História As Long As You Love Me - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Palavras 2.984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Antes da data de entrega, porém, é muito provável que o próximo só sairá lá para sexta-feira ou até mesmo sábado, pois essa semana vou fazer duas provas FODAS de segunda chamada e preciso de um tempo para estudar, ou vou acabar indo pra final e perdendo as cadeiras, o que acarretará em mais dor de cabeça para mim. Peço mil desculpa a vocês por isso, mas prometo que vou me esforçar em postar no mínimo até sábado. Agora tenham uma boa leitura :* :*

Capítulo 23 - O pôr-do-sol...


Fanfic / Fanfiction As Long As You Love Me - Capítulo 23 - O pôr-do-sol...

Cassidy P.O.V.

Estava repreendendo Tyler pelo susto que havia me dado quando vi Justin parado no meio da rua, olhando em minha direção. Meu coração saltou e meu estômago começou a dançar. Ele não me avisara que ia, mas eu amei vê-lo ali, tirando a parte dele implicar por Tyler ter me agarrado.

Sei que não gostei de como Tyler me abraçou, mas não admitiria que Justin me tratasse naquele tom, então acabamos por ter um curta discussão e ele acabou me pedindo desculpas. Não tinha como ficar chateada com ele, quando tudo o que mais queria era enchê-lo de beijos, então não insisti naquilo e acabei por aceitar o seu convite e saí dali em seu carro.

Ele dissera que me levaria  em um lugar especial, mas não me disse onde, então eu realmente estava curiosa, adorava suas surpresas, porque eu simplesmente amava estar ao se lado, tudo em mim ficava mais bonito e feliz. É, ele me fazia sentir a felicidade em cada célula do meu corpo.

Estávamos agora em seu carro, e ele cantarolava baixinho a musica do rádio enquanto dirigia, eu adorava sua voz rouca, o deixava tão sexy. Paramos no sinal e ele me olhou sorridente, o sorriso mais gostoso de todos.

– Seu sorriso é o mais lindo que já vi... – falei doce e ele negou com a cabeça.

– Então ainda não viu o seu, Cassi. – falou doce e eu sorri balançando a cabeça de um lado ao outro.

– O que você fez tanto essa semana? – perguntei ao vê-lo olhar o sinal.

– Ah, fui promovido... – ele falou não muito satisfeito e eu franzi o cenho, vendo seguir caminho pela cidade novamente.

– E isso é ruim? – perguntei e ele me olhou por alguns segundos.

– Em parte... Preferia ser da segurança geral.

– Por quê? – perguntei curiosa e ele sorriu de lado.

– Porque agora sou segurança particular de um playboyzinho metido a dono do mundo. – ele me fez rir.

– Sério? – perguntei risonha e ele também riu, assentindo.

– Me meti em uma briga no fim de semana. O cara fugiu da gente e se meteu em uma boate cheia de gente barra pesada. – ele falou concentrado no trânsito e desfiz o sorriso.

– Você se machucou? – perguntei agora preocupada e ele me olhou novamente, negando com a cabeça.

– Não. Não precisa se preocupar... Eu estou bem. – ele sorriu e voltou a olhar o trânsito.

– Então o que aconteceu?

– Bem, quando chegamos o cara tava sendo segurado por dois enquanto outro se preparava pra dar um soco. Eu não entendi bem, mas parece que ele ofendeu a filha de um dos caras.

– Meu Deus... O que esse menino tem na cabeça?

– Eu não sei, mas não quero estragar a nossa tarde com isso. – ele falou risonho e o notei então estacionar em frente a uma sorveteria.

–Tudo bem... – sorri doce e tirei o cinto de segurança, vendo-o fazer o mesmo.

Descemos do carro e ele deu a volta no mesmo, caminhando até mim, parando em minha frente. Suas mãos pousaram em minha cintura e entrelacei meus braços em seu pescoço, sentindo-o encostar-me no carro. Sorri vendo seu sorriso e ele uniu seus lábios aos meus, dando-me um selinho demorado.

