História As Long As You Love Me - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber
Exibições 22
Palavras 2.949
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


🚨AVISOS:

📌Esta história é de minha autoria. As personalidades dos personagens não condizem com a realidade;

📌Me inspirei no clipe de As Long As You Love Me em determinadas coisas, e embora a história não seja exatamente como a do videoclipe, alguns fatos serão semelhantes;

📌Plágio é CRIME, portanto, não hesitarei em denunciar caso veja uma cópia;

📌ALAYLM não será movida a comentários, embora os mesmos sejam muito motivadores;

📌Não apoio qualquer prática ilegal ou ato de violência que venha a ser narrado aqui.

🎬PERSONAGENS:

♀Jade Carter (Madison Beer), 17 anos.

♂Justin Bieber, 18 anos.

♀Audrey Hudson (Hailey Baldwin), 18 anos.

♂Charles Somers, 19 anos.

♀Blaze Williams (Cindy Kimberly), 18 anos.

♂Christian Beadles, 17 anos.

♀Lacey Somers (Kylie Jenner), 18 anos.

♂Ryan Butler, 18 anos.

♀Sophie Bennett (Alissa Violet), 18 anos.

Título: "Garoto rude"

🔎A história se passa em Missoula, Montana.

📌O capítulo foi revisado, mas perdoem-me caso algum erro tenha passado despercebido.

Boa leitura, lovers!!!📖❣

Capítulo 1 - Rude boy


Fanfic / Fanfiction As Long As You Love Me - Capítulo 1 - Rude boy

JADE CARTER'S POINT OF VIEW:

Mudanças são definitivamente a pior coisa na vida de um adolescente. Nasci em Missoula, onde vivi boa parte da vida. Quando mamãe e papai se divorciaram, eu fiquei bem no meio de tudo. Ao contrário do que geralmente acontece, eles não brigaram na justiça pela minha guarda. Quando mamãe contou que estava indo embora, tudo o que papai disse foi um mísero "tudo bem". A primeira mudança: saímos de Montana e fomos morar com a mamãe em Nova Iorque. Na época mamãe conheceu um jogador de futebol barra gato barra rico barra gente boa barra perfeito – as duas últimas qualidades só ela conseguia enxergar –. Obviamente ela não contou logo de cara que era mãe. Fala sério! Ela era tipo uns vinte anos mais velha que o cara, mas por conta da ótima aparência e do espírito jovem, ninguém achava que ela já era mãe. Então veio a segunda mudança: fomos morar com o jogador em Barcelona. Somente na Espanha ele descobriu sobre a minha existência. Por ser jogador, ele era ocupado demais e a mudança foi feita da seguinte forma: mamãe e eu fomos e duas semanas depois ele chegou. Ele não nos expulsou de cara, primeiro se fez de bonzinho enquanto traía minha mãe e depois de um ou dois meses disse que não conseguiria assumir o papel de pai. Como se eu quisesse aquele cretino como pai ou padrasto. Terceira mudança: saímos de Barcelona e fomos para Los Angeles. E lá mamãe começou a namorar um empresário com uma excelente conta bancária. Andrew tem três filhos, gêmeos da minha idade e outro de seis anos. Apesar de ser um bom homem para mamãe, ele basicamente me odiava. Vivia me criticando e sempre dava um jeito de me ofender. Se eu continuasse vivendo ao lado dele, com certeza acabaria matando-o sufocado com um travesseiro durante a noite. E então veio a quarta mudança: voltei para Missoula, para morar com papai. Tive que me mudar, não só pelo péssimo convívio entre Andrew e eu, mas porque eu costumava causar muitos problemas mesmo sendo tão nova.

Minha relação com o papai não era das melhores. Eu não conseguia entender por quê ele nunca quis que eu ficasse com ele e não com a mamãe. Sei que é meio infantil da minha parte, acontece que sempre amei tanto meu pai e quando ele decidiu não brigar por mim, foi como se não se importasse comigo. Nosso convívio era horrível! Eu me recusava a voltar para a casa da mamãe e também não queria ficar com meu pai. Não passei nem um ano com o papai. Aos quatorze anos, a solução foi me mandar para a casa dos meus avós paternos, na Itália. A quinta mudança.

