


– Olá, meus amigos… - sorriu. – O que fazem aqui fora?


Aiolos olhou para o irmão e soltou um riso, ao ver a cara dele. Aiolia passou a suar frio com a presença do outro e olhou desconcertado para o outro lado.


– Nada. - respondeu.

– Na verdade, viemos pra cá, porque está muito chato lá dentro.

– Hum. Entendo. - olhou para Milo. – Humm. Não sabia que estavam juntos. Ver aqueles dois ali, apontou para o casal do outro lado. – … já é algo inédito… imagina vocês dois.


Aiolia olhou para o irmão e dessa vez, ele caiu no riso com o comentário de Mu. Aiolos revirou os olhos e olhou seriamente para o ariano.


– Não me rogue praga, Mu… não estou com esse encosto. Zeus me livre de ter alguém assim como ele do meu lado…


Mu riu e olhou para Aiolia.


– Olia, fala a verdade pra mim… eles estão juntos ou não?

– Mas o que? Não!! Já disse que não estamos!!


Mu ignorou o outro e continuou olhando para Aiolia. O grego tirou o sorriso dos lábios e olhou para ele feito bobo.


“Ah, Mu… não deveria me olhar assim…” - pensou e assentiu com a cabeça.


– Estão, sim. Só não querem assumir. - riu.

– Ora, seu… - se mexeu para levantar e sentiu um puxão.

– Para. Fica aqui que tá fofinho. - Milo resmungou de olhos fechados.


Aiolos sentiu o rosto esquentar e ficou quieto. Mu e Aiolia riram do jeito do outro e voltaram a se olhar.


– Acho que devemos deixa-los a sós. O que acha? - perguntou o ariano.

– Ótima idéia. - sorriu. – Vamos. Já paguei de vela o bastante por hoje. - disse e deu alguns passos, acompanhado do louro.

– Hey! Voltem aqui! Ele não é nada meu!!! - gritou.

– Shhh… - colocou os dedos sobre os lábios dele. – Agora sim. - se aconchegou em seu pescoço e deu um beijinho ali.


Desconcertado, Aiolos ficou em silêncio e suspirou. Para sua sorte, um dos empregados se aproximou e anunciou o jantar a eles. Depois que saiu, viu o homem avisar o casal também e depois entrar no templo.


– Milo, acorde. O jantar já está pronto.

– Não quero, Camus. Pode ir…

– Mas que Camus? - empurrou ele pro lado e se levantou.


O louro sentou e esfregou os olhos algumas vezes e olhou para o sagitariano.


– Por que fez isso? - fez bico.

– Porque é um inconveniente. Agora vem. Me dá sua mão, que te ajudo a leva-lo até lá.

– Tá. Desculpe. - deu a mão a ele e foi puxado para perto.


Ambos se olharam e se afastaram.


– Vamos. A deusa deve estar esperando. - disse Olos.

– Tá bem. - se segurou nele e seguiram até lá.


– S2–


Os convidados foram chegando, pouco a pouco e pegaram seus lugares nas mesas que estavam distribuídas pelo salão. Cada mesa possuía até seis lugares e estavam separadas por posto e gênero.


Alguns dos lugares estavam vazios e claro que aquilo chamou a atenção da deusa, que estava passando por cada mesa para cumprimentar os seus cavaleiros.


– Kanon… onde está seu irmão?


O grego olhou para DM e depois para ela.


– Eu acho que está em gêmeos, deusa Athena.

– Em gêmeos? Mas por que? Aconteceu alguma coisa?

– Não sei. Isso só ele poderá dizer.

– Certo. Obrigada. - saiu e foi até a outra. – Boa noite, cavaleiros.

– Boa noite, minha deusa. - disse Mu que se acomodava melhor em um dos assentos.

– Estou sentindo falta de alguns dos cavaleiros. Vocês sabem o que aconteceu?

– Aldebaran não virá. Ele não passou bem e agora está descansando em touro.

– Ah, certo. E Shaka?


Mu olhou para ela e meneou a cabeça para os lados. Por mais que estivesse se desligando do louro, ainda ficava um pouco chateado por ouvir sobre ele.


– Não. Não sei nada sobre ele.

– Certo. Com licença. - disse e saiu dali.


Saori foi até sua mesa e para sua surpresa, encontrou Shion sentado em uma das três cadeiras que havia lá. Se aproximou e sentou ali, dando mais alguns minutos para ser se o restante aparecia por lá.


– Shion. Eu… tenho que falar com você com mais calma. Creio que esse não seja o momento certo…

– Tudo bem. Quando quiser. - respondeu desanimadamente.


A deusa suspirou e logo, sentiu sua mão que estava sobre a mesa ser pêga e olhou.


– Julian?!

– Sim. - sorriu. – Posso me juntar a vocês?

– Claro. Sente-se. - apontou para a outra cadeira ao lado.

– Obrigado. - beijou a mão dela e sentou. – Athena, eu…

– Julian, eu já falo com você. Acho que já estão todos aqui, apesar de alguns estarem faltando…

– Está certo.


A deusa se levantou e olhou para todos.


– Senhoras e senhores hoje aqui presentes… gostaria de agradecer imensamente a presença de cada um de vocês nessa cerimônia e espero que esse seja a primeira de muitas outras celebrações que teremos daqui em diante. - fez uma pausa e ouviu uma salva de palmas.


Esperou todos ficarem em silêncio e voltou a falar.


– Que sirvam o jantar. - falou para os empregados e voltou o olhar para as mesas. – Volto a agradecer aos nossos convidados… - olhou para Julian e sorriu. – Espero estar fazendo jus as suas expectativas, cavalheiro.


O deus sorriu e acenou com a cabeça.


– Proponho um brinde a Atlântida e o começo de uma união sem brigas. Um brinde ao santuário e Atlantis. - viu todos erguerem e ergueu a dela.


Assim que levou a taça até a boca, ouviu um estrondo e olhou estarrecida para o marina que jazia desfalecido sobre o chão.


– É com covardes assim que pretende se unir? Por coisas assim, que acabei enojado e me afastei desse lugar. - passou por cima do outro e parou, ficando de frente para a mesa principal. Olhou para o deus e sentiu a ira do outro através do olhar. Sorriu de canto e ouviu alguns dos marinas ficarem furiosos com sua afronta.


Ouviu uma voz gritar por seu nome e olhou em direção de onde vinha, vendo o mais novo nervoso.


– Ikkiiiiiii!!!




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