História As Long As You Love Me - Capítulo 22


Escrita por: ~

Exibições 150
Palavras 2.888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


B
O
A

L
E
I
T
U
R
A
!!

Capítulo 22 - Primeiro dia de aula...


Fanfic / Fanfiction As Long As You Love Me - Capítulo 22 - Primeiro dia de aula...

Duas semanas depois...

Cassidy P.O.V.

Depois daquele dia perfeito com o Justin, quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho, meu corpo estava meio dolorido, mesmo ele tendo cuidado para não me machucar, eu nunca havia feito sexo antes, e a água foi relaxando os meus músculos. E ao final, eu caí na cama, com um sentimento inexplicavelmente bom dentro de mim.

 

Flashback on

Me deitei na cama, completamente sorridente. Meu dia simplesmente havia sido perfeito. Ele fazia tudo ser perfeito... Eu estava completa e perdidamente apaixonada por Justin, tudo nele só me fazia querê-lo mais e mais perto de mim. E o fato de ter me entregue a ele só duplicava tudo o que estava sentindo, e era tão bom sentir aquilo. Era tão bom amá-lo que eu me perguntava se aquilo era realmente real.

Escutei leves batidas na porta do meu quarto e me lembrei de que a havia trancado no dia anterior. Me levantei sentindo-me nas nuvens e abri, vendo Resa ali. Sorri largo para ela e a puxei pelas mãos para dentro, voltando a trancar a porta. Precisava falar para ela exatamente tudo o que tinha acontecido...

– Ai que bom que chegou, querida... – ela falou e eu sorri novamente, agora parecia que era tudo o que eu sabia fazer.

– Me desculpe ter demorado e não ter mandado mensagem quando cheguei, é que eu estou tão feliz! – afirmei e ela sorriu.

– Isso até um cego veria, minha menina. Mas esqueça as desculpas, me conte como foi, estou curiosíssima! – mordi os lábios, respirando fundo e fechei os olhos, lembrando-me de cada pedacinho da noite anterior.

– Foi simplesmente perfeito, Resa! – falei me jogando de novo na cama e sorri, vendo-a sentar-se na pontinha – Cada momento... Eu o amo, o amo com todas as minhas forças!

– Fico tão feliz, querida. Amar é lindo, e na idade de vocês então... – ela falou docemente e eu sorri mais largo ainda – Me conte os detalhes, o que ele fez quando te viu lá?

– Me abraçou forte, e eu não queria sair dali nunca mais... – falei abraçando os meus braços e acariciando-os, como se assim pudesse senti-lo novamente.

– Que bonitinho... Seus olhos estão brilhando, Cassi. – ela falou e eu me sentei na cama.

– Ai, Resa... Os beijos dele são tão bons, sabe? Ele foi tão perfeito... – sorri corando e ela me encarou curiosa – Nós saímos da festa depois de um tempo e...

– E? – ela arqueou uma sobrancelha.

– E rolou... Eu me entreguei a ele, Resa, por inteiro. Ele foi tão carinhoso comigo, foi tão incrível...

– Cassi, vocês... – eu assenti sentindo minhas bochechas queimarem e ela ficou estática por um tempo, mas logo sorriu – Ai, que bonitinho!

Senti seus braços me puxarem para um abraço e pousei minha cabeça em seu ombro, abraçando-a de volta. A felicidade se apossava de mim, de uma forma completamente avassaladora. E eu nunca me sentira tão feliz que naquele momento.

– Vocês fizeram tudo certinho, certo? Usaram preservativo, não é? – ela perguntou ai desfazermos o abraço e eu respirei fundo.

Sabia que tinha sido imprudente não usar preservativo e ainda pedir que ele gozasse dentro de mim... Mas é que no momento eu nem pensei nisso, só queria senti-lo... Resa me encarou com uma sobrancelha erguida e eu neguei com a cabeça.

– Cassi, como assim? – ela perguntou nervosa.

– Ah, Resa... Eu não sei. Não usamos camisinha, eu queria senti-lo na nossa primeira vez... e foi tão especial...

– Eu imagino que sim querida, mas foi imprudente, você sabe disso, certo? – ela perguntou e eu assenti.

– Mas antes de virmos para cá, nós passamos em uma farmácia, e eu já tomei a pílula do dia seguinte.

– Certo, menos mal. Mas, hoje ainda, nós iremos ao ginecologista, para ter certeza de que tudo está bem, ok?

– Tudo bem... – sorri e ela abriu os braços para mais um abraço...

Flashback off

 

Realmente fui com Resa ao ginecologista aquele dia, e ele me orientou em algumas coisas que eu nem fazia ideia, nunca havia conversado sobre sexo tão abertamente antes, então no início foi bem embaraçoso, mas depois eu esclareci quase todas as minhas dúvidas, então gostei de ter ido.