– Eu vinha sempre com minha mãe aqui quando era criança. Eles vendem o melhor sorvete de Toronto. – ele falou risonho e eu sorri juntamente.

– Hummm... Deve ser realmente ótimo! – falei interessada e ele me deu outro selinho.

– Vamos? – senti suas mãos soltarem minha cintura e assenti, logo vendo-o pousar um braço sobre meus ombros.

Me aconcheguei ali, em seus braço, enquanto caminhávamos, inalando o seu cheirinho gostoso. E beijei de leve o seu pescoço, fazendo-o arrepiar-se, ele sorriu fazendo-me sorrir e adentramos o local. Tinha um sininho na porta e logo a senhorinha no balcão nos olhou sorridente.

– Justin, querido! – ela falou contente enquanto nos direcionávamos ao balcão e ele sorriu largo.

– Também senti sua falta, Margo. – ele soltou-se de mim e tocou duas mãos dobre o balcão.

– Por que essa demora toda para aparecer, meu filho? Mathew estava perguntando de você esses dias... – ela falou docemente e ele negou com a cabeça.

– Eu o vi hoje cedo, estava indo para o colégio com a Mônica. Peço desculpas por não estar aparecendo tanto, mas é que comecei trabalhando, então isso vem tomando meu tempo.

– A Pattie comenta comigo no centro, e fico muito feliz por você, querido. Assim para com essa história de rachas, não é mesmo? – ela falou esperançosa e ele me olhou de relance.

– Deixe-me apresenta-la Cassi... – senti sua mão puxar-me pela cintura e sorri notando que ele mudara de assunto para não machucar a pobre senhora – Bem, essa é Margo, minha segunda mãe, amor.

Senti minhas bochechas corarem e ele me pôs a sua frente, ficando por trás de mim. Sorri tímida para Margo que me acolhera com um sorriso largo nos lábios.

– Seja bem vinda, querida. – ela falou gentilmente e tocou minhas mãos cumprimentando-me – Ela é a sua namora, Justin?

Seu olhar foi de mim para Justin, e minhas bochechas coraram de novo, então senti seus lábios tocarem a minha bochecha direita e sorri largamente, fechando meus olhos com uma certa força, e abrindo-os em seguida.

– Ainda não sei se ela quer, Margo. Cassi é uma garota difícil... – ele me fez rir a bater de leve em suas mãos.

– Bem, não é porque ele é meu quase filho não, mas é um garoto de ouro, Cassi. – ela sorriu simpática e eu corei novamente.

– Estou vendo isso, Margo. E levarei em conta o seu comentário... – tentei ser simpática de volta e sorri também.

– Certo, certo... Mas agora queremos o melhor sorvete de Toronto! – ele falou risonho e suas mãos apertaram minha cintura.

– Ora, é claro que querem. Sente-se que irei preparar. – ela falou com um sorriso nos lábios e logo se virou, adentrando a portinha dos fundos.

Me virei então para Justin que sorriu largo, e selou os meus lábios, apertando minha cintura com um pouco de força, e puxou-me para uma das mesas ali. Sentei no pequeno sofá vermelho próximo ao enorme janelão que continha o nome da lanchonete em letras grandes e coloridas, Justin sentou-se a minha frente.

Olhei para os lados e fechei os olhos por alguns segundos, inalando o cheirinho de infância que aquele lugar tinha. Ali haviam mesas quadradas de vidro cercadas de cadeiras-sofás azulados, que eram bastante confortáveis. A pintura das paredes era em tons rosa e azul, lembrava um pouco o céu quando o sol está se pondo e fica um mesclado de cores no alto ou um algodão doce de duas cores. O balcão a frente era azul mar, igualmente as cadeiras estofadas.

Haviam prateleiras com doces ali, doces de vários tipos e sabores. Um mais apetitoso que o outro, e eles realmente pareciam ser deliciosos. Sorri de leve ao notar o olhar de Justin sobre mim e senti suas mãos acariciarem as minhas.

– Então, como foi o seu primeiro dia de aula? – ele lançou a pergunta e eu sorri.