Essa é minha sexta mudança. Saí da Itália para voltar para Missoula. Minha avó costumava dizer que não importava o quanto eu tentasse fugir, Montana sempre me puxaria de volta. Parece que ela estava certa.

Apesar de tudo, voltar para Montana foi a melhor decisão que já tomei. A Itália é ótima, mas definitivamente não é o meu lugar.

Olhando ao redor consigo notar as mudanças que papai fizera no meu quarto desde a última vez que estive aqui. Fazia três anos, mas eu ainda conseguia me lembrar da sensação de conforto que aquele cômodo me trazia.

Ao contrário de mamãe, papai não é do tipo que sufoca. Ele me da espaço e liberdade para fazer o que quiser, sempre lembrando que é policial e que se eu fizer besteira, vou para a cadeia como todos os outros que fazem besteira. É o jeito dele dizer que eu preciso fazer escolhas na vida e que essas escolhas me trarão consequências, sejam elas boas ou ruins. Mas a melhor parte de morar com ele era que eu tinha um quarto grande, um banheiro só para mim e minha adorada privacidade.

—Espero que goste das mudanças que fiz. Harper me ajudou bastante. Ela é... uma amiga. Uma amiga que trabalha como garçonete em um restaurante. Eu janto lá toda sexta-feira. – papai falou, meio enrolado. De cara saquei que a tal Harper e ele tinham algo.

—Legal da parte dela ter ajudado. – falei, empurrando minhas malas para um canto.

—Como foi na Itália?

—Legal. Se não se importar, quero ficar sozinha para arrumar minhas coisas e dormir um pouco. Estou cansada.

—Certo. Até mais tarde!

Assim que papai saiu, comecei a guardar minhas roupas no armário. Quando terminei, tomei um banho e caí no sono.

Acordei no dia seguinte com a sensação de estar sendo observada. Abri os olhos e com a visão um pouco embaçada vi uma mulher parada na porta me olhando. Me sentei na cama e cocei os olhos. Olhei para ela outra vez. Não, eu não a conhecia.

—Quem é você? – perguntei. Ela sorriu nervosa.

—Eu me chamo Harper. Seu pai saiu para trabalhar bem mais cedo e pediu minha ajuda para fazer o café da manhã para você e para Brandon.

—Eu sei cozinhar. Pode ir embora.

—Eu gostaria de fazer o que o seu pai pediu, se não se importar.

—Acontece que eu me importo. Cai fora!

A mulher pareceu assustada. Me encarou sem ter ideia do que dizer, mas saiu. Respirei fundo me perguntando porque papai tinha dado tamanha liberdade para aquela mulher.

Fui até o banheiro e escovei os dentes. Prendi meu cabelo em um coque frouxo e desci. Na cozinha, dei de cara com Harper. Ela estava lá, posando de dona de casa enquanto preparava sabe-se lá o que. Resolvi não começar uma briga. Me sentei na mesa e fiquei em silêncio.

Depois do café da manhã – no qual troquei farpas com Harper sem nem disfarçar –, fui para o meu quarto e fiquei assistindo tevê. A tarde, me arrumei para o meu primeiro dia de aula. Eu estava nervosa por ser a novata outra vez, e para piorar estava bem no meio ano letivo. O meu nervosismo se dava pelo simples fato de que eu não costumava causar uma boa primeira impressão porque A) Eu sou recordista de desastres ridiculamente vergonhosos em primeiros dias em colégios novos,  B) Odeio a monarquia que existe no colégio e C) Sou absolutamente incapaz de ficar calada quando presencio algo errado. Não que eu seja certinha ou algo assim, mas não admito que alguém se sinta superior a outra pessoa por cor, classe social ou qualquer coisa assim.

Meu pai tinha uma a picape quatro por quatro vermelho sangue e havia deixado ela a minha disposição para ir onde eu quisesse, minha única obrigação era manter o carro sempre limpo.

