História As lendas de Gravite Falls - Capítulo 5


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Wendy Corduroy
Tags Mabel X Dipper, Pinecest
Exibições 77
Palavras 3.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Ultima chuva de outono


Fanfic / Fanfiction As lendas de Gravite Falls - Capítulo 5 - Ultima chuva de outono

Ultima chuva de outono.

Ao cruzar o enorme feixe de luz azul Dipper se encontrou novamente na mesma caverna onde esta seu tio Ford operando a maquina pela lateral direita e seu tio aguardando na entrada com cara de poucos amigos—aposto que eles já deram problemas—pensou enquanto atrás de si vinha gideão com boa parte do corpo molhado.

- Funcionou perfeitamente, obrigado Tio Ford. Falou para ele que desligava a maquina e sorria com orgulho. Juntos os quatros seguiram pelo corredor longo e escuro tendo Stan iluminando o caminho com a lamparina.

- Como estão os convidados? Perguntou a Stan.

- Convidados? Eu os levei para a sala e eles começaram a me perturbar com milhares de perguntas sobre o portal então pedi para pacifica ficar cuidando deles. Falou Stan irritado provocando risadas em Dipper e Ford. E que roupas são aquelas? Finalmente alguém que se feste pior que o Gideão.

- Ei! Falou Gideão um pouco irritado, mas ele admitia suas antigas roupas eram horríveis—ainda bem que a maioria das roupas está com Dipper—refletiram todos com um sorriso no canto dos lábios. Mas porque ninguém disse antes?

- Cara, você era um tampinha insano, bem agora é o tampinha do bem. Defendeu Dipper dando um soco leve em seu braço.

- Não pense que você mudou muita coisa, sua irmã continua mais alta que você. Rebateu.

Quando eles chegaram à superfície Ford deu mais dois petelecos no latão de lixo e a escada sumiu sobre a terra novamente. Dirigiram-se para o deck da cabana e entraram com Dipper na frente seguindo pelo corredor apenas para ver uma pacifica irritada o agarrando pelo colarinho da camisa suja e molhada olhando profundamente em seus olhos.

- Se eu ficar apenas mais um minuto com eles, eu prometo que irei mata-los! Berrou alto jogando Dipper contra a parede da escada e correndo agarrando Gideão de forma ciumenta.

- Ok. Falou entrando na sala sendo recebido pelos olhos julgadores dos Gleeful que estavam em pé no meio da sala. Parece que começamos com o pé errado... Foi interrompido por um grito.

- Pode aposta que sim! Berrou pacifica.

- Então, prazer eu sou o Dipper. Falou recompondo a postura depois do susto. Então quais são suas duvidas? Perguntou.

- Como você foi para nossa dimensão? Questionou Ford e Stan.

- Quem realmente é Bill e Will? Questionou Mabel.

- Quem infernos è você e aqueles malucos... O Gleeful continuaria falando, mas colocou o Cajado em seu pescoço.

- Tome cuidado, eu responderei suas perguntas, mas não deixarei insulte minha família. Falou serio.

- pois bem, por onde eu começo? Ah sim, Bill e Will são demônios, e como qualquer demônio querem causar sofrimento a todos. Então eu pergunto como vocês mantiveram constante contato com ele? Falou abaixando o bastão.

- Quando encontramos o Will ele era apenas um ser assustado, mas poderoso então decidimos... Mabel começou a explicar, mas foi interrompida por Dipper.

- Decidiram usar o poder dele para seus próprios benefícios, péssima ideia. Concluiu.

- Era uma ótima ideia até seu amigo triangulo bagunçar a mente dele! Protestou Mabel irritada.

- Será? Vocês podem ser maus e egoístas, mas nunca notaram uma drástica mudança de pensamento e atitudes? Perguntou Dipper vendo eles ficaram surpresos. Não imagino vocês matando alguém.

- Como você sabe? Pergunto o Gleeful serrando os olhos.

- Digamos que eu presto atenção nos detalhes. Falou erguendo duas facas com sangue seco na mão direita assustando os gêmeos que checavam as cinturas fazias.

- Minha primeira pista foi suas olheiras enormes, depois percebi que vocês eram os que mantinham mais contato com o Will, pois seus tios não tinham as olheiras, e as facas apenas concluíram meu raciocínio. Falou aproximando devagar deles forçando os gêmeos a recuar ate encostarem-se à parede.

- Qual? Perguntou Gleeful.

- Que vocês fizeram o acordo com o Will e no final o engaram prendendo ele, transformando-o em sua marionete e roubando seus poderes, mas agora parece que ele era o mestre. Falou cravando as facas no meio dos dois e pode notar que Mabel era mais alta que Dipper Gleeful—qual é? Em todas as dimensões agora?—pensou afastando-se.