A alguns dias meu pai havia voltado de New York, e não trocávamos muitas palavras, na verdade ele mal parava em casa, eu Resa e infelizmente Marta, ficávamos sozinhas a maior parte do tempo. Justin me dissera que viajara a trabalho, ele era segurança de uma empresa, e por isso não nos vimos esses dias, mas nos falávamos sempre, ele era um fofo.

Resa também dissera que era melhor assim, pois já tinha sido arriscado demais sair aquela noite, então acabamos por ficar só nas mensagens e ligações, e ele me ligava todas as noites, ficávamos um tempão conversando, eu realmente não sabia de onde saía tanto assunto, mas com ele era assim, sempre!

– Srta. Madsen, chegamos. – escutei meu motorista falar e finalmente me despertei de meus pensamentos.

Observei em volta e estávamos na porta do meu colégio, era grande, e na entrada havia um enorme portão de ferro entrelaçado, com o emblema talhado nas trancas. Ali em frente já havia bastante gente, e supunha eu que dentro muito mais.

– Obrigado Stevan... – falei educadamente e ele sorriu em resposta.

Respirei fundo e desci do carro, olhando em volta e procurando Ariana com os olhos, mas ela não estava ali, o que me fez suspirar. Devíamos ter combinado para ela me esperar, porque eu não conheço nada por aqui.

– Cassi! – escutei uma voz um tanto familiar e me virei, vendo Tyler ali.

Sorri largo em sua direção e ele caminhou rápido até mim, dando-me um abraço apertado e tirando-me do chão, girando comigo no ar. Aquilo me fez rir e bati em seus ombros de leve, fazendo-o me soltar.

– Bom dia! – ele falou animado e eu arrumei mingas roupas, ainda sorrindo.

Notei então que algumas pessoas ali nos olhavam e senti minhas bochechas corarem violentamente, olhei rápido para ele que ria provavelmente da minha cara envergonhada.

– Não faça mais isso, tá todo mundo olhando pra gente... – o repreendi entre risadas e ele balançou a cabeça de um lado ao outro.

– Estou feliz por te ver... – ele falou docemente e eu sorri de leve.

– Eu também. Mas você viu a Ari? – perguntei e ele assentiu.

– Se aquela ali servir... – me virei olhando na mesma direção que ele e a vi caminhar animada e rapidamente até mim.

Abri a boca para falar, mas fui interrompida por um abraço meio desconcertado dela. Aquilo quase me derrubou, então começamos a rir igual duas retardadas. Sem duvidas as pessoas ali agora nos olhavam.

– Desculpa o atraso. – ela pediu desfazendo o abraço e eu assenti.

– Tudo bem, estava falando com o Ty. – ele assentiu e arqueou as sobrancelhas de um jeito estranho que nos fez rir.

– Certo, mas agora some Ty, que a Cassi é minha e eu tenho muita coisa pra mostrar pra ela. – Ariana falou e ele riu desmerecendo sua fala.

– Ah, claro. A famosa excursão da Ariana pelo colégio... Boa sorte, Cassi. Espero que esteja viva com tanta emoção até a hora do primeiro intervalo. – aquilo me fez rir e Ariana fingiu estar ofendida.

– Hahaha, muito engraçado...

– Qual é? A Cassi riu!

– Pra não te deixar com cara de idiota! Vem vamos embora, Cassi! – ela me puxou pelo braço e eu dei com a mão me despedindo de Tyler.

[...]

 

Horas depois...

Conheci praticamente todo o colégio em uma só manhã, Ariana me puxava de um lado ao outro e falava coisas a todo tempo, parecia que não lhe faltava fôlego ou assunto, era impressionante. Não que isso seja ruim, pelo contrário, eu achava divertido, tirando a parte das reclamações que ela me fez tomar logo no primeiro dia. Mas eu nem me importei tanto com isso.

No primeiro intervalo Chaz me deu as boas vindas e ficamos em sua mesa. Tyler não apareceu na cantina, então só o vi no segundo intervalo, quando fomos a biblioteca. Era um lugar grande, muito organizado e silencioso. A bibliotecária era uma senhorinha, a qual ele me disse ser muito rabugenta, o nome dela era Olga.

Agora estávamos em meio a aula de Elinor, nossa professora de literatura. E ela me parecia simpaticamente gentil. Apesar da maioria da turma não estar nem ai para o que ela falava, mantinha minha atenção ali, e adorava o jeito dela se referir aos livros, parecia amá-los de verdade, aquilo era sem dúvidas interessante.

– Então, prestem atenção! – ela pediu e o silêncio se instalou na classe – Sei que muitos de vocês detestam a aula de literatura porque a maioria de seus professores passam isso...