Saí de casa e entrei na picape. Não queria me atrasar, então dirigi em alta velocidade até o Warriors High School e coloquei a picape em uma vaga disponível no estacionamento gigantesco do colégio. Ao sair do carro, olhei ao redor e tudo o que eu conseguia ver era Ferrari, Audi, Ranger Rover, mais Ferrari.

Segui para dentro do colégio caminhando normalmente. Eu estava no segundo ano e deveria estar empolgada, afinal, depois teria só mas um ano e então iria para a faculdade – isso, é claro, se eu decidisse o que queria fazer da vida –, mas tudo o que eu queria era voltar no tempo e me congelar nas férias, quando eu estava com a vovó no sofá assistindo programas bobos enquanto o vovô preparava o almoço.

Eu não conhecia ninguém, o que era muito, muito ruim. Em minhas mãos tinha um papel com meus horários e o número das respectivas salas em que eu teria as aulas. Também tinha o número e a letra do meu armário e a chave do mesmo. Segui distraída pelo corredor enquanto procurava pelo armário D6. Não foi muito difícil encontrar, abri o armário, encontrando livros novíssimos com meu nome escrito na contracapa, enfileirados no canto do armário. Guardei alguns dos cadernos ali e coloquei na mochila somente o que usaria na primeira aula. Ao fechar o armário, me assustei com uma garota que brotou feito planta bem ao meu lado.

—Oi, Jade! – ela disse, sorrindo largo.

—Hã... Oi! Como você sabe meu nome? – perguntei, franzindo o cenho.

—Sou Audrey Hudson, sua mais nova melhor amiga. – sorriu – Estamos na mesma classe.

—Ah, claro! Bom, é um prazer te conhecer, Audrey Hudson.

—Estou aqui para te mostrar cada cantinho do colégio. Eu sei absolutamente tudo sobre o Warrios. Sou os olhos e os ouvidos desse lugar. Então, vamos começar o nosso tour?

—Mas a aula já vai começar...

—Não tem problema. O diretor falou com os nossos professores do dia e liberou nós duas por hoje. Você só precisa ficar e assinar sua presença na sala do diretor no final do dia.

—Ah! Bom, então vamos!

Audrey me levou para um tour completo. Até o almoxarifado ela me mostrou. Falou sobre os professores, e é claro, sobre os alunos. Era hora do intervalo e estávamos no refeitório. Estávamos na mesa com as amigas de Audrey. Blaze era muito engraçada e tinha um talento enorme para irritar as pessoas de quem não gostava – e de quem gostava, às vezes –. Ela tinha sempre uma piadinha para as patricinhas. Lacey era divertida e inteligente. Todas eram, na verdade, mas a Lacey era mais do tipo nerd, ou sei lá, a rainha dos geeks.

—Está vendo aqueles patetas ali? – apontou para uma mesa mais afastada – Charles Somers, Ryan Butler e Christian Beadles. Chris e Ryan são do time de basquete agora, o Chris é o capitão. Chaz é o cara mais inteligente do Warriors, mas anda com eles porque são melhores amigos desde... sempre. – deu de ombros.

Olhei na direção dos caras que Audrey apontou. Vi dois garotos sentados de forma despojada usando jaquetas college vermelhas com mangas longas. Suas iniciais estavam costuradas no peito de suas respectivas jaquetas. Também havia uma garoto sentado com uma postura invejável enquanto falava animadamente sobre algo, fazendo os garotos do time darem risadas. Este com certeza era Charles.

—Aquela ali é Sophie Bennett. – apontou para uma loira usando uniforme de líder de torcida cercada por garotas – Ela acha que é a rainha do colégio e seu maior orgulho é esse uniforme ridiculamente pequeno. Repetiu por faltas. Nós a odiamos e você também. – avisou. Ri fraco.

—Fala sério! Todo mundo a odeia, só que os outros não têm coragem de admitir. – Lacey disse, dando de ombros.

—E aí vem o astro do time, Justin Drew Bieber. Alvo de maior desejo das líderes de torcida barra eterno crush de todas as garotas barra garoto problema barra o maior babaca de todos os tempos. A família dele é dona de uma corporação. Eles são, tipo, podres de ricos. – Audrey disse.