- O que vai acontecer agora? Perguntou Ford ainda recuperando-se do que acabara de ouvir.

- Bem, teremos que ficar juntos ate destruirmos Bill e Will de uma vez por todas. Falou olhando cada um nos olhos.

- Infelizmente, eu concordo com você, mas onde iremos ficar? Perguntou Mabel olhando o garoto que lembrava seu irmão, mas parecia um pouco mais maduro como alguém que já viu todo o mal do mundo.

- vocês terão que ficar na minha casa, mas eu acho que a Pacifica não ligaria se vocês dividissem o apartamento com ela. Antes que pudesse dizer algo a mais, ouviram um grito.

 - Nem pensar! Berrou pacifica no outro cômodo.

- Bem, acomodem-se um pouco, irei preparar algumas coisas pra viagem.  Falou andando ate sua família deixando os Gleeful na sala de visitas.

Durante os quinze minutos em que Dipper falava com seus familiares os gêmeos notaram como ele sorria quando falava com seus amigos e familiares, notaram o quão eles são importantes para ele, o quão ele se preocupa e por fim concluíram que Dipper Pines, apesar de ser um imortal com domínio no natural, nunca abandonaria sua família.

- Ok, vamos! Gritou chamando os Gleeful do lado de fora da cabana quando chegaram lá Dipper se despedia de sua família em um abraço de grupo.

- Cuide-se, meu sobrinho. Falou um pouco triste por ter que se despedir de seu sobrinho que considerava ele um filho.

- Ei, garoto isto é para você. Falou Stan dando uma caixa media embrulhada em um saco de presente. Abra quando chegar à sua casa.

- Boa sorte, amigo. Falou Gideão dando um abraço em Dipper. Estarei lá por volta das cinco e dez da tarde e sem aranhas. Enfatizou a ultima parte.

- Minha divida esta por volta de quanto agora? Perguntou sorrindo dando um abraço na amiga que apenas sorriu torto e entregou um papelzinho para o amigo.

- Qual é? Isso existe? Perguntou chocado com o tamanho da sua divida—nunca vi tantos zeros na minha vida—pensou enquanto Pacifica dava os ombros.

- Não esqueça, seu trabalho começa as seis amanhã. Falou enquanto Dipper se virava para ir embora.

- Pode deixar. Falou chamando os Gleeful.

-Então como chegaremos à sua casa sem passarmos pela cidade? Perguntou Ford no lado direito junto com Stan e no lado esquerdo estava Mabel e Dipper Gleeful.

- Teríamos que dar a volta pela floresta, mas levaria muito tempo, então tente não cair. Falou chamando seu bastão de uma arvore e depois batendo no chão que começou a tremer ate que rachaduras cercaram os Gleeful e Dipper.

Das rachaduras para o centro o solo começou a subir ate que ficou a três metros do chão deixando todos surpresos exceto por Gideão e Stan que gritavam para Dipper “exibido” ou “você vai concerta isso”. Quando chegou à altura boa o bastante para não ser percebida a rocha segui curso para a casa de Dipper na floresta ate pousarem suavemente no chão.

- Ok a primeira noite será desagradável, pois não temos moveis, mas garanto que o chão é bem agradável. Falou guiando eles pela sua casa.

Abrindo a porta da cabana que só tinha a sala vazia, uma cozinha com armários vazios, uma escada para o segundo andar que tinha três quartos e um banheiro, esse pelo menos tinha chuveiro.

- Não se animem, só temos agua fria e não temos eletricidade. Falou jogando uma sacola para Stan e outra para os gêmeos e uma ainda em sua costa. Concluindo, a noite aqui começa as sete, portanto, é melhor todos estarem banhados e dormindo é horrível à noite.

- Como consegue viver assim? Questionou Mabel entre caretas vendo as roupas horríveis que tinha em sua sacola.

- Depois dos últimos quatro anos essa vida é ótima. Falou descendo as escadas deixando os Gleeful sozinhos.

Depois de uma longa discursão sobre quem tomaria o banho primeiro eles chegaram ao acordo onde Ford seria o primeiro, depois Stan, Mabel e por fim Dipper que protestou ate o ultimo segundo. Quando o Gleeful saiu do quarto usando uma calça escura, uma regata azul claro e seu amuleto amarrado no pulso.

Na cozinha Dipper colocou seis pratos e copos no balcão todos com varias frutas e cheios de agua. Quando entrou na cozinha o Gleeful viu sua irmã usando um short que terminava acima dos joelhos e um suster enorme com um filhote de gato costurado na frente não resistiu e teve um ataque de risos, mas no fundo ele admitia que ela estivesse linda.