– Até que foi divertido. Estava com saudade de ir a escola. Aula com tutor é muito chato. Ah, teve uma aula, de literatura, nossa eu amei a professora...

– Elinor? – ele indagou risonho e eu assenti – Ela é muito boa, acho que vão se dar bem...

– Já foi sua professora também? – perguntei curiosa e ele negou com a cabeça.

– Não, ela chegou no meu último ano, minha professora de literatura se chamava Dolores, e ela não era muito agradável, eu sempre dava um jeito de fugir dela. – ele fez uma careta e eu ri.

– Cabulando aula, Justin? – perguntei e ele sorriu.

– Eu não era um mal aluno, Cassi. Um pouco preguiçoso, confesso...

– Seeei... Onde você ia?

– Costuma ficar no ginásio, adoro jogar basquete. – um sorriso enorme se abriu em seu rosto.

– Basquete, amor? Queria te ver jogar...

– Não, você ainda vai jogar comigo!

– Eu jogando, Justin? Não sei nem segurar uma bola direito. – ele riu junto a mim.

– Eu te ensino. – o vi esticar-se e dar-me um selinho.

– Desculpe a intromissão... – uma moça de cabelos loiros falou sorridente, aproximando-se de nossa mesa com uma bandeja com nossos sorvetes em mãos.

– Que é isso, July? – Justin sorriu simpático e ela colocou-os sobre a mesa.

– Espero que gostem, a nona está muito feliz em vê-los aqui. – ela falou risonha e nós assentimos.

Ela se despediu e caminhou novamente para o balcão. Voltei minha atenção a Justin e o vi me olhar risonho.

– Prova, Cassi... – pediu sendo fofo e eu sorri assentindo.

Peguei a colher e tirei um pouco do sorvete, levando aquela quantidade a boca. O gosto era ótimo. O sorvete parecia ser de chocolate, mas tinha um gosto completamente diferente dos que já havia provado, como se além do chocolate houvesse algo a mais ali. Algo que dava uma combinação excelente, mas meu paladar não conseguiu identificar o quê em si.

– É bom... Muito bom! – falei comendo mais daquilo e Justin riu.

– Eu não sou muito fã de chocolate, mas esse aqui... – ele falou também começando a comer – É o meu sabor favorito.

– É impossível não gostar, Justin. O que eles colocam com o chocolate?

– É receita secreta da Margo.

– Ah, mas arrisco que tenha vinho, tem um sabor adocicado de álcool.

– Minha mãe diz o mesmo. – ele sorriu largo.

Passamos a comer e tentar adivinhar os gostos, aquilo era divertido. Justin chutou que tinha pimenta e realmente dava para sentir um leve ardor na língua, mas eu contestei e disse que poderia ser hortelã, o que logo descartamos pois o chocolate tiraria a essência da hortelã e queria o ardor.

Ao final decidimos quatro ingredientes, o chocolate como principal, o vinho para o sabor adocicado de álcool, a pimenta que causava o ardor e a paçoca quebradinha que ela jogava por cima junto com a calda.

Justin fez questão de pagar tudo, eu contestei, mas ele nem me ouviu. Nos despedimos de Margo e July, com suas cobranças para que voltássemos e Justin afirmara que voltaríamos, aquilo as fez sorrir animadamente. Acho que gostei do local, era muito acolhedor.

– E agora, Bieber. Onde vamos? – perguntei ao entrarmos novamente no carro e ele sorriu colocando o cinto de segurança.

– O que acha de ver o pôr-do-sol comigo? – perguntou enquanto eu colocava o cinto, e sorri largo.

– Seria perfeito... – falei sendo doce e o vi dar partida no carro.

[...]

 

Alguns minutos depois...

Justin P.O.V.

Levei Cassi na sorveteria da Margo, eu adorava ir lá e com ela seria melhor ainda, e foi de fato. Tivemos uma longa conversa agradável, e nos divertimos tentando adivinhar os sabores do sorvete. Então quando terminamos, notei que o sol começava a cair no horizonte, e decidi que a levaria para um outro lugar que gostava. Bem, não era um lugar em si, era uma velha estrada, perto de uma colina, onde correra racha algumas vezes.