Todas olhamos na mesma direção. Um garoto acabava de passar pela porta, fazendo meu queixo quase cair. Ele era simplesmente incrível! O olhei dos pés à cabeça. Usava calça jeans escura, camisa branca com a jaqueta do time por cima – a dele tinha um "J" estampado no peito – e Supras. Seu cabelo loiro escuro estava penteado em um topete perfeito. Encarei o rosto dele, hipnotizada por vários segundos. Ele era tão bonito que eu mal conseguia parar de olhar. Seus olhos, envoltos por cílios longos, eram de um tom avelã cheio de mistério. Suas sobrancelhas eram grossas e escuras. Seu nariz não era tão certinho, mas combinava perfeitamente bem com ele. Seus lábios eram perfeitos! Rosados e bem desenhados, muito atrativos. As pintinhas em seu rosto lhe davam um ar mais suave, angelical.

Assim que ele passou por nós, Blaze e sua língua solta chamaram a atenção do garoto.

—A rainha do Warriors chegou. – provocou, fazendo Audrey e Lacey rirem.

—Sempre muito engraçada, não é Blaze? – ele disse, parando bem atrás de mim.

Sua voz era rouca e baixa. Meu corpo se arrepiou e senti um certo desconforto. Acabei me remexendo um pouco.

—De que outra forma eu poderia me divertir, Drew?

—Hã... Talvez contando aos seus pais sobre sua aventura amorosa com Matthew. Me diz aí, o pênis dele é mesmo tão pequeno?

—Você deve saber. – deu de ombros – A putinha do colégio é você, Justin Bieber.

—Pirralha irritante.

Blaze se levantou e foi até ele, que a abraçou. Em seguida, ele deu um tapinha na cabeça de Lacey e mostrou o dedo do meio para Audrey, que revirou os olhos.

—Hey, Biebs! Não quer sentar com a gente para conhecer nossa amiga? – Audrey perguntou.

O tal Justin olhou para mim por alguns segundos que pareceram horas. Eu tinha certeza que minhas bochechas estavam coradas, mas não desviei o olhar do dele. Ergui a sobrancelha, como se perguntasse se ele tinha algum problema mental para ficar me encarando daquele jeito. Fala sério! Ele quase não piscava.

—Não! Tenho que falar com os caras. Sophie Bennett me implorou para convencer o colégio inteiro a ir na festa dela hoje a noite.

—Como se ela precisasse disso. Essa patricinha sabe muito bem que todo mundo vai. E você não gosta de ajudar, a não ser que ela tenha te oferecido sexo em troca. Bom, ela abriria as pernas para você de qualquer jeito, então não vejo um motivo para você estar fazendo isso. – Lacey disse, mexendo nos cabelos.

—É, Biebs, diz aí, qual é a armação? – Blaze perguntou, inclinando-se para frente.

—Pensem bem, meninas. Vai ser uma festa no lago. Vai estar cheio de gatas de biquíni e todas elas vão se jogar para o papai aqui. E no fim da noite, eu ainda posso pegar a anfitriã da festa. – deu de ombros.

—Você é podre, Justin Bieber. – Lacey disse rindo enquanto balançava a cabeça.

—Fica quietinha, Lacey. – ele disse, tampando a boca dela com a mão – O que eu posso fazer se todas me querem?

—Esse é o preço que se paga por ser gostoso e bem dotado. – Audrey disse.

Olhei para ela com os olhos arregalados e ela riu fraco.

—Não, eu não transei com esse desgraçado, mas já vi ele sem roupa por acidente.

—Da próxima vez bata na porta antes de entrar no meu quarto. Eu podia estar transando.

—Nossa! Como se eu não soubesse o que é sexo. Já que você não vai ficar para falar com a nossa amiga, dê o fora daqui logo.

—Não tenho interesse em falar com a sua amiga. É por isso que ela é sua amiga e não minha. Vejo vocês na festa da Sophie.