- Se você já acabou ajude-me aqui. Falou mostrando seu amuleto que ele tinha transformado em um colar, confirmando com a cabeça ele peou o colar e passou pelo pescoço da irmã enquanto segurava o cabelo—não poderia ter feito entradas menores— se aproximando.

Quando finalmente terminou ele estava tão próximo ao pescoço dela que ele sentia seu perfume de rosas recostou sua cabeça na curva de seu pescoço sentindo o suéter ser empurrado e doce cheiro espalhar e dominar o seu olfato.

Seus braços escorregaram pelos ombros até as costas de suas mãos macias segurando-as de forma possessiva. Mabel fixou seus olhos nos olhos castanhos do irmão e juntos se aproximaram seus lábios pareciam imãs iniciando um pequeno contato como se pedisse permissão.

Olharam profundamente nos olhos um do outro vendo um pequeno brilho aparecer, um brilho de desejo. Beijaram-se novamente, mas dessa vez com mais intensidade como se fossem amantes que não se viam há anos.

Ficando de frente um para o outro Dipper enlaçou os braços na cintura da irmã que passou os seus pelos ombros dele sem parar de beijar um segundo ate que o ar fez-se necessário.

- Dipper. Alertou sua irmã com a respiração irregular.

- Eu sei, e não dou a mínima mais, eu te amo Falou notando um leve brilho de felicidade em seus olhos.

Beijando-a novamente pedindo permissão com a língua que foi concedida colocando-a em cima do balcão ficando entre suas pernas com as mãos em sua costa por baixo do suéter—sem sutiã—berrou a mente de Dipper. Mabel levou suas mãos ate a barra da camisa do Gleeful.

- Vocês se importam de fazer isso em outro lugar? Perguntou Dipper Pines entrando na cozinha andando calmamente ate um dos pratos pegando uma maçã e começando a comer.

Os gêmeos assustados sem saber o que fazer eles ficaram imóveis ate que Mabel afastou seu irmão desceu do balcão pegou um prato e saio da cabana batendo a porta. O Gleeful olhou no fundo dos olhos do Dipper por alguns segundos ate que ele pegou uma pera e tacou no Dipper.

- Ai. Falou quando a pera acertou seu ombro.

- Qual o seu problema? Por que fez isso? Perguntou segurando Dipper pelo colarinho.

- Eu tenho uma pergunta mais interessante, você realmente a ama? Perguntou apontando para Mabel que estava sentada de frente para o rio.

- Sim seu grande idiota! Berrou.

- Então porque não fez nada quando eu entrei? Ela quer um prova real que você a ama, não interessa se você fez isso ontem prove que você a ama todo dia. Falou Dipper tirando as mãos do Gleeful que saio correndo pela porta.

Da janela da cozinha Dipper o viu correr como um doido ate a irmã os dois ficaram de pé e o Gleeful começou a falar algo que levou cinco minutos e muitas gesticulações na opinião de Dipper.

Depois ambos ficaram parados olhando um para o outro ate que Mabel deu um soco no rosto do irmão—aquilo doeu—pensou Dipper fazendo uma careta, mas antes do Gleeful ir embora sua irmã puxou ele para perto e o beijou.   

- Finalmente. Falou Stan aparecendo do lado de Dipper vendo a linda visão do casal.

- Pensei que vocês não soubessem. Falou Dipper um pouco surpreso.

- Bem, quando os pais descobriram que eles se amavam mais do que irmãos apenas os jogaram para fora de casa como lixo. Falou Stan apertando os punhos. Eles deveriam ama-los são seus filhos, mas não o fizeram, depois não sei como, mas eles apareceram na minha porta, sujos, com fome e quase morrendo, eu os ajudei claro, ignorando tudo ate deles amarem-se eu ate os admiro confrontaram os pais e alimentaram esse amor.

- Entendo bem, os chame já são seis horas já vai escurecer. Falou vendo o sol sumindo e os dois ainda se beijando.

Deveriam ser 5h40min da manha os gêmeos mesmo dormindo no chão abraçaram-se e dormiram juntos em um canto qualquer do quarto ate sentiram um leve tremor fazendo-os acorda com um susto.

Indo para a janela eles não viram nada fora do normal ate que a agua do lago subiu na forma de um cilindro e depois cair junto com um tremor só que um pouco mais violento—Pines—pensaram juntos.

Correndo ate o quarto de Dipper onde os tremores estavam mais violentos quando eles entraram notaram que a temperatura ela estava mais alta, eles começaram a suar e o Dipper estava deitado no chão sussurrando algo.  