A vi apontar para “A letra escarlate”, todos caíram na risada. Aquilo sem duvidas era verdade. Com certeza todos ali viam aquele livro repetidas Vezes todos os anos, desde que se lembravam de estar na escola, eu pelo menos sim.

– Posso dizer que é um bom livro. Sem dúvidas... – ouviram-se algumas vaias e risadas novamente – Mas... Quero dizer que nossas aulas não irão se resumir a isso. A literatura não está presa a um livro, ela está presente em tudo o que fazemos.

– Como assim, professora? – um garoto loiro do fundo da classe perguntou e todos o olharam.

– Bem, suponho eu que vocês tenham redes sociais, certo? – todos responderam “Sim!” – E o que fazem nelas?

– Postamos fotos! – uma garota respondeu e eu sorri.

– Eu faço amizades... – Ariana respondeu a minha frente.

– Pegamos gatinhas... – um outro garoto falou e a turma caiu na risada novamente.

– Muito bem, exatamente isso. Agora observem a semelhança em todos esses exemplos... Alguém? – Elinor passou seus olhos pela turma.

– Em todos os casos... – levantei minha mão e senti minhas bochechas corarem pelo fato de todos me olharem – nós escrevemos coisas.

Falei por fim e ela assentiu com um sorriso largo nos lábios.

– Exatamente! A escrita está presente na legenda da foto, nos diálogos com amigos e até mesmo nas canadas para as gatinhas! – a classe riu em conjunto e ela também – E quero lhes dizer que isso também é literatura. Diferente da que encontramos nos livros, pois essa é a que ocorre no dia-a-dia, e a gente nem percebe.

Ela era sem duvidas excelente. Sua aula me despertara interesse, e pelo modo que a turma estava agora, aquilo não ocorrera apenas comigo.

– Então, rapinho, uma liçãozinha para a próxima aula.

– Aaaaah... – todos falaram e ela sorriu.

– Não é nada demais. Apenas quero que registrem o que falamos aqui hoje, pode ser no formato de texto que quiserem, isso ocorrerá em todas as aulas até o final do semestre e sempre na aula seguinte quero que me entregue, preciso saber o que absorveram da aula, e isso valerá suas primeiras notas, então quem estiver em dias já garantirá a sua. Mas nada de roubar do colega, se isso ocorrer, fiquem cientes de que irei saber.

Ouvimos o sinal tocar e ela sorriu indicando a porta. A vi se dirigir a sua mesa e comecei a juntar meus materiais, notando as pessoas saírem dali. Ariana se levantou e eu fechei minha mochila, levantando-se também.

– Vamos? – perguntou animada e eu assenti.

Nos despedimos de Elinor e seguimos caminho para fora da sala. Ela conversava com outras garotas e eu pegava meu celular em minha mochila, precisava ligar para Resa e pedir-lhe que mandasse Stevan me buscar.

Ao sair do colégio, disquei o número de casa, e fiquei esperando alguém atender, mas chamou, chamou e caiu. Quando ia tentar novamente senti mãos em minha cintura, fazendo-me quase derrubar o celular de susto...

 

Justin P.O.V.

Passei minha semana em outra cidade, a trabalho, o que me deixou longe de Cassi por uns dias, mas nos falávamos sempre por celular, o que não queria dizer que não sentia sua falta, isso seria uma grande mentira, pois tudo o que eu mais queria era vê-la.

Cheguei de volta a Toronto ontem, mas sabia que hoje era o seu primeiro dia de aula, então decidi lhe fazer uma surpresa. Pensei em aparecer pela manhã, mas ai só teríamos alguns minutinhos juntos, por isso optei em vir no final das aulas, havia chegado a alguns minutinhos. Ouvi o sinal bater e saí do carro, esperando a minha garota aparecer por aqueles portões.

– Fala, Jay... Não sabia que tu tava de volta cara... – olhei para o lado e vi Chaz ali, então fizemos um toque.

– Fala, dude. Cheguei ontem cara, vim...

– Ver a Cassi! Ela veio hoje, falei com ela na cantina. – ele me interrompeu e eu sorri afirmando com a cabeça.

– Ela falou por mensagem... – havíamos trocado algumas mais cedo, e ela nem imaginava que eu estava aqui.

– Hummmm... Trocando mensagens no meio da aula, a coisa tá seria em... – ele brincou e eu ri daquilo.

– Acho que sim...

– Sendo ou não, olha quem vem saindo ali... – ele apontou com a cabeça e olhei naquela direção.

Ela estava parada próximo ao portão e com o celular no ouvido. Simplesmente linda. Vestia uma saia rodada azul, não tão cumprida e uma regatinha cinza. Em seus pés um par de vans azuis com branco e seus longos fios de cabelos esparramavam-se pelos seus ombros, esvoaçando com o vento, dando-lhe um toque especial em meio a todas as outras garotas.