Costumava ir ali vez ou outra e ficava admirando o sol cair. Dava pra ver toda a cidade de lá, e provavelmente ela gostaria daquilo. Não demoramos muito a chegar, não era algo longe de onde estávamos. Quando parei o carro no acostamento ela me olhou confusa e eu sorri doce.

– Dá para ver toda Toronto daqui. – falei tirando o cinto de segurança e a vi fazer o mesmo.

Descemos do carro e logo o celular dela tocou. A vi pegar o aparelho e me encarar um tanto assustada, então imaginei que fosse seu pai e assenti, vendo-a atender em seguida.

– Oi pai... Estou na casa da Ariana... Não, nós tivemos um trabalho... Sim, eu avisei a Resa... Não se preocupe, o pai dela disse que me leva em casa... Tá bom Sr. Madsen, até a noite. – ela finalmente desligou guardando o aparelho de volta em sua bolsa e eu desviei meu olhar para o horizonte, cruzando os braços.

Não. Eu não gostava nada disso. Não queria que ela mentisse quanto estava comigo, aquilo me deixava um tanto chateado. Precisávamos dar um jeito naquilo logo. Escutei seus passos e me apoiei no capô do carro, vendo-a parar ao meu lado e também cruzar os braços.

Não gosto disso... – falei olhando em direção ao sol e a ouvi suspirar.

Nem eu, Jay. Mas não quero estragar as coisas. – olhei para ela agora.

O seu pai não é um monstro, Cassi. Não precisa ter medo dele. – ela também me olhou.

Não é isso, Jay. Eu conheço meu pai, tá bom? E vou falar com ele, assim que possível. – ela baixou o olhar e eu suspirei.

Não queria que ela ficasse triste, por mais que aquilo de mentir me incomodasse, Cassi ainda era perfeita, e eu tinha que entender o seu lado e fazer as coisas no seu tempo.

– Tudo bem... – passei um de meus braços por cima de seu ombro – Não vamos falar disso agora... Ok?

A puxei para minha frente, entrelaçando meus braços em sua cintura. E beijei sua bochecha fazendo-a sorrir de leve. Me apoiei melhor no carro e juntei seus cabelos levando-os para o seu ombro esquerdo, depositando um leve beijinho no direito e vendo-a se arrepiar.

– Costumava ver o pôr-do-sol com a minha mãe... – ela falou baixinho e sorriu de lado, olhando para mim por cima dos ombros.

– Sua mãe, ainda não me falou sobre ela...

– Era uma mulher incrível. Ela ia gostar de te conhecer. – ela sorriu mais e voltou a olhar o sol a frente.

– O que aconteceu com ela, Cassi? – perguntei docemente.

– Ela era alcóolatra. Passava a maior parte do dia bêbada. Mas era gentil e amável. Nos últimos anos ela começou a piorar, meu pai até chegou a interna-la em uma clinica de reabilitação. Passou longos meses sem beber, e eu pensava que nunca mais iria fazer aquilo, sabe? Estávamos tão bem... – senti sua voz embargar e beijei sua cabeça carinhosamente.

– Ela voltou a beber? – perguntei e ela assentiu.

– Estávamos em uma viagem com o meu pai, eu passei o dia no zoológico, adorava ver os animais, mas se eu soubesse que ela faria aquilo... – ela levou as mãos ao rosto, secando suas lágrimas – Eu só queria não ter saído do lado dela aquele dia...

– Você não tinha como saber, amor... – falei baixinho, apertando sua cintura e depositando mais um beijo em sua cabeça – Ela deve estar olhando você agora.

– Resa sempre fala isso. – ela indagou e beijei seu pescoço.

– Fala porque é verdade. Quem nós amamos de verdade nunca nos deixa por completo. – falei virando-a para mim.

Ela deixou algumas lágrimas caírem e eu as sequei, acariciando seu rosto. Aproximei o meu do seu e seus olhos azuis, que estavam marejados, invadiram os meus, fazendo-me sentir o quanto estavam tristes. Pousei minhas mãos novamente em sua cintura e senti seus braços entrelaçarem o meu pescoço, puxando-me para um abraço apertado.