O garoto deu as costas e se juntou aos rapazes de quem Audrey falava anteriormente.

—Não liga para ele, Jade. O Justin é assim mesmo.

—O lance dele é sexo. Se você é bonita e quer sexo, procure por ele. – Lacey disse, comendo um pouco da minha Ruffles.

—Mas ele também é um excelente amigo. – Blaze defendeu – Ele é respeitoso... Bom, ao menos com a gente. E não procure ele se você estiver afim de transar. Justin tem alguma coisa que deixa as garotas... loucas. Elas parecem animais selvagens correndo atrás dele.

—Bom, eu sou virgem e, podem acreditar, não quero transar com esse idiota. – elas riram.

—Vai por mim, Jade, com o passar dos dias, isso vai mudar. Você é tipo o novo entretenimento dele.

—O que?

Você é novata e é linda. Os caras vão cair matando, mas o Justin... Ele vai fazer aquele lance de sempre. Você vai querer ele e ele vai garantir que você esteja sempre disponível quando ele quiser sexo. Ele é nosso amigo, mas você é nossa amiga também e é nossa obrigação te avisar. Ficar longe é a melhor opção.

—Pode deixar. Não há chances de Justin conseguir algo comigo.

[...]

As horas passaram em uma velocidade surpreendente, ou talvez eu estivesse tão distraída que nem notei a demora. O fato é que minha total ausência de atenção tinha nome e sobrenome: Justin Drew Bieber.

Okay, eu não o conhecia. Okay, eu só tinha visto ele uma vez na vida. Okay, ele demonstrou ser um grande babaca. Okay, ele era lindo. Okay, eu não consigo parar de pensar naqueles olhos presos em mim, como se pudessem ver minha alma.

Quando o último sinal tocou, me levantei tão rápido que cheguei a ficar tonta. Coloquei a mochila no ombro e fui com Audrey assinar minha presença na sala do diretor. Depois fui até o meu armário. Joguei tudo dentro do armário e o tranquei. Depois de me despedir de Audrey, peguei meu celular, pluguei o fone de ouvido e coloquei minha playlist da One Direction para tocar. A primeira música da lista era Rock Me, já que por acidente cliquei na reprodução aleatória. Enquanto caminhava pelo gramado do colégio, vi Blaze e Christian conversando de um jeito bem... íntimo. Ela me viu também, sorriu e fez um sinal dizendo que me ligaria. As meninas e eu tínhamos pego os números umas das outras durante o intervalo. Acenei para ela e voltei a caminhar. Eu poderia ter ido até ela para me despedir, mas não queria "segurar vela". Pisei no asfalto, onde começava o estacionamento do colégio, que estava lotado de carros. Vi Justin escorado em uma Lamborghini preta enquanto uma garota loira praticamente esfregava os peitos na cara dele. Demorei alguns segundos para perceber que era a tal da Sophie Bennett. Ele parecia farto daquilo. Imediatamente me lembrei que Audrey havia me dito que ela era uma das inúmeras garotas que viviam no pé dele. Não demorou muito para que ele me visse, e é claro que ele sabia que eu estava olhando para ele, até porque eu estava parada feito uma idiota e nem estávamos distantes um do outro. Vi um sorriso cínico brotar em seus lábios e então ele puxou a garota para um beijo selvagem. Tipo, bem selvagem. Enquanto a beijava, ele olhava para mim. Me perguntei qual era sua intenção com aquela cena patética, mas preferi não perder tempo tentando descobrir o que passava em sua mente.

Voltei a caminhar, dessa vez a passos largos, indo bem mais rápido. Estava esfriando e eu queria muito chegar logo em casa. Entrei na picape e enquanto ligava o carro e saía do estacionamento, cheguei a conclusão de que Justin Bieber não é apenas um garoto rude, mas é também um grande imbecil.


Notas Finais


Como eu disse que faria, estou reescrevendo a história de uma maneira diferente e espero realmente que gostem.

Gostaria de pedir que deixassem suas críticas, sejam elas positivas ou negativas, nos comentários, para que eu saiba o que vocês acharam.


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