Sorri involuntariamente e me despedi de Chaz, seguindo até lá, mas antes de chegar, notei o babaca do Tyler a agarrar por trás e cerrei os punhos, fechando a cara e franzindo o cenho. O que ele era dela?

A vi se virar para ele, dando um leve tapa em seu ombro, entre risadas e se soltando do mesmo. Aquilo sem dúvidas era estranho, parei no meio do caminho e ela olhou em minha direção, abrindo um sorriso enorme nos lábios. Me mantive sério e a vi caminhar em minha direção.

– Você não me disse que viria... – ela falou me abraçando e eu desviei meu olhar de Tyler para ela.

– De onde vocês se conhecem? – perguntei ignorando sua fala e ela desfez o abraço, me encarando.

– O Tyler? – ela perguntou e eu assenti – Jay, ele é meu amigo desde criança.

– Ele te abraça assim sempre? É alguma coisa entre vocês? – ela se afastou um pouco, franzindo o cenho.

– Justin, eu não acredito que vai implicar com isso...

– Não estou implicando, Cassi. Só não gostei de como ele te abraçou, não gosto nada desse cara! – falei bolado, qual é? Passar todos esses dias sem vê-la e quando chego vejo outro cara a agarrando por trás?

– Justin! – ela me repreendeu e eu desviei o olhar – Ele não fez nada demais.

– Não? – questionei voltando a olhá-la – Muda a situação, no meu lugar você ia gostar?

A vi suspirar e me xinguei mentalmente por estar discutindo ali, por uma coisa que talvez fosse realmente banal. Ela cruzou os braços levemente chateada e eu desviei meu olhar para Ariana que se aproximava com um sorriso largo nos lábios.

– Ai que fofo, você veio buscar ela, Jay? – perguntou risonha e eu assenti, pousando minhas mãos em sua cintura e puxando-a para mim novamente.

– É, eu vim sim... – falei doce, e ela permaneceu de cara fechada.

– Certo, eu já estou de saída. Se precisar de álibi, você está lá em casa Cassi, tivemos um trabalho hoje! – Ariana falou risonha, seguindo na direção de Chaz e Cassidy forçou um sorriso assentindo.

Encarei seus olhos azuis e suspirei.

– Desculpa... – falei calmamente e a vi virar o rosto quando tentei selar seus lábios – Cassi, eu não quero brigar...

– Tem certeza, Justin? Porque não foi o que pareceu... – ela falou com voz embargada e eu apertei sua cintura, puxando-a mais para mim.

– Eu vim aqui te ver, tava morrendo de saudades baixinha. Não fica assim não, vai? – beijei sua bochecha, deixando uma mordidinha ali – Vamos, desfaz essa tromba...

– Você que começou, Justin!

– Ah, Cassi... É que eu não gostei de ver, entende o meu lado vai?

Mordi o lóbulo da sua orelha e ela sorriu de leve, então desci meus beijos para o seu pescoço, fazendo-a rir gostoso e sorri juntamente.

– Esquece esse furo meu, e me diz o que acha de outro sequestro? – perguntei risonho e ela sorriu de volta.

– Eu adoraria, Jus... – entrelaçou seus braços finalmente em meu pescoço e eu uni meus lábios aos seus.

Iniciamos um beijo calmo e lento, a boca de Cassi era simplesmente deliciosa, e eu estava morrendo de vontade de tocá-la novamente. Senti suas mãos acariciarem minha nuca e fomos rompendo o beijo com selinhos molhados. Mordi seu lábio inferior devagarinho e ela sorriu me dando mais um selinho.

– Vamos? – pedi e ela assentiu.

Demos as mãos e seguimos para o meu carro. Abri a porta para que ela entrasse ali e assim fez. Dei a volta e entrei pelo lado do motorista. A olhei novamente e ela sorriu um tanto tímida, então selei seus lábios demoradamente e acariciei seu rosto.

– Adorei a surpresa... – ela sussurrou próximo ao meu rosto e eu sorri doce.

– Estava com saudade, princesa... – sussurrei de volta e vi suas bochechas corarem.

– Onde vamos? – perguntou curiosa e eu sorri mordendo os lábios.

– Ainda faz parte da surpresa... – sussurrei olhando em seus olhos e ela assentiu.

– Tudo bem, eu adoro suas surpresas... – ela falou sorridente e se recostou no banco.

Voltei a sentar direito e girei a chave na ignição, dando partida no carro. Lhe levaria em um lugar que eu gostava de ir, e lá poderíamos conversar tranquilamente, acho que ela gostaria...


Notas Finais


Aiiiin, o Jay com ciúmes *-------------* ADOROOOOOO! KKKKKKKK mas e ai, o que acharam? Deixem seus comentários, favoritem a fic e divulguem para as amigas!! Até o proximooooooo!!

XoXo :* :*


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