- Pines acorda! Gritou Mabel fazendo Dipper se levantar em um salto apenas para cair novamente pela tontura, logo os tremores pararam e a temperatura voltou ao normal.

- Perdão. Falou recuperando o folego.

- Perdão? Que merda foi essa? Perguntou o Gleeful.

- Lembranças. Falou de cabeça baixa.

- Que tipo de lembranças faz você causar um terremoto? Perguntou o gêmeo.

- Bem, lembram que eu fiquei preso com Bill, certo? Perguntou os vendo concordarem. Bem, fisicamente eu era mais forte, mas ele tinha seus velhos truques. Um dia eu abaixei a guarda e cai neles, onde eu tinha tudo o que eu queria, eu estava aqui com meus amigos, minha família e a Mabel, doce Mabel, mas eu sabia que era ilusão. Como eu sairia? O próprio Bill me deu a resposta. Falou de cabeça baixa enquanto lagrimas caiam de seu rosto.

- O que você tinha que fazer? Perguntou Mabel apreensiva.

- Eu tinha que matar todos em Gravity Falls. Falou em meio ao choro. E quando eu saia do sonho senti tanto ódio que e então descobri como matar Bill... Virando o mesmo demônio que ele é! Gritou em meio às lagrimas deixando os gêmeos surpresos.

- E ontem eu recebi a noticia que Mabel vai chegar hoje às oito e meia. O que ela vera em mim? Seu velho irmão ou apenas mais um demônio? Falou de cabeça baixa ate Mabel socar seu rosto.

- Mostre a ela quem realmente você é. Falou gritando.

- Mas quem eu sou? Perguntou.

- você é Dipper Pines a maior lenda de Gravity Falls. Falou o Gêmeo.

- Como sabe disso? Perguntou.

- enquanto você conversava nós procuramos sobre você em jornais e noticiários. Respondeu. Olha Dipper, você me convenceu de que sem ela eu era um nada. Agora você precisa achar quem você é, e sua irmã tem a resposta.

- Para perceber isso você precisou de você mesmo de outra dimensão. Acrescentou Mabel com um sorriso irônico.

- Isso não vem ao caso. Respondeu corado. Dipper você TEM que falar com ela.

- ok, obrigado agora eu vou tentar voltar a dormir e vocês deveriam também, Gideão vai ensina-lo a usar o poder total do amuleto. Respondeu deitando e dormindo enquanto Mabel e Dipper faziam um careta, eles seriam alunos agora.

Quando Mabel e Dipper voltavam para seu quarto Dipper beijou Mabel em um selinho enquanto deitava no canto do quarto e ela se aconchegava em seu peito.

- Podemos terminar o que começamos na cozinha? Perguntou Dipper em um sorriso travesso fazendo-a corar.

- Não, não podem, pelo menos não comigo aqui! Gritou o Pines do outro lado da parede provocando uma cara de desgosto no rosto de Dipper e uma leve risada de sua irmã que deu apenas um selinho e dormiu.

 

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“ok, hoje é O dia” pensava Dipper enquanto se dirigia a parada de ônibus, primeiro ele não teve que ouvir o barulho do “amor” dos gêmeos de madrugada, segundo chegou cedo ao trabalho.

 O campo de lenhadores, pode não fazer sentido, mas Dipper se deu bem ele facilmente substituiu qualquer guindaste na hora de colocar os troncos no caminhão—com poderes tudo fica fácil—pensou então tudo pode dar certo, embora as grossas nuvens de fim de outono falassem o contrario.

Estava há quinze metros da parada ele parou e deu uma ultima olhada no seu visual, ele tentou fiar um pouco mais parecido com seu eu do passado uma bermuda cinza, camisa laranja e um casaco fino azul—Juro que quando receber o pagamento eu queimarei aquelas malditas roupas—pensou enquanto voltava a andar.

Quando o ônibus chegou Dipper teve certeza que seu coração sairia bela boca ate que ela desceu usando uma calça jeans preta, um casaco preto, uma mochila rosa escuro na sua costa as outras seus tios tiravam do ônibus que seguiu seu curso deixando uma cortina de fumaça.

Mabel tinha um leve sorriso no rosto como se estivesse feliz por estar de volta e triste—sua culpa—uma voz falou em sua cabeça. Ela deu um abraço em todos exceto por Dipper que ficou há cinco metros da parada.

Logo seus tios começaram a falar e gesticular algo que deixava Mabel surpresa e depois irada ela gritava com seus tios ate que Waddles, seu porco de estimação correu na direção de Dipper fazendo barulhos altos e mordendo sua bermuda.