Subi minha mão direita aos seus cabelos, afagando-os e senti seus braços me apertarem mais ali, fazendo-me aperta-la de volta. Beijei o topo de sua cabeça e voltei a afagar seus cabelos.

– Promete que não vai me deixar, Justin? – sua voz saiu meio falha e eu sorri de leve.

– Enquanto você me amar, eu sempre estarei aqui, Cassi. – sussurrei fazendo-a me olhar – E eu prometo te amar de volta, com toda a minha força, a cada segundo da nossa vida.

– Eu amo você, Justin! – ela falou entre um leve sorriso, deixando uma lagrima escorrer, e acariciou a minha nuca, unindo sua testa a minha.

– Eu amo você, Cassi. – sussurrei próximo aos seus lábios e os uni com os meus.

Passei minha mão para a sua nuca, acariciando seus cabelos, e pedi passagem com a língua, adentrando a mesma à sua boca, onde explorava cada centímetro, sem pressa. Apertei sua cintura, e senti suas mãos puxarem levemente meus cabelos. Desencostei do carro, puxando-a mais para mim. Suas mãos desceram por minha nuca, arranhando carinhosamente o local, e fazendo-me arrepiar-se.

Devagarinho, fui virando-a para o carro. Encostando-a no capô, onde eu estava a pouco. Desci minha outra mão novamente para sua cintura, prensando meu corpo ao seu, e senti suas unhas arranharem minhas costas de leve. Mordi seus lábios, voltando a beija-la de forma mais intensa e suas mãos apertaram meus ombros, deslizando de volta a minha nuca.

Apertei sua cintura e lhe dei impulso, sentando-a sobre o capô do carro. Seus lábios eram tão deliciosos... Deslizei minhas mãos por suas cochas, apertando-as por cima da saia e ela arfou. Desci então meus beijos por seu pescoço, mordendo de leve o local e seus dedos afundaram em meus cabelos.

– Jus... – ela me chamou e eu deslizei meus lábios para o seu colo, decaindo meu corpo sobre o dela, lambendo toda a região e mordendo a carne de seus seios – Jus, tá ficando tarde.

– Xiii... Deixa rolar, Cassi. Eu to louco por você, amor. – sussurrei quente em seu pescoço e sorri ao vê-la arrepiar-se.

– Estamos no meio da estrada seu louco, alguém pode nos ver, sabia? – ela falou risonha e eu neguei com a cabeça, sorrindo junto.

– Você está certa, é que perco a cabeça quando me beija assim... – falei malicioso e olhei em seus olhos.

– Justin! – ela corou as bochechas e eu sorri largo, selando seus lábios demoradamente e apertando suas coxas com um pouco de força.

– Amo quando fica vermelhinha, é tão sexy. – falei risonho e ela sorriu junto.

– Idiota! – me deu um tapinha no ombro e selou meus lábios – Que tal me levar pra casa agora?

– Posso levar pra minha? – perguntei malicioso e ela riu tímida.

– Hoje não dá. – falou encarando meus olhos e selei seus lábios outra vez.

– Tudo bem, eu espero. – falei doce e ela me deu outro selinho.

– Vamos? – me afastei um pouco e ela desceu.

– Vamos! – respondi e a puxei pela cintura, dando-lhe mais um selinho, simplesmente não queria soltar seus lábios.

Ela sorriu largo e eu mordi meu lábio inferior, soltando sua cintura e acompanhando-a até a porta, a qual abri para ela. A vi adentrar o carro e dei a volta, sorridente, adentrando também pelo lado do motorista. Aquela tarde havia sido incrível...


Notas Finais


Huuuummmm... Justin safadeeeenho! Esse casal me leva as alturas gente, non tem condições! Enfin, o que acharam? Deixem seus comentários, favoritem se gostaram, e compartilhem com as amigas, quem sabe elas não gostem também?
E até o próximo capítuloooooo!

XoXo :* :*


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