- È bom te ver de novo, você cresceu amigo. Falou acariciando a cabeça do porco, quando olhou para cima foi recebido com um soco de Mabel que tinha grossas lagrimas descendo pelo seu rosto.

- Como? Como vocês puderam fazer isso comigo?! Berrou olhando para sua família e depois para Dipper. Como pode imitar o meu irmão? Perguntou antes de cruzar a rua e correr pela floresta enquanto acima deles um enorme raio deu inicio a uma grossa chuva.

- Eu tenho que ir. Falou olhando para seus tios que apenas concordaram Dipper saltou caindo no meio da floresta.

- Alpha! Berrou vendo uma fumaça densa e escura descer a montanha. Tem uma garota indo para a floresta Oeste, me ajude a encontra-la. Gritou vendo sues olhos azuis brilharem por alguns segundos e então simplesmente parar.

- Ela subiu a montanha e agora segue o rio abaixo. Falou e depois se dissipou.

- Obrigado. Falou mesmo sabendo que ele não ouviria e então com toda velocidade que tinha ele subiu a montanha e seguiu o rio parando perto de Mabel que estava ajoelhada com a cabeça para cima chorando.

- Mabel! Chamou vendo-a recuar lentamente. Sou eu Mabel, por favor, acredite em mim.

- Não! Meu irmão morreu salvando a cidade e depois todos ficaram dizendo que foi um acidente de carro “puxa seu irmão deve ter sido um idiota” foi isso que eu ouvi por quatro anos e agora você tenta imita-lo? Qual o problema com essa cidade?! Gritava entre soluços enquanto recuava ficando cada vez mais próxima ao rio.

- Mabel! Alertou tarde de mais ela escorregou e o rio a levou sem pensar duas vezes Dipper pulou no rio e nadou o mais rápido que podia ate sua irmã afinal a cachoeira não estava muito longe.

Quando Dipper estava a centímetros de pega-la eles caíram então ele abraçou sua irmã e virou ficando por baixo dela, já Mabel estava em choque não sabia o que fazer a não ser esperar pela dor, mas ela sentiu bater em algo e apagou.

Mabel ouvia chuvas e o barulho dos raios, será que estava morta essa duvida desapareceu quando sentiu um dor no abdômen, ela levemente abriu os olhos e viu que estava numa espécie de caverna a sua frente estava à saída e entrada—Eu cai aqui—pensou vendo a cachoeira seguindo o curso de forma mais violenta devida a chuva.

A sua direita estava um lareira, mas não havia madeira era como se a chama estivesse sobrevivendo sozinha e por fim do outro lado estava aquele garoto que dizia ser o Dipper com os olhos fechados, antes que pudesse falar algo ele começou a assobiar uma melodia que ela conhecia muito bem.

- Como conhece essa musica? A mesma musica que apenas ela e seu irmão sabiam a melodia da Lamby Dance.

- Eu a aprendi junto com a dança. Respondeu ainda sem abrir os olhos.

- Se você é mesmo meu irmão então prove. Falou com o choque e duvida em sua voz.

Dipper abriu os olhos e olhou fixamente para sua irmã, ele se pós de pé e respirou fundo e fez algo que nem Mabel poderia prever, ele dançou e cantou a musica do Lamby. Quando acabou Dipper não pode dizer nada Mabel pulou nele derrubando-o no chão, ela chorava em seu ombro.

- Como pode me deixar? Perguntou em meio a lagrimas e soluços.

- Eu não sei como eu pude aguentar ficar sem você. Falou abraçando-a.

Dipper continuou abraçando ela ate ela olhou pra cima e ele fitou seus olhos vermelhos seus olhos castanhos e seus lábios finos sem saber o que fazia Dipper aproximou seu rosto com o de Mabel que fez o mesmo iniciando um pequeno selinho tímido.

- Dipper sabe que isso é errado né? Falou quando se separaram.

- Mabel, eu fiquei preso com um demônio por anos, e sinceramente estou pouco me fudendo paro o que os outros julgam ser certo ou errado. Falou olhando Mabel nos olhos deixando ela chocada.

- Mabel, eu te amo, e eu sei que muitos julgaram ser algo feio, errado e imoral, mas eu não ligo, eu só quero estar ao seu lado para sempre. Terminou vendo lagrimas descer os lindos olhos da irmã que o beijou.

Acima do casal proibido no teto escuro da caverna brilhou em brancas escrituras antigas onde não se podia entender absolutamente nada e no final o desenho de uma lua e de um pequeno dragão, mas eles ignoraram não tinham tempo para isso agora apenas queriam aproveitar seu amor.

 



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